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		<title>Lado Bi</title>
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		<copyright>&#x2117; &amp; &#xA9; 2014 Lado Bi</copyright>
		<itunes:subtitle>Cultura e cidadania LGBT na real e com local</itunes:subtitle>
		<itunes:author>Marcio Caparica</itunes:author>
		<itunes:summary>Lado Bi traz toda semana convidados instigantes para debater os assuntos mais relevantes da cultura e cidadania LGBT brasileira, em conversas inteligentes, descontraídas e surpreendentes.</itunes:summary>
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			<itunes:name>Marcio Caparica</itunes:name>
			<itunes:email>marciocaparica@gmail.com</itunes:email>
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		<itunes:keywords>gay, LGBT, homossexual, cidadania, ativismo, cultura, igualdade</itunes:keywords>
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			<title>#196 - MBT - Música Brasileira Transviada</title>
			<itunes:author>Lado Bi</itunes:author>
			<itunes:subtitle>&quot;Saímos da música brasileira em que quem está no topo é o homem branco cis hétero&quot;, diz historiadora.</itunes:subtitle>
			<itunes:summary>Essa semana o LADO BI entrevista a historiadora Larissa Ibúmi Moreira, autora do livro &quot;Vozes Transcendentes&quot; (Hoo Editora), em que registra a história das principais figuras da nova cena musical brasileira, formada por artistas que contestam os padrões de gênero e de raça. &quot;É um movimento musical que tem como fio condutor a diversidade, a pluralidade estética, musical e performática&quot;, descreve. &quot;É um grupo com enorme potência transformadora, principalmente para os jovens que se espelham neles.&quot; Moreira traça as origens desse movimento até a Tropicália, mas aponta uma diferença importante: &quot;A Tropicália foi cooptada por uma elite burguesa e intelectual. Esses artistas vêm da periferia&quot;. Ela também aponta dois grandes responsáveis pelo seu surgimento: a internet (&quot;a capacidade de se autopromover possibilita que esses músicos descartem as grandes gravadoras, tradicionalmente dominadas por homens cis héteros e brancos&quot;) e as cotas nas universidades (&quot;responsáveis por formarem uma intelectualidade negra periférica que agora quer reescrever sua própria história&quot;). São músicos que escancaram sua homoafetividade e sua relação com o corpo, finaliza, muitas vezes chocando o público tradicional: &quot;Eles trazem o corpo à performance. As pessoas acham que quando se coloca o corpo no palco aquilo não é intelectual, que se baixou o nível. A gente tem que quebrar isso também: corpo e mente são uma coisa só!&quot;.</itunes:summary>
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			<description>Essa semana o LADO BI entrevista a historiadora Larissa Ibúmi Moreira, autora do livro &quot;Vozes Transcendentes&quot; (Hoo Editora), em que registra a história das principais figuras da nova cena musical brasileira, formada por artistas que contestam os padrões de gênero e de raça. &quot;É um movimento musical que tem como fio condutor a diversidade, a pluralidade estética, musical e performática&quot;, descreve. &quot;É um grupo com enorme potência transformadora, principalmente para os jovens que se espelham neles.&quot; Moreira traça as origens desse movimento até a Tropicália, mas aponta uma diferença importante: &quot;A Tropicália foi cooptada por uma elite burguesa e intelectual. Esses artistas vêm da periferia&quot;. Ela também aponta dois grandes responsáveis pelo seu surgimento: a internet (&quot;a capacidade de se autopromover possibilita que esses músicos descartem as grandes gravadoras, tradicionalmente dominadas por homens cis héteros e brancos&quot;) e as cotas nas universidades (&quot;responsáveis por formarem uma intelectualidade negra periférica que agora quer reescrever sua própria história&quot;). São músicos que escancaram sua homoafetividade e sua relação com o corpo, finaliza, muitas vezes chocando o público tradicional: &quot;Eles trazem o corpo à performance. As pessoas acham que quando se coloca o corpo no palco aquilo não é intelectual, que se baixou o nível. A gente tem que quebrar isso também: corpo e mente são uma coisa só!&quot;.</description>
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			<pubDate>Mon, 05 Feb 2018 20:00:00 -0300</pubDate>
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			<itunes:keywords>LGBT, MPB, MBT, Liniker, Johnny Hooker, Larissa Ibúmi Ribeiro</itunes:keywords>
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			<title>#195 - Vania Toledo</title>
			<itunes:author>Lado Bi</itunes:author>
			<itunes:subtitle>Vania Toledo: &quot;A autenticidade saiu de moda&quot;, lamenta a fotógrafa que vive de registrar a liberdade</itunes:subtitle>
			<itunes:summary>Esta semana o LADO BI entrevista a fotógrafa Vania Toledo, que acabou de lançar a exposição &quot;Tarja Preta&quot; no Museu da Diversidade, em São Paulo. Nela, Toledo resgata os retratos das inúmeras pessoas libertárias, anônimas e famosas, que registrou em 38 anos de carreira: &quot;Eu gosto de pessoas de mente aberta, gente livre. A liberdade sexual sempre existiu, faz parte de qualquer pessoa libertária, qualquer pessoa que se entende por gente.&quot; Seu interesse por todo tipo de pessoas fez com que capturasse imagens do mundo LGBT desde a época da ditadura militar: &quot;Eu já fotografava os bastidores das boates gays que eu ia antes de ser fotógrafa profissional. Sempre estive nessa turma contraventora, que não seguia as normas sociais ao pé da letra. A coragem que as pessoas tinham de serem autênticas na época da ditadura era muito maior que hoje. A autenticidade, hoje, saiu de moda.&quot; A fotógrafa comenta o movimento contra o assédio feminino: &quot;Sou contra a invasão do espaço físico das mulheres. Mas também acho que os americanos têm mania de fazer caça às bruxas. Você está perdendo a capacidade de sedução entre um homem e uma mulher, dois homens, duas mulheres.&quot; Conta também como foi publicar o primeiro livro de nus masculinos da América Latina, o que aprendeu sobre ser mulher ao preparar o livro &quot;Personagens Femininos&quot;, em que fotografou atrizes, e ensina: &quot;A fotografia não é feita só pela pessoa que fotografa, é também feita pela pessoa que é fotografada. Tem que ter a delicadeza da curiosidade do conhecimento do outro que está em frente a sua câmera.&quot;</itunes:summary>
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			<description>Essa semana o LADO BI entrevista a fotógrafa Vania Toledo, que acabou de lançar a exposição &quot;Tarja Preta&quot; no Museu da Diversidade, em São Paulo. Nela, Toledo resgata os retratos das inúmeras pessoas libertárias, anônimas e famosas, que registrou em 38 anos de carreira: &quot;Eu gosto de pessoas de mente aberta, gente livre. A liberdade sexual sempre existiu, faz parte de qualquer pessoa libertária, qualquer pessoa que se entende por gente.&quot; Seu interesse por todo tipo de pessoas fez com que capturasse imagens do mundo LGBT desde a época da ditadura militar: &quot;Eu já fotografava os bastidores das boates gays que eu ia antes de ser fotógrafa profissional. Sempre estive nessa turma contraventora, que não seguia as normas sociais ao pé da letra. A coragem que as pessoas tinham de serem autênticas na época da ditadura era muito maior que hoje. A autenticidade, hoje, saiu de moda.&quot; A fotógrafa comenta o movimento contra o assédio feminino: &quot;Sou contra a invasão do espaço físico das mulheres. Mas também acho que os americanos têm mania de fazer caça às bruxas. Você está perdendo a capacidade de sedução entre um homem e uma mulher, dois homens, duas mulheres.&quot; Conta também como foi publicar o primeiro livro de nus masculinos da América Latina, o que aprendeu sobre ser mulher ao preparar o livro &quot;Personagens Femininos&quot;, em que fotografou atrizes, e ensina: &quot;A fotografia não é feita só pela pessoa que fotografa, é também feita pela pessoa que é fotografada. Tem que ter a delicadeza da curiosidade do conhecimento do outro que está em frente a sua câmera.&quot;</description>
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			<pubDate>Fri, 26 Jan 2018 11:00:00 -0300</pubDate>
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			<itunes:keywords>LGBT, Vania Toledo, fotografia, ditadura militar, Caetano Veloso, Ney Matogrosso</itunes:keywords>
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			<title>#194 - Indígenas</title>
			<itunes:author>Lado Bi</itunes:author>
			<itunes:subtitle>&quot;A homofobia entre ind&iacute;genas foi algo claramente aprendido com n&atilde;o ind&iacute;genas&quot;, afirma antrop&oacute;logo</itunes:subtitle>
			<itunes:summary>Esta semana o LADO BI conversa com Estevão Fernandes, autor do livro Existe Índio Gay?. O antropólogo explica como os nativos, originalmente abertos à diversidade, aprendeu a homofobia com o colonizador branco: &quot;Há registros históricos de relacionamentos homossexuais entre indígenas desde o século 16, mas nenhum relato de punição quanto a esses afetos. Isso é algo claramente aprendido a partir do contato com o não-indígena, tanto que em vários povos a palavra para 'gay' é uma tradução literal para 'veado', o bicho&quot;. Fernandes também aponta como os não-indígenas relegam os indígenas a apenas dois papéis, o do &quot;bom selvagem&quot; e o do &quot;guerreiro&quot;: &quot;como a identidade queer acaba não se encaixando em nenhum desses dois estereótipos, é muito comum que se diga que os indígenas 'aprenderam' a homossexualidade com os brancos, o que absolutamente não é verdade&quot;. Por fim, ele repreende aqueles que pregam um isolacionismo dos indígenas: &quot;há uma imagem de que o índio tem que morar na floresta, não pode usar celular, calça ou eletricidade... Isso serve muito mais a quem quer usurpar os direitos dos povos indígenas que aos próprios.&quot;</itunes:summary>
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			<description>Esta semana o LADO BI conversa com Estevão Fernandes, autor do livro Existe Índio Gay?. O antropólogo explica como os nativos, originalmente abertos à diversidade, aprendeu a homofobia com o colonizador branco: &quot;Há registros históricos de relacionamentos homossexuais entre indígenas desde o século 16, mas nenhum relato de punição quanto a esses afetos. Isso é algo claramente aprendido a partir do contato com o não-indígena, tanto que em vários povos a palavra para 'gay' é uma tradução literal para 'veado', o bicho&quot;. Fernandes também aponta como os não-indígenas relegam os indígenas a apenas dois papéis, o do &quot;bom selvagem&quot; e o do &quot;guerreiro&quot;: &quot;como a identidade queer acaba não se encaixando em nenhum desses dois estereótipos, é muito comum que se diga que os indígenas 'aprenderam' a homossexualidade com os brancos, o que absolutamente não é verdade&quot;. Por fim, ele repreende aqueles que pregam um isolacionismo dos indígenas: &quot;há uma imagem de que o índio tem que morar na floresta, não pode usar celular, calça ou eletricidade... Isso serve muito mais a quem quer usurpar os direitos dos povos indígenas que aos próprios.&quot;</description>
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			<pubDate>Thu, 18 Jan 2018 08:00:00 -0300</pubDate>
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			<itunes:keywords>LGBT, Estevão Fernandes, índios, indígenas, Rondônia, homofobia</itunes:keywords>
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			<title>#193 - Aíla</title>
			<itunes:author>Lado Bi</itunes:author>
			<itunes:subtitle>Aíla conta como une música pop e ativismo: &quot;tento criar microrrevoluções&quot;</itunes:subtitle>
			<itunes:summary>Essa semana o LADO BI entrevista a cantora e compositora Aíla, que recentemente lançou seu segundo álbum, &quot;Em Cada Verso Um Contra-Ataque&quot;. Paraense radicada em São Paulo, Aíla fala sobre as maneiras que encontrou para unir seu trabalho com a música e seu trabalho como ativista: &quot;quero transmitir mensagens políticas de forma pop, para as pessoas conseguirem cantar junto e compreenderem o que estão cantando.&quot; Depois de estrear com um álbum de intérprete (&quot;Trelelê&quot;), a artista gravou suas composições, engajada com temas atuais como o assédio: &quot;Os caras nem querem saber se você é lésbica ou não, o assédio é diário, nas ruas, nas lotações&quot;. Ela também celebra a diversidade sexual na faixa &quot;Lesbigay&quot; e combate o racismo com uma faixa de Chico César, &quot;Melanina&quot;: &quot;Eu queria muito falar sobre racismo, mas eu sou branca, então não fazia sentido eu escrever sobre isso. Pessoas de todas as raças precisam estar juntos para lutar contra o racismo, assim como não precisa ser gay para lutar contra a homofobia&quot;. Ela frisa que política é algo que se faz todos os dias: &quot;Todos nós somos seres políticos. Comprar um pão envolve imposto, envolve várias camadas políticas. Eu tento na minha música fazer microrrevoluções.&quot;</itunes:summary>
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			<description>Essa semana o LADO BI entrevista a cantora e compositora Aíla, que recentemente lançou seu segundo álbum, &quot;Em Cada Verso Um Contra-Ataque&quot;. Paraense radicada em São Paulo, Aíla fala sobre as maneiras que encontrou para unir seu trabalho com a música e seu trabalho como ativista: &quot;quero transmitir mensagens políticas de forma pop, para as pessoas conseguirem cantar junto e compreenderem o que estão cantando.&quot; Depois de estrear com um álbum de intérprete (&quot;Trelelê&quot;), a artista gravou suas composições, engajada com temas atuais como o assédio: &quot;Os caras nem querem saber se você é lésbica ou não, o assédio é diário, nas ruas, nas lotações&quot;. Ela também celebra a diversidade sexual na faixa &quot;Lesbigay&quot; e combate o racismo com uma faixa de Chico César, &quot;Melanina&quot;: &quot;Eu queria muito falar sobre racismo, mas eu sou branca, então não fazia sentido eu escrever sobre isso. Pessoas de todas as raças precisam estar juntos para lutar contra o racismo, assim como não precisa ser gay para lutar contra a homofobia&quot;. Ela frisa que política é algo que se faz todos os dias: &quot;Todos nós somos seres políticos. Comprar um pão envolve imposto, envolve várias camadas políticas. Eu tento na minha música fazer microrrevoluções.&quot;</description>
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			<pubDate>Mon, 11 Sep 2017 08:00:00 -0300</pubDate>
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			<itunes:keywords>LGBT, Aíla, Pará, lésbica, Chico César</itunes:keywords>
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			<title>#192 - Futebol</title>
			<itunes:author>Lado Bi</itunes:author>
			<itunes:subtitle>Boleiro gay: &quot;Estamos no ano zero do futebol LGBT no Brasil&quot;</itunes:subtitle>
			<itunes:summary>O futebol é o esporte mais popular do Brasil, e sem dúvida também um dos redutos mais resistentes da homofobia nacional. Aos poucos, porém, a comunidade LGBT está começando a minar esse preconceito dentro e fora dos gramados. Essa semana o LADO BI conversa com membros de quatro times de futebol formados apenas por gays: Guilherme Castro, do Unicorns (SP); Carlos Sebrão, do Capivaras Futebol Clube (PR); Vinicius Pellegrino, do Fubeboys (SP); e André Machado, do Bees Cats Soccer Boys (RJ), reunidos para participar da primeira Taça Hornet da Diversidade. Todos comemoram a possibilidade de bater bola sem preocupar-se com preconceitos: &quot;é muito mais legal jogar com pessoas que te aceitam&quot;, afirma Pellegrino. Fãs do esporte, a maioria reconhece que parou de jogar futebol quando percebeu-se gay: &quot;na época do colégio eu sofria um bullying, eu me sentia deslocado dentro de campo por causa dos preconceitos&quot;, lamenta Castro. Os times gays também querem mudar a cultura do futebol: &quot;hétero briga por causa de lateral; o clima nas nossas partidas é muito mais carinhoso&quot;, aponta Machado. E mesmo xingamentos e atitudes homofóbicas não são mais vistas como &quot;naturais&quot; depois que os jogadores gays entraram em campo: &quot;não aceitamos mais esse preconceitos estruturais do futebol&quot;, avisa Pellegrino. A paixão nacional agora vai ter que ser mais inclusiva, comemora Machado: &quot;estamos no ano zero do futebol LGBT no Brasil!&quot;.
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			<description>O futebol é o esporte mais popular do Brasil, e sem dúvida também um dos redutos mais resistentes da homofobia nacional. Aos poucos, porém, a comunidade LGBT está começando a minar esse preconceito dentro e fora dos gramados. Essa semana o LADO BI conversa com membros de quatro times de futebol formados apenas por gays: Guilherme Castro, do Unicorns (SP); Carlos Sebrão, do Capivaras Futebol Clube (PR); Vinicius Pellegrino, do Fubeboys (SP); e André Machado, do Bees Cats Soccer Boys (RJ), reunidos para participar da primeira Taça Hornet da Diversidade. Todos comemoram a possibilidade de bater bola sem preocupar-se com preconceitos: &quot;é muito mais legal jogar com pessoas que te aceitam&quot;, afirma Pellegrino. Fãs do esporte, a maioria reconhece que parou de jogar futebol quando percebeu-se gay: &quot;na época do colégio eu sofria um bullying, eu me sentia deslocado dentro de campo por causa dos preconceitos&quot;, lamenta Castro. Os times gays também querem mudar a cultura do futebol: &quot;hétero briga por causa de lateral; o clima nas nossas partidas é muito mais carinhoso&quot;, aponta Machado. E mesmo xingamentos e atitudes homofóbicas não são mais vistas como &quot;naturais&quot; depois que os jogadores gays entraram em campo: &quot;não aceitamos mais esse preconceitos estruturais do futebol&quot;, avisa Pellegrino. A paixão nacional agora vai ter que ser mais inclusiva, comemora Machado: &quot;estamos no ano zero do futebol LGBT no Brasil!&quot;.</description>
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			<pubDate>Mon, 14 Aug 2017 08:00:00 -0300</pubDate>
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			<itunes:keywords>LGBT, futebol, homofobia, Unicorns, Bees Cats</itunes:keywords>
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			<title>#191 - Poliamor</title>
			<itunes:author>Lado Bi</itunes:author>
			<itunes:subtitle>&quot;Eu não sofro com ciúmes, pelo contrário - abandonar a monogamia deixou minha vida mais serena&quot;, diz autor</itunes:subtitle>
			<itunes:summary>Relacionar-se com duas, três ou mais pessoas é possível? O escritor Alexandre Venancio acredita que sim, e mostra o caminho no guia &quot;Poliamor e Relacionamento Aberto&quot;, já nas livrarias. A partir das próprias experiências e pesquisas, o autor oferece um panorama dos relacionamentos poligâmicos: &quot;as pessoas perguntam se eu não sofro com ciúmes, mas na verdade, depois que se abre o relacionamento, aquela fissura para trair acaba. Acho que a vida com permissão para se envolver com várias pessoas é mais serena&quot;. Ele acredita que abrir o relacionamento também pode reduzir os próprios preconceitos: &quot;Você abre seu universo e se abre para novas possibilidades. Às vezes você traz uma pessoa para sua cama que não conheceria de outra maneira.&quot; Mas mesmo quem está aberto a esse tipo de experiência pode levar conceitos tradicionalistas para algo tão moderno: &quot;Uma mulher pode ter uma atitude machista, por exemplo - permitir-se um envolvimento com outra mulher, mas se incomodar se seu marido sair com um outro homem.&quot; Venancio frisa que abrir o relacionamento não salva casamento (&quot;os problemas do casal vão continuar presentes&quot;) e conclui: &quot;apenas amar não é suficiente - é preciso também liberdade&quot;.</itunes:summary>
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			<description>Relacionar-se com duas, três ou mais pessoas é possível? O escritor Alexandre Venancio acredita que sim, e mostra o caminho no guia &quot;Poliamor e Relacionamento Aberto&quot;, já nas livrarias. A partir das próprias experiências e pesquisas, o autor oferece um panorama dos relacionamentos poligâmicos: &quot;as pessoas perguntam se eu não sofro com ciúmes, mas na verdade, depois que se abre o relacionamento, aquela fissura para trair acaba. Acho que a vida com permissão para se envolver com várias pessoas é mais serena&quot;. Ele acredita que abrir o relacionamento também pode reduzir os próprios preconceitos: &quot;Você abre seu universo e se abre para novas possibilidades. Às vezes você traz uma pessoa para sua cama que não conheceria de outra maneira.&quot; Mas mesmo quem está aberto a esse tipo de experiência pode levar conceitos tradicionalistas para algo tão moderno: &quot;Uma mulher pode ter uma atitude machista, por exemplo - permitir-se um envolvimento com outra mulher, mas se incomodar se seu marido sair com um outro homem.&quot; Venancio frisa que abrir o relacionamento não salva casamento (&quot;os problemas do casal vão continuar presentes&quot;) e conclui: &quot;apenas amar não é suficiente - é preciso também liberdade&quot;.</description>
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			<pubDate>Mon, 24 Jul 2017 08:00:00 -0300</pubDate>
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			<itunes:keywords>LGBT, poliamor, monogamia, poligamia, relacinamento aberto</itunes:keywords>
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			<title>#190 - Empretecer</title>
			<itunes:author>Lado Bi</itunes:author>
			<itunes:subtitle>Ativistas negros criticam a cultura LGBT: &quot;nem o beijo gay escapa dos padrões racistas&quot;</itunes:subtitle>
			<itunes:summary>Apesar de ambos lutarem pela igualdade e representatividade, muitas vezes o movimento LGBT e o movimento negro batem cabeça. O cantor Gê de Lima, o produtor Leo Carter e a atriz Fabiana Pimenta discutem essa semana as intersecções entre essas duas identidades no Brasil de hoje. &quot;Representatividade é algo que nos falta muito&quot;, considera Lima. &quot;Onde você vê por aí um beijo gay entre dois negros ou duas negras? O beijo gay já é pouco mostrado, e quando ele é mostrado ele vem com um padrão de beleza&quot;. Pimenta conta como o racismo, mesmo dissimulado, afetou sua autoestima: &quot;Quando as pessoas não queriam ficar comigo eu pensava que era porque eu era feia. Depois eu descobri que era porque eu sou negra&quot;. Os preconceitos acabam sendo internalizados: &quot;Eu vi isso em mim e em muitos amigos, essa dificuldade de ficar com outros negros por não gostar do que vê no espelho&quot;, admite Lima. Isso tem efeito além dos relacionamentos românticos, continua Carter: &quot;A gente acaba acreditando que a gente está por baixo mesmo, e isso interfere nosso comportamento, nossas conquistas, as nossas próprias escolhas&quot;. O racismo se manifesta com força também dentro do meio LGBT: &quot;Eu já ouvi que ser lésbica não é coisa de negro&quot;, espanta-se Pimenta. Lima concorda: &quot;Já me disseram: 'Um negrão desse, viado?'. Fetichizam muito o homem negro - a gente não pode nem ter pau pequeno&quot;. Carter conclui: &quot;Se você mede seu interesse por outra pessoa pela cor da pele, você é racista, não tem conversa.&quot;</itunes:summary>
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			<description>Apesar de ambos lutarem pela igualdade e representatividade, muitas vezes o movimento LGBT e o movimento negro batem cabeça. O cantor Gê de Lima, o produtor Leo Carter e a atriz Fabiana Pimenta discutem essa semana as intersecções entre essas duas identidades no Brasil de hoje. &quot;Representatividade é algo que nos falta muito&quot;, considera Lima. &quot;Onde você vê por aí um beijo gay entre dois negros ou duas negras? O beijo gay já é pouco mostrado, e quando ele é mostrado ele vem com um padrão de beleza&quot;. Pimenta conta como o racismo, mesmo dissimulado, afetou sua autoestima: &quot;Quando as pessoas não queriam ficar comigo eu pensava que era porque eu era feia. Depois eu descobri que era porque eu sou negra&quot;. Os preconceitos acabam sendo internalizados: &quot;Eu vi isso em mim e em muitos amigos, essa dificuldade de ficar com outros negros por não gostar do que vê no espelho&quot;, admite Lima. Isso tem efeito além dos relacionamentos românticos, continua Carter: &quot;A gente acaba acreditando que a gente está por baixo mesmo, e isso interfere nosso comportamento, nossas conquistas, as nossas próprias escolhas&quot;. O racismo se manifesta com força também dentro do meio LGBT: &quot;Eu já ouvi que ser lésbica não é coisa de negro&quot;, espanta-se Pimenta. Lima concorda: &quot;Já me disseram: 'Um negrão desse, viado?'. Fetichizam muito o homem negro - a gente não pode nem ter pau pequeno&quot;. Carter conclui: &quot;Se você mede seu interesse por outra pessoa pela cor da pele, você é racista, não tem conversa.&quot;</description>
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			<pubDate>Mon, 10 Jul 2017 08:00:00 -0300</pubDate>
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			<itunes:keywords>LGBT, Empretecer, Gê de Lima, Fabiana Pimenta, racismo</itunes:keywords>
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		<item>
			<title>#189 - Jean Wyllys</title>
			<itunes:author>Lado Bi</itunes:author>
			<itunes:subtitle>Jean Wyllys: &quot;para a maioria dos deputados, a presença de um gay como eu na câmara é uma afronta&quot;</itunes:subtitle>
			<itunes:summary>Esta semana o LADO BI entrevista o deputado Jean Wyllys, único membro abertamente gay da Câmara e escolhido como uma das 50 personalidades que mais trabalham pela diversidade no mundo. Ele comenta sobre a situação política atual: &quot;Durante muito tempo algumas pessoas relutaram em admitir que se tratava de um golpe contra a democracia. Só numa republiqueta de bananas uma presidenta é derrubada com uma peça jurídica chinfrim escrita por uma psicótica.&quot; Também não poupa palavras sobre quem ocupou o poder no último ano: &quot;Michel Temer é um corrupto. O PMDB é uma facção de ladrões. Eduardo Cunha aparecia como um homem de bem, atacando os direitos de gays, de mulheres, dos povos de religião de raiz africana. Onde está Cunha hoje? Na prisão, ele é um bandido.&quot; Wyllys também critica as reformas que estão correndo pelo legislativo, como a da Previdência: &quot;As mudanças propostas ampliam o tempo de contribuição e elevam a idade com que as pessoas se aposentam. isso é injusto quando a gente tem um país de proporções continentais como o Brasil, em que a expectativa de vida varia não apenas de região para região, como dentro da mesma cidade. Como a gente não vai levar em conta que travestis e mulheres trans, forçadas à prostituição pela transfobia, têm uma expectativa de vida de 35 anos?&quot; O deputado analisa o atual descaso do poder público quanto à epidemia de HIV: &quot;A Aids a princípio estava circunscrita às classes média e alta. Quando uma doença atinge os mais ricos, é óbvio que o Estado faz mais esforços para controlar essa doença. Quando ela se pauperiza, vai para as camadas pobre, e se interioriza, vai para os rincões do Brasil, ela então deixa de ser uma preocupação maior do estado. Os casos de Aids hoje se concentram entre homens pobres, negros e pardos.&quot; Também reconhece que mesmo entre LGBTs há aqueles que não o apoiam: &quot;Muitos gays me detestam porque eu não tenho preocupação só com os gays ricos, eu defendo também os gays pobres, negros, vulnerabilizados pela miséria. Dizem 'O Jean Wyllys não me representa'. Só porque defendo também pobre, preto, travesti, transexual? Então que se foda, não defendo mesmo.&quot; Por fim, reflete sobre o efeito que sua carreira política teve sobre sua vida pessoal: &quot;Os homens que se relacionariam comigo têm medo da exposição involuntária que acontece com quem se relaciona comigo. Fui uma vez para a sauna e me trataram como se eu fosse um ET. Como se minha função fosse apenas ser inteligente e defender LGBTs na Câmara.&quot;</itunes:summary>
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			<description>Esta semana o LADO BI entrevista o deputado Jean Wyllys, único membro abertamente gay da Câmara e escolhido como uma das 50 personalidades que mais trabalham pela diversidade no mundo. Ele comenta sobre a situação política atual: &quot;Durante muito tempo algumas pessoas relutaram em admitir que se tratava de um golpe contra a democracia. Só numa republiqueta de bananas uma presidenta é derrubada com uma peça jurídica chinfrim escrita por uma psicótica.&quot; Também não poupa palavras sobre quem ocupou o poder no último ano: &quot;Michel Temer é um corrupto. O PMDB é uma facção de ladrões. Eduardo Cunha aparecia como um homem de bem, atacando os direitos de gays, de mulheres, dos povos de religião de raiz africana. Onde está Cunha hoje? Na prisão, ele é um bandido.&quot; Wyllys também critica as reformas que estão correndo pelo legislativo, como a da Previdência: &quot;As mudanças propostas ampliam o tempo de contribuição e elevam a idade com que as pessoas se aposentam. isso é injusto quando a gente tem um país de proporções continentais como o Brasil, em que a expectativa de vida varia não apenas de região para região, como dentro da mesma cidade. Como a gente não vai levar em conta que travestis e mulheres trans, forçadas à prostituição pela transfobia, têm uma expectativa de vida de 35 anos?&quot; O deputado analisa o atual descaso do poder público quanto à epidemia de HIV: &quot;A Aids a princípio estava circunscrita às classes média e alta. Quando uma doença atinge os mais ricos, é óbvio que o Estado faz mais esforços para controlar essa doença. Quando ela se pauperiza, vai para as camadas pobre, e se interioriza, vai para os rincões do Brasil, ela então deixa de ser uma preocupação maior do estado. Os casos de Aids hoje se concentram entre homens pobres, negros e pardos.&quot; Também reconhece que mesmo entre LGBTs há aqueles que não o apoiam: &quot;Muitos gays me detestam porque eu não tenho preocupação só com os gays ricos, eu defendo também os gays pobres, negros, vulnerabilizados pela miséria. Dizem 'O Jean Wyllys não me representa'. Só porque defendo também pobre, preto, travesti, transexual? Então que se foda, não defendo mesmo.&quot; Por fim, reflete sobre o efeito que sua carreira política teve sobre sua vida pessoal: &quot;Os homens que se relacionariam comigo têm medo da exposição involuntária que acontece com quem se relaciona comigo. Fui uma vez para a sauna e me trataram como se eu fosse um ET. Como se minha função fosse apenas ser inteligente e defender LGBTs na Câmara.&quot;</description>
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			<pubDate>Mon, 05 Jun 2017 08:00:00 -0300</pubDate>
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			<itunes:keywords>LGBT, PSOL, Jean Wyllys, Câmara dos Deputados, HIV, Aids</itunes:keywords>
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			<title>#188 - Marta Suplicy</title>
			<itunes:author>Lado Bi</itunes:author>
			<itunes:subtitle>Marta Suplicy: &quot;Os outros senadores pensam que apoiar LGBTs faz perder votos. Estão enganados.&quot;</itunes:subtitle>
			<itunes:summary>Essa semana o LADO BI entrevista a senadora Marta Suplicy, autora do PLS 612/2011, que visa alterar o código civil para reconhecer o casamento homoafetivo. Comemorando o avanço de sua proposta no legislativo, Suplicy lembra sua trajetória como sexóloga, prefeita e senadora. &quot;Podia falar tudo e ao mesmo tempo não podia falar nada&quot;, conta sobre o tempo em que falava sobre sexo no TV Mulher. &quot;Durante a ditadura, falar sobre virgindade, masturbação e homossexualidade na televisão era uma batalha constante. Meu interesse por LGBTs começou com as cartas de sofrimento e dor que eu recebi no programa.&quot; Outro projeto que guarda com carinho foi o de educação sexual nas escolas, desenvolvido com Paulo Freire: &quot;Se hoje, em que a escola não pode 'ter partido' e outras ridiculezas do tipo, já seria ousado falar de sexo com crianças, imagina na época.&quot; Ela conta como apoiou o início da Parada do Orgulho LGBT de São Paulo, recorda a participação que teve como relatora do PL 122, que tentou criminalizar a homofobia mas acabou arquivado, e conta seu lado da história sobre o infame anúncio de TV que atacava a sexualidade de Kassab durante a campanha para a prefeitura de São Paulo em 2008: &quot;essa foi a primeira que o João Santana armou para mim. Ele sujou a minha biografia de luta por LGBTs.&quot; E dá um recado para seus colegas senadores: &quot;Como eles não falam com seus eleitores sobre a questão LGBT, eles não sabem o que eles pensam. As pessoas não deixam de votar para um candidato por seu apoio a homossexuais, bissexuais e transexuais.&quot;</itunes:summary>
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			<description>Essa semana o LADO BI entrevista a senadora Marta Suplicy, autora do PLS 612/2011, que visa alterar o código civil para reconhecer o casamento homoafetivo. Comemorando o avanço de sua proposta no legislativo, Suplicy lembra sua trajetória como sexóloga, prefeita e senadora. &quot;Podia falar tudo e ao mesmo tempo não podia falar nada&quot;, conta sobre o tempo em que falava sobre sexo no TV Mulher. &quot;Durante a ditadura, falar sobre virgindade, masturbação e homossexualidade na televisão era uma batalha constante. Meu interesse por LGBTs começou com as cartas de sofrimento e dor que eu recebi no programa.&quot; Outro projeto que guarda com carinho foi o de educação sexual nas escolas, desenvolvido com Paulo Freire: &quot;Se hoje, em que a escola não pode 'ter partido' e outras ridiculezas do tipo, já seria ousado falar de sexo com crianças, imagina na época.&quot; Ela conta como apoiou o início da Parada do Orgulho LGBT de São Paulo, recorda a participação que teve como relatora do PL 122, que tentou criminalizar a homofobia mas acabou arquivado, e conta seu lado da história sobre o infame anúncio de TV que atacava a sexualidade de Kassab durante a campanha para a prefeitura de São Paulo em 2008: &quot;essa foi a primeira que o João Santana armou para mim. Ele sujou a minha biografia de luta por LGBTs.&quot; E dá um recado para seus colegas senadores: &quot;Como eles não falam com seus eleitores sobre a questão LGBT, eles não sabem o que eles pensam. As pessoas não deixam de votar para um candidato por seu apoio a homossexuais, bissexuais e transexuais.&quot;</description>
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			<pubDate>Mon, 29 May 2017 08:00:00 -0300</pubDate>
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			<itunes:keywords>LGBT, PMDB, Marta Suplicy, Parada do Orgulho LGBT</itunes:keywords>
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			<title>#187 - Ditadura militar</title>
			<itunes:author>Lado Bi</itunes:author>
			<itunes:subtitle>Renan Quinalha: &quot;o regime militar tratava LGBTs como inimigos internos, tão subversivos quanto os dissidentes políticos&quot;</itunes:subtitle>
			<itunes:summary>Essa semana o LADO BI revê, com a ajuda do advogado e ativista Renan Quinalha, organizador do livro &quot;Ditadura e homossexualidades&quot;, como a ditadura militar brasileira tratava a cultura LGBT enquanto esteve no poder. &quot;Além de criar um inimigo interno político, a ditadura criou a figura do subversivo, aquela figura indesejável que não reproduz os valores tradicionais da família brasileira: o homem afeminado, a mulher masculinizada, as travestis&quot;. A luta contra esse &quot;mal da sociedade&quot; justificava todo tipo de violência contra LGBTs: &quot;a polícia utilizava crimes como 'vadiagem' ou 'atentado ao pudor' para deter homossexuais e travestis, extorqui-los e espancá-los. Muitas travestis quando presas cortavam-se com giletes para que fossem levadas ao hospital e não para a delegacia.&quot; Outras maneiras de reprimir a cultura LGBT eram apreender livros ou revistas voltados para LGBTs, fazer devassas contábeis em editoras e autores que produziam esse material, ou fazer vista grossa para atentados a bomba contra quem vendia esse tipo de material. O período de maior repressão à cultura LGBT, aponta Quinalha, foi quando o regime começava a abrandar politicamente: &quot;era uma forma de 'mostrar serviço': a política pode estar passando por uma abertura, mas isso não vai afetar os valores da nossa família&quot;. Quinalha vê também paralelos entre 1964 e atual situação política: &quot;certamente não vivemos numa democracia. Nas periferias das grandes cidades, hoje, em um ano desaparecem mais pessoas que em 20 anos de ditadura&quot;.</itunes:summary>
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			<description>Essa semana o LADO BI revê, com a ajuda do advogado e ativista Renan Quinalha, organizador do livro &quot;Ditadura e homossexualidades&quot;, como a ditadura militar brasileira tratava a cultura LGBT enquanto esteve no poder. &quot;Além de criar um inimigo interno político, a ditadura criou a figura do subversivo, aquela figura indesejável que não reproduz os valores tradicionais da família brasileira: o homem afeminado, a mulher masculinizada, as travestis&quot;. A luta contra esse &quot;mal da sociedade&quot; justificava todo tipo de violência contra LGBTs: &quot;a polícia utilizava crimes como 'vadiagem' ou 'atentado ao pudor' para deter homossexuais e travestis, extorqui-los e espancá-los. Muitas travestis quando presas cortavam-se com giletes para que fossem levadas ao hospital e não para a delegacia.&quot; Outras maneiras de reprimir a cultura LGBT eram apreender livros ou revistas voltados para LGBTs, fazer devassas contábeis em editoras e autores que produziam esse material, ou fazer vista grossa para atentados a bomba contra quem vendia esse tipo de material. O período de maior repressão à cultura LGBT, aponta Quinalha, foi quando o regime começava a abrandar politicamente: &quot;era uma forma de 'mostrar serviço': a política pode estar passando por uma abertura, mas isso não vai afetar os valores da nossa família&quot;. Quinalha vê também paralelos entre 1964 e atual situação política: &quot;certamente não vivemos numa democracia. Nas periferias das grandes cidades, hoje, em um ano desaparecem mais pessoas que em 20 anos de ditadura&quot;.</description>
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			<pubDate>Mon, 22 May 2017 08:00:00 -0300</pubDate>
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			<itunes:keywords>LGBT, ditadura militar, travesti, Renan Quinalha</itunes:keywords>
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			<title>#186 - Edgar de Souza</title>
			<itunes:author>Lado Bi</itunes:author>
			<itunes:subtitle>Primeiro prefeito abertamente gay do Brasil afirma que a causa LGBT deve se sobrepor à rivalidade política</itunes:subtitle>
			<itunes:summary>O primeiro prefeito abertamente gay do Brasil fala de sua trajetória política, conta como concilia sua fé católica e sua homossexualidade e condena o partidarismo extremo: &quot;a causa LGBT deve superar rivalidades políticas&quot;.</itunes:summary>
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			<description>O primeiro prefeito abertamente gay do Brasil fala de sua trajetória política, conta como concilia sua fé católica e sua homossexualidade e condena o partidarismo extremo: &quot;a causa LGBT deve superar rivalidades políticas&quot;.</description>
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			<pubDate>Mon, 15 May 2017 08:00:00 -0300</pubDate>
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			<itunes:keywords>LGBT, PSDB, Lins, Edgar de Souza, tucano</itunes:keywords>
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			<title>#185 - Sudeste asiático</title>
			<itunes:author>Lado Bi</itunes:author>
			<itunes:subtitle>Carma e censura: documentarista conta como é ser LGBT no Sudeste Asiático</itunes:subtitle>
			<itunes:summary>Essa semana o LADO BI explora a realidade LGBT do Sudeste Asiático com Gabriel Alves de Faria, fundador da Not Only Voices. Gabriel passou três meses percorrendo países como Singapura, Vietnã, Tailândia e Indonésia, durante os quais ele entrevistou 80 ativistas LGBT. Ele conta que os efeitos das religiões orientais sobre a homossexualidade não são tão distintos quanto o das religiões do nosso lado do mundo: &quot;Eles reconhecem-se como gays, que têm atração por pessoas do mesmo sexo, mas preferem não ter atividade sexual, porque vai contra sua crença islâmica. No budismo, há uma maior aceitação, mas sempre ligado a uma questão cármica, uma questão de punição por algum erro em uma vida passada&quot;. Ele pode presenciar como é a vida de LGBTs em países em que a homossexualidade é proibida por lei: &quot;É difícil promover a prevenção do HIV e distribuir camisinha, porque isso é considerado uma 'promoção' da homossexualidade. Gays têm medo de entrar em hotéis com outro homem, pois a polícia pode parar, ver o registro na portaria e invadir o quarto&quot;. A cultura LGBT é apagada da mídia: &quot;na Singapura, por exemplo, o casal gay de 'Modern Family' não passa de dois amigos que moram com uma criança em casa - todas as referências ao relacionamento amoroso entre eles são cortadas&quot;. Outras tradições, no entanto, fazem com que a transexualidade seja mais bem aceita que a homossexualidade: &quot;Devido a uma cultura milenar de crossdressing, mulheres trans são mais bem aceitas, apesar de não plenamente. Para eles, um homem gay é um desafio maior às estruturas patriarcais.&quot;</itunes:summary>
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			<description>Essa semana o LADO BI explora a realidade LGBT do Sudeste Asiático com Gabriel Alves de Faria, fundador da Not Only Voices. Gabriel passou três meses percorrendo países como Singapura, Vietnã, Tailândia e Indonésia, durante os quais ele entrevistou 80 ativistas LGBT. Ele conta que os efeitos das religiões orientais sobre a homossexualidade não são tão distintos quanto o das religiões do nosso lado do mundo: &quot;Eles reconhecem-se como gays, que têm atração por pessoas do mesmo sexo, mas preferem não ter atividade sexual, porque vai contra sua crença islâmica. No budismo, há uma maior aceitação, mas sempre ligado a uma questão cármica, uma questão de punição por algum erro em uma vida passada&quot;. Ele pode presenciar como é a vida de LGBTs em países em que a homossexualidade é proibida por lei: &quot;É difícil promover a prevenção do HIV e distribuir camisinha, porque isso é considerado uma 'promoção' da homossexualidade. Gays têm medo de entrar em hotéis com outro homem, pois a polícia pode parar, ver o registro na portaria e invadir o quarto&quot;. A cultura LGBT é apagada da mídia: &quot;na Singapura, por exemplo, o casal gay de 'Modern Family' não passa de dois amigos que moram com uma criança em casa - todas as referências ao relacionamento amoroso entre eles são cortadas&quot;. Outras tradições, no entanto, fazem com que a transexualidade seja mais bem aceita que a homossexualidade: &quot;Devido a uma cultura milenar de crossdressing, mulheres trans são mais bem aceitas, apesar de não plenamente. Para eles, um homem gay é um desafio maior às estruturas patriarcais.&quot;</description>
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			<pubDate>Mon, 10 Apr 2017 08:00:00 -0300</pubDate>
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			<itunes:keywords>LGBT, sudeste asiático, Vietnã, Indonésia, Tailândia, kathoey</itunes:keywords>
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			<title>#184 - Homens trans</title>
			<itunes:author>Lado Bi</itunes:author>
			<itunes:subtitle>&quot;Estamos criando uma nova masculinidade&quot;: 3 homens trans contam como vivem</itunes:subtitle>
			<itunes:summary>Na próxima segunda-feira estreia a novela &quot;A força do querer&quot;, que entre seus personagens terá um homem trans. Antes de Gloria Perez dominar o imaginário nacional, o LADO BI traz ao estúdio três homens trans para conhecer suas realidades: Miguel Ângelo de Simone, 19 anos, estudante; João Henrique Machado, 25, estudante; Lam Matos, 34, diretor do Ibrat (Instituto Brasileiro de Transmasculinidades). Matos acredita que a exposição em rede nacional fará com que mais homens trans tenham a coragem de tornarem sua existência pública, &quot;e isso vai incomodar muita gente, principalmente quem gosta de dizer que 'homem é homem e mulher é mulher'.&quot; Simone torce para que a representação fuja do ideal que tentam impor para os homens trans: &quot;querem que sejamos todos gostosos, sarados, com a barriga chapada&quot;. Os três sentem que a maneira como são tratados se transformou depois que passaram a serem percebidos como homem: &quot;agora eu vou na padaria e me chamam de grande. Eu tenho 1,65m!&quot;, repara Simone. &quot;Agora eu levo o carro para o mecânico e ele acredita no que eu digo. Antes eu era ignorado porque 'mulher não entende de carro'&quot;, constata Matos. &quot;Por eu ser negro, muitos começaram a me ver como alguém perigoso, a polícia passa bem devagar por mim na rua&quot;, lamenta Machado. Sua história de vida lhes dá um ponto de observação único sobre o comportamento masculino (&quot;Há muita pressão entre os homens cis para se contar vantagem sobre o que se fez com as mulheres&quot;, aponta Machado) e sua fixação com o pênis: &quot;as pessoas querem homem ou pinto pra namorar? Porque, se for pinto, na sex shop tem um monte&quot;, ironiza Matos.</itunes:summary>
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			<description>Na próxima segunda-feira estreia a novela &quot;A força do querer&quot;, que entre seus personagens terá um homem trans. Antes de Gloria Perez dominar o imaginário nacional, o LADO BI traz ao estúdio três homens trans para conhecer suas realidades: Miguel Ângelo de Simone, 19 anos, estudante; João Henrique Machado, 25, estudante; Lam Matos, 34, diretor do Ibrat (Instituto Brasileiro de Transmasculinidades). Matos acredita que a exposição em rede nacional fará com que mais homens trans tenham a coragem de tornarem sua existência pública, &quot;e isso vai incomodar muita gente, principalmente quem gosta de dizer que 'homem é homem e mulher é mulher'.&quot; Simone torce para que a representação fuja do ideal que tentam impor para os homens trans: &quot;querem que sejamos todos gostosos, sarados, com a barriga chapada&quot;. Os três sentem que a maneira como são tratados se transformou depois que passaram a serem percebidos como homem: &quot;agora eu vou na padaria e me chamam de grande. Eu tenho 1,65m!&quot;, repara Simone. &quot;Agora eu levo o carro para o mecânico e ele acredita no que eu digo. Antes eu era ignorado porque 'mulher não entende de carro'&quot;, constata Matos. &quot;Por eu ser negro, muitos começaram a me ver como alguém perigoso, a polícia passa bem devagar por mim na rua&quot;, lamenta Machado. Sua história de vida lhes dá um ponto de observação único sobre o comportamento masculino (&quot;Há muita pressão entre os homens cis para se contar vantagem sobre o que se fez com as mulheres&quot;, aponta Machado) e sua fixação com o pênis: &quot;as pessoas querem homem ou pinto pra namorar? Porque, se for pinto, na sex shop tem um monte&quot;, ironiza Matos.</description>
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			<pubDate>Mon, 03 Apr 2017 08:00:00 -0300</pubDate>
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			<itunes:keywords>LGBT, transgênero, homens trans, A Força do Querer</itunes:keywords>
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			<title>#183 - Islã</title>
			<itunes:author>Lado Bi</itunes:author>
			<itunes:subtitle>&quot;O Islã não tolera qualquer tipo de discriminação&quot;, diz professora da USP</itunes:subtitle>
			<itunes:summary>A fé muçulmana é constantemente retratada de maneira negativa por nossa cultura cristã ocidental, principalmente quanto à maneira como trata LGBTs. Mas quais são as verdadeiras filosofias do Islã quanto à homossexualidade e a transgeneridade? A professora Francirosy Barbosa, coordenadora do Grupo de Antropologia de Contextos Islâmicos e Árabes da USP Ribeirão Preto, é a convidada do programa dessa semana. Ela explica que a visão da maior religião do mundo não é tão diferente daquelas que a precederam: &quot;a homossexualidade no Islã, assim como no judaísmo e no cristianismo, é considerada interdito, 'haram'&quot;. A sexualidade de todas as pessoas, nessa cultura, é considerada algo de cunho privado: &quot;No Islã, se você não publiciza sua homossexualidade, ninguém tem o direito de interferir na sua vida&quot;. Esse ainda é um assunto muito recente na história de todas as religiões, ela afirma: &quot;não acredito que a homossexualidade vai deixar de ser considerada haram, mas certamente o que vai mudar é como os muçulmanos vão lidar com isso&quot;. Ela frisa que o Islã tem, por princípio, não discriminar jamais qualquer pessoa: &quot;Um muçulmano temente a deus jamais vai discriminar quaisquer seres humanos, e jamais pode dizer que alguém não é muçulmano por qualquer razão.&quot; A necessidade de estabelecer um binarismo em tudo no mundo é responsável pelo fenômeno das cirurgias de mudança de sexo no Irã, que recebem apoio do Estado: &quot;Não se pode ter nada 'intermediário': ou você é homem ou você é mulher. O Irã instituiu que o ser humano tem que definir sua orientação sexual - nesse caso, com a cirurgia.&quot; Barbosa também desmistifica a questão do uso do hijab, o véu das mulheres muçulmanas: &quot;O lenço da mulher muçulmana é uma obrigação alcorânica, mas vinda de Deus. Nenhum homem pode obrigá-la a usar o lenço&quot;. E aponta o preconceito dos brasileiros: &quot;o grande problema das mulheres muçulmanas no Brasil, na verdade, é que aquelas que querem usar hijab não conseguem emprego.&quot;</itunes:summary>
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			<description>A fé muçulmana é constantemente retratada de maneira negativa por nossa cultura cristã ocidental, principalmente quanto à maneira como trata LGBTs. Mas quais são as verdadeiras filosofias do Islã quanto à homossexualidade e a transgeneridade? A professora Francirosy Barbosa, coordenadora do Grupo de Antropologia de Contextos Islâmicos e Árabes da USP Ribeirão Preto, é a convidada do programa dessa semana. Ela explica que a visão da maior religião do mundo não é tão diferente daquelas que a precederam: &quot;a homossexualidade no Islã, assim como no judaísmo e no cristianismo, é considerada interdito, 'haram'&quot;. A sexualidade de todas as pessoas, nessa cultura, é considerada algo de cunho privado: &quot;No Islã, se você não publiciza sua homossexualidade, ninguém tem o direito de interferir na sua vida&quot;. Esse ainda é um assunto muito recente na história de todas as religiões, ela afirma: &quot;não acredito que a homossexualidade vai deixar de ser considerada haram, mas certamente o que vai mudar é como os muçulmanos vão lidar com isso&quot;. Ela frisa que o Islã tem, por princípio, não discriminar jamais qualquer pessoa: &quot;Um muçulmano temente a deus jamais vai discriminar quaisquer seres humanos, e jamais pode dizer que alguém não é muçulmano por qualquer razão.&quot; A necessidade de estabelecer um binarismo em tudo no mundo é responsável pelo fenômeno das cirurgias de mudança de sexo no Irã, que recebem apoio do Estado: &quot;Não se pode ter nada 'intermediário': ou você é homem ou você é mulher. O Irã instituiu que o ser humano tem que definir sua orientação sexual - nesse caso, com a cirurgia.&quot; Barbosa também desmistifica a questão do uso do hijab, o véu das mulheres muçulmanas: &quot;O lenço da mulher muçulmana é uma obrigação alcorânica, mas vinda de Deus. Nenhum homem pode obrigá-la a usar o lenço&quot;. E aponta o preconceito dos brasileiros: &quot;o grande problema das mulheres muçulmanas no Brasil, na verdade, é que aquelas que querem usar hijab não conseguem emprego.&quot;</description>
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			<pubDate>Mon, 27 Mar 2017 08:00:00 -0300</pubDate>
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			<itunes:keywords>LGBT, Islã, muçulmano, homofobia, religião</itunes:keywords>
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		<item>
			<title>#182 - Amanda Nunes</title>
			<itunes:author>Lado Bi</itunes:author>
			<itunes:subtitle>Amanda Nunes: &quot;nunca tentei mudar, sabia que seria campeã do jeito que sou&quot;</itunes:subtitle>
			<itunes:summary>Essa semana o LADO BI entrevista Amanda Nunes, campeã da categoria peso-galo do UFC. A lutadora consolidou sua posição entre as grandes atletas do MMA quando, em dezembro, nocauteou a ex-campeã Ronda Rousey em menos de 50 segundos. E, em seguida, comemorou a vitória com sua namorada, Nina, no ringue. &quot;Eu nunca escondi de ninguém que sou lésbica&quot;, afirma. &quot;Mesmo antes dessa luta, eu já mostrava no Instagram que estamos juntas.&quot; Ela afirma que sente a maneira como a mídia e o UFC dão mais projeção a Rousey, por seguir um padrão de beleza padrão, mas resiste a tentar enveredar pelo mesmo caminho: &quot;Eu sabia que seria campeã do jeito que sou, independente do que o UFC quer fazer com a divisão&quot;. Nunes conta sua trajetória até conquistar o cinturão do UFC: &quot;eu dormia na academia para não gastar com transporte. Mesmo depois de conseguir ir para os Estados Unidos treinar, continuava focada. Quando surgiu a oportunidade de lutar por lá, três meses depois, estava preparada&quot;. Acostumada a treinar com homens, lembra-se que já surpreendeu vários machos incautos: &quot;o jiu-jitsu é um esporte que usa bastante a técnica. Eles pensavam que é só questão de força, mas, como treino a mais tempo, tenho a técnica mais refinada e acabava finalizando&quot;. No futuro, quer ajudar outras garotas a seguirem a trajetória de sucesso que traçou: &quot;penso em abrir uma academia para o público feminino, ajudar as meninas a chegarem lá mais rápido e darem porrada&quot;.</itunes:summary>
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			<description>Essa semana o LADO BI entrevista Amanda Nunes, campeã da categoria peso-galo do UFC. A lutadora consolidou sua posição entre as grandes atletas do MMA quando, em dezembro, nocauteou a ex-campeã Ronda Rousey em menos de 50 segundos. E, em seguida, comemorou a vitória com sua namorada, Nina, no ringue. &quot;Eu nunca escondi de ninguém que sou lésbica&quot;, afirma. &quot;Mesmo antes dessa luta, eu já mostrava no Instagram que estamos juntas.&quot; Ela afirma que sente a maneira como a mídia e o UFC dão mais projeção a Rousey, por seguir um padrão de beleza padrão, mas resiste a tentar enveredar pelo mesmo caminho: &quot;Eu sabia que seria campeã do jeito que sou, independente do que o UFC quer fazer com a divisão&quot;. Nunes conta sua trajetória até conquistar o cinturão do UFC: &quot;eu dormia na academia para não gastar com transporte. Mesmo depois de conseguir ir para os Estados Unidos treinar, continuava focada. Quando surgiu a oportunidade de lutar por lá, três meses depois, estava preparada&quot;. Acostumada a treinar com homens, lembra-se que já surpreendeu vários machos incautos: &quot;o jiu-jitsu é um esporte que usa bastante a técnica. Eles pensavam que é só questão de força, mas, como treino a mais tempo, tenho a técnica mais refinada e acabava finalizando&quot;. No futuro, quer ajudar outras garotas a seguirem a trajetória de sucesso que traçou: &quot;penso em abrir uma academia para o público feminino, ajudar as meninas a chegarem lá mais rápido e darem porrada&quot;.</description>
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			<pubDate>Mon, 20 Mar 2017 08:00:00 -0300</pubDate>
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			<itunes:keywords>LGBT, MMA, UFC, Amanda Nunes</itunes:keywords>
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			<title>#181 - Misoginia</title>
			<itunes:author>Lado Bi</itunes:author>
			<itunes:subtitle>Lola Aronovich conta como enfrentou e venceu os ataques de trolls machistas</itunes:subtitle>
			<itunes:summary>&quot;O machismo é o medo que os homens têm das mulheres sem medo&quot;. Essa frase de Eduardo Galeano orienta o trabalho da convidada do LADO BI dessa semana, a professora Lola Aronovich, professora da Universidade Federal do Ceará e autora do &quot;Escreva, Lola, Escreva&quot;, um dos principais blogs feministas do Brasil. Aronovich analisa os efeitos da misoginia em nossa cultura, especialmente sobre a vida de LGBTs. &quot;Eu nunca vi uma pessoa misógina que não fosse homofóbica&quot;, aponta. Mas lembra que pessoas LGBT também podem ser misóginas: &quot;A gente vê muita misoginia por parte de gays, que dizem que têm nojo da vagina, etc. Também há muito caso de violência doméstica entre lésbicas.&quot; A homofobia, acredita, é essencialmente ligada à misoginia: &quot;A gente vive numa sociedade que não olha bem as mulhereres. Termos como &quot;mulherzinha&quot; são constantemente usados para diminuir os homens; o gay é atacado por ser visto como feminino.&quot; A professora conta dos ataques feitos contra seu blog e as ameaças vindas de machistas com as quais convive há anos: &quot;Para esses caras, feministas, que são mulheres que defendem outras mulheres, são alvo de ódio em dobro.&quot; Aronovich também analisa o efeito que a misoginia teve na política: &quot;A última eleição foi o duelo entre o 'homem de bem' contra a 'mulher leviana'. Dilma sempre foi criticada por ser mulher! Uma coisa é você criticar o governa da pessoa, outra é atacar a pessoa por ser mulher. Quantas vezes a hashtag #queremosdilmanaplayboy foi parar nos trending topics?&quot;. Os homens hétero e cis também poderiam se beneficiar com o fim do machismo e da misoginia, finaliza: &quot;o homem hétero tem que provar o tempo todo que é homem com H, homem macho. Imagina que maravilha se os homens pudessem viver sem ter que reforçar o tempo todo sua masculinidade?&quot;.</itunes:summary>
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			<description>&quot;O machismo é o medo que os homens têm das mulheres sem medo&quot;. Essa frase de Eduardo Galeano orienta o trabalho da convidada do LADO BI dessa semana, a professora Lola Aronovich, professora da Universidade Federal do Ceará e autora do &quot;Escreva, Lola, Escreva&quot;, um dos principais blogs feministas do Brasil. Aronovich analisa os efeitos da misoginia em nossa cultura, especialmente sobre a vida de LGBTs. &quot;Eu nunca vi uma pessoa misógina que não fosse homofóbica&quot;, aponta. Mas lembra que pessoas LGBT também podem ser misóginas: &quot;A gente vê muita misoginia por parte de gays, que dizem que têm nojo da vagina, etc. Também há muito caso de violência doméstica entre lésbicas.&quot; A homofobia, acredita, é essencialmente ligada à misoginia: &quot;A gente vive numa sociedade que não olha bem as mulhereres. Termos como &quot;mulherzinha&quot; são constantemente usados para diminuir os homens; o gay é atacado por ser visto como feminino.&quot; A professora conta dos ataques feitos contra seu blog e as ameaças vindas de machistas com as quais convive há anos: &quot;Para esses caras, feministas, que são mulheres que defendem outras mulheres, são alvo de ódio em dobro.&quot; Aronovich também analisa o efeito que a misoginia teve na política: &quot;A última eleição foi o duelo entre o 'homem de bem' contra a 'mulher leviana'. Dilma sempre foi criticada por ser mulher! Uma coisa é você criticar o governa da pessoa, outra é atacar a pessoa por ser mulher. Quantas vezes a hashtag #queremosdilmanaplayboy foi parar nos trending topics?&quot;. Os homens hétero e cis também poderiam se beneficiar com o fim do machismo e da misoginia, finaliza: &quot;o homem hétero tem que provar o tempo todo que é homem com H, homem macho. Imagina que maravilha se os homens pudessem viver sem ter que reforçar o tempo todo sua masculinidade?&quot;.</description>
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			<pubDate>Mon, 13 Mar 2017 08:00:00 -0300</pubDate>
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			<itunes:keywords>LGBT, Lola Aronovich, feminismo, misoginia, Escreva Lola Escreva</itunes:keywords>
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			<title>#180 - Diversidade</title>
			<itunes:author>Lado Bi</itunes:author>
			<itunes:subtitle>Laerte Coutinho: &quot;novas gerações estão propondo novas formas de ser trans&quot;</itunes:subtitle>
			<itunes:summary>Fazer com que pessoas dos mais variados históricos se conheçam e apreciem (e valorizem!) suas diferenças é a chave para uma sociedade melhor. Essa é a crença dos organizadores do Boteco da Diversidade, evento que está acontecendo mensalmente no SESC Pompeia, em São Paulo. Três envolvidos com essa iniciativa são os convidados do LADO BI dessa semana: a cartunista Laerte Coutinho, a psicóloga Elaine Bortolanza, integrante da Daspu, e Larissa Meneses, Supervisora do Núcleo Socioeducativo do Sesc Pompeia. Bortolanza aponta os novos rumos que a compreensão da identidade de gênero está tomando: &quot;antes a transexualidade era vista como uma patologia, hoje está mais ligada a uma expressão cultural&quot;. Laerte elogia as novas maneiras de se manifestar a transexualidade que brotaram nos últimos anos: &quot;forma-se uma discussão mais densa e mais produtiva sobre o que é gênero, expressão de gênero, e as diferentes entre isso e orientação sexual&quot;. Bortolanza aponta como outros grupos estão entrando na consciência dos direitos das minorias: &quot;estamos começando a dar mais atenção para outros grupos que estão nessa posição do não-direito, como os refugiados&quot;. Laerte termina por apontar a importância que promover a diversidade tem para todas as pessoas: &quot;os direitos humanos dizem respeito a todas as pessoas cidadãs do país, beneficiam a todos&quot;.</itunes:summary>
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			<description>Fazer com que pessoas dos mais variados históricos se conheçam e apreciem (e valorizem!) suas diferenças é a chave para uma sociedade melhor. Essa é a crença dos organizadores do Boteco da Diversidade, evento que está acontecendo mensalmente no SESC Pompeia, em São Paulo. Três envolvidos com essa iniciativa são os convidados do LADO BI dessa semana: a cartunista Laerte Coutinho, a psicóloga Elaine Bortolanza, integrante da Daspu, e Larissa Meneses, Supervisora do Núcleo Socioeducativo do Sesc Pompeia. Bortolanza aponta os novos rumos que a compreensão da identidade de gênero está tomando: &quot;antes a transexualidade era vista como uma patologia, hoje está mais ligada a uma expressão cultural&quot;. Laerte elogia as novas maneiras de se manifestar a transexualidade que brotaram nos últimos anos: &quot;forma-se uma discussão mais densa e mais produtiva sobre o que é gênero, expressão de gênero, e as diferentes entre isso e orientação sexual&quot;. Bortolanza aponta como outros grupos estão entrando na consciência dos direitos das minorias: &quot;estamos começando a dar mais atenção para outros grupos que estão nessa posição do não-direito, como os refugiados&quot;. Laerte termina por apontar a importância que promover a diversidade tem para todas as pessoas: &quot;os direitos humanos dizem respeito a todas as pessoas cidadãs do país, beneficiam a todos&quot;.</description>
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			<pubDate>Mon, 06 Mar 2017 08:00:00 -0300</pubDate>
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			<itunes:keywords>LGBT, Laerte Coutinho, Daspu, Diversidade, Sesc Pompeia</itunes:keywords>
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		<item>
			<title>#179 - Coaching</title>
			<itunes:author>Lado Bi</itunes:author>
			<itunes:subtitle>Coaching voltado para LGBTs ajuda a sair do armário e combater preconceitos</itunes:subtitle>
			<itunes:summary>Esta semana o LADO BI descobre o que é o processo de coaching e como ele pode ser feito especificamente para a população LGBT. A convidada é Flavia Adura, fundadora da empresa Buttlerfly Coaching. Especializada em ajudar lésbicas a desenvolverem seu potencial, Adura explica qual é a vantagem de se trabalhar com um coach que também é LGBT: &quot;quando você está com uma pessoa que passou pelos mesmos problemas e dificuldades, você tem um atendimento focado nos seus problemas&quot;. Grande parte do trabalho que faz com suas clientes, conta Adura, é ajudá-las a sair do armário: &quot;se alguém tem que viver escondendo quem é, estará fragilizada. Isso prejudica a vida profissional e pessoal.&quot; Mas declarar-se homossexual não é tudo: a coach também aponta a necessidade de se livrar de crenças limitantes quanto à homossexualidade e a homofobia internalizada: &quot;Só porque você se assumiu não quer dizer que você está bem com tudo o que sofreu e o que lhe foi ensinado na infância&quot;. Isso pode levar a um comportamento de supercompensação: &quot;Há pessoas que pensam: 'se é errado, eu preciso ser muito melhor em tudo, para que ninguém tenha nada de ruim para falar de mim',&quot; conclui.</itunes:summary>
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			<description>Esta semana o LADO BI descobre o que é o processo de coaching e como ele pode ser feito especificamente para a população LGBT. A convidada é Flavia Adura, fundadora da empresa Buttlerfly Coaching. Especializada em ajudar lésbicas a desenvolverem seu potencial, Adura explica qual é a vantagem de se trabalhar com um coach que também é LGBT: &quot;quando você está com uma pessoa que passou pelos mesmos problemas e dificuldades, você tem um atendimento focado nos seus problemas&quot;. Grande parte do trabalho que faz com suas clientes, conta Adura, é ajudá-las a sair do armário: &quot;se alguém tem que viver escondendo quem é, estará fragilizada. Isso prejudica a vida profissional e pessoal.&quot; Mas declarar-se homossexual não é tudo: a coach também aponta a necessidade de se livrar de crenças limitantes quanto à homossexualidade e a homofobia internalizada: &quot;Só porque você se assumiu não quer dizer que você está bem com tudo o que sofreu e o que lhe foi ensinado na infância&quot;. Isso pode levar a um comportamento de supercompensação: &quot;Há pessoas que pensam: 'se é errado, eu preciso ser muito melhor em tudo, para que ninguém tenha nada de ruim para falar de mim',&quot; conclui.</description>
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			<pubDate>Mon, 20 Feb 2017 08:00:00 -0300</pubDate>
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			<itunes:keywords>LGBT, Flavia Adura, coaching, homofobia internalizada</itunes:keywords>
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		<item>
			<title>#178 - Rico Dalasam</title>
			<itunes:author>Lado Bi</itunes:author>
			<itunes:subtitle>Rico Dalasam: &quot;ser uma bicha preta adolescente é uma glória, uma flor rara&quot;</itunes:subtitle>
			<itunes:summary>Esta semana o Lado Bi traz ao estúdio Rico Dalasam, o primeiro rapper brasileiro abertamente gay. Ele conta como foi crescer na periferia, lidando com o conflito entre sua sexualidade e a cultura com que se identificava: &quot;Eu não tinha muito desejo de ir nas festas gays, porque eu não me via lá. Eu ia nas festas de rap, onde eu não pegava ninguém, mas era onde eu me via nas pessoas.&quot; Hoje, ele abriu caminho em uma carreira bem-sucedida no rap, e, acredita, está mudando a maneira como o rap enxerga LGBTs: &quot;Os orixás do rap respeitam o que eu faço: Mano Brown, Criolo, Emicida. Eu já fiz coisas com os maiores nomes, existe uma reciprocidade. Quando esses caras se veem em mim de algum jeito, isso quebra alguns conceitos que eles tinham em sua visão de mundo&quot;. Dalasam critica a maneira como a indústria se apropria da cultura da periferia, sem lhe dar nada em troca: &quot;O que bate aqui da periferia, quando bate, é alguma manifestação cultural que o hype aceita, alguma coisa da nossa imagem que o mundo branco aceita e acha válido se apropriar. Mas isso não dá retorno nenhum pra gente. A favela não recebe royalties de nada&quot;. O rapper explica como usa sua imagem como arma: &quot;A imagem para mim tem esse papel: se eu falar ninguém vai ouvir, então vou usar meu corpo como estandarte pra dizer que eu não me adequo. Quando todo dia morre alguém por ter atitude, isso passa além da mera atitude&quot;. Ciente de seu papel como referência para jovens negros LGBT, ele celebra as identidades que se encontram em sua pessoa: &quot;Ser uma bicha adolescente preta é uma glória, é uma borboleta rara, é um bicho bonito, uma flor rara. Hoje ter uma bicha preta pra ser ver na vida de um menino gay preto é algo mágico. Hoje eu me vejo neles e penso &quot;caralho, eu não vivi os 14 anos&quot;.</itunes:summary>
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			<description>Esta semana o Lado Bi traz ao estúdio Rico Dalasam, o primeiro rapper brasileiro abertamente gay. Ele conta como foi crescer na periferia, lidando com o conflito entre sua sexualidade e a cultura com que se identificava: &quot;Eu não tinha muito desejo de ir nas festas gays, porque eu não me via lá. Eu ia nas festas de rap, onde eu não pegava ninguém, mas era onde eu me via nas pessoas.&quot; Hoje, ele abriu caminho em uma carreira bem-sucedida no rap, e, acredita, está mudando a maneira como o rap enxerga LGBTs: &quot;Os orixás do rap respeitam o que eu faço: Mano Brown, Criolo, Emicida. Eu já fiz coisas com os maiores nomes, existe uma reciprocidade. Quando esses caras se veem em mim de algum jeito, isso quebra alguns conceitos que eles tinham em sua visão de mundo&quot;. Dalasam critica a maneira como a indústria se apropria da cultura da periferia, sem lhe dar nada em troca: &quot;O que bate aqui da periferia, quando bate, é alguma manifestação cultural que o hype aceita, alguma coisa da nossa imagem que o mundo branco aceita e acha válido se apropriar. Mas isso não dá retorno nenhum pra gente. A favela não recebe royalties de nada&quot;. O rapper explica como usa sua imagem como arma: &quot;A imagem para mim tem esse papel: se eu falar ninguém vai ouvir, então vou usar meu corpo como estandarte pra dizer que eu não me adequo. Quando todo dia morre alguém por ter atitude, isso passa além da mera atitude&quot;. Ciente de seu papel como referência para jovens negros LGBT, ele celebra as identidades que se encontram em sua pessoa: &quot;Ser uma bicha adolescente preta é uma glória, é uma borboleta rara, é um bicho bonito, uma flor rara. Hoje ter uma bicha preta pra ser ver na vida de um menino gay preto é algo mágico. Hoje eu me vejo neles e penso &quot;caralho, eu não vivi os 14 anos&quot;.</description>
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			<pubDate>Mon, 13 Feb 2017 08:00:00 -0300</pubDate>
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			<itunes:keywords>LGBT, Rap, Rico Dalasam, Periferia</itunes:keywords>
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			<title>#177 - Blocos de rua LGBT</title>
			<itunes:author>Lado Bi</itunes:author>
			<itunes:subtitle>Blocos de rua LGBT unem Carnaval e ativismo nas ruas de São Paulo</itunes:subtitle>
			<itunes:summary>Essa semana já têm início as festas de pré-Carnaval! São Paulo está com um Carnaval de rua cada vez maior, e o LADO BI chamou ao estúdio os organizadores de alguns dos principais blocos de rua LGBT para comemorar esse mês de festa: Fernando Magrin e Will Medeiros, do Minhoqueens; Mauricio Lima, do Bloco da Catuaba; Salete Campari, do Bloco da Salete Campari; Miky Ruta, do bloco Sai Hétero; e . Todos frisam a importância da existência dos blocos voltados ao público LGBT: &quot;são blocos em que não há nenhum tipo de preconceito - você vai montado, desmontado... Não importa se você é hétero, é gay, é trans, vindo com respeito e glitter, vai se divertir&quot;. Os blocos também são uma forma importante de expressão de ideias e valores: &quot;Quando a gente coloca um bloco na rua, a gente quer expressar o que queremos ver por aí&quot;, explica Campari. &quot;Queremos levar ao carnaval o movimento que queremos defender. No meu caso, é a causa das travestis, que são discriminadas na rua.&quot; A alegria e a tolerância acaba criando uma festa em que a solidariedade dá o tom, acredita Lima: &quot;eu vejo que, nos blocos, a galera fica muito próxima: ajuda quem passa mal, coloca no facebook que encontrou algo perdido. O povo está curtindo, mas também está se cuidando.&quot;</itunes:summary>
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			<description>Essa semana já têm início as festas de pré-Carnaval! São Paulo está com um Carnaval de rua cada vez maior, e o LADO BI chamou ao estúdio os organizadores de alguns dos principais blocos de rua LGBT para comemorar esse mês de festa: Fernando Magrin e Will Medeiros, do Minhoqueens; Mauricio Lima, do Bloco da Catuaba; Salete Campari, do Bloco da Salete Campari; Miky Ruta, do bloco Sai Hétero; e . Todos frisam a importância da existência dos blocos voltados ao público LGBT: &quot;são blocos em que não há nenhum tipo de preconceito - você vai montado, desmontado... Não importa se você é hétero, é gay, é trans, vindo com respeito e glitter, vai se divertir&quot;. Os blocos também são uma forma importante de expressão de ideias e valores: &quot;Quando a gente coloca um bloco na rua, a gente quer expressar o que queremos ver por aí&quot;, explica Campari. &quot;Queremos levar ao carnaval o movimento que queremos defender. No meu caso, é a causa das travestis, que são discriminadas na rua.&quot; A alegria e a tolerância acaba criando uma festa em que a solidariedade dá o tom, acredita Lima: &quot;eu vejo que, nos blocos, a galera fica muito próxima: ajuda quem passa mal, coloca no facebook que encontrou algo perdido. O povo está curtindo, mas também está se cuidando.&quot;</description>
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			<pubDate>Mon, 06 Feb 2017 08:00:00 -0300</pubDate>
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			<itunes:keywords>LGBT, Carnaval, blocos de carnaval, Salete Campari, Minhoqueens, Catuaba</itunes:keywords>
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		<item>
			<title>#176 - Pabllo Vittar</title>
			<itunes:author>Lado Bi</itunes:author>
			<itunes:subtitle>Pabllo Vittar: &quot;Amo meus haters. Eles me dão mídia grátis&quot;</itunes:subtitle>
			<itunes:summary>O Lado Bi começa 2017 entrevistando a Pabllo Vittar, a drag queen que canta na banda do programa &quot;Amor e Sexo&quot;, que acabou de lançar seu primeiro disco, &quot;Vai passar mal&quot;. Na onda do sucesso de &quot;Open Bar&quot;, seu primeiro sucesso, Vittar decidiu fazer um álbum dançante que cultiva a autoestima de seus fãs: &quot;acho que as pessoas que começaram a ouvir minha música estavam no mesmo momento que eu. Eu precisava ouvir uma mensagem de eu não estava sozinha, tudo vai melhorar... Eu recebo muita mensagem de fãs dizendo: 'eu pensava em me suicidar, mas no dia que eu ouvi sua música, tudo passou a fazer sentido pra mim'.&quot; Ela conta que se sente responsável por ter a plataforma da Rede Globo para representar as drag queens brasileiras: &quot;Eu recebo muita mensagem de drag iniciante, e eu ajudo no que eu posso, numa dica, numa sugestão de vídeo... quero que haja muitas outras drags depois de mim!&quot;. Sua projeção também lhe rendeu muitos haters, para os quais ela diz apenas: &quot;Eu amo cada um deles porque eles me dão mídia grátis. Meu álbum está no topo das paradas.&quot; Emocionada com o início de seu sucesso, ela afirma: &quot;Eu tenho certeza que eu nasci pra cantar e pra subir num palco batendo cabelo&quot;.</itunes:summary>
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			<description>O Lado Bi começa 2017 entrevistando a Pabllo Vittar, a drag queen que canta na banda do programa &quot;Amor e Sexo&quot;, que acabou de lançar seu primeiro disco, &quot;Vai passar mal&quot;. Na onda do sucesso de &quot;Open Bar&quot;, seu primeiro sucesso, Vittar decidiu fazer um álbum dançante que cultiva a autoestima de seus fãs: &quot;acho que as pessoas que começaram a ouvir minha música estavam no mesmo momento que eu. Eu precisava ouvir uma mensagem de eu não estava sozinha, tudo vai melhorar... Eu recebo muita mensagem de fãs dizendo: 'eu pensava em me suicidar, mas no dia que eu ouvi sua música, tudo passou a fazer sentido pra mim'.&quot; Ela conta que se sente responsável por ter a plataforma da Rede Globo para representar as drag queens brasileiras: &quot;Eu recebo muita mensagem de drag iniciante, e eu ajudo no que eu posso, numa dica, numa sugestão de vídeo... quero que haja muitas outras drags depois de mim!&quot;. Sua projeção também lhe rendeu muitos haters, para os quais ela diz apenas: &quot;Eu amo cada um deles porque eles me dão mídia grátis. Meu álbum está no topo das paradas.&quot; Emocionada com o início de seu sucesso, ela afirma: &quot;Eu tenho certeza que eu nasci pra cantar e pra subir num palco batendo cabelo&quot;.</description>
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			<pubDate>Mon, 23 Jan 2017 08:00:00 -0300</pubDate>
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			<itunes:keywords>LGBT, Pabllo Vittar, Amor e Sexo, Fernanda Lima, Rede Globo. drag queen</itunes:keywords>
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		<item>
			<title>#175 - Retrospectiva Positiva</title>
			<itunes:author>Lado Bi</itunes:author>
			<itunes:subtitle>Retrospectiva positiva: veja no que a cultura LGBT melhorou no ano passado</itunes:subtitle>
			<itunes:summary>Que 2016 foi um ano difícil ninguém contesta. Mas houve acontecimentos que salvaram o ano, e o LADO BI, com a ajuda de Vicente Carvalho, um dos fundadores do site Razões para Acreditar, decidiu fazer uma RETROSPECTIVA POSITIVA do ano. Também vieram lembrar o que 2016 teve de bom para oferecer o ativista Gustavo Bonfiglioli, do movimento Revolta da Lâmpada: &quot;O que fica de bom para 2017 é a necessidade de resistir pela nossa sobrevivência. Quanto mais lâmpada, mais rua!&quot;; Assucena Assucena, do grupo As Bahias e a Cozinha Mineira: &quot;Foi o ano da construção de uma cena, mesmo. A gente encontrou Rico Dalasam, Liniker, Tássia Reis, e começamos a construir uma identidade, não apenas pelo discurso de identidade de gênero, mas também pelo discurso da mulher&quot;; Néon Cunha, diretora de arte que teve sucesso em sua ação de identidade de gênero: &quot;Foi a primeira vez que a constituição foi usada a favor de uma pessoa trans&quot;; e Todd Tomorrow, um dos candidatos LGBT a vereador em 2016: &quot;As LGBTs estão se organizando mais, o que fez diferença para que a gente colocasse mais candidatos na disputa. A própria eleição de David Miranda no Rio de Janeiro vai ser um mandato para a gente acompanhar&quot;.</itunes:summary>
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			<description>Que 2016 foi um ano difícil ninguém contesta. Mas houve acontecimentos que salvaram o ano, e o LADO BI, com a ajuda de Vicente Carvalho, um dos fundadores do site Razões para Acreditar, decidiu fazer uma RETROSPECTIVA POSITIVA do ano. Também vieram lembrar o que 2016 teve de bom para oferecer o ativista Gustavo Bonfiglioli, do movimento Revolta da Lâmpada: &quot;O que fica de bom para 2017 é a necessidade de resistir pela nossa sobrevivência. Quanto mais lâmpada, mais rua!&quot;; Assucena Assucena, do grupo As Bahias e a Cozinha Mineira: &quot;Foi o ano da construção de uma cena, mesmo. A gente encontrou Rico Dalasam, Liniker, Tássia Reis, e começamos a construir uma identidade, não apenas pelo discurso de identidade de gênero, mas também pelo discurso da mulher&quot;; Néon Cunha, diretora de arte que teve sucesso em sua ação de identidade de gênero: &quot;Foi a primeira vez que a constituição foi usada a favor de uma pessoa trans&quot;; e Todd Tomorrow, um dos candidatos LGBT a vereador em 2016: &quot;As LGBTs estão se organizando mais, o que fez diferença para que a gente colocasse mais candidatos na disputa. A própria eleição de David Miranda no Rio de Janeiro vai ser um mandato para a gente acompanhar&quot;.</description>
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			<pubDate>Mon, 26 Dec 2016 08:00:00 -0300</pubDate>
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			<itunes:keywords>LGBT</itunes:keywords>
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		</item>
		<item>
			<title>#174 - Retrospectiva Musical</title>
			<itunes:author>Lado Bi</itunes:author>
			<itunes:subtitle>Retrospectiva musical: 2016 foi o ano em que LGBTs dominaram a MPB</itunes:subtitle>
			<itunes:summary>Finalmente 2016 está chegando ao fim, e o LADO BI começa a virar essa página de nossa história revendo como músicos que exibem sua identidade LGBT com orgulho tomaram conta da MPB nesse ano. Lineker e Zé Ed, dois cantores e compositores que lançaram álbuns agora no final do ano, compartilham suas impressões sobre como é fazer e viver de música em 2016. &quot;Estamos criando uma rede. Eu acho que o trabalho de um fortalece o trabalho de outro, desenvolve parcerias&quot;, acredita Lineker. As dificuldades políticas de 2016 afetaram o trabalho dos músicos, lembra Zé Ed: &quot;Minhas letras falam de amor, de alegria. É um desafio falar disso nesse momento&quot;. Lineker concorda: &quot;todas essas tensões que a gente vem vivendo acabam gerando essa situação em que a música se torna um espaço para a gente extravasar e se alimentar de coisas boas&quot;. Os dois fazem questão de frisar como a MPB clássica alimenta a MPB que se faz hoje: &quot;Eu não teria chegado aonde cheguei sem essas referências&quot;, afirma Lineker. Zé Ed resume o sentimento de 2016: &quot;ser MPB já é militância!&quot;.</itunes:summary>
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			<description>Finalmente 2016 está chegando ao fim, e o LADO BI começa a virar essa página de nossa história revendo como músicos que exibem sua identidade LGBT com orgulho tomaram conta da MPB nesse ano. Lineker e Zé Ed, dois cantores e compositores que lançaram álbuns agora no final do ano, compartilham suas impressões sobre como é fazer e viver de música em 2016. &quot;Estamos criando uma rede. Eu acho que o trabalho de um fortalece o trabalho de outro, desenvolve parcerias&quot;, acredita Lineker. As dificuldades políticas de 2016 afetaram o trabalho dos músicos, lembra Zé Ed: &quot;Minhas letras falam de amor, de alegria. É um desafio falar disso nesse momento&quot;. Lineker concorda: &quot;todas essas tensões que a gente vem vivendo acabam gerando essa situação em que a música se torna um espaço para a gente extravasar e se alimentar de coisas boas&quot;. Os dois fazem questão de frisar como a MPB clássica alimenta a MPB que se faz hoje: &quot;Eu não teria chegado aonde cheguei sem essas referências&quot;, afirma Lineker. Zé Ed resume o sentimento de 2016: &quot;ser MPB já é militância!&quot;.</description>
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			<pubDate>Mon, 19 Dec 2016 08:00:00 -0300</pubDate>
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			<itunes:keywords>LGBT, MPB, Lineker, Zé Ed</itunes:keywords>
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			<title>#173 - População de Rua</title>
			<itunes:author>Lado Bi</itunes:author>
			<itunes:subtitle>HIV e crack são presenças constantes na vida de LGBTs de rua</itunes:subtitle>
			<itunes:summary>Essa semana no LADO BI entrevista Felippe Francisco, diretor do documentário &quot;As Cores das Ruas&quot;, sobre a população LGBT que vive nas ruas de São Paulo. O cineasta conta como foi o processo de pesquisa e filmagem do filme, e o que aprendeu durante o tempo que conviveu com essas pessoas. &quot;A grande maioria delas foi rejeitada pela família,&quot; explica. &quot;Encontrei vário garotos gays, entre 12 e 17 anos, que moram na rua. Pessoas com carros importados encostam na calçada e eles se prostituem por uma pedra de crack, por nada, 5 reais.&quot; O crack é uma presença constante na vida da população de rua, afirma: &quot;ele é uma zona de conforto para essas pessoas que vivem em condições tão desumanas. Nem os estudiosos conseguiram estabelecer ainda se a rua leva ao crack, ou o crack leva à rua.&quot; Outra presença constante na vida dessas pessoas é o HIV: &quot;Mais de 90% da população LGBT de rua tem HIV. Mas o tratamento dessas pessoas é muito difícil. Eles têm que buscar a medicação todos os dias no hospital, mas como estabelecer um tratamento com alguém que pode passar vários dias sem conseguir aparecer?&quot;</itunes:summary>
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			<description>Essa semana no LADO BI entrevista Felippe Francisco, diretor do documentário &quot;As Cores das Ruas&quot;, sobre a população LGBT que vive nas ruas de São Paulo. O cineasta conta como foi o processo de pesquisa e filmagem do filme, e o que aprendeu durante o tempo que conviveu com essas pessoas. &quot;A grande maioria delas foi rejeitada pela família,&quot; explica. &quot;Encontrei vário garotos gays, entre 12 e 17 anos, que moram na rua. Pessoas com carros importados encostam na calçada e eles se prostituem por uma pedra de crack, por nada, 5 reais.&quot; O crack é uma presença constante na vida da população de rua, afirma: &quot;ele é uma zona de conforto para essas pessoas que vivem em condições tão desumanas. Nem os estudiosos conseguiram estabelecer ainda se a rua leva ao crack, ou o crack leva à rua.&quot; Outra presença constante na vida dessas pessoas é o HIV: &quot;Mais de 90% da população LGBT de rua tem HIV. Mas o tratamento dessas pessoas é muito difícil. Eles têm que buscar a medicação todos os dias no hospital, mas como estabelecer um tratamento com alguém que pode passar vários dias sem conseguir aparecer?&quot;</description>
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			<pubDate>Mon, 12 Dec 2016 08:00:00 -0300</pubDate>
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			<itunes:keywords>LGBT, HIV, crack, população de rua, São Paulo, Felippe Francisco</itunes:keywords>
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			<title>#172 - Prevenção do HIV</title>
			<itunes:author>Lado Bi</itunes:author>
			<itunes:subtitle>Médicos explicam de uma vez por todas o que transmite HIV ou não</itunes:subtitle>
			<itunes:summary>Como não poderia deixar de ser, no dia 1 de dezembro o LADO BI aborda a prevenção do HIV. Ricardo Vasconcelos infectologista do Hospital das Clínicas da USP e coordenador do programa PrEP Brasil, e Natalia Cerqueira, psicóloga e também coordenadora do PrEP Brasil, trazem as últimas informações sobre HIV/Aids. O que transmite e o que não transmite HIV? Quais são as formas de prevenção do HIV além do preservativo? Os profissionais tiram das dúvidas mais recorrentes apresentadas por pacientes. Eles também discutem como é o tratamento do HIV hoje em dia: &quot;Não é tão simples tratar o HIV: há efeitos colaterais, tem que tomar remédio todo dia... Mas os remédios estão cada vez com menos efeitos colaterais, e exigem cada vez menos doses. Sem dúvida, estamos num bom momento porque com tratamento ninguém vai morrer, mas é uma vida igual a quem não tem HIV? Não.&quot; Por fim, também informam sobre a epidemia de sífilis que está acontecendo no Brasil: &quot;é um clássico do laboratório de infectologia alguém procurar o médico porque está com sintomas de sífilis, e, quando faz o exame, descobre que tem HIV&quot;.</itunes:summary>
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			<description>Como não poderia deixar de ser, no dia 1 de dezembro o LADO BI aborda a prevenção do HIV. Ricardo Vasconcelos infectologista do Hospital das Clínicas da USP e coordenador do programa PrEP Brasil, e Natalia Cerqueira, psicóloga e também coordenadora do PrEP Brasil, trazem as últimas informações sobre HIV/Aids. O que transmite e o que não transmite HIV? Quais são as formas de prevenção do HIV além do preservativo? Os profissionais tiram das dúvidas mais recorrentes apresentadas por pacientes. Eles também discutem como é o tratamento do HIV hoje em dia: &quot;Não é tão simples tratar o HIV: há efeitos colaterais, tem que tomar remédio todo dia... Mas os remédios estão cada vez com menos efeitos colaterais, e exigem cada vez menos doses. Sem dúvida, estamos num bom momento porque com tratamento ninguém vai morrer, mas é uma vida igual a quem não tem HIV? Não.&quot; Por fim, também informam sobre a epidemia de sífilis que está acontecendo no Brasil: &quot;é um clássico do laboratório de infectologia alguém procurar o médico porque está com sintomas de sífilis, e, quando faz o exame, descobre que tem HIV&quot;.</description>
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			<pubDate>Mon, 05 Dec 2016 08:00:00 -0300</pubDate>
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			<itunes:keywords>LGBT, HIV, Aids, PEP, PrEP, preservativo, camisinha</itunes:keywords>
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			<title>#171 - Sistema Carcerário</title>
			<itunes:author>Lado Bi</itunes:author>
			<itunes:subtitle>A superlotação em celas LGBT é ainda pior, denunciam voluntários</itunes:subtitle>
			<itunes:summary>&quot;A cadeia, na verdade, serve para reforçar e reproduzir os preconceitos aqui de fora.&quot; Quem afirma isso são os convidados do LADO BI dessa semana, participantes da Pastoral Carcerária: Pedro Rivellino, Mariana Antonio Santos e Geralda Ávila. Eles vieram contar o que veem nos sistema penitenciário de São Paulo em suas visitas a presídios e centros de detenção. &quot;Tem homofobia por parte dos presos, dos agentes, das famílias que visitam&quot;, conta Rivellino. &quot;As pessoas trans deveriam ter seu nome social respeitado, mas na prática isso não acontece.&quot; Eles também explicam por que não são a favor de celas exclusivas para LGBTs: &quot;É comum que haja 60 pessoas colocadas numa cela feita para 12. O problema de superlotação das celas LGBTs são ainda maiores. Além disso, a gente sabe que a rede de sobrevivência das travestis é pautada nos héteros. Elas não tem visita, não tem que leve jumbo, não dá pra comer a comida do presídio, então elas têm que fazer serviços pra sobreviver.&quot; A questão das doenças sexualmente transmissíveis e cuidado médico é desprezada, quando não esquecida: &quot;Não há política pública de prevenção de DSTs na cadeia, apenas a distribuição de preservativos fora da prisão para quem entra&quot;. Os três são unânimes em afirmar que o atual sistema punitivo não funciona, e propõem o sistema de justiça restaurativa: &quot;Não faz sentido você retirar uma pessoa da sociedade para que ela aprenda a viver em sociedade. Essa pessoa, ao sair, vai ter seu futuro reduzido ao passado&quot;.</itunes:summary>
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			<description>&quot;A cadeia, na verdade, serve para reforçar e reproduzir os preconceitos aqui de fora.&quot; Quem afirma isso são os convidados do LADO BI dessa semana, participantes da Pastoral Carcerária: Pedro Rivellino, Mariana Antonio Santos e Geralda Ávila. Eles vieram contar o que veem nos sistema penitenciário de São Paulo em suas visitas a presídios e centros de detenção. &quot;Tem homofobia por parte dos presos, dos agentes, das famílias que visitam&quot;, conta Rivellino. &quot;As pessoas trans deveriam ter seu nome social respeitado, mas na prática isso não acontece.&quot; Eles também explicam por que não são a favor de celas exclusivas para LGBTs: &quot;É comum que haja 60 pessoas colocadas numa cela feita para 12. O problema de superlotação das celas LGBTs são ainda maiores. Além disso, a gente sabe que a rede de sobrevivência das travestis é pautada nos héteros. Elas não tem visita, não tem que leve jumbo, não dá pra comer a comida do presídio, então elas têm que fazer serviços pra sobreviver.&quot; A questão das doenças sexualmente transmissíveis e cuidado médico é desprezada, quando não esquecida: &quot;Não há política pública de prevenção de DSTs na cadeia, apenas a distribuição de preservativos fora da prisão para quem entra&quot;. Os três são unânimes em afirmar que o atual sistema punitivo não funciona, e propõem o sistema de justiça restaurativa: &quot;Não faz sentido você retirar uma pessoa da sociedade para que ela aprenda a viver em sociedade. Essa pessoa, ao sair, vai ter seu futuro reduzido ao passado&quot;.</description>
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			<pubDate>Mon, 28 Nov 2016 08:00:00 -0300</pubDate>
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			<itunes:keywords>LGBT, prisão, cadeia, sistema penitenciário, pastoral carcerária, Verônica Bolina</itunes:keywords>
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			<title>#170 - Psicanálise</title>
			<itunes:author>Lado Bi</itunes:author>
			<itunes:subtitle>A psicanálise não é um campo livre de homofobia, alertam profissionais</itunes:subtitle>
			<itunes:summary>Freud, em 1922, disse &quot;eu não tolero que excluam homossexuais da formação psicanalítica&quot;. Como então, em poucas décadas, a homossexualidade tornou-se tabu entre psicanalistas e tentativas de &quot;cura gay&quot; tornaram-se comuns? É o que discutem Lucas Charafeddine Bulamah, autor de &quot;História de uma regra não escrita: a proscrição da homossexualidade masculina no movimento psicanalítico&quot;, e Oswaldo Ferreira Leite Neto, dirigente do serviço de psicoterapia do Instituto de Psiquiatria do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da USP. &quot;Na década de 1970, começaram a surgir as denúncias de discriminação na IPA&quot;, explica Bulamah. &quot;A psicanálise já estava estabelecida como uma prática homofóbica. Nessa época, quem procurasse um psicanalista acabaria por tentar ser curado.&quot; Ainda hoje não é incomum encontrar psicanalistas que demonstram algum tipo de homofobia: &quot;Muitos psicanalistas ainda perguntam quem é o homem, quem é o mulher&quot;, exemplifica Leite Neto. Ele também aponta a raiz de muitos dos sofrimentos psíquicos de LGBTs: &quot;Rejeição é algo muito fundamental, e LGBTs sempre passam por ela, seja no núcleo da família, seja no núcleo escolar, como bullying&quot;. Bulamah aponta algumas das estratégias que se desenvolve para compensar essa rejeição: &quot;são estratégias de hipercompensação do desejo: 'eu preciso aparecer mais, preciso ter um corpo fabuloso, preciso que todos me desejem', para tentar compensar uma rejeição primária.&quot; Os dois alertam para o absurdo de se pregar uma &quot;cura gay&quot;: &quot;se alguém diz que está sofrendo por ser gay, não se pode desvincular esse sofrimento de seu contexto social - sua origem pode vir não de ser homossexual, mas de sua família.&quot;</itunes:summary>
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			<description>Freud, em 1922, disse &quot;eu não tolero que excluam homossexuais da formação psicanalítica&quot;. Como então, em poucas décadas, a homossexualidade tornou-se tabu entre psicanalistas e tentativas de &quot;cura gay&quot; tornaram-se comuns? É o que discutem Lucas Charafeddine Bulamah, autor de &quot;História de uma regra não escrita: a proscrição da homossexualidade masculina no movimento psicanalítico&quot;, e Oswaldo Ferreira Leite Neto, dirigente do serviço de psicoterapia do Instituto de Psiquiatria do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da USP. &quot;Na década de 1970, começaram a surgir as denúncias de discriminação na IPA&quot;, explica Bulamah. &quot;A psicanálise já estava estabelecida como uma prática homofóbica. Nessa época, quem procurasse um psicanalista acabaria por tentar ser curado.&quot; Ainda hoje não é incomum encontrar psicanalistas que demonstram algum tipo de homofobia: &quot;Muitos psicanalistas ainda perguntam quem é o homem, quem é o mulher&quot;, exemplifica Leite Neto. Ele também aponta a raiz de muitos dos sofrimentos psíquicos de LGBTs: &quot;Rejeição é algo muito fundamental, e LGBTs sempre passam por ela, seja no núcleo da família, seja no núcleo escolar, como bullying&quot;. Bulamah aponta algumas das estratégias que se desenvolve para compensar essa rejeição: &quot;são estratégias de hipercompensação do desejo: 'eu preciso aparecer mais, preciso ter um corpo fabuloso, preciso que todos me desejem', para tentar compensar uma rejeição primária.&quot; Os dois alertam para o absurdo de se pregar uma &quot;cura gay&quot;: &quot;se alguém diz que está sofrendo por ser gay, não se pode desvincular esse sofrimento de seu contexto social - sua origem pode vir não de ser homossexual, mas de sua família.&quot;</description>
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			<pubDate>Mon, 21 Nov 2016 08:00:00 -0300</pubDate>
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			<itunes:keywords>LGBT, psicanálise, Sigmund Freud, cura gay, homofobia</itunes:keywords>
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		<item>
			<title>#169 - MPB</title>
			<itunes:author>Lado Bi</itunes:author>
			<itunes:subtitle>&quot;A MPB hoje é um espaço de afirmação LGBT&quot;, afirma pesquisador</itunes:subtitle>
			<itunes:summary>Uma das maiores entidades culturais do Brasil, a MPB sempre esteve permeada por artistas e canções LGBT. Essa semana o LADO BI conversa com Renato Gonçalves, o autor do livro &quot;Nós Duas&quot;, que analisa como a cultura queer e a música popular brasileira vêm interagindo nas últimas décadas. &quot;Nós, brasileiros, somos permeados por música desde sempre, é uma parte muito importante de nossa cultura&quot;, aponta. &quot;A canção foi um dos espaços de resistência durante a ditadura, depois se tornou um espaço de transgressão, hoje é de afirmação. A música cria redes de convivência.&quot; Em seu trabalho, o pesquisador mostra vários exemplos de canções e artistas com mensagem LGBT, mas lembra que não é necessário ser LGBT para dar sua contribuição à causa - &quot;Chico Buarque é um grande exemplo disso&quot;. Ele termina por comemorar os novos movimentos na música brasileira que estão quebrando barreiras de gênero e de sexualidade: &quot;nos últimos 10 anos a teoria queer entrou no Brasil. Questões de não-binarismo são discutidas, e isso entrou na música.&quot;.</itunes:summary>
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			<description>Uma das maiores entidades culturais do Brasil, a MPB sempre esteve permeada por artistas e canções LGBT. Essa semana o LADO BI conversa com Renato Gonçalves, o autor do livro &quot;Nós Duas&quot;, que analisa como a cultura queer e a música popular brasileira vêm interagindo nas últimas décadas. &quot;Nós, brasileiros, somos permeados por música desde sempre, é uma parte muito importante de nossa cultura&quot;, aponta. &quot;A canção foi um dos espaços de resistência durante a ditadura, depois se tornou um espaço de transgressão, hoje é de afirmação. A música cria redes de convivência.&quot; Em seu trabalho, o pesquisador mostra vários exemplos de canções e artistas com mensagem LGBT, mas lembra que não é necessário ser LGBT para dar sua contribuição à causa - &quot;Chico Buarque é um grande exemplo disso&quot;. Ele termina por comemorar os novos movimentos na música brasileira que estão quebrando barreiras de gênero e de sexualidade: &quot;nos últimos 10 anos a teoria queer entrou no Brasil. Questões de não-binarismo são discutidas, e isso entrou na música.&quot;.</description>
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			<pubDate>Mon, 14 Nov 2016 08:00:00 -0300</pubDate>
			<itunes:duration>00:57:05</itunes:duration>
			<itunes:keywords>LGBT, MPB, Renato Gonçalves, Chico Buarque</itunes:keywords>
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		</item>
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			<title>#168 - Jesus</title>
			<itunes:author>Lado Bi</itunes:author>
			<itunes:subtitle>&quot;Nenhuma religião nos aceita plenamente&quot;, diz travesti que interpreta Jesus</itunes:subtitle>
			<itunes:summary>A primeira temporada paulistana da peça &quot;O Evangelho Segundo Jesus, Rainha do Céu&quot;, monólogo que imagina o retorno de Jesus à terra como uma travesti, está chegando ao final. O LADO BI conversa com Renata Carvalho, atriz que protagoniza a peça, e Natalia Mallo, sua diretora, para descobrir como foi o processo de adaptação desse texto originalmente britânico para a realidade brasileira e sua importância para a visibilidade das travestis. Mallo explica o que guiou suas decisões como diretora e tradutora do texto original da dramaturga Jo Clifford: &quot;A gente trata Jesus como um mito, uma referência moral para a sociedade. Quando se traz Jesus para os dias de hoje, você cria uma reconexão com esse mito&quot;. E celebra que, no Brasil, essa Jesus contemporânea seja travesti: &quot;Travesti é uma identidade brasileira. Quando uma pessoa como a Renata mantém a identidade travesti de uma maneira política, ela dá visibilidade para todas as outras travestis.&quot; Carvalho explica que seu trabalho e sua insistência em identificar-se como travesti empodera todas as pessoas dessa identidade de gênero: &quot;no Brasil, Jesus volta como uma travesti. Eu sou uma travesti. Quem começou o movimento LGBT foram as travestis, que enfrentaram a ditadura&quot;. Vivendo nos palcos um dos principais líderes religiosos do mundo, Carvalho lamenta ser excluída das instituições religiosas: &quot;Nenhuma religião aceita plenamente as travestis. Eu não tenho religião, tenho religiosidade, o que é bem diferente&quot;.</itunes:summary>
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			<description>A primeira temporada paulistana da peça &quot;O Evangelho Segundo Jesus, Rainha do Céu&quot;, monólogo que imagina o retorno de Jesus à terra como uma travesti, está chegando ao final. O LADO BI conversa com Renata Carvalho, atriz que protagoniza a peça, e Natalia Mallo, sua diretora, para descobrir como foi o processo de adaptação desse texto originalmente britânico para a realidade brasileira e sua importância para a visibilidade das travestis. Mallo explica o que guiou suas decisões como diretora e tradutora do texto original da dramaturga Jo Clifford: &quot;A gente trata Jesus como um mito, uma referência moral para a sociedade. Quando se traz Jesus para os dias de hoje, você cria uma reconexão com esse mito&quot;. E celebra que, no Brasil, essa Jesus contemporânea seja travesti: &quot;Travesti é uma identidade brasileira. Quando uma pessoa como a Renata mantém a identidade travesti de uma maneira política, ela dá visibilidade para todas as outras travestis.&quot; Carvalho explica que seu trabalho e sua insistência em identificar-se como travesti empodera todas as pessoas dessa identidade de gênero: &quot;no Brasil, Jesus volta como uma travesti. Eu sou uma travesti. Quem começou o movimento LGBT foram as travestis, que enfrentaram a ditadura&quot;. Vivendo nos palcos um dos principais líderes religiosos do mundo, Carvalho lamenta ser excluída das instituições religiosas: &quot;Nenhuma religião aceita plenamente as travestis. Eu não tenho religião, tenho religiosidade, o que é bem diferente&quot;.</description>
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			<pubDate>Mon, 07 Nov 2016 08:00:00 -0300</pubDate>
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			<itunes:keywords>LGBT, Jo Clifford, Renata Carvalho, Renata Mallo, Jesus</itunes:keywords>
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		<item>
			<title>#167 - PSDB</title>
			<itunes:author>Lado Bi</itunes:author>
			<itunes:subtitle>Diversidade Tucana: &quot;As políticas LGBT avançam mais onde o PSDB governa&quot;</itunes:subtitle>
			<itunes:summary>Terminaram as eleições de 2016, e o Lado Bi aproveita a ocasião para conversar com o partido que venceu as eleições para prefeito em São Paulo, o PSDB. No estúdio, dois representantes do grupo Diversidade Tucana: Fabio Valente Cabral, Presidente do Diversidade Tucana da Cidade de São Paulo e Conselheiro do Conselho Estadual dos Direitos da População LGBT de São Paulo, e André Gomes Juquinha, Presidente do Diversidade Tucana do Estado de São Paulo. Eles afirmam que o PSDB é um partido inclusivo, que dá grande importância para a causa LGBT: &quot;nos estados onde o PSDB tem maior governabilidade, como São Paulo, as políticas LGBT avançam, e muito. Esses são os lugares onde elas estão mais bem estabelecidas&quot;. Cabral explica como o Diversidade Tucana influencia seu partido: &quot;nós pedimos que candidatos assinassem termos de compromisso, mas vamos atrás de todos os vereadores do PSDB, mesmo aqueles que não assinaram&quot;. Juquinha afirma que o prefeito João Dória vai manter e ampliar iniciativas do governo Haddad, como o programa Transcidadania e os centros de referência LGBT, e explica o que o candidato tinha em mente quando disse que acabaria com as secretarias que defendem os direitos das minorias: &quot;quando ele falou de tirar as secretarias, ele falou de uma nova forma de organização - a troca de secretarias por coordenadorias que ajam de forma transversal através de todas as secretarias&quot;.</itunes:summary>
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			<description>Terminaram as eleições de 2016, e o Lado Bi aproveita a ocasião para conversar com o partido que venceu as eleições para prefeito em São Paulo, o PSDB. No estúdio, dois representantes do grupo Diversidade Tucana: Fabio Valente Cabral, Presidente do Diversidade Tucana da Cidade de São Paulo e Conselheiro do Conselho Estadual dos Direitos da População LGBT de São Paulo, e André Gomes Juquinha, Presidente do Diversidade Tucana do Estado de São Paulo. Eles afirmam que o PSDB é um partido inclusivo, que dá grande importância para a causa LGBT: &quot;nos estados onde o PSDB tem maior governabilidade, como São Paulo, as políticas LGBT avançam, e muito. Esses são os lugares onde elas estão mais bem estabelecidas&quot;. Cabral explica como o Diversidade Tucana influencia seu partido: &quot;nós pedimos que candidatos assinassem termos de compromisso, mas vamos atrás de todos os vereadores do PSDB, mesmo aqueles que não assinaram&quot;. Juquinha afirma que o prefeito João Dória vai manter e ampliar iniciativas do governo Haddad, como o programa Transcidadania e os centros de referência LGBT, e explica o que o candidato tinha em mente quando disse que acabaria com as secretarias que defendem os direitos das minorias: &quot;quando ele falou de tirar as secretarias, ele falou de uma nova forma de organização - a troca de secretarias por coordenadorias que ajam de forma transversal através de todas as secretarias&quot;.</description>
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			<pubDate>Mon, 31 Oct 2016 08:00:00 -0300</pubDate>
			<itunes:duration>01:09:40</itunes:duration>
			<itunes:keywords>LGBT, PSDB, João Dória, Diversidade Tucana</itunes:keywords>
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		</item>
		<item>
			<title>#166 - Personagens</title>
			<itunes:author>Lado Bi</itunes:author>
			<itunes:subtitle>&quot;A população LGBT tem sua cultura e memória negadas&quot;, afirma acadêmico</itunes:subtitle>
			<itunes:summary>Essa semana o LADO BI conversa com o dramaturgo Alexandre Rabelo, autor do romance &quot;Nicotina Zero&quot;, para explorar os vários personagens LGBTs que surgiram na literatura ao longo do tempo. Rabelo aponta que a existência de personagens homossexuais está longe de ser novidade: &quot;o primeiro literário de que se tem notícia, a epopeia de Gilgamesh, na Babilônia, já contém protagonistas gays, pois acompanha os amantes Gilgamesh e Enkidu. O grande foco da Ilíada é um foco homoerótico: Aquiles só entra na Guerra de Troia por causa da morte de seu amante, Pátroclo&quot;. É possível reinterpretar personagens que classicamente não são considerados homossexuais, acredita: &quot;Hoje certamente Iago, da peça 'Othelo', seria visto como uma bicha má. O amor real na história de Don Quixote acontece entre Don Quixote e Sancho Pança&quot;. Rabelo também lamenta a gama limitadíssima de personagens LGBT presente na cultura popular (&quot;Há uma gama enorme de personagens gays que ainda não foram explorados&quot;) e afirma que é possível explorar temas LGBTs na literatura sem no entanto limitar a obra a um nicho: &quot;Sou gay, faço questão de que saibam disso, mas não escrevo apenas para gays, escrevo para todos.&quot;</itunes:summary>
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			<description>Essa semana o LADO BI conversa com o dramaturgo Alexandre Rabelo, autor do romance &quot;Nicotina Zero&quot;, para explorar os vários personagens LGBTs que surgiram na literatura ao longo do tempo. Rabelo aponta que a existência de personagens homossexuais está longe de ser novidade: &quot;o primeiro literário de que se tem notícia, a epopeia de Gilgamesh, na Babilônia, já contém protagonistas gays, pois acompanha os amantes Gilgamesh e Enkidu. O grande foco da Ilíada é um foco homoerótico: Aquiles só entra na Guerra de Troia por causa da morte de seu amante, Pátroclo&quot;. É possível reinterpretar personagens que classicamente não são considerados homossexuais, acredita: &quot;Hoje certamente Iago, da peça 'Othelo', seria visto como uma bicha má. O amor real na história de Don Quixote acontece entre Don Quixote e Sancho Pança&quot;. Rabelo também lamenta a gama limitadíssima de personagens LGBT presente na cultura popular (&quot;Há uma gama enorme de personagens gays que ainda não foram explorados&quot;) e afirma que é possível explorar temas LGBTs na literatura sem no entanto limitar a obra a um nicho: &quot;Sou gay, faço questão de que saibam disso, mas não escrevo apenas para gays, escrevo para todos.&quot;</description>
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			<pubDate>Mon, 24 Oct 2016 08:00:00 -0300</pubDate>
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			<itunes:keywords>LGBT, Alexandre Rabelo, literatura, Gilgamesh, Ilíada</itunes:keywords>
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			<title>#165 - Pensamento LGBT Brasileiro</title>
			<itunes:author>Lado Bi</itunes:author>
			<itunes:subtitle>&quot;A população LGBT tem sua cultura e memória negadas&quot;, afirma acadêmico</itunes:subtitle>
			<itunes:summary>&quot;A população LGBT tem direito à memória, a perceber que tem referência cultural&quot;. Quem afirma isso é o convidado dessa semana, Felipe Areda, antropólogo, professor da UnB e criador da disciplina Pensamento LGBT Brasileiro. Areda considera que abrir-se esse espaço para os estudos da cultura LGBT brasileira é importante culturalmente e politicamente: &quot;a primeira motivação foi política: o direito à memória, o direito ao luto, o direito à percepção de comunidade&quot;. A cultura LGBT, afirma, ainda é vista como algo marginal, apesar de influenciar a cultura nacional há décadas: &quot;ela não tem permissão de aparecer, mas existe, produz linguagem, produz pensamento&quot;. O preconceito, lembra, muitas vezes faz com que agentes culturais LGBT tenham sua identidade heteronormatizada para a posterioridade: &quot;não conseguimos ser lembrados sequer pelo que realmente somos&quot;. Areda ressalta que é importante destacar o que torna a identidade LGBT brasileira distinta do resto do mundo: &quot;a gente nunca vai conseguir produzir conhecimento para competir com os europeus se a gente ficar pensando que é europeu. A gente tem muitas coisas que eles não têm!&quot; Sua disciplina acaba por criar uma comunidade LGBT com a qual as pessoas podem se identificar: &quot;alunos me contam que, graças ao curso, conseguiram identificar coisas dentro de si mesmos que não sabiam existir. Esse referencial de comunidade cria um espaço de acolhimento&quot;.</itunes:summary>
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			<description>&quot;A população LGBT tem direito à memória, a perceber que tem referência cultural&quot;. Quem afirma isso é o convidado dessa semana, Felipe Areda, antropólogo, professor da UnB e criador da disciplina Pensamento LGBT Brasileiro. Areda considera que abrir-se esse espaço para os estudos da cultura LGBT brasileira é importante culturalmente e politicamente: &quot;a primeira motivação foi política: o direito à memória, o direito ao luto, o direito à percepção de comunidade&quot;. A cultura LGBT, afirma, ainda é vista como algo marginal, apesar de influenciar a cultura nacional há décadas: &quot;ela não tem permissão de aparecer, mas existe, produz linguagem, produz pensamento&quot;. O preconceito, lembra, muitas vezes faz com que agentes culturais LGBT tenham sua identidade heteronormatizada para a posterioridade: &quot;não conseguimos ser lembrados sequer pelo que realmente somos&quot;. Areda ressalta que é importante destacar o que torna a identidade LGBT brasileira distinta do resto do mundo: &quot;a gente nunca vai conseguir produzir conhecimento para competir com os europeus se a gente ficar pensando que é europeu. A gente tem muitas coisas que eles não têm!&quot; Sua disciplina acaba por criar uma comunidade LGBT com a qual as pessoas podem se identificar: &quot;alunos me contam que, graças ao curso, conseguiram identificar coisas dentro de si mesmos que não sabiam existir. Esse referencial de comunidade cria um espaço de acolhimento&quot;.</description>
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			<pubDate>Mon, 17 Oct 2016 08:00:00 -0300</pubDate>
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			<itunes:keywords>LGBT, Felipe Areda, Pensamento LGBT, João Silverio Trevisan</itunes:keywords>
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		<item>
			<title>#164 - Bichice</title>
			<itunes:author>Lado Bi</itunes:author>
			<itunes:subtitle>MC Linn da Quebrada: &quot;Ser bicha é uma possibilidade esplêndida&quot;</itunes:subtitle>
			<itunes:summary>Essa semana o LADO BI debate o poder da bichice com duas funkeiras que estão batendo de frente contra a heteronormatividade: MC Linn da Quebrada e Paz. Autora do funk &quot;Enviadecer&quot;, Linn explica a força de se exaltar a bicha afeminada: &quot;Queremos dizer que enviadecer é uma possibilidade sim, e uma possibilidade esplêndida. Nós somos fortes e protegidas quando estamos juntas, porque os donos do sistema ainda são os machos.&quot; Paz e Linn apontam que a postura realmente frágil é a do machão, que deseja as bichas escondido (&quot;nos desejam, desde que ninguém esteja vendo&quot;) e se abala por qualquer coisa: &quot;Um simples esmalte numa unha, um batom, um olhar, um sorriso, qualquer traço de sensibilidade colocado num corpo masculino já trinca a masculinidade&quot;. Para aqueles que reclamam por serem &quot;forçados&quot; a terem tesão por bichas, rebatem: &quot;Sexo é linguagem, e assim como a gente aprende a falar uma língua, podemos aprender outras. Tendo a oportunidade de se relacionar com outros corpos e de outras formas, nós aprendemos outras linguas sexuais, outros prazeres, outros orgasmos, outros órgãos sexuais.&quot; E criticam a representação das bichas na mídia: &quot;forma-se um império em que se vê sempre o mesmo tipo de homem ocupando as mesmas posições, e as bichas ocupando sempre os mesmos lugares sociais: a bicha engraçada, ocupando o papel do cômico, um papel sem importância. Ela só estava ali para que os outros rissem dela&quot;.</itunes:summary>
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			<description>Essa semana o LADO BI debate o poder da bichice com duas funkeiras que estão batendo de frente contra a heteronormatividade: MC Linn da Quebrada e Paz. Autora do funk &quot;Enviadecer&quot;, Linn explica a força de se exaltar a bicha afeminada: &quot;Queremos dizer que enviadecer é uma possibilidade sim, e uma possibilidade esplêndida. Nós somos fortes e protegidas quando estamos juntas, porque os donos do sistema ainda são os machos.&quot; Paz e Linn apontam que a postura realmente frágil é a do machão, que deseja as bichas escondido (&quot;nos desejam, desde que ninguém esteja vendo&quot;) e se abala por qualquer coisa: &quot;Um simples esmalte numa unha, um batom, um olhar, um sorriso, qualquer traço de sensibilidade colocado num corpo masculino já trinca a masculinidade&quot;. Para aqueles que reclamam por serem &quot;forçados&quot; a terem tesão por bichas, rebatem: &quot;Sexo é linguagem, e assim como a gente aprende a falar uma língua, podemos aprender outras. Tendo a oportunidade de se relacionar com outros corpos e de outras formas, nós aprendemos outras linguas sexuais, outros prazeres, outros orgasmos, outros órgãos sexuais.&quot; E criticam a representação das bichas na mídia: &quot;forma-se um império em que se vê sempre o mesmo tipo de homem ocupando as mesmas posições, e as bichas ocupando sempre os mesmos lugares sociais: a bicha engraçada, ocupando o papel do cômico, um papel sem importância. Ela só estava ali para que os outros rissem dela&quot;.</description>
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			<pubDate>Mon, 10 Oct 2016 08:00:00 -0300</pubDate>
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			<itunes:keywords>LGBT, MC Linn da Quebrada, Paz Berti, heteronormatividade, bichice, preconceito</itunes:keywords>
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		<item>
			<title>#163 - Assédio</title>
			<itunes:author>Lado Bi</itunes:author>
			<itunes:subtitle>Assédio: &quot;Educamos a mulher a se proteger, mas não o homem a respeitar&quot;</itunes:subtitle>
			<itunes:summary>Essa semana o LADO BI entrevista Paula Sacchetta, diretora do documentário &quot;Precisamos falar do assédio&quot;, já em cartaz em São Paulo. Sachetta explica como colheu 140 depoimentos de mulheres sobre assédio: &quot;Ao invés de chamar mulheres para dar um depoimento em estúdio, fizemos um estúdio móvel numa van que circulou durante 5 dias em São Paulo e 2 dias no Rio de Janeiro. Qualquer mulher poderia dar seu depoimento, e oferecíamos máscaras e distorcer a voz para garantir a anonimidade de quem quisesse.&quot; A diretora não se espanta com o grande número de confissões que conseguiu em tão pouco tempo: &quot;O assédio é fruto da cultura da nossa sociedade, que educa a mulher a ter medo e se proteger, mas não educa o homem a respeitar. Assédio e estupro não tem classe social ou cor, basta ser mulher.&quot; Mulheres LGBT, afirma, são alvo constante do chamado &quot;estupro corretivo&quot;: &quot;O sentimento de vingança e raiva, a vontade de mostrar o que é 'uma pica de verdade', é muito presente para 'justificar' o estupro de mulheres trans e mulheres lésbicas&quot;. E mesmo aqueles que deveriam proteger as mulheres assediadas acabam incorrendo em atos de violência: &quot;mesmo o atendimento em delegacias da mulher são muito violentos - a delegada chega a propor que a mulher se submeta novamente ao mesmo assédio, filmando, para provar que ele aconteceu&quot;.</itunes:summary>
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			<description>Essa semana o LADO BI entrevista Paula Sacchetta, diretora do documentário &quot;Precisamos falar do assédio&quot;, já em cartaz em São Paulo. Sachetta explica como colheu 140 depoimentos de mulheres sobre assédio: &quot;Ao invés de chamar mulheres para dar um depoimento em estúdio, fizemos um estúdio móvel numa van que circulou durante 5 dias em São Paulo e 2 dias no Rio de Janeiro. Qualquer mulher poderia dar seu depoimento, e oferecíamos máscaras e distorcer a voz para garantir a anonimidade de quem quisesse.&quot; A diretora não se espanta com o grande número de confissões que conseguiu em tão pouco tempo: &quot;O assédio é fruto da cultura da nossa sociedade, que educa a mulher a ter medo e se proteger, mas não educa o homem a respeitar. Assédio e estupro não tem classe social ou cor, basta ser mulher.&quot; Mulheres LGBT, afirma, são alvo constante do chamado &quot;estupro corretivo&quot;: &quot;O sentimento de vingança e raiva, a vontade de mostrar o que é 'uma pica de verdade', é muito presente para 'justificar' o estupro de mulheres trans e mulheres lésbicas&quot;. E mesmo aqueles que deveriam proteger as mulheres assediadas acabam incorrendo em atos de violência: &quot;mesmo o atendimento em delegacias da mulher são muito violentos - a delegada chega a propor que a mulher se submeta novamente ao mesmo assédio, filmando, para provar que ele aconteceu&quot;.</description>
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			<pubDate>Mon, 03 Oct 2016 08:00:00 -0300</pubDate>
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			<itunes:keywords>LGBT, Paula Sacchetta, assédio, assédio sexual, estupro</itunes:keywords>
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		<item>
			<title>#162 - Cissexismo</title>
			<itunes:author>Lado Bi</itunes:author>
			<itunes:subtitle>&quot;Nome social não vai na lápide&quot;, diz mulher trans que combate o cissexismo</itunes:subtitle>
			<itunes:summary>Cissexismo é a crença de que a sexualidade de pessoas cisgênero é de alguma forma mais legítima que aquela de pessoas transexuais. Isso se manifesta de várias formas, como por exemplo na exigência de que pessoas trans tenham que se submeter a um longo processo patologizador para ganharem do governo o reconhecimento de sua identidade que pessoas cis já têm garantido de nascença. Neon Cunha, a convidada dessa semana, é uma mulher trans que entrou com uma ação exigindo que o governo lhe garanta sua identidade de gênero sem que ela tenha que submeter-se a anos de laudos médicos e a um tortuoso processo jurídico - caso isso não seja possível, pede a morte assistida. &quot;Eu acho incrível que eu tenha que ser patologizada para conseguir ter alguma dignidade&quot;, espanta-se. Ela aponta vários dos preconceitos que pessoas trans têm que enfrentar cotidianamente: &quot;você enfrenta muita rejeição social, e o tempo todo se leva não. Há pessoas trans extremamente qualificadas que não conseguem trabalho por não terem seu nome social reconhecido&quot;. Ela anseia por leis que garantam os direitos das pessoas transgênero, mas acredita que, se a constituição fosse seguida corretamente, não haveria polêmica quanto a suas exigências: &quot;a gente tem um projeto de lei de identidade de gênero que sequer avança, porque ninguém quer dar visibilidade para o assunto. Mas o artigo quinto da constituição já é bem claro: somos todos iguais&quot;. E para aqueles que consideram seu pedido de morte assistida um exagero, aponta que a imensa maioria das pessoas trans acaba morrendo de forma violenta no Brasil. &quot;Quero ter pelo menos a garantia de que quem me ama vai estar comigo quando eu morrer. Nome social não vai na lápide.&quot;</itunes:summary>
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			<description>Cissexismo é a crença de que a sexualidade de pessoas cisgênero é de alguma forma mais legítima que aquela de pessoas transexuais. Isso se manifesta de várias formas, como por exemplo na exigência de que pessoas trans tenham que se submeter a um longo processo patologizador para ganharem do governo o reconhecimento de sua identidade que pessoas cis já têm garantido de nascença. Neon Cunha, a convidada dessa semana, é uma mulher trans que entrou com uma ação exigindo que o governo lhe garanta sua identidade de gênero sem que ela tenha que submeter-se a anos de laudos médicos e a um tortuoso processo jurídico - caso isso não seja possível, pede a morte assistida. &quot;Eu acho incrível que eu tenha que ser patologizada para conseguir ter alguma dignidade&quot;, espanta-se. Ela aponta vários dos preconceitos que pessoas trans têm que enfrentar cotidianamente: &quot;você enfrenta muita rejeição social, e o tempo todo se leva não. Há pessoas trans extremamente qualificadas que não conseguem trabalho por não terem seu nome social reconhecido&quot;. Ela anseia por leis que garantam os direitos das pessoas transgênero, mas acredita que, se a constituição fosse seguida corretamente, não haveria polêmica quanto a suas exigências: &quot;a gente tem um projeto de lei de identidade de gênero que sequer avança, porque ninguém quer dar visibilidade para o assunto. Mas o artigo quinto da constituição já é bem claro: somos todos iguais&quot;. E para aqueles que consideram seu pedido de morte assistida um exagero, aponta que a imensa maioria das pessoas trans acaba morrendo de forma violenta no Brasil. &quot;Quero ter pelo menos a garantia de que quem me ama vai estar comigo quando eu morrer. Nome social não vai na lápide.&quot;</description>
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			<pubDate>Mon, 26 Sep 2016 08:00:00 -0300</pubDate>
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			<itunes:keywords>LGBT, Neon Cunha, cissexismo, transfobia</itunes:keywords>
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		</item>
		<item>
			<title>#161 - Astrologia</title>
			<itunes:author>Lado Bi</itunes:author>
			<itunes:subtitle>&quot;Estamos caminhando para uma era de liberdade e tolerância&quot;, diz astróloga</itunes:subtitle>
			<itunes:summary>&quot;O que está em cima é como o que está embaixo. E o que está embaixo é como o que está em cima.&quot; Essa é uma das leis esotéricas que orientam a Astrologia. Numa época de tantas mudanças, o LADO BI convidou a astróloga Graziella Marraccini para mostrar os sinais que os astros estão emitindo sobre o mundo LGBT. A autora de &quot;Os signos na cozinha&quot; diz que a astrologia está se livrando dos padrões de gênero que guiavam as interpretações até recentemente: &quot;A astrologia vai se adaptando à medida que a gente alcança outros símbolos&quot;. E aponta movimentos astrais que vão de encontro às mudanças culturais que têm ocorrido nos últimos anos: &quot;A Aids surgiu quando Plutão entrou em Escorpião; foi o momento em que o amor e sexo tornaram-se sinônimo de morte. Estamos ainda no início da era de aquário, que tem relação à liberdade: eu te aceito como você é, mesmo que eu não concorde&quot;. Marraccini lembra que as relações amorosas são as mesmas nos mapas, não importa a orientação sexual ou identidade de gênero: &quot;O drama de amor é igual. A sinastria vai dizer onde vão se entender e não vão se entender. Vênus e marte em bom aspecto é cama!&quot;. O ano que vem, afirma, vai ser um ano de ajustes: &quot;Júpiter entrou em Libra, o que significa justiça, diplomacia, negociação. Nada de sair esbanjando!&quot;.</itunes:summary>
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			<description>&quot;O que está em cima é como o que está embaixo. E o que está embaixo é como o que está em cima.&quot; Essa é uma das leis esotéricas que orientam a Astrologia. Numa época de tantas mudanças, o LADO BI convidou a astróloga Graziella Marraccini para mostrar os sinais que os astros estão emitindo sobre o mundo LGBT. A autora de &quot;Os signos na cozinha&quot; diz que a astrologia está se livrando dos padrões de gênero que guiavam as interpretações até recentemente: &quot;A astrologia vai se adaptando à medida que a gente alcança outros símbolos&quot;. E aponta movimentos astrais que vão de encontro às mudanças culturais que têm ocorrido nos últimos anos: &quot;A Aids surgiu quando Plutão entrou em Escorpião; foi o momento em que o amor e sexo tornaram-se sinônimo de morte. Estamos ainda no início da era de aquário, que tem relação à liberdade: eu te aceito como você é, mesmo que eu não concorde&quot;. Marraccini lembra que as relações amorosas são as mesmas nos mapas, não importa a orientação sexual ou identidade de gênero: &quot;O drama de amor é igual. A sinastria vai dizer onde vão se entender e não vão se entender. Vênus e marte em bom aspecto é cama!&quot;. O ano que vem, afirma, vai ser um ano de ajustes: &quot;Júpiter entrou em Libra, o que significa justiça, diplomacia, negociação. Nada de sair esbanjando!&quot;.</description>
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			<pubDate>Mon, 19 Sep 2016 08:00:00 -0300</pubDate>
			<itunes:duration>00:59:20</itunes:duration>
			<itunes:keywords>LGBT, astrologia, sinastria</itunes:keywords>
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		</item>
		<item>
			<title>#160 - Economia</title>
			<itunes:author>Lado Bi</itunes:author>
			<itunes:subtitle>Professor da USP explica comportamentos LGBT sob o viés da Economia</itunes:subtitle>
			<itunes:summary>Estamos acostumados a pensar na Economia como algo que só se aplica a coisas muito distantes, como cotações e transações monetárias. Mas e se aplicarmos os princípios econômicos na vida cotidiana? Isso é o que o professor Sérgio Almeida, professor de Economia Comportamental da FEA-USP e um dos autores do blog Economista X veio fazer nessa edição do LADO BI. Ele mostra como o raciocínio dos economistas pode ser utilizado para explicar comportamentos do mundo LGBT como a segregação nas baladas: &quot;Ao se segregar em grupos, você sinaliza seu tipo e minimiza o custo de busca. Também aplica algo chamado dependência de referência: as pessoas passam a serem vistas como mais valiosas quando cercadas por seus semelhantes&quot;. Por que as pessoas insistem em ficar em relacionamentos que não dão certo? &quot;Isso se deve à falácia dos custos afundados&quot;, aponta o professor. E por que usam aplicativos de pegação? &quot;Eles reduzem o custo de transação - você conhece pessoas no conforto do seu sofá - e aumentam o pool de pretendentes&quot;. Entenda o que isso tudo quer dizer e como pode ser utilizado no dia-a-dia escutando esse programa valioso.</itunes:summary>
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			<description>Estamos acostumados a pensar na Economia como algo que só se aplica a coisas muito distantes, como cotações e transações monetárias. Mas e se aplicarmos os princípios econômicos na vida cotidiana? Isso é o que o professor Sérgio Almeida, professor de Economia Comportamental da FEA-USP e um dos autores do blog Economista X veio fazer nessa edição do LADO BI. Ele mostra como o raciocínio dos economistas pode ser utilizado para explicar comportamentos do mundo LGBT como a segregação nas baladas: &quot;Ao se segregar em grupos, você sinaliza seu tipo e minimiza o custo de busca. Também aplica algo chamado dependência de referência: as pessoas passam a serem vistas como mais valiosas quando cercadas por seus semelhantes&quot;. Por que as pessoas insistem em ficar em relacionamentos que não dão certo? &quot;Isso se deve à falácia dos custos afundados&quot;, aponta o professor. E por que usam aplicativos de pegação? &quot;Eles reduzem o custo de transação - você conhece pessoas no conforto do seu sofá - e aumentam o pool de pretendentes&quot;. Entenda o que isso tudo quer dizer e como pode ser utilizado no dia-a-dia escutando esse programa valioso.</description>
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			<pubDate>Mon, 12 Sep 2016 08:00:00 -0300</pubDate>
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			<itunes:keywords>LGBT, economia, economia comportamental, Sérgio Almeida</itunes:keywords>
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		</item>
		<item>
			<title>#159 - Lei</title>
			<itunes:author>Lado Bi</itunes:author>
			<itunes:subtitle>&quot;Criar lei contra direitos LGBT seria rasgar a constituição&quot;, diz advogado</itunes:subtitle>
			<itunes:summary>No mundo, há 76 países em que a homossexualidade é crime - e 10 deles condenam LGBTs à morte. A maneira como as leis de cada país afetam a vida de seus habitantes LGBT é o tema do LADO BI dessa semana. A situação no Brasil é bem melhor, mas também ainda não está resolvida, explica o convidado dessa semana, o dr. Marcelo Gallego, presidente da comissão da diversidade sexual e de gênero da OAB Jabaquara. Ele considera essencial, por exemplo, que se criminalize a LGBTIfobia: &quot;LGBTIs estão morrendo todos os dias por conta do simples fato de serem LGBTIs&quot;. Gallego garante, porém, que os direitos já conquistados devem permanecer, apesar de terem sido estabelecidos pelo poder judiciário: &quot;direitos como o casamento homoafetivo foram construídos por decisões judiciais, mas criar uma lei para excluir direitos seria rasgar a constituição&quot;. O advogado ainda analisa a proteção legal dada a novas famílias, como aquelas formadas por três pais, e a proteção aos direitos de pessoas soropositivas.</itunes:summary>
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			<description>No mundo, há 76 países em que a homossexualidade é crime - e 10 deles condenam LGBTs à morte. A maneira como as leis de cada país afetam a vida de seus habitantes LGBT é o tema do LADO BI dessa semana. A situação no Brasil é bem melhor, mas também ainda não está resolvida, explica o convidado dessa semana, o dr. Marcelo Gallego, presidente da comissão da diversidade sexual e de gênero da OAB Jabaquara. Ele considera essencial, por exemplo, que se criminalize a LGBTIfobia: &quot;LGBTIs estão morrendo todos os dias por conta do simples fato de serem LGBTIs&quot;. Gallego garante, porém, que os direitos já conquistados devem permanecer, apesar de terem sido estabelecidos pelo poder judiciário: &quot;direitos como o casamento homoafetivo foram construídos por decisões judiciais, mas criar uma lei para excluir direitos seria rasgar a constituição&quot;. O advogado ainda analisa a proteção legal dada a novas famílias, como aquelas formadas por três pais, e a proteção aos direitos de pessoas soropositivas.</description>
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			<pubDate>Mon, 29 Aug 2016 08:00:00 -0300</pubDate>
			<itunes:duration>01:07:07</itunes:duration>
			<itunes:keywords>LGBT, direito, legislação, HIV, OAB</itunes:keywords>
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		</item>
		<item>
			<title>#158 - Lampião da Esquina</title>
			<itunes:author>Lado Bi</itunes:author>
			<itunes:subtitle>Glauco Mattoso: &quot;O Lampião da Esquina incomodava os gays engravatados&quot;</itunes:subtitle>
			<itunes:summary>No final da década de 1970 chegava às bancas do Brasil o tabloide &quot;Lampião da Esquina&quot;, voltado para a cultura gay - ou guei, como preferia escrever. Para discutir a importância dessa publicação para a cultura LGBT brasileira, o LADO BI entrevista Lívia Perez, diretora do documentário sobre o jornal que estreia em circuito comercial no dia 18 de agosto, e o poeta maldito Glauco Mattoso, colaborador do jornal. Perez conta como o Lampião da Esquina começou a trazer à tona a vida LGBT do país: &quot;A gente tem essa ideia de que o fim dos anos 1960 é uma época muito libertária, mas isso não contemplou as minorias. Essa luta ficou para o fim dos anos 1970&quot;. Mattoso lembra que a publicação incomodava não apenas aos conservadores heterossexuais, mas também a muitos gays dentro do armário: &quot;aqueles que eram enrustidos tinham uma aparência muito neutra e discreta. O Lampião incomodava essas pessoas, porque o Lampião mostrava que também havia gays que eram políticos gays enrustidos, engravatados. Homofóbicos também não gostavam que um jornal gay pudesse fazer sucesso nas bancas.&quot; Os dois comentam o movimento conservador que tenta fazer com que os direitos LGBT retrocedam hoje, e examinam os avanços na cultura quanto à diversidade: &quot;Hoje há maior aceitação para as opções individuais. Na época do Lampião a gente exigia que todos tivessem um comportamento mais homogêneo&quot;, observa Mattoso.</itunes:summary>
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			<description>No final da década de 1970 chegava às bancas do Brasil o tabloide &quot;Lampião da Esquina&quot;, voltado para a cultura gay - ou guei, como preferia escrever. Para discutir a importância dessa publicação para a cultura LGBT brasileira, o LADO BI entrevista Lívia Perez, diretora do documentário sobre o jornal que estreia em circuito comercial no dia 18 de agosto, e o poeta maldito Glauco Mattoso, colaborador do jornal. Perez conta como o Lampião da Esquina começou a trazer à tona a vida LGBT do país: &quot;A gente tem essa ideia de que o fim dos anos 1960 é uma época muito libertária, mas isso não contemplou as minorias. Essa luta ficou para o fim dos anos 1970&quot;. Mattoso lembra que a publicação incomodava não apenas aos conservadores heterossexuais, mas também a muitos gays dentro do armário: &quot;aqueles que eram enrustidos tinham uma aparência muito neutra e discreta. O Lampião incomodava essas pessoas, porque o Lampião mostrava que também havia gays que eram políticos gays enrustidos, engravatados. Homofóbicos também não gostavam que um jornal gay pudesse fazer sucesso nas bancas.&quot; Os dois comentam o movimento conservador que tenta fazer com que os direitos LGBT retrocedam hoje, e examinam os avanços na cultura quanto à diversidade: &quot;Hoje há maior aceitação para as opções individuais. Na época do Lampião a gente exigia que todos tivessem um comportamento mais homogêneo&quot;, observa Mattoso.</description>
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			<pubDate>Mon, 22 Aug 2016 08:00:00 -0300</pubDate>
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			<itunes:keywords>LGBT, Aguinaldo Silva, Glauco Mattoso, documentário, Lampião da Esquina</itunes:keywords>
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			<title>#157 - Capacitismo</title>
			<itunes:author>Lado Bi</itunes:author>
			<itunes:subtitle>Capacitismo: LGBTs contam como são subestimados por sua deficiência física</itunes:subtitle>
			<itunes:summary>Essa semana o LADO BI traz à pauta o Capacitismo, a tendência que pessoas que não têm deficiência física têm de subestimar as habilidades de pessoas com deficiência física. Michel Fernandes, autor do site Aplauso Brasil, e Wanessa Magnusson de Souza, advogada, compartilham suas vivências como homossexuais que vivem com deficiência física. Magnusson, que tornou-se paraplégica depois de um acidente, conta que é necessário deixar claro que é cadeirante desde o primeiro contato para evitar decepções: &quot;Se for pra dar match, é pra saber que eu sou cadeirante. Pra evitar me machucar: você conversa, encontra alguém com um papo super bom... Se, na hora do encontro, a pessoa não consegue disfarçar a reação por descobrir que você é cadeirante, isso machuca.&quot; Acometido por uma doença degenerativa, Fernandes conta como parceiros muitas vezes supõem coisas sobre suas capacidades sexuais que não são verdadeiras: &quot;Quem vê um cadeirante, gay homem, já fala 'hmmmm, o pau dele não sobe, ele deve ser só passivo.' Todo mundo acaba achando que você é meio de vidro, que vai machucar.&quot; O capacitismo muitas vezes se expressa de maneira inesperada e não explícita: &quot;Muitas vezes, quando vou para algum lugar acompanhada por alguém andante, as pessoas falam com quem está me acompanhando, não comigo, mesmo questões que se referem a mim, como se eu não fosse capaz de responder.&quot; Assim como na questão LGBT, a exposição poderia ser uma solução para os preconceitos, mas as dificuldades de infraestrutura são uma enorme barreira: &quot;Não existem muitas condições para as pessoas com deficiência saírem às ruas e terem uma vida social plena. Isso dificulta a exposição,&quot; reclama Magnusson. Fernandes lamenta aqueles que evitam conviver com pessoas com deficiência física: &quot;essa pessoa não percebeu que existem outras formas de agir, de falar, de caminhar, de gozar, outras formas de tudo.&quot;</itunes:summary>
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			<description>Essa semana o LADO BI traz à pauta o Capacitismo, a tendência que pessoas que não têm deficiência física têm de subestimar as habilidades de pessoas com deficiência física. Michel Fernandes, autor do site Aplauso Brasil, e Wanessa Magnusson de Souza, advogada, compartilham suas vivências como homossexuais que vivem com deficiência física. Magnusson, que tornou-se paraplégica depois de um acidente, conta que é necessário deixar claro que é cadeirante desde o primeiro contato para evitar decepções: &quot;Se for pra dar match, é pra saber que eu sou cadeirante. Pra evitar me machucar: você conversa, encontra alguém com um papo super bom... Se, na hora do encontro, a pessoa não consegue disfarçar a reação por descobrir que você é cadeirante, isso machuca.&quot; Acometido por uma doença degenerativa, Fernandes conta como parceiros muitas vezes supõem coisas sobre suas capacidades sexuais que não são verdadeiras: &quot;Quem vê um cadeirante, gay homem, já fala 'hmmmm, o pau dele não sobe, ele deve ser só passivo.' Todo mundo acaba achando que você é meio de vidro, que vai machucar.&quot; O capacitismo muitas vezes se expressa de maneira inesperada e não explícita: &quot;Muitas vezes, quando vou para algum lugar acompanhada por alguém andante, as pessoas falam com quem está me acompanhando, não comigo, mesmo questões que se referem a mim, como se eu não fosse capaz de responder.&quot; Assim como na questão LGBT, a exposição poderia ser uma solução para os preconceitos, mas as dificuldades de infraestrutura são uma enorme barreira: &quot;Não existem muitas condições para as pessoas com deficiência saírem às ruas e terem uma vida social plena. Isso dificulta a exposição,&quot; reclama Magnusson. Fernandes lamenta aqueles que evitam conviver com pessoas com deficiência física: &quot;essa pessoa não percebeu que existem outras formas de agir, de falar, de caminhar, de gozar, outras formas de tudo.&quot;</description>
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			<pubDate>Mon, 15 Aug 2016 08:00:00 -0300</pubDate>
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			<itunes:keywords>LGBT, deficiência física, cadeirante, capacitismo, preconceito</itunes:keywords>
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			<title>#156 - Gordofobia</title>
			<itunes:author>Lado Bi</itunes:author>
			<itunes:subtitle>Gordos devem sair do armário como gordos assim como LGBTs e sua sexualidade</itunes:subtitle>
			<itunes:summary>Pessoas gordas teriam que sair do armário como gordas assim como LGBTs saem do armário por sua sexualidade? Essa semana o LADO BI discute a gordofobia com Jessica Tauane, autora do Canal das Bee e do canal Gorda de Boa; Gustavo Bonfiglioli, do movimento Revolta da Lâmpada; e Aliana Aires, doutoranda sobre comunicação e consumo. Os convidados concordam que gordos deveriam sair do armário como gordos, ou seja, bancarem que são gordos mesmo, e não &quot;futuros magros&quot;: &quot;Eu tive que sair do armário como gorda, principalmente para mim,&quot; conta Tauane. &quot;Eu tentava tirar a foto de uma forma que parecesse menos gorda, me fingindo de magra, assim como a gente vive no armário a gente finge ser hétero.&quot; Bonfiglioli considera que o mundo gay está apreciando mais os gordos, mas não de forma totalmente inclusiva: &quot;Há todo um estilo de vista por trás de ser uma bicha gorda. Dentro da cultura gay, ser gordo se tornou algo positivo, mas também se tornou um dispositivo para aumentar a masculinidade do cara, algo que também acaba sendo prejudicial.&quot; Aires observa a gordofobia que se oculta em falas do dia a dia e nas atitudes da indústria da moda: &quot;Já me disseram que eu era muito gordinha para dar aula numa faculdade de moda. O mercado tradicional não inclui porque não traz a numeração, e aqueles que fazem roupas para gordos não trazem tendência, apenas fazem roupas para tentar 'emagrecer' o gordo.&quot;</itunes:summary>
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			<description>Pessoas gordas teriam que sair do armário como gordas assim como LGBTs saem do armário por sua sexualidade? Essa semana o LADO BI discute a gordofobia com Jessica Tauane, autora do Canal das Bee e do canal Gorda de Boa; Gustavo Bonfiglioli, do movimento Revolta da Lâmpada; e Aliana Aires, doutoranda sobre comunicação e consumo. Os convidados concordam que gordos deveriam sair do armário como gordos, ou seja, bancarem que são gordos mesmo, e não &quot;futuros magros&quot;: &quot;Eu tive que sair do armário como gorda, principalmente para mim,&quot; conta Tauane. &quot;Eu tentava tirar a foto de uma forma que parecesse menos gorda, me fingindo de magra, assim como a gente vive no armário a gente finge ser hétero.&quot; Bonfiglioli considera que o mundo gay está apreciando mais os gordos, mas não de forma totalmente inclusiva: &quot;Há todo um estilo de vista por trás de ser uma bicha gorda. Dentro da cultura gay, ser gordo se tornou algo positivo, mas também se tornou um dispositivo para aumentar a masculinidade do cara, algo que também acaba sendo prejudicial.&quot; Aires observa a gordofobia que se oculta em falas do dia a dia e nas atitudes da indústria da moda: &quot;Já me disseram que eu era muito gordinha para dar aula numa faculdade de moda. O mercado tradicional não inclui porque não traz a numeração, e aqueles que fazem roupas para gordos não trazem tendência, apenas fazem roupas para tentar 'emagrecer' o gordo.&quot;</description>
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			<pubDate>Mon, 08 Aug 2016 08:00:00 -0300</pubDate>
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			<itunes:keywords>LGBT, corpo, gordo, obesidade, moda, Canal das Bee, Revolta da Lâmpada</itunes:keywords>
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			<title>#155 - Samba</title>
			<itunes:author>Lado Bi</itunes:author>
			<itunes:subtitle>Gays podem frequentar rodas de samba, mas não têm permissão para sambar</itunes:subtitle>
			<itunes:summary>Essa semana o LADO BI conversa sobre a relação que LGBTs têm com o samba. Ricky Ladislau, passista da escola de samba paulistana Tom Maior, Mauricio Lima, DJ das festas Catuaba e Clareô, e Aidée Cristina, compositora e integrante da banda Samba de Rainha, contestam a ideia de que LGBTs preferem música estrangeira. &quot;Tem pessoas ainda que têm preconceito de dizer que gostam de samba, principalmente pessoas do grupo LGBT&quot;, lamenta Ladislau; Lima, porém, aponta a situação está mudando: &quot;Na Catuaba, que não é uma festa voltada exclusivamente para o público LGBT, chega uma galera jovem em peso e ocupa a festa - 80% da festa é público LGBT&quot;. Nas rodas de samba e festas tradicionais, garantem, LGBTs são bem vindos, com algumas restrições: &quot;quando um gay chega e samba demais, acaba atraindo a amizade das mulheres e tira a atenção dos héteros. Por isso, muitas vezes os gays podem frequentar, mas não podem sambar&quot;, lembra Lima. Nas escolas de samba, comemora Ladislau, LGBTs sentem-se em casa: &quot;O ambiente e tranquilo com relação a LGBTs em geral. Ser homossexual não é barreira, nem mesmo para uma mulher se tornar rainha de bateria.&quot; Os convidados também analisam o fascínio que gays têm por Clara Nunes: &quot;Ela se apresentava nos anos 1970 com aquela figura, aquele cabelo, aquela coisa meio drag. Mostrava uma vontade de ser genuína com que LGBTs se identificam&quot;, considera Lima.</itunes:summary>
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			<description>Essa semana o LADO BI conversa sobre a relação que LGBTs têm com o samba. Ricky Ladislau, passista da escola de samba paulistana Tom Maior, Mauricio Lima, DJ das festas Catuaba e Clareô, e Aidée Cristina, compositora e integrante da banda Samba de Rainha, contestam a ideia de que LGBTs preferem música estrangeira. &quot;Tem pessoas ainda que têm preconceito de dizer que gostam de samba, principalmente pessoas do grupo LGBT&quot;, lamenta Ladislau; Lima, porém, aponta a situação está mudando: &quot;Na Catuaba, que não é uma festa voltada exclusivamente para o público LGBT, chega uma galera jovem em peso e ocupa a festa - 80% da festa é público LGBT&quot;. Nas rodas de samba e festas tradicionais, garantem, LGBTs são bem vindos, com algumas restrições: &quot;quando um gay chega e samba demais, acaba atraindo a amizade das mulheres e tira a atenção dos héteros. Por isso, muitas vezes os gays podem frequentar, mas não podem sambar&quot;, lembra Lima. Nas escolas de samba, comemora Ladislau, LGBTs sentem-se em casa: &quot;O ambiente e tranquilo com relação a LGBTs em geral. Ser homossexual não é barreira, nem mesmo para uma mulher se tornar rainha de bateria.&quot; Os convidados também analisam o fascínio que gays têm por Clara Nunes: &quot;Ela se apresentava nos anos 1970 com aquela figura, aquele cabelo, aquela coisa meio drag. Mostrava uma vontade de ser genuína com que LGBTs se identificam&quot;, considera Lima.</description>
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			<pubDate>Mon, 01 Aug 2016 08:00:00 -0300</pubDate>
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			<itunes:keywords>LGBT, Samba, Clareô, Clara Nunes, Tom Maior, Samba de Rainha</itunes:keywords>
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		<item>
			<title>#154 - Contos de fadas</title>
			<itunes:author>Lado Bi</itunes:author>
			<itunes:subtitle>Contos de fadas inclusivos são essenciais para as crianças, dizem autores</itunes:subtitle>
			<itunes:summary>Uma Cinderela lésbica com uma fada-madrinha travesti; uma Chapeuzinho Vermelho negra; uma bruxa evangélica que tenta exorcizar os irmãos queer João e Maria. Essas são algumas das maneiras como os autores LGBT Renato Plotegher, Milly Lacombe e Daniel Wu estão reinventando os contos de fadas para a realidade do século 21. Atualizar a realidade e moral dessas histórias para a vida LGBT é importantíssimo: &quot;Eu cresci sem me identificar com contos de fadas. Liam pra mim, e eu achava aquilo tudo meio alienígena. É difícil você crescer sem essa identificação,&quot; lembra Lacombe. &quot;Os contos de fadas passam morais para as crianças, e sempre se adaptaram a seus tempos. Nada mais justo que, agora que temos a noção da moral que queremos passar para a próxima geração, adaptá-los mais uma vez,&quot; afirma Wu. A antropóloga Michele Escoura, que estudou a influência das princesas Disney sobre crianças, endossa o que os autores pensam: &quot;No limite, as crianças aprendem com os contos de fadas os modelos de masculino e feminino, e qual é o modelo de ser gente mais valorizado na sociedade. Há uma desvalorização da sexualidade que não é heterossexual, e, no caso das mulheres, um pressuposto de que toda mulher precisa se casar, precisa do amor romântico para ser feliz.&quot; Todos concordam que as crianças estão mais que preparadas para se depararem com a homossexualidade desde cedo: &quot;minha prima pequena fez questão de dizer para a mãe dela que sabia que eu era gay e que queria ler meu conto&quot;, lembra Plotegher.</itunes:summary>
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			<description>Uma Cinderela lésbica com uma fada-madrinha travesti; uma Chapeuzinho Vermelho negra; uma bruxa evangélica que tenta exorcizar os irmãos queer João e Maria. Essas são algumas das maneiras como os autores LGBT Renato Plotegher, Milly Lacombe e Daniel Wu estão reinventando os contos de fadas para a realidade do século 21. Atualizar a realidade e moral dessas histórias para a vida LGBT é importantíssimo: &quot;Eu cresci sem me identificar com contos de fadas. Liam pra mim, e eu achava aquilo tudo meio alienígena. É difícil você crescer sem essa identificação,&quot; lembra Lacombe. &quot;Os contos de fadas passam morais para as crianças, e sempre se adaptaram a seus tempos. Nada mais justo que, agora que temos a noção da moral que queremos passar para a próxima geração, adaptá-los mais uma vez,&quot; afirma Wu. A antropóloga Michele Escoura, que estudou a influência das princesas Disney sobre crianças, endossa o que os autores pensam: &quot;No limite, as crianças aprendem com os contos de fadas os modelos de masculino e feminino, e qual é o modelo de ser gente mais valorizado na sociedade. Há uma desvalorização da sexualidade que não é heterossexual, e, no caso das mulheres, um pressuposto de que toda mulher precisa se casar, precisa do amor romântico para ser feliz.&quot; Todos concordam que as crianças estão mais que preparadas para se depararem com a homossexualidade desde cedo: &quot;minha prima pequena fez questão de dizer para a mãe dela que sabia que eu era gay e que queria ler meu conto&quot;, lembra Plotegher.</description>
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			<pubDate>Mon, 25 Jul 2016 08:00:00 -0300</pubDate>
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			<itunes:keywords>LGBT, Disney, contos de fadas, Milly Lacombe, Renato Plotegher</itunes:keywords>
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		<item>
			<title>#153 - Escritores</title>
			<itunes:author>Lado Bi</itunes:author>
			<itunes:subtitle>Escritores LGBT: &quot;rótulos como 'escritor gay' são ruins para a literatura&quot;</itunes:subtitle>
			<itunes:summary>Essa semana o LADO BI entrevista três escritores LGBT para discutir como a homossexualidade afeta a literatura: Ramon Nunes Mello, autor de &quot;Há um mar no fundo de cada sonho&quot;, Cristina Judar, autora de &quot;Roteiros para uma vida curta&quot;, e Camila Passatuto, escritora que publica seus contos diretamente no Facebook. Eles contam como escrever os ajuda a lidar com as dificuldades de suas vidas: &quot;comecei a escrever por causa da dislexia - foi a escrita que me educou, o ensino formal não olha para você quando você tem algum problema&quot;, conta Passatuto; &quot;recebi o diagnóstico soropositivo, e levei cinco anos até decidir publicar poemas que escrevi que tocam nesse tema&quot;, confessa Nunes Mello, que rejeita o rótulo de &quot;escritor soropositivo&quot;. Todos concordam que viver apenas de literatura continua muito difícil: &quot;livro ainda é artigo de luxo para muitos - dos meus contemporâneos, são poucos os que conseguem viver unicamente de literatura, a maioria tem outras profissões&quot;, explica Judar. Os autores também comentam a escolha de Ana Cristina César como homenageada desse ano da Flip: &quot;mais que o fato dela ter sido bissexual, é mais importante o fato de que essa é apenas a segunda mulher homenageada na Flip em 14 anos&quot;.</itunes:summary>
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			<description>Essa semana o LADO BI entrevista três escritores LGBT para discutir como a homossexualidade afeta a literatura: Ramon Nunes Mello, autor de &quot;Há um mar no fundo de cada sonho&quot;, Cristina Judar, autora de &quot;Roteiros para uma vida curta&quot;, e Camila Passatuto, escritora que publica seus contos diretamente no Facebook. Eles contam como escrever os ajuda a lidar com as dificuldades de suas vidas: &quot;comecei a escrever por causa da dislexia - foi a escrita que me educou, o ensino formal não olha para você quando você tem algum problema&quot;, conta Passatuto; &quot;recebi o diagnóstico soropositivo, e levei cinco anos até decidir publicar poemas que escrevi que tocam nesse tema&quot;, confessa Nunes Mello, que rejeita o rótulo de &quot;escritor soropositivo&quot;. Todos concordam que viver apenas de literatura continua muito difícil: &quot;livro ainda é artigo de luxo para muitos - dos meus contemporâneos, são poucos os que conseguem viver unicamente de literatura, a maioria tem outras profissões&quot;, explica Judar. Os autores também comentam a escolha de Ana Cristina César como homenageada desse ano da Flip: &quot;mais que o fato dela ter sido bissexual, é mais importante o fato de que essa é apenas a segunda mulher homenageada na Flip em 14 anos&quot;.</description>
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			<pubDate>Mon, 18 Jul 2016 08:00:00 -0300</pubDate>
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			<itunes:keywords>LGBT, Flip, Ramon Nunes Mello, Cristina Judar, Camila Passatuto</itunes:keywords>
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		<item>
			<title>#152 - Jaloo</title>
			<itunes:author>Lado Bi</itunes:author>
			<itunes:subtitle>Jaloo: &quot;A internet é infinitamente mais poderosa que a TV e o rádio&quot;</itunes:subtitle>
			<itunes:summary>Essa semana o LADO BI entrevista o músico e cineasta Jaime Melo, mais conhecido como Jaloo. Esse artista que desafia os padrões de gênero discute sua trajetória e sua obra. A internet, acredita, é a principal responsável por seu sucesso musical: &quot;Eu sou um artista de internet. A internet está bilhões de anos luz mais poderosa que a televisão e rádio, hoje&quot;. Natural do Pará, Jaloo afirma que o público do Sul não compreende o que se passa no Norte: &quot;A indústria do tecnobrega não é compreendida pelos sulistas. Os processos lá são outros. Quem produz lá não está em nada preocupado com a recepção aqui&quot;. Ele também explica por que explora o visual feminino em seu trabalho: &quot;A figura feminina é muito mais mutante que a masculina. Você tem muito mais possibildiade de roupa, de comportamento&quot;. Patrocinado por uma marca de cervejas, ele nega um suposto oportunismo das marcas que demonstram apoio por artistas e causas LGBT: &quot;É complicado dizer que estão fazendo isso para vender mais; gays representam 10% da população mundial, não faz sentido se queimar para muitos por causa de 10%. É mais responsabilidade social mesmo&quot;.</itunes:summary>
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			<description>Essa semana o LADO BI entrevista o músico e cineasta Jaime Melo, mais conhecido como Jaloo. Esse artista que desafia os padrões de gênero discute sua trajetória e sua obra. A internet, acredita, é a principal responsável por seu sucesso musical: &quot;Eu sou um artista de internet. A internet está bilhões de anos luz mais poderosa que a televisão e rádio, hoje&quot;. Natural do Pará, Jaloo afirma que o público do Sul não compreende o que se passa no Norte: &quot;A indústria do tecnobrega não é compreendida pelos sulistas. Os processos lá são outros. Quem produz lá não está em nada preocupado com a recepção aqui&quot;. Ele também explica por que explora o visual feminino em seu trabalho: &quot;A figura feminina é muito mais mutante que a masculina. Você tem muito mais possibildiade de roupa, de comportamento&quot;. Patrocinado por uma marca de cervejas, ele nega um suposto oportunismo das marcas que demonstram apoio por artistas e causas LGBT: &quot;É complicado dizer que estão fazendo isso para vender mais; gays representam 10% da população mundial, não faz sentido se queimar para muitos por causa de 10%. É mais responsabilidade social mesmo&quot;.</description>
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			<pubDate>Mon, 11 Jul 2016 08:00:00 -0300</pubDate>
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			<itunes:keywords>LGBT, Jaloo, tecnobrega, Pará, androginismo</itunes:keywords>
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		<item>
			<title>#151 - Voto</title>
			<itunes:author>Lado Bi</itunes:author>
			<itunes:subtitle>#VoteLGBT: &quot;A maioria das pessoas vai à Parada LGBT por razões políticas&quot;</itunes:subtitle>
			<itunes:summary>Esse ano, durante a Parada do Orgulho LGBT de São Paulo e a Caminhada das Mulheres Lésbicas e Bissexuais, os integrantes da campanha #VoteLGBT realizaram uma pesquisa sobre o pensamento político da população presente nesses eventos. O LADO BI recebeu dois coordenadores da campanha, Marcos Visnadi e Evorah Cardoso, para saber quais foram as descobertas dessa iniciativa inédita. Quem estava presente na Parada e na Caminhada é muito mais politizado do que se supõe, descobriram: &quot;há uma predominância de pessoas que declaram estarem presentes por motivos políticos tanto na Parada como na Caminhada&quot;, aponta Visnadi. A descrença na política institucionalizada, no entanto, é generalizada: &quot;ninguém dentre os entrevistados se sente representado politicamente&quot;, lamenta Cardoso. Apesar de ter cada vez mais relevância na cena política - &quot;infelizmente, sempre no esforço de se evitar retrocessos&quot;, lembra Cardoso - &quot;ainda não é determinante o candidato ser LGBT ou defender pautas LGBT na hora das pessoas decidirem seu voto&quot;, informa Visnadi. As eleições municipais desse ano são uma oportunidade de reagir aos movimentos políticos de 2016 e considerar os efeitos das coligações, acreditam.</itunes:summary>
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			<description>Esse ano, durante a Parada do Orgulho LGBT de São Paulo e a Caminhada das Mulheres Lésbicas e Bissexuais, os integrantes da campanha #VoteLGBT realizaram uma pesquisa sobre o pensamento político da população presente nesses eventos. O LADO BI recebeu dois coordenadores da campanha, Marcos Visnadi e Evorah Cardoso, para saber quais foram as descobertas dessa iniciativa inédita. Quem estava presente na Parada e na Caminhada é muito mais politizado do que se supõe, descobriram: &quot;há uma predominância de pessoas que declaram estarem presentes por motivos políticos tanto na Parada como na Caminhada&quot;, aponta Visnadi. A descrença na política institucionalizada, no entanto, é generalizada: &quot;ninguém dentre os entrevistados se sente representado politicamente&quot;, lamenta Cardoso. Apesar de ter cada vez mais relevância na cena política - &quot;infelizmente, sempre no esforço de se evitar retrocessos&quot;, lembra Cardoso - &quot;ainda não é determinante o candidato ser LGBT ou defender pautas LGBT na hora das pessoas decidirem seu voto&quot;, informa Visnadi. As eleições municipais desse ano são uma oportunidade de reagir aos movimentos políticos de 2016 e considerar os efeitos das coligações, acreditam.</description>
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			<pubDate>Mon, 04 Jul 2016 08:00:00 -0300</pubDate>
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			<itunes:keywords>LGBT, eleições, voto, Parada do Orgulho LGBT</itunes:keywords>
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		<item>
			<title>#150 - Masturbação</title>
			<itunes:author>Lado Bi</itunes:author>
			<itunes:subtitle>Cantoras feministas: &quot;O Brasil ainda acha que mulher só canta, não pensa&quot;</itunes:subtitle>
			<itunes:summary>Essa semana o LADO BI resolve fazer justiça com as próprias mãos e falar sobre masturbação. Como não poderia deixar ser, a discussão reuniu cinco (pessoas) contra um (assunto): a médica de família Renata Meiga, a DJ lésbica Fernanda Fox, o ativista trans Samuel Silva, o youtubber Fred Pills e o apresentador Marcio Caparica. A masturbação, concordaram todos, foi quando começaram a descobrir sua sexualidade queer: &quot;eu ficava me perguntando, será que todo menino também se masturba olhando outros meninos?&quot;, recorda-se Pills. Silva conta como fazer a transição para o sexo masculino alterou sua relação com sua genitália e seus hábitos masturbatórios: &quot;Eu não tinha problema com minha genitália até me compreender trans e começar a conviver com outros garotos trans, eles sim com aversão pelos próprios genitais. Daí comecei a desprezar a minha e parei de me masturbar. Levou algum tempo para eu compreender que não precisava desprezar os próprios genitais para ser trans, e daí voltar a me masturbar como sempre havia feito.&quot; A dra. Meiga aponta que masturbar-se é importante para conseguir alcançar o prazer no sexo: &quot;se você não joga seu jogo, como é que você vai saber que o do outro é também o seu?&quot;. Fox acredita que masturbar-se afeta inclusive a performance e o prazer do parceiro: &quot;muitas vezes já percebi que o fato de uma menina não se tocar afeta a maneira como elas tocam as parceiras&quot;. Ao longo do programa, todos compartilham suas dicas de como tornar mais prazeirosos seus momentos de sexo solitário.</itunes:summary>
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			<description>Essa semana o LADO BI resolve fazer justiça com as próprias mãos e falar sobre masturbação. Como não poderia deixar ser, a discussão reuniu cinco (pessoas) contra um (assunto): a médica de família Renata Meiga, a DJ lésbica Fernanda Fox, o ativista trans Samuel Silva, o youtubber Fred Pills e o apresentador Marcio Caparica. A masturbação, concordaram todos, foi quando começaram a descobrir sua sexualidade queer: &quot;eu ficava me perguntando, será que todo menino também se masturba olhando outros meninos?&quot;, recorda-se Pills. Silva conta como fazer a transição para o sexo masculino alterou sua relação com sua genitália e seus hábitos masturbatórios: &quot;Eu não tinha problema com minha genitália até me compreender trans e começar a conviver com outros garotos trans, eles sim com aversão pelos próprios genitais. Daí comecei a desprezar a minha e parei de me masturbar. Levou algum tempo para eu compreender que não precisava desprezar os próprios genitais para ser trans, e daí voltar a me masturbar como sempre havia feito.&quot; A dra. Meiga aponta que masturbar-se é importante para conseguir alcançar o prazer no sexo: &quot;se você não joga seu jogo, como é que você vai saber que o do outro é também o seu?&quot;. Fox acredita que masturbar-se afeta inclusive a performance e o prazer do parceiro: &quot;muitas vezes já percebi que o fato de uma menina não se tocar afeta a maneira como elas tocam as parceiras&quot;. Ao longo do programa, todos compartilham suas dicas de como tornar mais prazeirosos seus momentos de sexo solitário.</description>
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			<pubDate>Mon, 27 Jun 2016 08:00:00 -0300</pubDate>
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			<itunes:keywords>LGBT, sexo, masturbação</itunes:keywords>
			<itunes:explicit>yes</itunes:explicit>
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		<item>
			<title>#149 - Feminismo na música</title>
			<itunes:author>Lado Bi</itunes:author>
			<itunes:subtitle>Cantoras feministas: &quot;O Brasil ainda acha que mulher só canta, não pensa&quot;</itunes:subtitle>
			<itunes:summary>Em tempos em que uma garota é filmada sendo estuprada por 30 pessoas e o governo não faz mais questão de colocar mulheres em cargos de responsabilidade, o tema dessa semana no podcast LADO BI é Feminismo na Música. Três cantoras compareceram no estúdio para discutir suas experiências no mundo da música enquanto mulheres, e como com suas composições espalham a mensagem de empoderamento feminino para seu público: Stela Campos, Iara Rennó e Nathalia Ferro. A produtora musical Katia Abreu e a jornalista cultural Carola Gonzales também participaram do debate. As compositoras chamam a atenção para o fato de que as ideias das mulheres ainda não recebem importância na música brasileira: &quot;O Brasil tem essa tradição de que menina só canta, não pode ter uma ideia própria para transmitir em suas canções&quot;, aponta Stela Campos. &quot;A mulher é colocada numa mera posição de diva, para quem os homens cantam&quot;, completa Iara Rennó. O machismo também dá as caras atrás dos palcos: &quot;Quando eu acompanhava bandas, ninguém pensava que eu estava lá trabalhando, supunham que eu era namorada de algum dos membros da banda,&quot; lembra Katia Abreu. O palco, acreditam, é o meio ideal de espalhar a mensagem feminista: &quot;Decidi que vou ser mulherzérrima em cima do palco, pois acho que muitas mulheres querem poder exercer sua feminilidade de maneira livre. Quero levantar essa bandeira&quot;, explica Nathalia Ferro.</itunes:summary>
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			<description>Em tempos em que uma garota é filmada sendo estuprada por 30 pessoas e o governo não faz mais questão de colocar mulheres em cargos de responsabilidade, o tema dessa semana no podcast LADO BI é Feminismo na Música. Três cantoras compareceram no estúdio para discutir suas experiências no mundo da música enquanto mulheres, e como com suas composições espalham a mensagem de empoderamento feminino para seu público: Stela Campos, Iara Rennó e Nathalia Ferro. A produtora musical Katia Abreu e a jornalista cultural Carola Gonzales também participaram do debate. As compositoras chamam a atenção para o fato de que as ideias das mulheres ainda não recebem importância na música brasileira: &quot;O Brasil tem essa tradição de que menina só canta, não pode ter uma ideia própria para transmitir em suas canções&quot;, aponta Stela Campos. &quot;A mulher é colocada numa mera posição de diva, para quem os homens cantam&quot;, completa Iara Rennó. O machismo também dá as caras atrás dos palcos: &quot;Quando eu acompanhava bandas, ninguém pensava que eu estava lá trabalhando, supunham que eu era namorada de algum dos membros da banda,&quot; lembra Katia Abreu. O palco, acreditam, é o meio ideal de espalhar a mensagem feminista: &quot;Decidi que vou ser mulherzérrima em cima do palco, pois acho que muitas mulheres querem poder exercer sua feminilidade de maneira livre. Quero levantar essa bandeira&quot;, explica Nathalia Ferro.</description>
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			<pubDate>Mon, 20 Jun 2016 08:00:00 -0300</pubDate>
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			<itunes:keywords>LGBT, feminismo, Iara Rennó, Nathalia Ferro, Stela Campos, Dia da Música</itunes:keywords>
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			<title>#148 - Visibilidade HIV</title>
			<itunes:author>Lado Bi</itunes:author>
			<itunes:subtitle>Soropositivo: &quot;as pessoas ainda são muito reativas quando o assunto é HIV&quot;</itunes:subtitle>
			<itunes:summary>&quot;Quando recebi o diagnóstico soropositivo, o mais pesado foi sentir o estigma caindo sobre mim, a sensação de virar cidadão de segunda classe. No entanto, a imensa maioria das reações quando eu contei que tenho HIV foram positivas.&quot; Quem dá esse relato é Gabriel Estrëlla, ator e coordenador do projeto Boa Sorte, que discute a visibilidade dos soropositivos no programa dessa semana. Ele aponta que criou-se uma cultura que transforma a soropositividade em assunto proibido: &quot;Ninguém nunca me falou que eu posso falar sobre isso. E existem médicos que dizem que o paciente não deve contar para ninguém. Querendo ou não você sente que é uma arma biológica.&quot; Ser soropositivo é tabu mesmo entre soropositivos: &quot;Mesmo entre jovens politizados que vivem com HIV, ainda há muita dor sobre falar sobre o próprio HIV.&quot; Estrëlla lembra que os soropositivos deveriam perder o receio contra o tratamento antirretroviral: &quot;As pessoas têm muito medo do tratamento. O remédio é algo que permite que eu faça tudo que eu quero. Os pacientes têm que se empoderar para trocar um tratamento que não esteja satisfatório&quot;.</itunes:summary>
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			<description>&quot;Quando recebi o diagnóstico soropositivo, o mais pesado foi sentir o estigma caindo sobre mim, a sensação de virar cidadão de segunda classe. No entanto, a imensa maioria das reações quando eu contei que tenho HIV foram positivas.&quot; Quem dá esse relato é Gabriel Estrëlla, ator e coordenador do projeto Boa Sorte, que discute a visibilidade dos soropositivos no programa dessa semana. Ele aponta que criou-se uma cultura que transforma a soropositividade em assunto proibido: &quot;Ninguém nunca me falou que eu posso falar sobre isso. E existem médicos que dizem que o paciente não deve contar para ninguém. Querendo ou não você sente que é uma arma biológica.&quot; Ser soropositivo é tabu mesmo entre soropositivos: &quot;Mesmo entre jovens politizados que vivem com HIV, ainda há muita dor sobre falar sobre o próprio HIV.&quot; Estrëlla lembra que os soropositivos deveriam perder o receio contra o tratamento antirretroviral: &quot;As pessoas têm muito medo do tratamento. O remédio é algo que permite que eu faça tudo que eu quero. Os pacientes têm que se empoderar para trocar um tratamento que não esteja satisfatório&quot;.</description>
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			<pubDate>Mon, 13 Jun 2016 08:00:00 -0300</pubDate>
			<itunes:duration>01:03:54</itunes:duration>
			<itunes:keywords>LGBT, HIV, Aids, Projeto Boa Sorte, Gabriel Estrella, soropositivo</itunes:keywords>
			<itunes:explicit>yes</itunes:explicit>
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		<item>
			<title>#147 - Fernando Haddad</title>
			<itunes:author>Lado Bi</itunes:author>
			<itunes:subtitle>Fernando Haddad: &quot;Não deixaria de apoiar LGBTs por cálculo eleitoral&quot;</itunes:subtitle>
			<itunes:summary>Às vésperas da Parada do Orgulho LGBT paulistana, o prefeito de São Paulo, Fernando Haddad, recebe o podcast Lado Bi para uma conversa sobre as medidas que sua administração vem tomando em defesa da população LGBT. Em seu gabinete, Haddad fala sobre a importância da Parada para a cidade e justifica por que nunca compareceu oficialmente no evento: &quot;não quero que pensem que estou me aproveitando para fazer promoção pessoal&quot;. Ele também comemora o sucesso do programa Transcidadania, explica a criação dos Centros de Cidadania LGBT e explica por que não vetou o Plano Municipal de Educação que excluiu a educação de sexualidade e gênero do programa. Por fim, considera a campanha de reeleição: &quot;não deixaria de apoiar LGBTs por cálculo eleitoral, é algo que vai totalmente contra minha formação e meus princípios. Se um prefeito perder a eleição por construir faixas de ônibus e ciclovias, acho que a culpa não é do prefeito&quot;, ironiza.</itunes:summary>
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			<description>Às vésperas da Parada do Orgulho LGBT paulistana, o prefeito de São Paulo, Fernando Haddad, recebe o podcast Lado Bi para uma conversa sobre as medidas que sua administração vem tomando em defesa da população LGBT. Em seu gabinete, Haddad fala sobre a importância da Parada para a cidade e justifica por que nunca compareceu oficialmente no evento: &quot;não quero que pensem que estou me aproveitando para fazer promoção pessoal&quot;. Ele também comemora o sucesso do programa Transcidadania, explica a criação dos Centros de Cidadania LGBT e explica por que não vetou o Plano Municipal de Educação que excluiu a educação de sexualidade e gênero do programa. Por fim, considera a campanha de reeleição: &quot;não deixaria de apoiar LGBTs por cálculo eleitoral, é algo que vai totalmente contra minha formação e meus princípios. Se um prefeito perder a eleição por construir faixas de ônibus e ciclovias, acho que a culpa não é do prefeito&quot;, ironiza.</description>
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			<pubDate>Mon, 06 Jun 2016 08:00:00 -0300</pubDate>
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			<itunes:keywords>Fernando Haddad, Parada do Orgulho LGBT, São Paulo, Transcidadania</itunes:keywords>
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			<title>#146 - Estética Masculina</title>
			<itunes:author>Lado Bi</itunes:author>
			<itunes:subtitle>Estética Masculina: como se cuidar sem estragar o orçamento nem a agenda</itunes:subtitle>
			<itunes:summary>Cuidar da aparência por muito tempo foi considerado &quot;coisa de viado&quot;. Mas será mesmo? Essa semana o LADO BI conversa sobre Estética Masculina com o dr. Marcos Fernandes, dermatologista da Clínica Instituto Amazônia; Wagner Ribeiro, hairstylist da Garagem Barbearia; e Marcell Filgueiras, adepto dos cuidados pessoais e parte do canal Chá dos 5. Dar um trato na aparência hoje é essencial, acreditam: &quot;As pessoas estão muito expostas a isso. é até feio quando você encontra um cara descuidado&quot;, alerta Filgueiras. E não é coisa só de gays: &quot;Hoje muitas vezes a própria esposa leva o marido para o salão, pede o que quer que a gente faça com ele e fica lá esperando&quot;, lembra Ribeiro. O dr. Fernandes conta quais são os procedimentos mais populares em sua clínica: &quot;Há uma grande procura por tratamentos relacionados a perda de gordura no corpo, e pacientes que querem minimizar linhas de expressão&quot;. E alerta: nem sempre o produto mais caro é o melhor: &quot;mais do que o preço, o comprador deve buscar o produto correto. Às vezes basta comprar o produto mais barato, mas com o princípio ativo adequado.&quot; Filgueiras dá dicas de como incluir os cuidados pessoais na rotina: &quot;As pessoas têm muita preguiça. Pensa comigo, como você pode ter preguiça de ficar mais bonito?&quot;.</itunes:summary>
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			<description>Cuidar da aparência por muito tempo foi considerado &quot;coisa de viado&quot;. Mas será mesmo? Essa semana o LADO BI conversa sobre Estética Masculina com o dr. Marcos Fernandes, dermatologista da Clínica Instituto Amazônia; Wagner Ribeiro, hairstylist da Garagem Barbearia; e Marcell Filgueiras, adepto dos cuidados pessoais e parte do canal Chá dos 5. Dar um trato na aparência hoje é essencial, acreditam: &quot;As pessoas estão muito expostas a isso. é até feio quando você encontra um cara descuidado&quot;, alerta Filgueiras. E não é coisa só de gays: &quot;Hoje muitas vezes a própria esposa leva o marido para o salão, pede o que quer que a gente faça com ele e fica lá esperando&quot;, lembra Ribeiro. O dr. Fernandes conta quais são os procedimentos mais populares em sua clínica: &quot;Há uma grande procura por tratamentos relacionados a perda de gordura no corpo, e pacientes que querem minimizar linhas de expressão&quot;. E alerta: nem sempre o produto mais caro é o melhor: &quot;mais do que o preço, o comprador deve buscar o produto correto. Às vezes basta comprar o produto mais barato, mas com o princípio ativo adequado.&quot; Filgueiras dá dicas de como incluir os cuidados pessoais na rotina: &quot;As pessoas têm muita preguiça. Pensa comigo, como você pode ter preguiça de ficar mais bonito?&quot;.</description>
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			<pubDate>Mon, 30 May 2016 08:00:00 -0300</pubDate>
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			<itunes:keywords>Dermatologia, cosméticos, estética masculina</itunes:keywords>
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			<title>#145 - Funk Carioca</title>
			<itunes:author>Lado Bi</itunes:author>
			<itunes:subtitle>&quot;Uso o funk para combater a homofobia&quot;: MC Queer estreia o single &quot;Fiscal&quot;</itunes:subtitle>
			<itunes:summary>Esta semana o LADO BI fala sobre Funk Carioca com MC Queer, funkeiro que usa o batidão para combater a homofobia e que nessa semana estreia o clipe de seu primeiro single, &quot;Fiscal&quot;. Ele conta por que decidiu usar os &quot;proibidões&quot; como arma contra o preconceito: &quot;O funk hoje fala com todas as classes, gêneros e orientações sexuais. Eu sou gay, e adoro dançar e cantar funk, mas não encontrava muitos que falassem sobre nossa causa... Se eu fico lá curtindo músicas que falam de mulher, por que eu não posso compor algo que fale sobre a realidade LGBT?&quot;.  O criminólogo Danilo Cymrot, estudioso do funk, fala sobre a suposta homofobia e misoginia inerente ao funk: &quot;Nem sempre: MC Catra, por exemplo, afirma que todo homofóbico é um gay enrustido. As mulheres MCs se colocam numa posição de objeto sexual, mas tiram vantagem disso - algo que muitos consideram um ato neofeminista&quot;. E explica como o funk libera o corpo dos homens: &quot;no baile funk, o homem se dá o direito de dançar de forma sensual, independente de sua orientação sexual&quot;.  Por fim, os dois indicam os principais funkeiros LGBT da cena hoje e discutem a transformação das funkeiras em divas pelos gays: &quot;Ser homossexual é uma luta diária com sua autoestima. Elas cantam sobre a autoestima, como alguém que deu a volta por cima&quot;, explica MC Queer. Cymrot completa: &quot;Por ser um grupo muito reprimido e vulnerável, existe a projeção sobre uma mulher superpoderosa que afirma seu poder.&quot; </itunes:summary>
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			<description>Esta semana o LADO BI fala sobre Funk Carioca com MC Queer, funkeiro que usa o batidão para combater a homofobia e que nessa semana estreia o clipe de seu primeiro single, &quot;Fiscal&quot;. Ele conta por que decidiu usar os &quot;proibidões&quot; como arma contra o preconceito: &quot;O funk hoje fala com todas as classes, gêneros e orientações sexuais. Eu sou gay, e adoro dançar e cantar funk, mas não encontrava muitos que falassem sobre nossa causa... Se eu fico lá curtindo músicas que falam de mulher, por que eu não posso compor algo que fale sobre a realidade LGBT?&quot;.  O criminólogo Danilo Cymrot, estudioso do funk, fala sobre a suposta homofobia e misoginia inerente ao funk: &quot;Nem sempre: MC Catra, por exemplo, afirma que todo homofóbico é um gay enrustido. As mulheres MCs se colocam numa posição de objeto sexual, mas tiram vantagem disso - algo que muitos consideram um ato neofeminista&quot;. E explica como o funk libera o corpo dos homens: &quot;no baile funk, o homem se dá o direito de dançar de forma sensual, independente de sua orientação sexual&quot;.  Por fim, os dois indicam os principais funkeiros LGBT da cena hoje e discutem a transformação das funkeiras em divas pelos gays: &quot;Ser homossexual é uma luta diária com sua autoestima. Elas cantam sobre a autoestima, como alguém que deu a volta por cima&quot;, explica MC Queer. Cymrot completa: &quot;Por ser um grupo muito reprimido e vulnerável, existe a projeção sobre uma mulher superpoderosa que afirma seu poder.&quot; </description>
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			<pubDate>Mon, 23 May 2016 08:00:00 -0300</pubDate>
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			<itunes:keywords>Funk, Funk Carioca, MC Queer, Valesca, MC Linn</itunes:keywords>
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		<item>
			<title>#144 - Doação de Sangue</title>
			<itunes:author>Lado Bi</itunes:author>
			<itunes:subtitle>Doação de sangue: probição do Ministério da Saúde é falha, discrimina LGBTs</itunes:subtitle>
			<itunes:summary>O Brasil proíbe que homens que fizeram sexo com outros homens nos últimos doze meses doem sangue. E assim, muitos que gostariam de ajudar a salvar vidas não conseguem. É para acabar com esse desperdício que a ONG internacional All Out lançou a campanha Wasted Blodd. Leandro Ramos, seu representante, conta o porquê dessa proibição: &quot;A justificativa do Ministério da Saúde é que a incidência de DSTs, particularmente do HIV, é maior entre gays. Com isso, você reforça a ideia de que gays são um grupo de risco - um conceito defasado - e aumenta a discriminação e estigmatização, perpetuando a ideia de que gay é uma pessoa perigosa.&quot; Isso faz com que LGBTs como o ouvinte Evandro Mendonça, que conta sua história, sejam discriminados em hemocentros. Além disso, a proibição é desnecessária, já que todas as bolsas de sangue são obrigatoriamente testadas contra DSTs, e a portaria tem por base conceitos falhos: &quot;A principal justificativa da proibição é a prática do sexo anal. Mas não são apenas gays que fazem sexo anal, e tampouco todos os gays fazem sexo anal&quot;, lembra Ramos. &quot;A portaria e questionário deveriam perguntar sobre suas práticas sexuais.&quot;</itunes:summary>
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			<description>O Brasil proíbe que homens que fizeram sexo com outros homens nos últimos doze meses doem sangue. E assim, muitos que gostariam de ajudar a salvar vidas não conseguem. É para acabar com esse desperdício que a ONG internacional All Out lançou a campanha Wasted Blodd. Leandro Ramos, seu representante, conta o porquê dessa proibição: &quot;A justificativa do Ministério da Saúde é que a incidência de DSTs, particularmente do HIV, é maior entre gays. Com isso, você reforça a ideia de que gays são um grupo de risco - um conceito defasado - e aumenta a discriminação e estigmatização, perpetuando a ideia de que gay é uma pessoa perigosa.&quot; Isso faz com que LGBTs como o ouvinte Evandro Mendonça, que conta sua história, sejam discriminados em hemocentros. Além disso, a proibição é desnecessária, já que todas as bolsas de sangue são obrigatoriamente testadas contra DSTs, e a portaria tem por base conceitos falhos: &quot;A principal justificativa da proibição é a prática do sexo anal. Mas não são apenas gays que fazem sexo anal, e tampouco todos os gays fazem sexo anal&quot;, lembra Ramos. &quot;A portaria e questionário deveriam perguntar sobre suas práticas sexuais.&quot;</description>
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			<pubDate>Mon, 16 May 2016 08:00:00 -0300</pubDate>
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			<itunes:keywords>Sangue, doação de sangue, All Out, homofobia, preconceito, Ministério da Saúde</itunes:keywords>
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		<item>
			<title>#143 - David Miranda</title>
			<itunes:author>Lado Bi</itunes:author>
			<itunes:subtitle>David Miranda conta como foi detido em Londres por colaborar com Snowden</itunes:subtitle>
			<itunes:summary>Essa semana o Lado Bi entrevista David Miranda, jornalista, ativista LGBT e marido do também jornalista Glenn Greenwald. Juntos, os dois foram parte da equipe responsável por revelar ao mundo os esquemas de espionagem eletrônica internacional da NSA, a agência de segurança nacional norte-americana. Miranda recorda-se de quando ficou preso no aeroporto de Heathrow em 2013: &quot;Fiquei detido numa sala sendo interrogado por sete agentes diferentes, sem o direito a me recusar a responder suas perguntas, sob risco de prisão.&quot; Também conta o que fez para tentar voltar a salvo para o Brasil: &quot;Eu estava sozinho, pegaram todo meu equipamento, me deixaram sem nada. Achei melhor não tomar nada que me oferecessem para beber, e me recusei a pisar no solo britânico por medo do que poderia acontecer.&quot; David Miranda também comenta os recentes enfrentamentos que teve com a família Marinho por causa dos artigos que publicou recentemente sobre o processo de impeachment da presidente Dilma no exterior: &quot;Nossos artigos incomodaram bastante porque tiveram muito alcance e, neles, mostramos os dois lados, apontando a corrupção mas também o teor político do que está acontecendo.&quot; Por fim, lamenta o que vem acontecendo com o programa carioca Rio Sem Homofobia: &quot;Mais de 80% de seus funcionários foram demitidos esse ano. Queremos que esse programa se torne uma política de estado, não algo que fique à mercê de um novo secretário que possa se opor a ele.&quot;</itunes:summary>
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			<description>Essa semana o Lado Bi entrevista David Miranda, jornalista, ativista LGBT e marido do também jornalista Glenn Greenwald. Juntos, os dois foram parte da equipe responsável por revelar ao mundo os esquemas de espionagem eletrônica internacional da NSA, a agência de segurança nacional norte-americana. Miranda recorda-se de quando ficou preso no aeroporto de Heathrow em 2013: &quot;Fiquei detido numa sala sendo interrogado por sete agentes diferentes, sem o direito a me recusar a responder suas perguntas, sob risco de prisão.&quot; Também conta o que fez para tentar voltar a salvo para o Brasil: &quot;Eu estava sozinho, pegaram todo meu equipamento, me deixaram sem nada. Achei melhor não tomar nada que me oferecessem para beber, e me recusei a pisar no solo britânico por medo do que poderia acontecer.&quot; David Miranda também comenta os recentes enfrentamentos que teve com a família Marinho por causa dos artigos que publicou recentemente sobre o processo de impeachment da presidente Dilma no exterior: &quot;Nossos artigos incomodaram bastante porque tiveram muito alcance e, neles, mostramos os dois lados, apontando a corrupção mas também o teor político do que está acontecendo.&quot; Por fim, lamenta o que vem acontecendo com o programa carioca Rio Sem Homofobia: &quot;Mais de 80% de seus funcionários foram demitidos esse ano. Queremos que esse programa se torne uma política de estado, não algo que fique à mercê de um novo secretário que possa se opor a ele.&quot;</description>
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			<pubDate>Mon, 09 May 2016 08:00:00 -0300</pubDate>
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			<itunes:keywords>LGBT, David Miranda, Glenn Greenwald, Edward Snowden, NSA, Rio de Janeiro, Olimpíadas</itunes:keywords>
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		<item>
			<title>#142 - Homofobia Internalizada</title>
			<itunes:author>Lado Bi</itunes:author>
			<itunes:subtitle>&quot;Se o pai da homofobia é o machismo, a mãe é a misoginia&quot;, diz psicólogo</itunes:subtitle>
			<itunes:summary>Nesta edição, o Lado Bi o discute a homofobia internalizada. &quot;É tudo que aprendemos de negativo sobre a homossexualidade desde criança, que reproduzimos no próprio meio e que faz com que homossexuais odeiem outros homossexuais e transgêneros&quot;, diz o psicólogo Pedro Sammarco, que estuda o tema. Segundo ele, a fonte disso é a misoginia, ou seja, a negação e a depreciação daquilo que a sociedade considera como feminino. Isto afeta a autoestima e coloca a população LGBT no submundo, e a faz adquirir comportamentos autodestrutivos, que são levados por muitos até a terceira idade. &quot;Se o pai da homofobia é o machismo, a mãe é a misoginia&quot;, diz ele.</itunes:summary>
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			<description>Nesta edição, o Lado Bi o discute a homofobia internalizada. &quot;É tudo que aprendemos de negativo sobre a homossexualidade desde criança, que reproduzimos no próprio meio e que faz com que homossexuais odeiem outros homossexuais e transgêneros&quot;, diz o psicólogo Pedro Sammarco, que estuda o tema. Segundo ele, a fonte disso é a misoginia, ou seja, a negação e a depreciação daquilo que a sociedade considera como feminino. Isto afeta a autoestima e coloca a população LGBT no submundo, e a faz adquirir comportamentos autodestrutivos, que são levados por muitos até a terceira idade. &quot;Se o pai da homofobia é o machismo, a mãe é a misoginia&quot;, diz ele.</description>
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			<pubDate>Mon, 02 May 2016 08:00:00 -0300</pubDate>
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			<itunes:keywords>LGBT, homofobia, HIV, Aids, depressão, solidão, violência doméstica</itunes:keywords>
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		</item>
		<item>
			<title>#141 - Montação</title>
			<itunes:author>Lado Bi</itunes:author>
			<itunes:subtitle>&quot;Se montar dá auto-estima e autoconfiança&quot;, dizem drag queens</itunes:subtitle>
			<itunes:summary>Nesta edição, o Lado Bi entrevista pessoas que se montam de drag. Mas o que é montação? Só existe no campo profissional? Quando o personagem deixa de ser personagem e vira personalidade? &quot;A montação não deixa de ser montação quando vira parte da sua personalidade. A Elke Maravilha, por exemplo, uma vez eu a entrevistei e perguntei se ela queria fazer montada ou à paisana. Ela me disse: ‘Meu amor, você me conhece, eu sou igual a você. Eu nunca estou à paisana…’&quot;, diz a drag Malonna. E a montação também tem uma função terapêutica: ajuda na autoestima. "Eu tenho a autoestima muito baixa. Quando estou de Henrique sempre acho que as pessoas estão olhando pra mim estranho. A Amanda para mim é uma máscara. E dou em cima dos boys… Algo que eu nunca faria como Henrique, pois morro de medo de rejeição&quot;, conta da drag Amanda Sparks.</itunes:summary>
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			<description>Nesta edição, o Lado Bi entrevista pessoas que se montam de drag. Mas o que é montação? Só existe no campo profissional? Quando o personagem deixa de ser personagem e vira personalidade? &quot;A montação não deixa de ser montação quando vira parte da sua personalidade. A Elke Maravilha, por exemplo, uma vez eu a entrevistei e perguntei se ela queria fazer montada ou à paisana. Ela me disse: ‘Meu amor, você me conhece, eu sou igual a você. Eu nunca estou à paisana…’&quot;, diz a drag Malonna. E a montação também tem uma função terapêutica: ajuda na autoestima. "Eu tenho a autoestima muito baixa. Quando estou de Henrique sempre acho que as pessoas estão olhando pra mim estranho. A Amanda para mim é uma máscara. E dou em cima dos boys… Algo que eu nunca faria como Henrique, pois morro de medo de rejeição&quot;, conta da drag Amanda Sparks.</description>
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			<pubDate>Mon, 25 Apr 2016 08:00:00 -0300</pubDate>
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			<itunes:keywords>LGBT, drag queen, montação, RuPaul's Drag Race</itunes:keywords>
			<itunes:explicit>yes</itunes:explicit>
		</item>
		<item>
			<title>#140 - Venezuela</title>
			<itunes:author>Lado Bi</itunes:author>
			<itunes:subtitle>Correspondente da Folha na Venezuela diz que país não tem nem camisinha</itunes:subtitle>
			<itunes:summary>Nesta edição, o Lado Bi entrevista Samy Adghirni, correspondente da Folha de S.Paulo em Caracas. Ele conta por que a defesa dos direitos LGBT no país é deixada para último plano e como os evangélicos interferem nisso. &quot;Eles consideram que a Venezuela tem tantos problemas, então por que se preocupar com essas questões ‘menores’?&quot; Além disso, ele explica como as políticas de combate à Aids foram abandonadas. &quot;Em um país que não tem aspirina, nem camisinha, imagine o coquetel?&quot; Por fim, conta a história de Tamara Adrian, uma deputada transgênero que é uma voz dissidente no parlamento venezuelana.</itunes:summary>
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			<description>Nesta edição, o Lado Bi entrevista Samy Adghirni, correspondente da Folha de S.Paulo em Caracas. Ele conta por que a defesa dos direitos LGBT no país é deixada para último plano e como os evangélicos interferem nisso. &quot;Eles consideram que a Venezuela tem tantos problemas, então por que se preocupar com essas questões ‘menores’?&quot; Além disso, ele explica como as políticas de combate à Aids foram abandonadas. &quot;Em um país que não tem aspirina, nem camisinha, imagine o coquetel?&quot; Por fim, conta a história de Tamara Adrian, uma deputada transgênero que é uma voz dissidente no parlamento venezuelana.</description>
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			<pubDate>Mon, 18 Apr 2016 08:00:00 -0300</pubDate>
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			<itunes:keywords>LGBT, Venezuela, HIV, transgênero, crise econômica</itunes:keywords>
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			<title>#139 - Lado Bi Atende</title>
			<itunes:author>Lado Bi</itunes:author>
			<itunes:subtitle>&quot;Fiquei com um menino gato que posta textos de extrema direita, desisto?&quot;</itunes:subtitle>
			<itunes:summary>Esta é uma das perguntas de mais uma edição do Lado Bi Atende, um programa especial em que respondemos, com a presença de um convidado, a perguntas de nossos leitores. No estúdio, Marcio Rolim, do canal &quot;Vida de Bunita&quot;, ajuda a responder esta e outras perguntas como: &quot;Fui garota de programa durante a época da faculdade para ajudar a me manter, mas agora estou saindo com um cara muito legal. Devo contar?&quot;; &quot;Eu e meu namorado percebemos que a coisa saiu de controle com nosso 'fuck buddy' e ele praticamente virou nosso namorado, como dizer que esse não era o plano sem magoar o amigo?&quot;</itunes:summary>
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			<description>Esta é uma das perguntas de mais uma edição do Lado Bi Atende, um programa especial em que respondemos, com a presença de um convidado, a perguntas de nossos leitores. No estúdio, Marcio Rolim, do canal &quot;Vida de Bunita&quot;, ajuda a responder esta e outras perguntas como: &quot;Fui garota de programa durante a época da faculdade para ajudar a me manter, mas agora estou saindo com um cara muito legal. Devo contar?&quot;; &quot;Eu e meu namorado percebemos que a coisa saiu de controle com nosso 'fuck buddy' e ele praticamente virou nosso namorado, como dizer que esse não era o plano sem magoar o amigo?&quot;</description>
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			<pubDate>Mon, 11 Apr 2016 08:00:00 -0300</pubDate>
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			<itunes:keywords>LGBT, relacionamento aberto, ciúme, política</itunes:keywords>
			<itunes:explicit>yes</itunes:explicit>
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			<title>#138 - As Bahias e a Cozinha Mineira</title>
			<itunes:author>Lado Bi</itunes:author>
			<itunes:subtitle>MPB dos anos 60 e 70 virou música de festa alternativa, dizem cantoras trans</itunes:subtitle>
			<itunes:summary>Nesta edição, o Lado Bi entrevista a banda As Bahias e a Cozinha Mineira, que tem duas vocalistas transgênero. Elas dizem que, hoje em dia, festas que tocam artistas como Jorge Benjor, Tim Maia, Gal Costa, são vistas como festas de música alternativa. &quot;É estranhíssimo que o que se produz em língua portuguesa seja tido como alternativo&quot;, diz Raquel Virgínia. No entanto, a outra vocalista, Assucena Assucena, faz uma ressalva: &quot;Não acho problema ouvir música americana ou inglesa, tanto que a Amy Winehouse é uma inspiração pra gente.&quot; Ex-estudantes de História da USP, elas contam porque decidiram abandonar a faculdade. &quot;Quanto mais eu me tornava travesti, mais eu me afastava da USP, porque aquele ambiente é cheio de contradições. Eu sou negra e era muito opressor ver uma discussão sobre escravidão com professores brancos, alunos brancos, e meus pontos de vista não eram hegemónicos e, portanto, não eram levados em conta.&quot;</itunes:summary>
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			<description>Nesta edição, o Lado Bi entrevista a banda As Bahias e a Cozinha Mineira, que tem duas vocalistas transgênero. Elas dizem que, hoje em dia, festas que tocam artistas como Jorge Benjor, Tim Maia, Gal Costa, são vistas como festas de música alternativa. &quot;É estranhíssimo que o que se produz em língua portuguesa seja tido como alternativo&quot;, diz Raquel Virgínia. No entanto, a outra vocalista, Assucena Assucena, faz uma ressalva: &quot;Não acho problema ouvir música americana ou inglesa, tanto que a Amy Winehouse é uma inspiração pra gente.&quot; Ex-estudantes de História da USP, elas contam porque decidiram abandonar a faculdade. &quot;Quanto mais eu me tornava travesti, mais eu me afastava da USP, porque aquele ambiente é cheio de contradições. Eu sou negra e era muito opressor ver uma discussão sobre escravidão com professores brancos, alunos brancos, e meus pontos de vista não eram hegemónicos e, portanto, não eram levados em conta.&quot;</description>
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			<pubDate>Mon, 04 Apr 2016 08:00:00 -0300</pubDate>
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			<itunes:keywords>LGBT, MPB, transgênero, Gal Costa, Amy Winehouse</itunes:keywords>
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			<title>#137 - Congresso</title>
			<itunes:author>Lado Bi</itunes:author>
			<itunes:subtitle>&quot;O evangelho virou nicho de mercado na política brasileira&quot;, diz jornalista</itunes:subtitle>
			<itunes:summary>Nesta edição, o Lado Bi debate a homofobia no Congresso. Direto de Brasília, a diretora do curta &quot;Em Defesa da Família&quot;, selecionado para o Festival de Cannes, fala sobre a história real de um casal de mulheres que trabalha no Senado, mães de três filhos, e sua relação com as pautas homofóbicas do Congresso brasileiro. O correspondente do UOL na capital federal, Leandro Prazeres, e a assessora do deputado Jean Wyllys, Evelyn Silva, também comentam como a homofobia é sistemática e se estende entre assessores e gabinetes, especialmente na chamada Bancada da Bala. &quot;O evangelho, essa bandeira ideológica religiosa é um produto. As pessoas se apropriam desse produto. Virou um nicho de mercado dentro da política&quot;, completa Prazeres.</itunes:summary>
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			<description>Nesta edição, o Lado Bi debate a homofobia no Congresso. Direto de Brasília, a diretora do curta &quot;Em Defesa da Família&quot;, selecionado para o Festival de Cannes, fala sobre a história real de um casal de mulheres que trabalha no Senado, mães de três filhos, e sua relação com as pautas homofóbicas do Congresso brasileiro. O correspondente do UOL na capital federal, Leandro Prazeres, e a assessora do deputado Jean Wyllys, Evelyn Silva, também comentam como a homofobia é sistemática e se estende entre assessores e gabinetes, especialmente na chamada Bancada da Bala. &quot;O evangelho, essa bandeira ideológica religiosa é um produto. As pessoas se apropriam desse produto. Virou um nicho de mercado dentro da política&quot;, completa Prazeres.</description>
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			<pubDate>Mon, 28 Mar 2016 08:00:00 -0300</pubDate>
			<itunes:duration>01:11:02</itunes:duration>
			<itunes:keywords>LGBT, Congresso, política, impeachment, Jean Wyllys, Jair Bolsonaro</itunes:keywords>
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			<title>#136 - Nordeste</title>
			<itunes:author>Lado Bi</itunes:author>
			<itunes:subtitle>No nordeste, gays que utilizam aplicativos são considerados vulgares</itunes:subtitle>
			<itunes:summary>Nesta edição, o Lado Bi entrevista Daniel Sena, diretor de cinema, baiano; Gael Rodrigues, escritor, paraibano e João Pedro Lacerda, estudante de medicina, paraibano. Os três vão contar quais as diferenças entre ser gay no Nordeste e no Sudeste. &quot;Em São Paulo, se você for efeminado e tiver uns tantos trejeitos, você não terá tantos problemas. Lá na Paraíba, de onde eu vim, vicie vai ser mais respeitado se tiver um comportamento mais heteronormativo&quot;, diz Gael Rodrigues. O conterrâneo João Pedro também ressalta que apenas nas áreas mais abastadas das capitais é possível que gays andem, por exemplo, de mãos dadas. E até nos aplicativos de encontros rola preconceito entre os gays. Segundo os convidados, quem usa esse tipo de recurso é considerado &quot;vulgar e desesperado&quot;.</itunes:summary>
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			<description>Nesta edição, o Lado Bi entrevista Daniel Sena, diretor de cinema, baiano; Gael Rodrigues, escritor, paraibano e João Pedro Lacerda, estudante de medicina, paraibano. Os três vão contar quais as diferenças entre ser gay no Nordeste e no Sudeste. &quot;Em São Paulo, se você for efeminado e tiver uns tantos trejeitos, você não terá tantos problemas. Lá na Paraíba, de onde eu vim, vicie vai ser mais respeitado se tiver um comportamento mais heteronormativo&quot;, diz Gael Rodrigues. O conterrâneo João Pedro também ressalta que apenas nas áreas mais abastadas das capitais é possível que gays andem, por exemplo, de mãos dadas. E até nos aplicativos de encontros rola preconceito entre os gays. Segundo os convidados, quem usa esse tipo de recurso é considerado &quot;vulgar e desesperado&quot;.</description>
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			<pubDate>Mon, 21 Mar 2016 08:00:00 -0300</pubDate>
			<itunes:duration>01:07:50</itunes:duration>
			<itunes:keywords>LGBT, nordeste, Brasil, aplicativo, Paraíba, Bahia</itunes:keywords>
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		<item>
			<title>#135 - Superfãs</title>
			<itunes:author>Lado Bi</itunes:author>
			<itunes:subtitle>&quot;As divas pop representam tudo que seus fãs querem ser&quot;, diz documentarista</itunes:subtitle>
			<itunes:summary>Esta semana conversamos sobre Superfãs de divas pop. No estúdio, Paulo Cesar Toledo, diretor do documentário &quot;Waiting for B&quot;, sobre os fãs de Beyoncé que acamparam na frente do estádio por 57 para serem os primeiros a entrar em seu show, e superfãs de Lady Gaga, Rihanna e Lana Del Rey. Romário, superfã da Lady Gaga, explica a razão da adoração de gays por divas pop: &quot;Quando você é gay, nem todo mundo te acolhe ou te aceita. Então quando você vê um ícone fazendo um discurso a seu favor e te defende, mesmo distante, você se apega a isso&quot;. Paulo Cesar Toledo completa com suas observações sobre os fãs de Beyoncé que filmou: &quot;Elas são tudo o que eles gostariam de ser&quot;. Apesar da identificação com as divas, não é essencial que elas escrevam as próprias canções, aponta Spencer Quintanilha, superfã da Lady Gaga: &quot;Whitney Houston e Michael Jackson não eram menos inspiradores porque não compunham todas as músicas.&quot; Álvaro, superfã de Rihanna, concorda: &quot;Nenhuma delas é 100% autêntica - a partir de uma imagem que dá certo, elas conciliam aquilo o que dá certo com o que é verdadeiramente ela&quot;. Todos concordam, no entanto, que cantores gays pop não inspiram os superfãs da mesma maneira: &quot;Eles não são tão representativos. Adam Lambert é ótimo, mas não é tão atrativo. A gente tem vontade de ser as divas, e de beijar os ídolos - héteros&quot;.</itunes:summary>
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			<description>Esta semana conversamos sobre Superfãs de divas pop. No estúdio, Paulo Cesar Toledo, diretor do documentário &quot;Waiting for B&quot;, sobre os fãs de Beyoncé que acamparam na frente do estádio por 57 para serem os primeiros a entrar em seu show, e superfãs de Lady Gaga, Rihanna e Lana Del Rey. Romário, superfã da Lady Gaga, explica a razão da adoração de gays por divas pop: &quot;Quando você é gay, nem todo mundo te acolhe ou te aceita. Então quando você vê um ícone fazendo um discurso a seu favor e te defende, mesmo distante, você se apega a isso&quot;. Paulo Cesar Toledo completa com suas observações sobre os fãs de Beyoncé que filmou: &quot;Elas são tudo o que eles gostariam de ser&quot;. Apesar da identificação com as divas, não é essencial que elas escrevam as próprias canções, aponta Spencer Quintanilha, superfã da Lady Gaga: &quot;Whitney Houston e Michael Jackson não eram menos inspiradores porque não compunham todas as músicas.&quot; Álvaro, superfã de Rihanna, concorda: &quot;Nenhuma delas é 100% autêntica - a partir de uma imagem que dá certo, elas conciliam aquilo o que dá certo com o que é verdadeiramente ela&quot;. Todos concordam, no entanto, que cantores gays pop não inspiram os superfãs da mesma maneira: &quot;Eles não são tão representativos. Adam Lambert é ótimo, mas não é tão atrativo. A gente tem vontade de ser as divas, e de beijar os ídolos - héteros&quot;.</description>
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			<pubDate>Mon, 14 Mar 2016 08:00:00 -0300</pubDate>
			<itunes:duration>01:05:42</itunes:duration>
			<itunes:keywords>LGBT, divas, Beyoncé, Lady Gaga, Katy Perry, Madonna, Lana Del Rey, pop</itunes:keywords>
			<itunes:explicit>yes</itunes:explicit>
		</item>
		<item>
			<title>#134 - Laerte Coutinho</title>
			<itunes:author>Lado Bi</itunes:author>
			<itunes:subtitle>Laerte: &quot;Ainda encaram a pessoa trans como uma atração de circo&quot;</itunes:subtitle>
			<itunes:summary>A convidada desta semana do LADO BI, a cartunista Laerte Coutinho, que tem o humor como uma de suas principais características, comentou a constante reclamação de humoristas sobre a &quot;onda do politicamente correto&quot;. Segundo eles, o mundo &quot;está chato&quot;. Até John Cleese, do grupo Monty Phyton, disse que &quot;ninguém tem o direito de não ser ofendido&quot;. Será mesmo? Veja a opinião de Laerte: &quot;[Hoje], as pessoas protegem sua dignidade. Os humoristas muitas vezes reivindicam para si uma situação de imunidade. Nenhum tipo de discurso está imune a críticas, nem mesmo o humor&quot;. A cartunista e ícone trans fala sobre política, identidade de gênero e humor. &quot;Ainda encaram a pessoa trans como uma atração de circo - a transgeneridade é visto como algo ilegítimo&quot;.</itunes:summary>
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			<description>A convidada desta semana do LADO BI, a cartunista Laerte Coutinho, que tem o humor como uma de suas principais características, comentou a constante reclamação de humoristas sobre a &quot;onda do politicamente correto&quot;. Segundo eles, o mundo &quot;está chato&quot;. Até John Cleese, do grupo Monty Phyton, disse que &quot;ninguém tem o direito de não ser ofendido&quot;. Será mesmo? Veja a opinião de Laerte: &quot;[Hoje], as pessoas protegem sua dignidade. Os humoristas muitas vezes reivindicam para si uma situação de imunidade. Nenhum tipo de discurso está imune a críticas, nem mesmo o humor&quot;. A cartunista e ícone trans fala sobre política, identidade de gênero e humor. &quot;Ainda encaram a pessoa trans como uma atração de circo - a transgeneridade é visto como algo ilegítimo&quot;.</description>
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			<pubDate>Mon, 07 Mar 2016 08:00:00 -0300</pubDate>
			<itunes:duration>01:15:54</itunes:duration>
			<itunes:keywords>LGBT, transexual, cartunista, Laerte Coutinho, politicamente correto</itunes:keywords>
			<itunes:explicit>yes</itunes:explicit>
		</item>
		<item>
			<title>#133 - Linguagem</title>
			<itunes:author>Lado Bi</itunes:author>
			<itunes:subtitle>Conheça as armas que pastores neopentecostais usam contra LGBTs em sermões</itunes:subtitle>
			<itunes:summary>Essa semana o LADO BI discute os usos da linguagem como instrumento para propagar - ou reduzir - preconceitos. Participam da conversa Matheus Odorisi, doutor em linguística pela UFRJ; Maria Otilia Bocchini, professora aposentada da ECA-USP; e Luiza Coppieters, professora de filosofia e ativista trans. Odorisi analisou sermões de pastores neopentecostais, e como eles usam a linguagem para desumanizar homossexuais: &quot;Eles têm um discurso muito planejado: o tempo todo tratam homossexuais como um grupo diferente, distinto de seus fiéis. Ao longo de seus discursos, associam esse grupo 'estranho' a coisas extremamente negativas, como alcoolismo e uso de drogas. Ao tratar homossexuais como algo 'que se faz', insistem que pode-se deixar de ser homossexual assim como se pode deixar de usar cocaína. Já ouvi pastores associar a homossexualidade até ao PT&quot;. Os convidados comemoram a apropriação de termos inicialmente pejorativos por grupos de minoria; Bocchini aponta que &quot;as pessoas têm a capacidade de perceber quando é um ataque ou uma ofensa, e quando é uma coisa carinhosa.&quot; Coppieters lamenta que ainda se use propositalmente a linguagem para negar o gênero verdadeiro de pessoas trans: &quot;as pessoas respeitam o gênero de animais de estimação, mas não o nosso. É uma prática perversa.&quot;</itunes:summary>
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			<description>Essa semana o LADO BI discute os usos da linguagem como instrumento para propagar - ou reduzir - preconceitos. Participam da conversa Matheus Odorisi, doutor em linguística pela UFRJ; Maria Otilia Bocchini, professora aposentada da ECA-USP; e Luiza Coppieters, professora de filosofia e ativista trans. Odorisi analisou sermões de pastores neopentecostais, e como eles usam a linguagem para desumanizar homossexuais: &quot;Eles têm um discurso muito planejado: o tempo todo tratam homossexuais como um grupo diferente, distinto de seus fiéis. Ao longo de seus discursos, associam esse grupo 'estranho' a coisas extremamente negativas, como alcoolismo e uso de drogas. Ao tratar homossexuais como algo 'que se faz', insistem que pode-se deixar de ser homossexual assim como se pode deixar de usar cocaína. Já ouvi pastores associar a homossexualidade até ao PT&quot;. Os convidados comemoram a apropriação de termos inicialmente pejorativos por grupos de minoria; Bocchini aponta que &quot;as pessoas têm a capacidade de perceber quando é um ataque ou uma ofensa, e quando é uma coisa carinhosa.&quot; Coppieters lamenta que ainda se use propositalmente a linguagem para negar o gênero verdadeiro de pessoas trans: &quot;as pessoas respeitam o gênero de animais de estimação, mas não o nosso. É uma prática perversa.&quot;</description>
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			<pubDate>Mon, 29 Feb 2016 08:00:00 -0300</pubDate>
			<itunes:duration>01:12:51</itunes:duration>
			<itunes:keywords>LGBT, evangélico, neopentecostal, linguagem, linguística, transexual</itunes:keywords>
			<itunes:explicit>yes</itunes:explicit>
		</item>
		<item>
			<title>#132 - Putas</title>
			<itunes:author>Lado Bi</itunes:author>
			<itunes:subtitle>Prostituta: &quot;Muitos héteros procuram travestis porque somos mais baratas&quot;</itunes:subtitle>
			<itunes:summary>Esta semana o Lado Bi entrevista Amara Moira, travesti, puta e doutoranda pela Unicamp. Prostituta por opção, Moira compartilha a realidade de fazer ponto nas ruas e de ser travesti em nossa sociedade: &quot;o fato de ser trans faz com que as pessoas já imaginem que você é puta. As pessoas me abordam na rua do nada e perguntam qual é meu preço&quot;. Bissexual, conta que começou a se prostituir como maneira de recuperar sua autoestima: &quot;Sentia uma solidão muito grande quando comecei minha transição. Tinha medo de me envolver sexualmente com as pessoas, mas no ponto eu era desejada.&quot; Sua formação acadêmica, acredita, não garante seu futuro: &quot;Talvez hoje eu não precise tanto, mas essa pode ser minha realidade no futuro, é melhor eu me preparar desde já&quot;. Muitos de seus clientes, afirma, são homens heterossexuais: &quot;Nossos clientes pagam 30 reais pela transa, pagam pouco para ter acesso a muita coisa. Muitos aparecem lá perguntando voce é homem (travesti) ou mulher? Chegam com pouco dinheiro, não conseguem pagar uma mulher cis, então seguem para a travesti porque é mais barato.&quot;</itunes:summary>
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			<description>Esta semana o Lado Bi entrevista Amara Moira, travesti, puta e doutoranda pela Unicamp. Prostituta por opção, Moira compartilha a realidade de fazer ponto nas ruas e de ser travesti em nossa sociedade: &quot;o fato de ser trans faz com que as pessoas já imaginem que você é puta. As pessoas me abordam na rua do nada e perguntam qual é meu preço&quot;. Bissexual, conta que começou a se prostituir como maneira de recuperar sua autoestima: &quot;Sentia uma solidão muito grande quando comecei minha transição. Tinha medo de me envolver sexualmente com as pessoas, mas no ponto eu era desejada.&quot; Sua formação acadêmica, acredita, não garante seu futuro: &quot;Talvez hoje eu não precise tanto, mas essa pode ser minha realidade no futuro, é melhor eu me preparar desde já&quot;. Muitos de seus clientes, afirma, são homens heterossexuais: &quot;Nossos clientes pagam 30 reais pela transa, pagam pouco para ter acesso a muita coisa. Muitos aparecem lá perguntando voce é homem (travesti) ou mulher? Chegam com pouco dinheiro, não conseguem pagar uma mulher cis, então seguem para a travesti porque é mais barato.&quot;</description>
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			<pubDate>Mon, 22 Feb 2016 08:00:00 -0300</pubDate>
			<itunes:duration>01:09:30</itunes:duration>
			<itunes:keywords>LGBT, prostituição, puta, travesti, trans, transexual</itunes:keywords>
			<itunes:explicit>yes</itunes:explicit>
		</item>
		<item>
			<title>#131 - Criança Viada</title>
			<itunes:author>Lado Bi</itunes:author>
			<itunes:subtitle>&quot;A intolerância dos pais é o que mais marca na infância&quot;, dizem LGBTs</itunes:subtitle>
			<itunes:summary>Nesta edição o Lado Bi entrevista dois gays e uma lésbica para falarem das marcas que ficaram da infância de intolerância em casa e bullying na escola devido a sua orientação sexual. Eles contam com que idade perceberam que eram &quot;diferentes&quot;, como era a repressão a brincadeiras que eram consideradas &quot;de menino&quot; ou &quot;de menina&quot;. &quot;Eu peguei uns retalhos e coloquei na minha cueca e fiquei dançando como se fosse uma saia. Meu pai me deu umas boas palmadas&quot;, conta o roteirista Marcio Rolim, que também já foi professor. &quot;A escola é o ambiente mais hostil para a criança viada. Eles não querem lidar com isso. Mas eu sempre intervi quando havia bullying na minha turma.&quot; Iran Giusti, criador do Tumblr &quot;Criança Viada&quot;, também participa contando como criou esse fenômeno da internet brasileira, e por que teve que encerrá-lo.</itunes:summary>
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			<description>Nesta edição o Lado Bi entrevista dois gays e uma lésbica para falarem das marcas que ficaram da infância de intolerância em casa e bullying na escola devido a sua orientação sexual. Eles contam com que idade perceberam que eram &quot;diferentes&quot;, como era a repressão a brincadeiras que eram consideradas &quot;de menino&quot; ou &quot;de menina&quot;. &quot;Eu peguei uns retalhos e coloquei na minha cueca e fiquei dançando como se fosse uma saia. Meu pai me deu umas boas palmadas&quot;, conta o roteirista Marcio Rolim, que também já foi professor. &quot;A escola é o ambiente mais hostil para a criança viada. Eles não querem lidar com isso. Mas eu sempre intervi quando havia bullying na minha turma.&quot; Iran Giusti, criador do Tumblr &quot;Criança Viada&quot;, também participa contando como criou esse fenômeno da internet brasileira, e por que teve que encerrá-lo.</description>
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			<pubDate>Mon, 15 Feb 2016 08:00:00 -0300</pubDate>
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			<itunes:keywords>LGBT, infância, Xuxa, criança viada, educação</itunes:keywords>
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			<title>#130 - Terceira Idade</title>
			<itunes:author>Lado Bi</itunes:author>
			<itunes:subtitle>&quot;Nenhum gay se torna invisível porque ficou velho, só se quiser&quot;, diz ator</itunes:subtitle>
			<itunes:summary>Nesta edição, o programa discute o envelhecimento entre LGBTs. O sexo diminui? Os gays ficam mesmo &quot;invisíveis&quot; socialmente? E a solidão, é maior? Para discutir esses temas, trouxemos ao estúdio Antonio Ginco, 61, ator, dramaturgo e compositor da música &quot;Porto Solidão&quot;, sucesso na voz do cantor Jessé nos anos 1980. Segundo ele: &quot;Ninguém passa a ser invisível. Só é invisível se quiser ser. Você tem que aceitar que você envelheceu… Você se tornou invisível. Ninguém tornou você invisível.&quot; E completa: &quot;E tem jovens que buscam pessoas mais velhas porque elas mesmo não conseguem se relacionar com pessoas de sua idade.&quot;</itunes:summary>
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			<description>Nesta edição, o programa discute o envelhecimento entre LGBTs. O sexo diminui? Os gays ficam mesmo &quot;invisíveis&quot; socialmente? E a solidão, é maior? Para discutir esses temas, trouxemos ao estúdio Antonio Ginco, 61, ator, dramaturgo e compositor da música &quot;Porto Solidão&quot;, sucesso na voz do cantor Jessé nos anos 1980. Segundo ele: &quot;Ninguém passa a ser invisível. Só é invisível se quiser ser. Você tem que aceitar que você envelheceu… Você se tornou invisível. Ninguém tornou você invisível.&quot; E completa: &quot;E tem jovens que buscam pessoas mais velhas porque elas mesmo não conseguem se relacionar com pessoas de sua idade.&quot;</description>
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			<pubDate>Mon, 08 Feb 2016 08:00:00 -0300</pubDate>
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			<itunes:keywords>LGBT, idade, envelhecimento, terceira idade</itunes:keywords>
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			<title>#129 - Filmes</title>
			<itunes:author>Lado Bi</itunes:author>

			<itunes:subtitle>Ainda há resistência contra a homoafetividade no cinema, dizem autores</itunes:subtitle>
			<itunes:summary>Esta semana o Lado Bi discute a presença de LGBTs no cinema. No estúdio, Rodrigo Gerace, autor do livro &quot;Cinema Explícito&quot;, e Lufe Steffen, autor do livro &quot;O cinema que ousa dizer seu nome&quot; e diretor dos documentários &quot;A volta da Paulicéia desvairada&quot; e &quot;São Paulo em hi-fi&quot;. Eles contam que LGBTs aparecem no cinema desde a invenção dessa forma de arte, no final do século XIX, mas que personagens que fogem do padrão heteronormativo ainda são retratados muitas vezes de maneiras dignas do século passado. &quot;Na pornochanchada a bicha era associada a uma figura muito negativa, trapaceira&quot;, lembra Gerace; &quot;Mulheres trans surgiam como alguém que tentava enganar o hétero, quando descobriam que era travesti o homem colocava ela para correr, e isso era supostamente engraçado&quot;, aponta Steffen. O grande público, acreditam, ainda tem dificuldade em aceitar a homossexualidade: &quot;o grande público ainda só aceita casais homoafetivos que estejam desprovidos de erotismo,&quot; pondera Steffen, e Gerace completa: &quot;há um movimento muito grande para que se apresente o gay limpinho, aceito, normatizado, que se assume, casa e não incomoda ninguém. O que mais incomoda é a possibilidade de demonstração de afeto real entre pessoas do mesmo sexo.&quot;</itunes:summary>
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			<description>Esta semana o Lado Bi discute a presença de LGBTs no cinema. No estúdio, Rodrigo Gerace, autor do livro &quot;Cinema Explícito&quot;, e Lufe Steffen, autor do livro &quot;O cinema que ousa dizer seu nome&quot; e diretor dos documentários &quot;A volta da Paulicéia desvairada&quot; e &quot;São Paulo em hi-fi&quot;. Eles contam que LGBTs aparecem no cinema desde a invenção dessa forma de arte, no final do século XIX, mas que personagens que fogem do padrão heteronormativo ainda são retratados muitas vezes de maneiras dignas do século passado. &quot;Na pornochanchada a bicha era associada a uma figura muito negativa, trapaceira&quot;, lembra Gerace; &quot;Mulheres trans surgiam como alguém que tentava enganar o hétero, quando descobriam que era travesti o homem colocava ela para correr, e isso era supostamente engraçado&quot;, aponta Steffen. O grande público, acreditam, ainda tem dificuldade em aceitar a homossexualidade: &quot;o grande público ainda só aceita casais homoafetivos que estejam desprovidos de erotismo,&quot; pondera Steffen, e Gerace completa: &quot;há um movimento muito grande para que se apresente o gay limpinho, aceito, normatizado, que se assume, casa e não incomoda ninguém. O que mais incomoda é a possibilidade de demonstração de afeto real entre pessoas do mesmo sexo.&quot;</description>
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			<pubDate>Mon, 01 Feb 2016 08:00:00 -0300</pubDate>
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			<itunes:keywords>LGBT, cinema, filmes</itunes:keywords>
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			<title>#128 - Marina Lima</title>
			<itunes:author>Lado Bi</itunes:author>
			<itunes:subtitle>Marina Lima diz que mulheres deveriam ter sua versão da sauna gay</itunes:subtitle>
			<itunes:summary>A cantora Marina Lima vem ao programa Lado Bi desta quinta-feira para divulgar seu novo disco, &quot;No Osso&quot;, apenas em voz e violão. Durante o programa, falou sobre lesbianismo na MPB, explicou o motivo do preconceito de gays e lésbicas contra bissexuais e disse porque ela acha que a vida dos LGBT hoje está melhor do que era antes. Também falou que acha que as mulheres deveriam ter sua versão da sauna gay, no caso, sauna lésbica.</itunes:summary>
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			<description>A cantora Marina Lima vem ao programa Lado Bi desta quinta-feira para divulgar seu novo disco, &quot;No Osso&quot;, apenas em voz e violão. Durante o programa, falou sobre lesbianismo na MPB, explicou o motivo do preconceito de gays e lésbicas contra bissexuais e disse porque ela acha que a vida dos LGBT hoje está melhor do que era antes. Também falou que acha que as mulheres deveriam ter sua versão da sauna gay, no caso, sauna lésbica.</description>
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			<pubDate>Mon, 25 Jan 2016 08:00:00 -0300</pubDate>
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			<itunes:keywords>LGBT, MPB, Marina Lima, lesbianismo, direitos civis</itunes:keywords>
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			<title>#127 - Espiritualidade</title>
			<itunes:author>Lado Bi</itunes:author>
			<itunes:subtitle>&quot;Espiritualidade não é mais que o respeito à diversidade&quot;, afirma guia</itunes:subtitle>
			<itunes:summary>Essa semana o Lado Bi desvenda o mundo espiritual com Ananda Joy e Mohini Taila, casal fundador do grupo Tara Devi Kula e do centro holístico Tantra Shala, em Piracicaba, SP. Eles ajudam a distinguir religião de espiritualidade: &quot;Religião é um apanhado de cultura, possui um dogma e divindidade. A espiritualidade pode acontecer inclusive entre ateus. Espiritualidade é desenvolvimento de sensibilidade e responsabilidade&quot;, explica Ananda Joy. E completa: a espiritualidade é contrária a qualquer tipo de discriminação: &quot;Espiritualidade não deveria ser outra coisa senão respeito à diversidade. Se tudo veio de um ser supremo e se tudo é sagrado, por que LGBTs não são sagrados?&quot; Mohini Taila analisa como ser LGBT influencia a vivência espiritual das pessoas: &quot;Exige-se dos LGBTs muito esforço para se adequar aos padrões ou para se afirmar fora deles. Isso acaba impedindo a vivência da espiritualidade espontânea.&quot; Ela também fala como o sentimento de culpa pela sexualidade plena é usado por instituições religiosas: &quot;Atacar a sexualidade geral é uma maneira de manter as pessoas insatisfeitas, sentindo um vazio, quando, na verdade, nada lhes falta. Todos somos plenos.&quot;</itunes:summary>
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			<description>Essa semana o Lado Bi desvenda o mundo espiritual com Ananda Joy e Mohini Taila, casal fundador do grupo Tara Devi Kula e do centro holístico Tantra Shala, em Piracicaba, SP. Eles ajudam a distinguir religião de espiritualidade: &quot;Religião é um apanhado de cultura, possui um dogma e divindidade. A espiritualidade pode acontecer inclusive entre ateus. Espiritualidade é desenvolvimento de sensibilidade e responsabilidade&quot;, explica Ananda Joy. E completa: a espiritualidade é contrária a qualquer tipo de discriminação: &quot;Espiritualidade não deveria ser outra coisa senão respeito à diversidade. Se tudo veio de um ser supremo e se tudo é sagrado, por que LGBTs não são sagrados?&quot; Mohini Taila analisa como ser LGBT influencia a vivência espiritual das pessoas: &quot;Exige-se dos LGBTs muito esforço para se adequar aos padrões ou para se afirmar fora deles. Isso acaba impedindo a vivência da espiritualidade espontânea.&quot; Ela também fala como o sentimento de culpa pela sexualidade plena é usado por instituições religiosas: &quot;Atacar a sexualidade geral é uma maneira de manter as pessoas insatisfeitas, sentindo um vazio, quando, na verdade, nada lhes falta. Todos somos plenos.&quot;</description>
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			<pubDate>Mon, 14 Dec 2015 08:00:00 -0300</pubDate>
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			<itunes:keywords>LGBT, espiritualidade, tantra, hindu, preconceito</itunes:keywords>
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			<title>#126 - Soninha Francine</title>
			<itunes:author>Lado Bi</itunes:author>
			<itunes:subtitle>Soninha Francine defende bolsas de estudos para travestis criada por Haddad</itunes:subtitle>
			<itunes:summary>Nesta edição, o programa entrevista a coordenadora de Políticas para a Diversidade Sexual do Estado de São Paulo, ex-VJ da MTV, ex- vereadora Soninha Francine. Ela conta no programa como funciona seu trabalho na defesa dos direitos dos LGBTs e diz que não precisa ser lésbica para entender a discriminação sofrida pelas lésbicas por exemplo. &quot;Basta ser mulher.&quot; Ela também elogia o programa Transcidadania do prefeito Fernando Haddad e diz que seu suposto caso com o senador José Serra não passa de mais uma expressão do machismo que sempre teve de enfrentar. &quot;Quando comecei a cobrir esporte todo mundo se perguntava: 'Pra quem ela tá dando?'&quot; Polêmica, ele critica as ocupações das escolas de SP por estudantes, os quais acusa de serem manipulados pelos sindicatos. Ainda no âmbito municipal, chama as ciclovias de SP de &quot;ciclofarsas&quot;.</itunes:summary>
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			<description>Nesta edição, o programa entrevista a coordenadora de Políticas para a Diversidade Sexual do Estado de São Paulo, ex-VJ da MTV, ex- vereadora Soninha Francine. Ela conta no programa como funciona seu trabalho na defesa dos direitos dos LGBTs e diz que não precisa ser lésbica para entender a discriminação sofrida pelas lésbicas por exemplo. &quot;Basta ser mulher.&quot; Ela também elogia o programa Transcidadania do prefeito Fernando Haddad e diz que seu suposto caso com o senador José Serra não passa de mais uma expressão do machismo que sempre teve de enfrentar. &quot;Quando comecei a cobrir esporte todo mundo se perguntava: 'Pra quem ela tá dando?'&quot; Polêmica, ele critica as ocupações das escolas de SP por estudantes, os quais acusa de serem manipulados pelos sindicatos. Ainda no âmbito municipal, chama as ciclovias de SP de &quot;ciclofarsas&quot;.</description>
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			<pubDate>Mon, 07 Dec 2015 08:00:00 -0300</pubDate>
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			<itunes:keywords>LGBT, Fernando Haddad, Soninha Francine, São Paulo, José Serra</itunes:keywords>
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			<title>#125 - Corpo</title>
			<itunes:author>Lado Bi</itunes:author>
			<itunes:subtitle>Mundo gay é culpado de gordofobia - mas também criou remédios para esse mal</itunes:subtitle>
			<itunes:summary>O culto ao corpo é intenso na cultura de hoje em geral, mas a comunidade gay é conhecida por exercê-lo com ainda mais afinco. Essa semana o LADO BI discute como o ideal de corpo afeta a vida cotidiana e como os padrões do corpo &quot;ideal&quot; podem variar de grupo para grupo. No estúdio, Chris Martinez, autora do blog Cansei de Ser Gorda, e Marcelo Cia, assessor de imprensa que há quatro anos investe várias horas de seus dias a cultivar um corpo saudável. Eles discutem acusações de que preocupar-se com a forma física é sinônimo de gordofobia: &quot;Muita gente me acusa de gordofobia no meu blog. Dá sim pra ser feliz sendo gordo, mas buscar entrar em forma não é preconceito&quot;, afirma Martinez. &quot;Ao mesmo tempo em que existe uma idolatria pelos musculosos no mundo gay, existe muita gente que aprecia gordos, por razões estéticas ou afetivas&quot;, lembra Cia. Ele também acredita que muito dessa fixação por um tipo de corpo deve-se à vontade de pertencer a um grupo: &quot;as pessoas buscam ter um corpo que seja aceito pelo grupo do qual querem fazer parte. Mesmo dentro das baladas dos musculosos tem o grupo dos ursos, dos afeminados coloridinhos. A gente acha que não é democrático, mas dentro da comunidade existem grupos que permitem que você tenha outras estéticas. Acontece uma certa segregação, mas também há muita intersecção entre esses grupos.&quot; Martinez compara a vida gay com a da mulher hétero: &quot;É claro que entrar em forma melhora não só sua saúde, também traz autoconfiança. Na balada gay isso é mais explícito, mas também vale pra gente. Quando você está seguro, pode vir a mulher mais linda do mundo, tô nem aí, eu arraso.&quot;</itunes:summary>
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			<description>O culto ao corpo é intenso na cultura de hoje em geral, mas a comunidade gay é conhecida por exercê-lo com ainda mais afinco. Essa semana o LADO BI discute como o ideal de corpo afeta a vida cotidiana e como os padrões do corpo &quot;ideal&quot; podem variar de grupo para grupo. No estúdio, Chris Martinez, autora do blog Cansei de Ser Gorda, e Marcelo Cia, assessor de imprensa que há quatro anos investe várias horas de seus dias a cultivar um corpo saudável. Eles discutem acusações de que preocupar-se com a forma física é sinônimo de gordofobia: &quot;Muita gente me acusa de gordofobia no meu blog. Dá sim pra ser feliz sendo gordo, mas buscar entrar em forma não é preconceito&quot;, afirma Martinez. &quot;Ao mesmo tempo em que existe uma idolatria pelos musculosos no mundo gay, existe muita gente que aprecia gordos, por razões estéticas ou afetivas&quot;, lembra Cia. Ele também acredita que muito dessa fixação por um tipo de corpo deve-se à vontade de pertencer a um grupo: &quot;as pessoas buscam ter um corpo que seja aceito pelo grupo do qual querem fazer parte. Mesmo dentro das baladas dos musculosos tem o grupo dos ursos, dos afeminados coloridinhos. A gente acha que não é democrático, mas dentro da comunidade existem grupos que permitem que você tenha outras estéticas. Acontece uma certa segregação, mas também há muita intersecção entre esses grupos.&quot; Martinez compara a vida gay com a da mulher hétero: &quot;É claro que entrar em forma melhora não só sua saúde, também traz autoconfiança. Na balada gay isso é mais explícito, mas também vale pra gente. Quando você está seguro, pode vir a mulher mais linda do mundo, tô nem aí, eu arraso.&quot;</description>
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			<pubDate>Mon, 30 Nov 2015 08:00:00 -0300</pubDate>
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			<itunes:keywords>LGBT, corpo, gordofobia, ursos, barbies, sarados</itunes:keywords>
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		<item>
			<title>#124 - Empreendedorismo</title>
			<itunes:author>Lado Bi</itunes:author>
			<itunes:subtitle>Empreendedores ensinam como mirar em LGBTs sem afastar outros públicos-alvo</itunes:subtitle>
			<itunes:summary>Produzir e vender para o público LGBT não é sinônimo de excluir o resto do mercado. Essa é a lição dada por três empreendedores que decidiram investir no público LGBT e são convidados do programa desta semana. A jornalista Maira Reis, fundadora da revista online Reversa Magazine, explicita que antes de tudo, convém ter um olhar empresarial sobre a empreitada: &quot;Você tem que pensar no negócio como um todo, ele sendo LGBT ou não&quot;, explica. &quot;O público LGBT é um diferencial&quot;. Marcio Coelho, co-fundador da Hoo Editora, explica a estratégia para que seu negócio não enverede pelo mesmo de tantas outras editoras voltadas ao segmento LGBT: &quot;Até a pouco fazia-se negócio muito de nicho, para gays caucasianos de classe alta&quot;, aponta. &quot;Nós frisamos que nossos livros podem - e devem - ser lidos por todas as pessoas&quot;. Sua sócia, Juliana Albuquerque, lembra que o idealismo não precisa estar desvinculado do capitalismo: &quot;Queremos tentar acabar com a heteronormatividade&quot;, esclarece. Ela acredita que ao colocar histórias LGBT num mercado mais amplo, sua editora ajuda a eliminar o gueto que ainda existe no mercado: &quot;Hoje ainda é importante marcar que que é um produto LGBT, mas com o tempo isso deve diminuir.&quot;</itunes:summary>
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			<description>Produzir e vender para o público LGBT não é sinônimo de excluir o resto do mercado. Essa é a lição dada por três empreendedores que decidiram investir no público LGBT e são convidados do programa desta semana. A jornalista Maira Reis, fundadora da revista online Reversa Magazine, explicita que antes de tudo, convém ter um olhar empresarial sobre a empreitada: &quot;Você tem que pensar no negócio como um todo, ele sendo LGBT ou não&quot;, explica. &quot;O público LGBT é um diferencial&quot;. Marcio Coelho, co-fundador da Hoo Editora, explica a estratégia para que seu negócio não enverede pelo mesmo de tantas outras editoras voltadas ao segmento LGBT: &quot;Até a pouco fazia-se negócio muito de nicho, para gays caucasianos de classe alta&quot;, aponta. &quot;Nós frisamos que nossos livros podem - e devem - ser lidos por todas as pessoas&quot;. Sua sócia, Juliana Albuquerque, lembra que o idealismo não precisa estar desvinculado do capitalismo: &quot;Queremos tentar acabar com a heteronormatividade&quot;, esclarece. Ela acredita que ao colocar histórias LGBT num mercado mais amplo, sua editora ajuda a eliminar o gueto que ainda existe no mercado: &quot;Hoje ainda é importante marcar que que é um produto LGBT, mas com o tempo isso deve diminuir.&quot;</description>
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			<pubDate>Mon, 23 Nov 2015 08:00:00 -0300</pubDate>
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			<itunes:keywords>LGBT, editoras, livros, empreendedorismo, negócios</itunes:keywords>
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		<item>
			<title>#123 - Bodas do Diabo</title>
			<itunes:author>Lado Bi</itunes:author>
			<itunes:subtitle>&quot;É uma reação, não uma provocação&quot;, dizem atrizes do curta &quot;Bodas do Diabo&quot;</itunes:subtitle>
			<itunes:summary>Esta semana o Lado Bi entrevista os atores e ativistas Bill Santos e Valder &quot;Tchaka&quot; Bastos. Eles participam do curta &quot;Bodas do Diabo&quot;, em que travestis sequestram e obrigam dois pastores fundamentalistas a se casarem. Acusados de provocarem os cristãos, Bill e Tchaka respondem que o filme é &quot;uma reação a tudo o que eles tentam nos impor&quot; e que &quot;arte é feita para provocar mesmo&quot;. Além disso, elas contam quais as reações das travestis ao verem o filme: &quot;Elas dizem que pela primeira vez se sentiram representadas de forma respeitosa. E que adoraram ser vistas como heroínas&quot;.</itunes:summary>
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			<description>Esta semana o Lado Bi entrevista os atores e ativistas Bill Santos e Valder &quot;Tchaka&quot; Bastos. Eles participam do curta &quot;Bodas do Diabo&quot;, em que travestis sequestram e obrigam dois pastores fundamentalistas a se casarem. Acusados de provocarem os cristãos, Bill e Tchaka respondem que o filme é &quot;uma reação a tudo o que eles tentam nos impor&quot; e que &quot;arte é feita para provocar mesmo&quot;. Além disso, elas contam quais as reações das travestis ao verem o filme: &quot;Elas dizem que pela primeira vez se sentiram representadas de forma respeitosa. E que adoraram ser vistas como heroínas&quot;.</description>
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			<pubDate>Mon, 16 Nov 2015 08:00:00 -0300</pubDate>
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			<itunes:keywords>LGBT, drag queen, Quentin Tarantino, Valder Bastos, Tchaka, Bill Santos</itunes:keywords>
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		</item>
		<item>
			<title>#122 - Armário</title>
			<itunes:author>Lado Bi</itunes:author>
			<itunes:subtitle>&quot;A própria imprensa trata a sexualidade como tabu&quot;, admite jornalista</itunes:subtitle>
			<itunes:summary>Esta semana o Lado Bi debate a questão do armário na vida dos famosos. Os jornalistas de celebridades Ricardo Feltrin e Janaína Nunes vêm a estúdio discutir as razões por que tantos artistas ainda não falam aberto sobre sua orientação sexual, e analisar a maneira como a imprensa trata desse assunto. &quot;Ainda é um problema falar sobre a sexualidade, a gente fica sem graça de fazer perguntas sobre esse assunto&quot;, confessa Janaína Nunes. Ambos acreditam que isso está rapidamente mudando, e Feltrin aponta um herói inusitado para a causa LGBT: Silvio Santos. &quot;O Roque já me contou que o patrão faz questão de que 20% da plateia de seu auditório mais feminino do Brasil seja composto de mulheres trans. Ele faz questão de trazê-las para o microfone e elogiá-las na frente das câmeras&quot;.</itunes:summary>
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			<description>Esta semana o Lado Bi debate a questão do armário na vida dos famosos. Os jornalistas de celebridades Ricardo Feltrin e Janaína Nunes vêm a estúdio discutir as razões por que tantos artistas ainda não falam aberto sobre sua orientação sexual, e analisar a maneira como a imprensa trata desse assunto. &quot;Ainda é um problema falar sobre a sexualidade, a gente fica sem graça de fazer perguntas sobre esse assunto&quot;, confessa Janaína Nunes. Ambos acreditam que isso está rapidamente mudando, e Feltrin aponta um herói inusitado para a causa LGBT: Silvio Santos. &quot;O Roque já me contou que o patrão faz questão de que 20% da plateia de seu auditório mais feminino do Brasil seja composto de mulheres trans. Ele faz questão de trazê-las para o microfone e elogiá-las na frente das câmeras&quot;.</description>
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			<pubDate>Mon, 09 Nov 2015 08:00:00 -0300</pubDate>
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			<itunes:keywords>LGBT, fofoca, celebridades, armário, Rede Globo</itunes:keywords>
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		</item>
		<item>
			<title>#121 - Luciana Genro</title>
			<itunes:author>Lado Bi</itunes:author>
			<itunes:subtitle>&quot;Dilma cancelar o kit anti-homofobia foi algo criminoso&quot;, diz Luciana Genro</itunes:subtitle>
			<itunes:summary>Essa semana, o Lado Bi entrevista a dirigente nacional do PSOL e ex-candidata à presidência, Luciana Genro. &quot;Uma das atitudes mais nefastas da Dilma foi suspender a cartilha anti-homofobia por interesses políticos. Foi algo criminoso.&quot; Ela afirma que seu partido mantem-se longe dos esquemas políticos e comenta o apoio de Marta Suplicy a Eduardo Cunha: &quot;Essa mulher está em Marte! Cunha encarna o que há de pior na política brasileira.&quot; Também comenta os bastidores dos debates à presidência: &quot;Não esperava aquela reação de Levy Fidelix. Aécio me deu de presente o momento em que ergueu aquele dedo insolente, minha resposta foi algo empoderador para muitas mulheres&quot;.</itunes:summary>
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			<description>Essa semana, o Lado Bi entrevista a dirigente nacional do PSOL e ex-candidata à presidência, Luciana Genro. &quot;Uma das atitudes mais nefastas da Dilma foi suspender a cartilha anti-homofobia por interesses políticos. Foi algo criminoso.&quot; Ela afirma que seu partido mantem-se longe dos esquemas políticos e comenta o apoio de Marta Suplicy a Eduardo Cunha: &quot;Essa mulher está em Marte! Cunha encarna o que há de pior na política brasileira.&quot; Também comenta os bastidores dos debates à presidência: &quot;Não esperava aquela reação de Levy Fidelix. Aécio me deu de presente o momento em que ergueu aquele dedo insolente, minha resposta foi algo empoderador para muitas mulheres&quot;.</description>
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			<pubDate>Mon, 26 Oct 2015 08:00:00 -0300</pubDate>
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			<itunes:keywords>LGBT, política, PSOL, Luciana Genro, Levy Fidelix</itunes:keywords>
			<itunes:explicit>yes</itunes:explicit>
		</item>
		<item>
			<title>#120 - Filhos</title>
			<itunes:author>Lado Bi</itunes:author>
			<itunes:subtitle>&quot;Ter a mãe lésbica não foi prejudicial para mim, muito pelo contrário&quot;</itunes:subtitle>
			<itunes:summary>Para mostrar como estão errados aqueles que, no Congresso, lutam para restringir o conceito de família ao modelo &quot;tradicional&quot;, essa semana o LADO BI ouve aqueles que cresceram com pais LGBTs e fazem questão de mostrar que suas famílias são tão amorosas e dignas quanto qualquer outra &quot;família de margarina&quot;. O bancário Igor Coleti e a maquiadora Rafaela Simon têm as mães lésbicas, e contam como foi sua infância e adolescência. &quot;A gente nunca sentiu que o relacionamento da minha mãe era prejudicial para nosso desenvolvimento, muito pelo contrário, foi muito benéfico&quot;, afirma Rafaela. Isso não significa que a sexualidade de suas mães não fez diferença enquanto cresciam: &quot;Umaa amiga contou pra todo mundo que minha mãe era lésbica, daí todo mundo achava que eu ia 'passar' ser lésbica. Vi como as pessoas podem ser babacas&quot;, recorda-se Rafaela. &quot;Eu me constrangia quando era pequeno, porque criança é muito cruel&quot;, admite Igor. Hoje, têm orgulho de suas mães e consideram que graças às próprias mães, educam melhor os próprios filhos: &quot;Minha filha tem duas avós que ela ama, é louca por ela&quot;, comemora Rafaela. &quot;Com o tempo é que vai ser estranho para meu filho ver que para as outras pessoas isso não é normal&quot;, especula Igor. E não hesitam em condenar fortemente aqueles que reprovam as famílias com pais LGBT: &quot;A sexualidade não vai definir o que é melhor para essa família, seu caráter é que vai", diz Rafaela.</itunes:summary>
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			<description>Para mostrar como estão errados aqueles que, no Congresso, lutam para restringir o conceito de família ao modelo &quot;tradicional&quot;, essa semana o LADO BI ouve aqueles que cresceram com pais LGBTs e fazem questão de mostrar que suas famílias são tão amorosas e dignas quanto qualquer outra &quot;família de margarina&quot;. O bancário Igor Coleti e a maquiadora Rafaela Simon têm as mães lésbicas, e contam como foi sua infância e adolescência. &quot;A gente nunca sentiu que o relacionamento da minha mãe era prejudicial para nosso desenvolvimento, muito pelo contrário, foi muito benéfico&quot;, afirma Rafaela. Isso não significa que a sexualidade de suas mães não fez diferença enquanto cresciam: &quot;Umaa amiga contou pra todo mundo que minha mãe era lésbica, daí todo mundo achava que eu ia 'passar' ser lésbica. Vi como as pessoas podem ser babacas&quot;, recorda-se Rafaela. &quot;Eu me constrangia quando era pequeno, porque criança é muito cruel&quot;, admite Igor. Hoje, têm orgulho de suas mães e consideram que graças às próprias mães, educam melhor os próprios filhos: &quot;Minha filha tem duas avós que ela ama, é louca por ela&quot;, comemora Rafaela. &quot;Com o tempo é que vai ser estranho para meu filho ver que para as outras pessoas isso não é normal&quot;, especula Igor. E não hesitam em condenar fortemente aqueles que reprovam as famílias com pais LGBT: &quot;A sexualidade não vai definir o que é melhor para essa família, seu caráter é que vai", diz Rafaela.</description>
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			<pubDate>Mon, 19 Oct 2015 08:00:00 -0300</pubDate>
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			<itunes:keywords>LGBT, família, mãe, lésbica, filho</itunes:keywords>
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		</item>
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			<title>#119 - Jornalismo Queer</title>
			<itunes:author>Lado Bi</itunes:author>
			<itunes:subtitle>&quot;Políticos deveriam falar sobre sua sexualidade, e jornalistas deveriam perguntá-lo&quot;, afirma escritor</itunes:subtitle>
			<itunes:summary>&quot;A sexualidade é algo estruturante da identidade da pessoa. Políticos, por exemplo, deveriam sentir-se na obrigação de falar sobre isso, e jornalistas deveriam sentir-se na obrigação de poder perguntá-lo, mas não o fazem&quot;. Quem afirma isso é o jornalista português Bruno Horta, que acaba de lançar em seu país o livro &quot;Uma Década Queer&quot;, em que reúne entrevistas que realizou com personalidades LGBT. Ele compara o que mudou na cobertura de assuntos queer na última década - &quot;as redações abriram-se ao tema, e, com as mudanças sociais, o público LGBT passou a exigir conteúdo voltado para si&quot; - e comenta que muitas vezes os entrevistados esperam que, por ele também ser gay, faça uma entrevista condescendente. Também aponta que, por mais que tente não ofender as minorias, nem sempre isso é possível: &quot;às vezes devemos sacrificar o politicamente correto para sermos didáticos para o grande público&quot;.</itunes:summary>
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			<description>&quot;A sexualidade é algo estruturante da identidade da pessoa. Políticos, por exemplo, deveriam sentir-se na obrigação de falar sobre isso, e jornalistas deveriam sentir-se na obrigação de poder perguntá-lo, mas não o fazem&quot;. Quem afirma isso é o jornalista português Bruno Horta, que acaba de lançar em seu país o livro &quot;Uma Década Queer&quot;, em que reúne entrevistas que realizou com personalidades LGBT. Ele compara o que mudou na cobertura de assuntos queer na última década - &quot;as redações abriram-se ao tema, e, com as mudanças sociais, o público LGBT passou a exigir conteúdo voltado para si&quot; - e comenta que muitas vezes os entrevistados esperam que, por ele também ser gay, faça uma entrevista condescendente. Também aponta que, por mais que tente não ofender as minorias, nem sempre isso é possível: &quot;às vezes devemos sacrificar o politicamente correto para sermos didáticos para o grande público&quot;.</description>
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			<pubDate>Mon, 12 Oct 2015 08:00:00 -0300</pubDate>
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			<itunes:keywords>LGBT, jornalismo, celebridades, política</itunes:keywords>
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		<item>
			<title>#118 - Pink Money</title>
			<itunes:author>Lado Bi</itunes:author>
			<itunes:subtitle>Economista: &quot;não há indícios de que gays tenham renda maior que héteros&quot;</itunes:subtitle>
			<itunes:summary>Casais homossexuais têm o dobro de renda e muito menos gastos que casais heterossexuais, e portanto nadam na grana, certo? A verdade provavelmente é outra. A suposta abundância do Pink Money é o tema dessa semana no LADO BI. Para discutir o assunto convocamos o professor de economia da FEA-USP Sergio Almeida, e o Victor Bluhu, estudante de Economia. Segundo esses especialistas, há muito pouco indício de que a suposta afluência de LGBTs seja realidade. &quot;Não pode-se confiar muito no que aponta o censo brasileiro, pois sem dúvida há muitos casais LGBT que não se declaram assim nos questionários do governo&quot;, alerta Sérgio Almeida. &quot;Essa lenda é algo criado por pesquisas enviesadas feitas com dados de amostras ruins&quot;, aponta Victor Bluhu. &quot;Há até quem diga que isso foi criado por grupos LGBTs, que desejariam ressaltar aspectos positivos de LGBTs, como uma suposta renda maior.&quot; Diferenças de poder aquisitivo, expectativas de investimento em educação e a discriminação todos entram na pauta para tentar analisar o poder de compra de casais homossexuais. Ouça, vale o investimento!</itunes:summary>
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			<description>Casais homossexuais têm o dobro de renda e muito menos gastos que casais heterossexuais, e portanto nadam na grana, certo? A verdade provavelmente é outra. A suposta abundância do Pink Money é o tema dessa semana no LADO BI. Para discutir o assunto convocamos o professor de economia da FEA-USP Sergio Almeida, e o Victor Bluhu, estudante de Economia. Segundo esses especialistas, há muito pouco indício de que a suposta afluência de LGBTs seja realidade. &quot;Não pode-se confiar muito no que aponta o censo brasileiro, pois sem dúvida há muitos casais LGBT que não se declaram assim nos questionários do governo&quot;, alerta Sérgio Almeida. &quot;Essa lenda é algo criado por pesquisas enviesadas feitas com dados de amostras ruins&quot;, aponta Victor Bluhu. &quot;Há até quem diga que isso foi criado por grupos LGBTs, que desejariam ressaltar aspectos positivos de LGBTs, como uma suposta renda maior.&quot; Diferenças de poder aquisitivo, expectativas de investimento em educação e a discriminação todos entram na pauta para tentar analisar o poder de compra de casais homossexuais. Ouça, vale o investimento!</description>
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			<pubDate>Mon, 05 Oct 2015 08:00:00 -0300</pubDate>
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			<itunes:keywords>LGBT, economia, pink money, poder aquisitivo</itunes:keywords>
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			<title>#117 - Lado Bi Atende</title>
			<itunes:author>Lado Bi</itunes:author>
			<itunes:subtitle>Dilemas amorosos: &quot;Me apaixonei numa orgia&quot;, &quot;Meu namorado é lindo demais&quot;</itunes:subtitle>
			<itunes:summary>Essa semana, o LADO BI escalou o DJ Armando Saullo, da rádio 89 FM, para aconselhar os ouvintes em seus dilemas românticos, afetivos e amorosos em mais uma edição do LADO BI ATENDE. Como lidar com um namorado lindo demais? Como uma menina faz para conseguir transar com outros caras sem largar do namorado? O que fazer quando se apaixona por alguém que se conheceu numa orgia? Como lidar com o cachorro do boy, que não sai do quarto na hora da transa? Essas e outras dúvidas serão resolvidas sem rodeios. Abra o coração e ouça!</itunes:summary>
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			<description>Essa semana, o LADO BI escalou o DJ Armando Saullo, da rádio 89 FM, para aconselhar os ouvintes em seus dilemas românticos, afetivos e amorosos em mais uma edição do LADO BI ATENDE. Como lidar com um namorado lindo demais? Como uma menina faz para conseguir transar com outros caras sem largar do namorado? O que fazer quando se apaixona por alguém que se conheceu numa orgia? Como lidar com o cachorro do boy, que não sai do quarto na hora da transa? Essas e outras dúvidas serão resolvidas sem rodeios. Abra o coração e ouça!</description>
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			<pubDate>Mon, 28 Sep 2015 08:00:00 -0300</pubDate>
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			<itunes:keywords>LGBT, HIV, Aids, Armando Saullo, monogamia, consultório sentimental</itunes:keywords>
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		<item>
			<title>#116 - Sorodesesperados</title>
			<itunes:author>Lado Bi</itunes:author>
			<itunes:subtitle>Sorodesesperados: eles têm pavor de contrair HIV, mas não sabem direito como prevenir a infecção</itunes:subtitle>
			<itunes:summary>Essa semana, o Lado Bi enfrenta a questão dos sorodesesperados: pessoas que têm pânico da possibilidade de tornarem-se soropositivas, mas não sabem ao certo como evitar a infecção. Para contar como é viver com HIV e tirar dúvidas dos ouvintes quanto à transmissâo do vírus, convidamos Rafael Bolacha, autor do blog e livro &quot;Vida Positiva&quot; e integrante do programa de Youtube &quot;Chá dos 5&quot;. Bolacha confirma a desinformação das pessoas em geral: &quot;A maioria das pessoas, quando sabem que sou soropositivo, não reagem com preconceito, mas com dúvidas sobre como se contrai o vírus HIV&quot;, e conta o que mudou em seu modo de pensar: &quot;Você entende o preconceito que você mesmo tem quanto à soropositividade&quot;. Viver com HIV não é razão para desespero, mas afeta sim a vida cotidiana: &quot;tenho dificuldade em encontrar namorado porque eles têm medo de namorar alguem que é abertamente soropositivo&quot;. Por fim, responde às dúvidas de sorodesesperados reais: ativo contrai HIV? E sexo oral? Deve-se confiar no parceiro em um relacionamento fixo? Um soropositivo com carga viral indetectável transmite o HIV?</itunes:summary>
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			<description>Essa semana, o Lado Bi enfrenta a questão dos sorodesesperados: pessoas que têm pânico da possibilidade de tornarem-se soropositivas, mas não sabem ao certo como evitar a infecção. Para contar como é viver com HIV e tirar dúvidas dos ouvintes quanto à transmissâo do vírus, convidamos Rafael Bolacha, autor do blog e livro &quot;Vida Positiva&quot; e integrante do programa de Youtube &quot;Chá dos 5&quot;. Bolacha confirma a desinformação das pessoas em geral: &quot;A maioria das pessoas, quando sabem que sou soropositivo, não reagem com preconceito, mas com dúvidas sobre como se contrai o vírus HIV&quot;, e conta o que mudou em seu modo de pensar: &quot;Você entende o preconceito que você mesmo tem quanto à soropositividade&quot;. Viver com HIV não é razão para desespero, mas afeta sim a vida cotidiana: &quot;tenho dificuldade em encontrar namorado porque eles têm medo de namorar alguem que é abertamente soropositivo&quot;. Por fim, responde às dúvidas de sorodesesperados reais: ativo contrai HIV? E sexo oral? Deve-se confiar no parceiro em um relacionamento fixo? Um soropositivo com carga viral indetectável transmite o HIV?</description>
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			<pubDate>Mon, 21 Sep 2015 08:00:00 -0300</pubDate>
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			<itunes:keywords>LGBT, HIV, Aids, Prep, pep, soropositivo, Rafael Bolacha</itunes:keywords>
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		<item>
			<title>#115 - Evangélicos</title>
			<itunes:author>Lado Bi</itunes:author>
			<itunes:subtitle>Pastores progressistas criticam uso seletivo da Bíblia para atacar LGBTS</itunes:subtitle>
			<itunes:summary>Nesta edição, o Lado Bi entrevista pastores progressistas Ariovaldo Carlos, Guilherme Menga e Odenicio Junior Marques. Eles questionam fundamentalistas religiosos que usam o cristianismo para oprimir LGBTs e também comentam as passagens bíblicas, como em Levítico, por exemplo, que são usadas para oprimir os LGBTs.</itunes:summary>
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			<description>Nesta edição, o Lado Bi entrevista pastores progressistas Ariovaldo Carlos, Guilherme Menga e Odenicio Junior Marques. Eles questionam fundamentalistas religiosos que usam o cristianismo para oprimir LGBTs e também comentam as passagens bíblicas, como em Levítico, por exemplo, que são usadas para oprimir os LGBTs.</description>
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			<pubDate>Mon, 14 Sep 2015 08:00:00 -0300</pubDate>
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			<itunes:keywords>LGBT, evangélicos, protestantes, homofobia</itunes:keywords>
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			<title>#114 - Relacionamentos abertos</title>
			<itunes:author>Lado Bi</itunes:author>
			<itunes:subtitle>Relacionamentos abertos: gays ensinam como fazer dar certo</itunes:subtitle>
			<itunes:summary>Esta semana o LADO BI aborda o funcionamento dos relacionamentos abertos. Para compreender o funcionamento desse tipo de envolvimento que vem ganhando espaço principalmente entre LGBTs, convocamos o revisor José Muniz Jr. e o webdesigner Duda Itajahy, que abriram seus relacionamentos com os respectivos namorados há vários anos. Eles compartilham as regras (ou falta delas) que estabeleceram para que esse arranjo desse certo, comentam como terceiros veem seus relacionamentos, e contam como lidam com ciúmes e insegurança. &quot;Se o namoro está ruim, não tente abrir o relacionamento para continuar junto, as coisas só vão piorar&quot;, aconselha Itajahy. &quot;Nos dizem que somos muito evoluídos e que somos o futuro da humanidade. Acho que isso é uma grande bobagem, sempre vai existir relacionamentos abertos e fechados&quot;, afirma Muniz.</itunes:summary>
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			<description>Esta semana o LADO BI aborda o funcionamento dos relacionamentos abertos. Para compreender o funcionamento desse tipo de envolvimento que vem ganhando espaço principalmente entre LGBTs, convocamos o revisor José Muniz Jr. e o webdesigner Duda Itajahy, que abriram seus relacionamentos com os respectivos namorados há vários anos. Eles compartilham as regras (ou falta delas) que estabeleceram para que esse arranjo desse certo, comentam como terceiros veem seus relacionamentos, e contam como lidam com ciúmes e insegurança. &quot;Se o namoro está ruim, não tente abrir o relacionamento para continuar junto, as coisas só vão piorar&quot;, aconselha Itajahy. &quot;Nos dizem que somos muito evoluídos e que somos o futuro da humanidade. Acho que isso é uma grande bobagem, sempre vai existir relacionamentos abertos e fechados&quot;, afirma Muniz.</description>
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			<pubDate>Mon, 07 Sep 2015 08:00:00 -0300</pubDate>
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			<itunes:keywords>LGBT, relacionamentos abertos, namoro, monogamia</itunes:keywords>
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		</item>
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			<title>#113 - Literatura</title>
			<itunes:author>Lado Bi</itunes:author>
			<itunes:subtitle>Bentinho era gay? Diadorim era trans? Autores LGBT discutem literatura</itunes:subtitle>
			<itunes:summary>Livros, personagens, autores e mercado editorial são o tema dessa semana. O LADO BI traz para o estúdio o autor Alexandre Willer de Mello, a escritora Cristina Judar e o professor e doutorando Fernando Morato para discutir Literatura. Entre vários temas letrados, eles questionam: por que a sexualidade dos grandes autores ainda é ocultada? &quot;Duvido que revelações sobre a sexualidade de autores como Mario de Andrade afetem suas obras, positiva ou negativamente&quot;, afirma Alexandre. É errado reinterpretar obras consagradas sob vieses LGBT contemporâneos? &quot;De jeito nenhum; essa é a prova dos nove das grandes histórias: resistir a novas leituras&quot;, lembra Fernando. Personagens sagrados da literatura brasileira são colocados sob escrutínio: Bentinho, de Dom Casmurro, seria na verdade um gay apaixonado por seu melhor amigo, Escobar? E o que muda se considerarmos que Diadorim, de Grandes Sertões: Veredas, de Guimarães Rosa, era um homem trans? Mais: a dita literatura queer, tem que ser calcada no erotismo e no sexo? &quot;Infelizmente tem muita gente que pensa isso, mas há muito mais elementos que definem a identidade gay que apenas o sexo, e que podem ser utilizadas ao se compor uma narrativa&quot;, alerta Cristina.</itunes:summary>
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			<description>Livros, personagens, autores e mercado editorial são o tema dessa semana. O LADO BI traz para o estúdio o autor Alexandre Willer de Mello, a escritora Cristina Judar e o professor e doutorando Fernando Morato para discutir Literatura. Entre vários temas letrados, eles questionam: por que a sexualidade dos grandes autores ainda é ocultada? &quot;Duvido que revelações sobre a sexualidade de autores como Mario de Andrade afetem suas obras, positiva ou negativamente&quot;, afirma Alexandre. É errado reinterpretar obras consagradas sob vieses LGBT contemporâneos? &quot;De jeito nenhum; essa é a prova dos nove das grandes histórias: resistir a novas leituras&quot;, lembra Fernando. Personagens sagrados da literatura brasileira são colocados sob escrutínio: Bentinho, de Dom Casmurro, seria na verdade um gay apaixonado por seu melhor amigo, Escobar? E o que muda se considerarmos que Diadorim, de Grandes Sertões: Veredas, de Guimarães Rosa, era um homem trans? Mais: a dita literatura queer, tem que ser calcada no erotismo e no sexo? &quot;Infelizmente tem muita gente que pensa isso, mas há muito mais elementos que definem a identidade gay que apenas o sexo, e que podem ser utilizadas ao se compor uma narrativa&quot;, alerta Cristina.</description>
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			<pubDate>Mon, 31 Aug 2015 08:00:00 -0300</pubDate>
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			<itunes:keywords>LGBT, sexualidade, literatura, Mario de Andrade, Guimarães Rosa, Alexandre Willer Mello, Grande Sertão Veredas, Dom Casmurro</itunes:keywords>
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		</item>
		<item>
			<title>#112 - Comida</title>
			<itunes:author>Lado Bi</itunes:author>
			<itunes:subtitle>&quot;Nunca vi hétero comer quiche de alho poró&quot;, diz drag queen cozinheira</itunes:subtitle>
			<itunes:summary>Essa semana o Lado Bi encosta a barriga no fogão e discute as maneiras como a comida e a cultura LGBT se cruzam. Os convidados são a drag queen Rita Von Hunty, apresentadora da websérie Tempero Drag, e Gabriel Barone, chef proprietário do restaurante La Quiche, de São Paulo. Eles discutem como a homossexualidade afeta quem come (&quot;nunca vi um hétero comer uma quiche de alho poró&quot;, brinca Rita) e quem cozinha (&quot;tem muita chef lésbica, elas gostam dessa coisa bruta da cozinha&quot;, aponta Gabriel). Cozinhar pode ser uma arma de sedução: &quot;fico louca com gente que vira omelete na frigideira&quot;, admite Rita. Mas não cabe na hora do sexo, alerta Gabriel: &quot;comida na cama não dá certo!&quot;.</itunes:summary>
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			<description>Essa semana o Lado Bi encosta a barriga no fogão e discute as maneiras como a comida e a cultura LGBT se cruzam. Os convidados são a drag queen Rita Von Hunty, apresentadora da websérie Tempero Drag, e Gabriel Barone, chef proprietário do restaurante La Quiche, de São Paulo. Eles discutem como a homossexualidade afeta quem come (&quot;nunca vi um hétero comer uma quiche de alho poró&quot;, brinca Rita) e quem cozinha (&quot;tem muita chef lésbica, elas gostam dessa coisa bruta da cozinha&quot;, aponta Gabriel). Cozinhar pode ser uma arma de sedução: &quot;fico louca com gente que vira omelete na frigideira&quot;, admite Rita. Mas não cabe na hora do sexo, alerta Gabriel: &quot;comida na cama não dá certo!&quot;.</description>
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			<pubDate>Mon, 24 Aug 2015 08:00:00 -0300</pubDate>
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			<itunes:keywords>LGBT, sexualidade, gastronomia, comida, restaurantes, chef, drag queen</itunes:keywords>
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			<title>#111 - Assexuais</title>
			<itunes:author>Lado Bi</itunes:author>
			<itunes:subtitle>Mulheres assexuais são vistas como prêmios pelos homens, diz especialista</itunes:subtitle>
			<itunes:summary>Essa semana o LADO BI investiga a assexualidade, com a dra. Elisabete Regina de Oliveira, especialista em assexualidade, e Luciana do Rocio Mallon, escritora assexual. Elas afirmam: a assexualidade é a ausência de desejo sexual, e pode ser considerada uma orientação sexual. O programa explora os relacionamentos amorosos de assexuais (sim, são possíveis), como a assexualidade é vista de formas diferentes para homens ou mulheres, e a patologização dessa identidade, e sua relação com a comunidade LGBT. &quot;Mulheres assexuais são muito abordadas por homens, que as veem como prêmio&quot;, afirma Elizabete. &quot;Não fazer sexo é também uma forma de liberdade&quot;, afirma Luciana.</itunes:summary>
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			<description>Essa semana o LADO BI investiga a assexualidade, com a dra. Elisabete Regina de Oliveira, especialista em assexualidade, e Luciana do Rocio Mallon, escritora assexual. Elas afirmam: a assexualidade é a ausência de desejo sexual, e pode ser considerada uma orientação sexual. O programa explora os relacionamentos amorosos de assexuais (sim, são possíveis), como a assexualidade é vista de formas diferentes para homens ou mulheres, e a patologização dessa identidade, e sua relação com a comunidade LGBT. &quot;Mulheres assexuais são muito abordadas por homens, que as veem como prêmio&quot;, afirma Elizabete. &quot;Não fazer sexo é também uma forma de liberdade&quot;, afirma Luciana.</description>
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			<pubDate>Mon, 17 Aug 2015 08:00:00 -0300</pubDate>
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			<itunes:keywords>LGBT, sexualidade, assexuais, assexualidade</itunes:keywords>
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		</item>
		<item>
			<title>#110 - Pais</title>
			<itunes:author>Lado Bi</itunes:author>
			<itunes:subtitle>Pais de gays contam como seus filhos os tornaram pessoas melhores</itunes:subtitle>
			<itunes:summary>Na semana do dia dos pais, o LADO BI entrevista dois pais que sentem orgulho de seus filhos gays. Ricardo Lau, pai de Thiago, e Mario Pires, pai de Felipe Abe, do canal Põe Na Roda, compartilham as histórias de como vieram a compreender a orientação sexual dos filhos, contam como seus filhos os tornaram pessoas melhores e mais tolerantes, e afirmam: pais devem &quot;sair do armário&quot; junto com seus filhos. &quot;Morro de medo de homofobia e agressã&quot;, admite Mario. &quot;A homossexualidade do meu filho me fez até entender melhor o amor de Cristo&quot;, comemora Ricardo.</itunes:summary>
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			<description>Na semana do dia dos pais, o LADO BI entrevista dois pais que sentem orgulho de seus filhos gays. Ricardo Lau, pai de Thiago, e Mario Pires, pai de Felipe Abe, do canal Põe Na Roda, compartilham as histórias de como vieram a compreender a orientação sexual dos filhos, contam como seus filhos os tornaram pessoas melhores e mais tolerantes, e afirmam: pais devem &quot;sair do armário&quot; junto com seus filhos. &quot;Morro de medo de homofobia e agressã&quot;, admite Mario. &quot;A homossexualidade do meu filho me fez até entender melhor o amor de Cristo&quot;, comemora Ricardo.</description>
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			<pubDate>Mon, 10 Aug 2015 08:00:00 -0300</pubDate>
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			<itunes:keywords>LGBT, pais, paternidade, homofobia, violência, religião</itunes:keywords>
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		</item>
		<item>
			<title>#109 - Rap</title>
			<itunes:author>Lado Bi</itunes:author>
			<itunes:subtitle>Rico Dalasam: &quot;Gays gostam de branco bonitinho. Eu não sou Justin Bieber!&quot;</itunes:subtitle>
			<itunes:summary>Essa semana o LADO BI divide o microfone com dois rappers homossexuais: a veterana ativista Luana Hansen e o novo talento Rico Dalasam. O especialista em rap Alexandre de Maio também traz seu conhecimento. Os convidados discutem a importância de rappers LGBT declararem-se em seu trabalho, o machismo e homofobia presentes na cena hip-hop, e as dificuldades de ser homossexual na periferia. E denunciam o preconceito que o meio LGBT tem contra a música que fazem: &quot;Eu fui excluída da Parada LGBT esse ano porque acharam que minha música não era apropriada para o evento&quot;, relata Luana. &quot;O gay acha que você tem que estar lindo, branco, com roupa foda de marca. Minha imagem vai contra isso, eu não sou Justin Bieber!&quot;, manda Dalasam.</itunes:summary>
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			<description>Essa semana o LADO BI divide o microfone com dois rappers homossexuais: a veterana ativista Luana Hansen e o novo talento Rico Dalasam. O especialista em rap Alexandre de Maio também traz seu conhecimento. Os convidados discutem a importância de rappers LGBT declararem-se em seu trabalho, o machismo e homofobia presentes na cena hip-hop, e as dificuldades de ser homossexual na periferia. E denunciam o preconceito que o meio LGBT tem contra a música que fazem: &quot;Eu fui excluída da Parada LGBT esse ano porque acharam que minha música não era apropriada para o evento&quot;, relata Luana. &quot;O gay acha que você tem que estar lindo, branco, com roupa foda de marca. Minha imagem vai contra isso, eu não sou Justin Bieber!&quot;, manda Dalasam.</description>
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			<pubDate>Mon, 03 Aug 2015 08:00:00 -0300</pubDate>
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			<itunes:keywords>LGBT, rap, Luana Hansen, Rico Dalasam, homofobia, hip-hop</itunes:keywords>
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			<title>#108 - #partidA</title>
			<itunes:author>Lado Bi</itunes:author>
			<itunes:subtitle>Marcia Tiburi: &quot;A #partidA quer dar voz às minorias que tradicionalmente são excluídas da vida política&quot;</itunes:subtitle>
			<itunes:summary>Essa semana o LADO BI conversa com a filósofa Marcia Tiburi e as ativistas que, com ela, estão fundando o movimento político #partidA. Elas explicam como a maneira feminista de se fazer política difere da tradicional politicagem, apontam as medidas que seguirão para incluir na vida política minorias que tradicionalmente não são ouvidas, e deixam claro: um partido feminista não exclui homens. &quot;A presença de todos os gêneros, sexualidades, raças e classes sociais é essencial para nosso projeto de democracia radical&quot;, afirma Tiburi.</itunes:summary>
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			<description>Essa semana o LADO BI conversa com a filósofa Marcia Tiburi e as ativistas que, com ela, estão fundando o movimento político #partidA. Elas explicam como a maneira feminista de se fazer política difere da tradicional politicagem, apontam as medidas que seguirão para incluir na vida política minorias que tradicionalmente não são ouvidas, e deixam claro: um partido feminista não exclui homens. &quot;A presença de todos os gêneros, sexualidades, raças e classes sociais é essencial para nosso projeto de democracia radical&quot;, afirma Tiburi.</description>
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			<pubDate>Mon, 27 Jul 2015 08:00:00 -0300</pubDate>
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			<itunes:keywords>LGBT, política, Marcia Tiburi, feminismo, democracia, ativismo</itunes:keywords>
			<itunes:explicit>yes</itunes:explicit>
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		<item>
			<title>#107 - Mulheres no futebol</title>
			<itunes:author>Lado Bi</itunes:author>
			<itunes:subtitle>&quot;A Copa das Copas foi esse ano&quot;, afirmam jornalistas especialistas em futebol</itunes:subtitle>
			<itunes:summary>Uma semana depois do encerramento da Copa Feminina de Futebol no Canadá, o LADO BI discute a presença das mulheres no esporte mais popular do mundo. Lu Castro, jornalista e consultora do Museu do Futebol para futebol feminino, Roberta Cardoso, colunista do site Sãopaulindas, e Camila Mattoso, repórter do canal ESPN, debatem a performance da seleção brasileira, os preconceitos que jogadoras e jornalistas esportivas mulheres enfrentam, e a maneira como a homossexualidade é vista no futebol como um todo. &quot;Muitas vezes temos nossa competência questionada apenas por sermos mulheres&quot;, lamenta Camila. &quot;As mulheres lidam muito melhor com a homossexualidade de jogadores e jogadoras que os homens, tanto em campo como na torcida&quot;, aponta Roberta. Lu Castro, por fim, decreta: &quot;A Copa das Copas não aconteceu ano passado, no Brasil. Aconteceu esse ano, no Canadá. O futebol feminino não fica nada a dever ao masculino quando se fala de jogo.&quot;</itunes:summary>
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			<description>Uma semana depois do encerramento da Copa Feminina de Futebol no Canadá, o LADO BI discute a presença das mulheres no esporte mais popular do mundo. Lu Castro, jornalista e consultora do Museu do Futebol para futebol feminino, Roberta Cardoso, colunista do site Sãopaulindas, e Camila Mattoso, repórter do canal ESPN, debatem a performance da seleção brasileira, os preconceitos que jogadoras e jornalistas esportivas mulheres enfrentam, e a maneira como a homossexualidade é vista no futebol como um todo. &quot;Muitas vezes temos nossa competência questionada apenas por sermos mulheres&quot;, lamenta Camila. &quot;As mulheres lidam muito melhor com a homossexualidade de jogadores e jogadoras que os homens, tanto em campo como na torcida&quot;, aponta Roberta. Lu Castro, por fim, decreta: &quot;A Copa das Copas não aconteceu ano passado, no Brasil. Aconteceu esse ano, no Canadá. O futebol feminino não fica nada a dever ao masculino quando se fala de jogo.&quot;</description>
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			<pubDate>Mon, 20 Jul 2015 08:00:00 -0300</pubDate>
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			<itunes:keywords>LGBT, futebol, Copa do Mundo de Futebol Feminino, Canadá</itunes:keywords>
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		<item>
			<title>#106 - Nudes</title>
			<itunes:author>Lado Bi</itunes:author>
			<itunes:subtitle>Adeptos de &quot;nudes&quot;: &quot;hoje a gente se conhece primeiro sem roupa&quot;</itunes:subtitle>
			<itunes:summary>Nesta edição, o programa entrevista três adeptos dos &quot;nudes&quot;, ou seja, fotos de pessoas nuas. Durante o programa eles dão dicas de como fazer sua melhor foto sem roupa, como se prevenir caso fotos eróticas forem parar na rede, contam por que mulheres hétero estão mandando nudes para lésbicas, e consideram por que hoje as pessoas se conhecem primeiro nuas e depois vestidas.</itunes:summary>
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			<description>Nesta edição, o programa entrevista três adeptos dos &quot;nudes&quot;, ou seja, fotos de pessoas nuas. Durante o programa eles dão dicas de como fazer sua melhor foto sem roupa, como se prevenir caso fotos eróticas forem parar na rede, contam por que mulheres hétero estão mandando nudes para lésbicas, e consideram por que hoje as pessoas se conhecem primeiro nuas e depois vestidas.</description>
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			<pubDate>Mon, 13 Jul 2015 08:00:00 -0300</pubDate>
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			<itunes:keywords>LGBT, nudes, nudez, celular, machismo, feminismo, revenge porn</itunes:keywords>
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			<title>#105 - Intolerância Religiosa</title>
			<itunes:author>Lado Bi</itunes:author>
			<itunes:subtitle>&quot;Pior ação política é aquela fundamentada na fé&quot;, diz Ricardo Boechat</itunes:subtitle>
			<itunes:summary>Na edição do programa Lado Bi, o jornalista Ricardo Boechat e o pastor José Barbosa Jr. Ambos estiveram recentemente no foco das discussões sobre intolerância religiosa no Brasil. Boechat protagonizou uma discussão com o pastor Silas Malafaia, chamando-o de &quot;pilantra, tomar de dinheiro de fiel&quot; e tornou-se viral nas redes sociais ao mandar o pastor em questão &quot;procurar uma rola&quot;. Já o pastor José Barbosa Jr. criou o grupo &quot;Jesus Cura a Homofobia&quot;, que ele levou à Parada LGBT para pedir perdão pela perseguição que a igreja pratica com esta população. Durante o debate, Boechat disse que não queria ser visto como o &quot;anti-Malafaia&quot; e que os líderes religiosos do Brasil perderam a chance de fazer um alerta contra a intolerância religiosa após o caso da menina de 11 anos que levou uma pedrada ao sair de um culto de candomblé. O jornalista também criticou a mistura de fé e religião: &quot;Qual é o pior meio de ação política? É o fundamentado baseado na fé.&quot; O pastor Barbosa Jr. completou: &quot;O protestantismo hoje anda cego à própria história, pois seu surgimento foi embasado na separação entre igreja e estado.&quot;</itunes:summary>
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			<description>Na edição do programa Lado Bi, o jornalista Ricardo Boechat e o pastor José Barbosa Jr. Ambos estiveram recentemente no foco das discussões sobre intolerância religiosa no Brasil. Boechat protagonizou uma discussão com o pastor Silas Malafaia, chamando-o de &quot;pilantra, tomar de dinheiro de fiel&quot; e tornou-se viral nas redes sociais ao mandar o pastor em questão &quot;procurar uma rola&quot;. Já o pastor José Barbosa Jr. criou o grupo &quot;Jesus Cura a Homofobia&quot;, que ele levou à Parada LGBT para pedir perdão pela perseguição que a igreja pratica com esta população. Durante o debate, Boechat disse que não queria ser visto como o &quot;anti-Malafaia&quot; e que os líderes religiosos do Brasil perderam a chance de fazer um alerta contra a intolerância religiosa após o caso da menina de 11 anos que levou uma pedrada ao sair de um culto de candomblé. O jornalista também criticou a mistura de fé e religião: &quot;Qual é o pior meio de ação política? É o fundamentado baseado na fé.&quot; O pastor Barbosa Jr. completou: &quot;O protestantismo hoje anda cego à própria história, pois seu surgimento foi embasado na separação entre igreja e estado.&quot;</description>
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			<pubDate>Mon, 06 Jul 2015 08:00:00 -0300</pubDate>
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			<itunes:keywords>LGBT, intolerância religiosa, Silas Malafaia, Ricardo Boechat, José Barbosa Jr., protestantismo</itunes:keywords>
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		</item>
		<item>
			<title>#104 - Depressão</title>
			<itunes:author>Lado Bi</itunes:author>
			<itunes:subtitle>Rejeição familiar é principal causa de depressão e suicídio entre LGBTs</itunes:subtitle>
			<itunes:summary>O programa recebe o psicólogo Lucas Bulamah e o assistente social Murilo Duarte. Eles irão debater as causa da depressão em LGBTs. Para eles, a rejeição familiar é um dos principais fatores depressivos neste grupo. Gays, lésbicas e transgêneros expulsos de casa, vítimas de bullying, muitas vezes caem na prostituição, quando não acabam cometendo suicídio. Duarte, que trabalha diretamente com pacientes soropositivos, conta que o HIV acaba se tornando mais um agravante.</itunes:summary>
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			<description>O programa recebe o psicólogo Lucas Bulamah e o assistente social Murilo Duarte. Eles irão debater as causa da depressão em LGBTs. Para eles, a rejeição familiar é um dos principais fatores depressivos neste grupo. Gays, lésbicas e transgêneros expulsos de casa, vítimas de bullying, muitas vezes caem na prostituição, quando não acabam cometendo suicídio. Duarte, que trabalha diretamente com pacientes soropositivos, conta que o HIV acaba se tornando mais um agravante.</description>
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			<pubDate>Mon, 29 Jun 2015 08:00:00 -0300</pubDate>
			<itunes:duration>01:17:41</itunes:duration>
			<itunes:keywords>LGBT, depressão, transgênero, homossexualidade, família, preconceito, intolerância, suicídio</itunes:keywords>
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		</item>
		<item>
			<title>#103 - Armandinho</title>
			<itunes:author>Lado Bi</itunes:author>
			<itunes:subtitle>Criador de &quot;Armandinho&quot; acha que tirinhas irônicas são pouco construtivas</itunes:subtitle>
			<itunes:summary>No estúdio, Alexandre Beck, criador da tirinha &quot;Armandinho&quot; conta por que suas tirinhas falam de igualdade e qual a eficiência de usar uma criança para passar uma mensagem de tolerância. Durante o papo, explica por que não usa da ironia como principal forma de expressão: &quot;Acho que a a ironia é muito eficiente em destruir uma ideia, mas não em construir&quot;.</itunes:summary>
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			<description>No estúdio, Alexandre Beck, criador da tirinha &quot;Armandinho&quot; conta por que suas tirinhas falam de igualdade e qual a eficiência de usar uma criança para passar uma mensagem de tolerância. Durante o papo, explica por que não usa da ironia como principal forma de expressão: &quot;Acho que a a ironia é muito eficiente em destruir uma ideia, mas não em construir&quot;.</description>
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			<pubDate>Mon, 22 Jun 2015 08:00:00 -0300</pubDate>
			<itunes:duration>00:49:24</itunes:duration>
			<itunes:keywords>LGBT, HQ, Alexandre Beck, Armandinho, tirinhas, ativismo</itunes:keywords>
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		</item>
		<item>
			<title>#102 - PrEP</title>
			<itunes:author>Lado Bi</itunes:author>
			<itunes:subtitle>O programa entrevista quatro gays que tomam remédio para prevenir o HIV</itunes:subtitle>
			<itunes:summary>Nesta edição, o programa entrevista quatro voluntários do programa PrEP Brasil, ainda em testes no Brasil. PrEP é a sigla para Profilaxia Pré-Exposição, que consiste no uso de medicamentos antirretrovirais para prevenir o contágio do HIV. Eles explicam o que mudou em sua vida sexual, quais os efeitos colaterais disso e qual a rotina de quem faz uso desse tipo de medicação. No estúdio, o médico Rico Vasconcelos, um dos coordenadores do programa no Hospital das Clínicas, esclarece dúvidas.</itunes:summary>
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			<description>Nesta edição, o programa entrevista quatro voluntários do programa PrEP Brasil, ainda em testes no Brasil. PrEP é a sigla para Profilaxia Pré-Exposição, que consiste no uso de medicamentos antirretrovirais para prevenir o contágio do HIV. Eles explicam o que mudou em sua vida sexual, quais os efeitos colaterais disso e qual a rotina de quem faz uso desse tipo de medicação. No estúdio, o médico Rico Vasconcelos, um dos coordenadores do programa no Hospital das Clínicas, esclarece dúvidas.</description>
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			<pubDate>Mon, 15 Jun 2015 08:00:00 -0300</pubDate>
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			<itunes:keywords>LGBT, HIV, PrEP, Truvada, Aids, Truvada whore</itunes:keywords>
			<itunes:explicit>yes</itunes:explicit>
		</item>
        <item>
			<title>#101 - Parada LGBT</title>
			<itunes:author>Lado Bi</itunes:author>
			<itunes:subtitle>&quot;"As pessoas ficam nuas na parada porque seus corpos são reprimidos o ano todo&quot;, diz drag queen Tchaka</itunes:subtitle>
			<itunes:summary>No programa desta semana, o Lado Bi entrevista a drag queen Tchaka e cantora portuguesa transgênero Patrícia Ribeiro. As duas desfilarão no domingo e comentam as diferenças no ativismo LGBT no Brasil e em Portugal. Também debatem sobre as críticas à nudez durante o evento. Para a portuguesa, mostrar o corpo é um tipo de atitude que fomenta o preconceito contra o evento. Já a drag queen Tchaka explica por outro ponto de vista: &quot;Muitas dessas pessoas convivem com violência diária em ambientes muito repressores. Quando vêm para a parada, para muitas delas, é a única oportunidade que elas têm de serem elas mesmas. Acho que tanto as pessoas que optam por uma atuação mais discreta quanto as que gostam de exibir seu corpo, que muitas vezes lhe é negado, têm espaço na parada.&quot;</itunes:summary>
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			<description>No programa desta semana, o Lado Bi entrevista a drag queen Tchaka e cantora portuguesa transgênero Patrícia Ribeiro. As duas desfilarão no domingo e comentam as diferenças no ativismo LGBT no Brasil e em Portugal. Também debatem sobre as críticas à nudez durante o evento. Para a portuguesa, mostrar o corpo é um tipo de atitude que fomenta o preconceito contra o evento. Já a drag queen Tchaka explica por outro ponto de vista: &quot;Muitas dessas pessoas convivem com violência diária em ambientes muito repressores. Quando vêm para a parada, para muitas delas, é a única oportunidade que elas têm de serem elas mesmas. Acho que tanto as pessoas que optam por uma atuação mais discreta quanto as que gostam de exibir seu corpo, que muitas vezes lhe é negado, têm espaço na parada.&quot;</description>
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			<pubDate>Mon, 08 Jun 2015 08:00:00 -0300</pubDate>
			<itunes:duration>01:06:24</itunes:duration>
			<itunes:keywords>LGBT, Tchaka, Rainha, Patricia Ribeiro, transexual, parada lgbt</itunes:keywords>
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        <item>
			<title>#100 - Thammy Miranda</title>
			<itunes:author>Lado Bi</itunes:author>
			<itunes:subtitle>&quot;Câncer eu teria se não tivesse tirado os seios, mas seria de infelicidade&quot;, diz Thammy Miranda</itunes:subtitle>
			<itunes:summary>Em sua edição de número 100, o programa recebe Thammy Miranda, que fala sobre seu livro e sobre sua transexualidade. Questionado por internautas se fez tratamento psicológico para retirar os seus (que viraram objeto de obsessão da mídia), o apresentador e ator provoca: &quot;Alguém faz tratamento para colocar silicone? Para diminuir o nariz? Quem precisa de tratamento é aquela que injetou gel na perna!&quot;</itunes:summary>
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			<description>Em sua edição de número 100, o programa recebe Thammy Miranda, que fala sobre seu livro e sobre sua transexualidade. Questionado por internautas se fez tratamento psicológico para retirar os seus (que viraram objeto de obsessão da mídia), o apresentador e ator provoca: &quot;Alguém faz tratamento para colocar silicone? Para diminuir o nariz? Quem precisa de tratamento é aquela que injetou gel na perna!&quot;</description>
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			<pubDate>Mon, 01 Jun 2015 08:00:00 -0300</pubDate>
			<itunes:duration>01:09:48</itunes:duration>
			<itunes:keywords>LGBT, Thammy Miranda, transexualidade, fama, novela, televisão, trans</itunes:keywords>
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		</item>
		<item>
			<title>#99 - Periferia</title>
			<itunes:author>Lado Bi</itunes:author>
			<itunes:subtitle>Gays da periferia contam porque LGBTs abandonam cedo a escola em bairros pobres</itunes:subtitle>
			<itunes:summary>Nesta edição o Lado Bi entrevista Vinicius Linhares, pesquisador e coordenador do coletivo Transação, e Bruno César, ator e criador do projeto Periferia Trans. Moradores do Grajaú, eles contam que o jovens LGBT da periferia em geral abandonam a escola por volta da 8ª série. &quot;A escola na periferia é um depósito de gente para manter crianças fora da rua enquanto os pais trabalham. Não há um objetivo de educar e ela reproduz o ambiente opressor da sociedade. Por isso o jovem gay, a jovem lésbica a jovem trans não se reconhece ali e acaba abandonando a escola por volta da 8ª série, que é exatamente quando as questões de sexualidade vêm à tona.&quot;</itunes:summary>
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			<description>Nesta edição o Lado Bi entrevista Vinicius Linhares, pesquisador e coordenador do coletivo Transação, e Bruno César, ator e criador do projeto Periferia Trans. Moradores do Grajaú, eles contam que o jovens LGBT da periferia em geral abandonam a escola por volta da 8ª série. &quot;A escola na periferia é um depósito de gente para manter crianças fora da rua enquanto os pais trabalham. Não há um objetivo de educar e ela reproduz o ambiente opressor da sociedade. Por isso o jovem gay, a jovem lésbica a jovem trans não se reconhece ali e acaba abandonando a escola por volta da 8ª série, que é exatamente quando as questões de sexualidade vêm à tona.&quot;</description>
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			<pubDate>Mon, 25 May 2015 08:00:00 -0300</pubDate>
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			<itunes:keywords>LGBT, pobreza, periferia, igreja, machismo</itunes:keywords>
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		</item>
        <item>
			<title>#98 - Michês</title>
			<itunes:author>Lado Bi</itunes:author>
			<itunes:subtitle>Ator pornô diz que carreira dura pouco porque gays exigem muitas caras novas</itunes:subtitle>
			<itunes:summary>Nesta edição, o Lado Bi do michês, com Leo Felipo, garoto de programa e ator pornô, e Alan Souza, que já foi traficante, hoje é garoto de programa e acaba de lançar um livro com suas memórias. Eles contam por que escolheram a profissão, o que um bom GP tem que proporcionar a seu cliente, como se prevenir de bandidos e Leo explica por que a carreira de ator pornô gay é pouco duradora: &quot;Ninguém fica rico fazendo pornô porque o público gay exige muita cara nova.&quot; Já Alan Souza fala como se prevenir de golpes: &quot;Procure referências dos caras nos sites e nunca pegue garotos de programa na rua.&quot;</itunes:summary>
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			<description>Nesta edição, o Lado Bi do michês, com Leo Felipo, garoto de programa e ator pornô, e Alan Souza, que já foi traficante, hoje é garoto de programa e acaba de lançar um livro com suas memórias. Eles contam por que escolheram a profissão, o que um bom GP tem que proporcionar a seu cliente, como se prevenir de bandidos e Leo explica por que a carreira de ator pornô gay é pouco duradora: &quot;Ninguém fica rico fazendo pornô porque o público gay exige muita cara nova.&quot; Já Alan Souza fala como se prevenir de golpes: &quot;Procure referências dos caras nos sites e nunca pegue garotos de programa na rua.&quot;</description>
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			<pubDate>Mon, 18 May 2015 08:00:00 -0300</pubDate>
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			<itunes:keywords>LGBT, prostituição, sexo, garoto de programa, michê</itunes:keywords>
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		</item>
        <item>
			<title>#97 - Lado Bi Atende</title>
			<itunes:author>Lado Bi</itunes:author>
			<itunes:subtitle>Lado Bi e ex-colunista da VIP aconselham ouvintes quanto a seus dilemas sobre sexo e relacionamento</itunes:subtitle>
			<itunes:summary>Nesta edição, o Lado Bi e a ex-colunista de sexo da revista VIP Cuca Ellias, respondem a diversas perguntas enviadas por gays, lésbicas e homens e mulheres heterossexuais sobre sexo e relacionamento. &quot;Qual a melhor hora de abolir a camisinha numa relação?&quot;; &quot;Estou saindo com uma menina muito escandalosa na cama. Devo dar um toque?&quot;; &quot;Sou um homem gay de 28 anos e quero ter um filho, mas não encontro um parceiro para a empreitada. O que devo fazer?&quot;; &quot;É possível manter um relacionamento com um dos membros dentro do armário?&quot;; &quot;Meu companheiro pede coisas no sexo que não gosto de fazer. Devo fazer para agradá-lo ou devo deixa-lo fazer com outra pessoa?&quot; Ouça todas as respostas aqui.</itunes:summary>
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			<description>Nesta edição, o Lado Bi e a ex-colunista de sexo da revista VIP Cuca Ellias, respondem a diversas perguntas enviadas por gays, lésbicas e homens e mulheres heterossexuais sobre sexo e relacionamento. &quot;Qual a melhor hora de abolir a camisinha numa relação?&quot;; &quot;Estou saindo com uma menina muito escandalosa na cama. Devo dar um toque?&quot;; &quot;Sou um homem gay de 28 anos e quero ter um filho, mas não encontro um parceiro para a empreitada. O que devo fazer?&quot;; &quot;É possível manter um relacionamento com um dos membros dentro do armário?&quot;; &quot;Meu companheiro pede coisas no sexo que não gosto de fazer. Devo fazer para agradá-lo ou devo deixa-lo fazer com outra pessoa?&quot; Ouça todas as respostas aqui.</description>
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			<pubDate>Mon, 11 May 2015 08:00:00 -0300</pubDate>
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			<itunes:keywords>LGBT, relacionamento, sexo</itunes:keywords>
			<itunes:explicit>yes</itunes:explicit>
		</item>
        <item>
			<title>#96 - Paternidade</title>
			<itunes:author>Lado Bi</itunes:author>
			<itunes:subtitle>Adotado por casal gay, menino foi recusado por casal hetero por ser efeminado</itunes:subtitle>
			<itunes:summary>Nesta edição, o Lado Bi entrevista Toni Reis, David Harrad e seus três filhos, a primeira família LGBT a ser reconhecida pelo STF no Brasil. Durante o programa, Alyson, o filho mais velho adotado por eles, contou que foi recusado por uma família hetero porque era efeminado. Além disso, o menino conta que tinha nojo de gays porque nos abrigos onde viveu, todos eram evangélicos e lhes ensinavam que gays eram estupradores, pedófilos e maltratavam crianças. Mesmo assim, David conta como manteve a serenidade durante os 25 anos de luta pelo reconhecimento de seus direitos a ponto de ter relações cordiais com homofóbicos notórios como Jair Bolsonaro. &quot;Eu acredito na mudança. A gente tem que ter paciência histórica e não ser radical. Não dá pra fazer a ferro e fogo.&quot;</itunes:summary>
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			<description>Nesta edição, o Lado Bi entrevista Toni Reis, David Harrad e seus três filhos, a primeira família LGBT a ser reconhecida pelo STF no Brasil. Durante o programa, Alyson, o filho mais velho adotado por eles, contou que foi recusado por uma família hetero porque era efeminado. Além disso, o menino conta que tinha nojo de gays porque nos abrigos onde viveu, todos eram evangélicos e lhes ensinavam que gays eram estupradores, pedófilos e maltratavam crianças. Mesmo assim, David conta como manteve a serenidade durante os 25 anos de luta pelo reconhecimento de seus direitos a ponto de ter relações cordiais com homofóbicos notórios como Jair Bolsonaro. &quot;Eu acredito na mudança. A gente tem que ter paciência histórica e não ser radical. Não dá pra fazer a ferro e fogo.&quot;</description>
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			<pubDate>Mon, 04 May 2015 08:00:00 -0300</pubDate>
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			<itunes:keywords>LGBT, paternidade, Toni Reis, David Harrad, adoção, Supremo Tribunal Federal</itunes:keywords>
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        <item>
			<title>#95 - Sem-teto</title>
			<itunes:author>Lado Bi</itunes:author>
			<itunes:subtitle>Religião é o que mais motiva pais a expulsarem filhos LGBTs de casa</itunes:subtitle>
			<itunes:summary>Nesta edição o Lado Bi entrevista Paula Conrado, Diego Davanso e Caio Gregori, integrantes do projeto Ninho, que tem como objetivo acolher LGBTs em situação de vulnerabilidade. Durante o programa, eles contam que o fator que mais motiva os pais a expulsarem filhos gays, lésbicas e transgêneros de casa é a religião. Outro fator é a pressão social. Neste panorama, embora não haja números oficiais, estima-se que 90% dos LGBTs expulsos de casa devido seja as pessoas trans.</itunes:summary>
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			<description>Nesta edição o Lado Bi entrevista Paula Conrado, Diego Davanso e Caio Gregori, integrantes do projeto Ninho, que tem como objetivo acolher LGBTs em situação de vulnerabilidade. Durante o programa, eles contam que o fator que mais motiva os pais a expulsarem filhos gays, lésbicas e transgêneros de casa é a religião. Outro fator é a pressão social. Neste panorama, embora não haja números oficiais, estima-se que 90% dos LGBTs expulsos de casa devido seja as pessoas trans.</description>
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			<pubDate>Mon, 27 Apr 2015 08:00:00 -0300</pubDate>
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			<itunes:keywords>LGBT, Projeto Ninho, Sem-Teto, Diega de Neve</itunes:keywords>
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		</item>
        <item>
			<title>#94 - Chicão e Maria Eugenia</title>
			<itunes:author>Lado Bi</itunes:author>
			<itunes:subtitle>&quot;Pra mim o modelo de família é aquele em que há amor&quot;, diz Chicão, filho de Cássia Eller.</itunes:subtitle>
			<itunes:summary>Nesta quinta-feira o Lado Bi terá a honra de conversar com Chicão e Maria Eugenia, filho e viúva de Cássia Eller. Eles falarão pela primeira vez de sua intimidade como família. &quot;Temos que nos posicionar&quot;, disse Maria Eugenia. Já o Chicão herdou a timidez e a irreverância da mãe. Ele conta como &quot;se manteve hétero&quot; mesmo sendo criado por duas mulheres e responde à pergunta &quot;como vou explicar isso [um beijo entre mulheres na novela &quot;Babilônia&quot;] para meu filho?: &quot;Beijar é bom, né?&quot;</itunes:summary>
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			<description>Nesta quinta-feira o Lado Bi terá a honra de conversar com Chicão e Maria Eugenia, filho e viúva de Cássia Eller. Eles falarão pela primeira vez de sua intimidade como família. &quot;Temos que nos posicionar&quot;, disse Maria Eugenia. Já o Chicão herdou a timidez e a irreverância da mãe. Ele conta como &quot;se manteve hétero&quot; mesmo sendo criado por duas mulheres e responde à pergunta &quot;como vou explicar isso [um beijo entre mulheres na novela &quot;Babilônia&quot;] para meu filho?: &quot;Beijar é bom, né?&quot;</description>
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			<pubDate>Mon, 20 Apr 2015 08:00:00 -0300</pubDate>
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			<itunes:keywords>LGBT, Cássia Eller, Chicão Eller, Maria Eugenia, Babilonia, beijo gay, novela</itunes:keywords>
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        <item>
			<title>#93 - Travestis envelhecem?</title>
			<itunes:author>Lado Bi</itunes:author>
			<itunes:subtitle>Travestis com mais de 60 anos contam como sobreviveram à ditadura militar</itunes:subtitle>
			<itunes:summary>Nesta semana, o Lado Bi pergunta: &quot;ravestis envelhecem?&quot; A frase dá título ao livro do pesquisador Pedro Sammarco que conta a história de várias travestis que hoje estão com mais de 60 anos, contrariando as estatísticas de violência contra essa população. No estúdio, Lili Vargas, 64, e Taís Azevedo, 65, falam dos horrores que sofreram na ditadura militar. &quot;Eu fui tão estuprada que me acostumei. Me acostumei no sentido de ‘ai, vai, acaba logo’&quot;, conta Taís que relata ainda que, no Rio de Janeiro, durante o regime militar, policiais e torturadores levavam gays e travestis para o morro da Urca, batiam, estupravam e depois os arremessavam de lá. &quot;Eu sobrevivi porque me agarrei a uma árvore... O pior de tudo é você voltar de lá machucada, desnorteada e saber que seus dois amigos ficaram lá...&quot; Já Lili fala que a solidariedade entre as travestis ajudava a sobreviver. &quot;Os policiais de São Paulo não eram tão cruéis quanto os do Rio. Eles pediam 50 cruzeiros para cada uma não ser presa. A gente juntava dinheiro suficiente para todas, assim ninguém ficava presa.&quot;</itunes:summary>
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			<description>Nesta semana, o Lado Bi pergunta: &quot;ravestis envelhecem?&quot; A frase dá título ao livro do pesquisador Pedro Sammarco que conta a história de várias travestis que hoje estão com mais de 60 anos, contrariando as estatísticas de violência contra essa população. No estúdio, Lili Vargas, 64, e Taís Azevedo, 65, falam dos horrores que sofreram na ditadura militar. &quot;Eu fui tão estuprada que me acostumei. Me acostumei no sentido de ‘ai, vai, acaba logo’&quot;, conta Taís que relata ainda que, no Rio de Janeiro, durante o regime militar, policiais e torturadores levavam gays e travestis para o morro da Urca, batiam, estupravam e depois os arremessavam de lá. &quot;Eu sobrevivi porque me agarrei a uma árvore... O pior de tudo é você voltar de lá machucada, desnorteada e saber que seus dois amigos ficaram lá...&quot; Já Lili fala que a solidariedade entre as travestis ajudava a sobreviver. &quot;Os policiais de São Paulo não eram tão cruéis quanto os do Rio. Eles pediam 50 cruzeiros para cada uma não ser presa. A gente juntava dinheiro suficiente para todas, assim ninguém ficava presa.&quot;</description>
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			<pubDate>Mon, 13 Apr 2015 08:00:00 -0300</pubDate>
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			<itunes:keywords>LGBT, envelhecimento, ditadura, travestis, aids, anos 1970, anos 1980</itunes:keywords>
			<itunes:explicit>yes</itunes:explicit>
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        <item>
			<title>#92 - Educação</title>
			<itunes:author>Lado Bi</itunes:author>
			<itunes:subtitle>&quot;Quando não se faz educação sexual na escola, os alunos aprendem com a pornografia&quot;, diz professora transgênero</itunes:subtitle>
			<itunes:summary>Nesta edição, o Lado Bi entrevista Luiza Coppieters, professora transgênero do Ensino Médio, e Wellington Soares Silva, repórter da Revista Nova Escola. Eles discutem como as questões de gênero são abordadas na escola e dizem que os alunos estão muito mais avançados em relação a isso que os professores. Luiza diz que negar a educação sexual na escola faz com que os alunos se eduquem por meio da pornografia ou da repressão sexual. E o repórter da Nova Escola conta como foi a reação de seus leitores após a capa com um menino transgênero.</itunes:summary>
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			<description>Nesta edição, o Lado Bi entrevista Luiza Coppieters, professora transgênero do Ensino Médio, e Wellington Soares Silva, repórter da Revista Nova Escola. Eles discutem como as questões de gênero são abordadas na escola e dizem que os alunos estão muito mais avançados em relação a isso que os professores. Luiza diz que negar a educação sexual na escola faz com que os alunos se eduquem por meio da pornografia ou da repressão sexual. E o repórter da Nova Escola conta como foi a reação de seus leitores após a capa com um menino transgênero.</description>
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			<pubDate>Mon, 06 Apr 2015 08:00:00 -0300</pubDate>
			<itunes:duration>01:11:32</itunes:duration>
			<itunes:keywords>LGBT, educação, transgênero, educação de gênero, educação sexual, homofobia, bullying</itunes:keywords>
			<itunes:explicit>yes</itunes:explicit>
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        <item>
			<title>#91 - Pintosas</title>
			<itunes:author>Lado Bi</itunes:author>
			<itunes:subtitle>&quot;As pintosas incomodam porque são livres&quot;, dizem gays efeminados</itunes:subtitle>
			<itunes:summary>Nesta edição, o programa entrevista o cartunista Nerone Prandi, o marqueteiro Fabrício Azambuja e o jornalista Alvise Lucchese. Os três são pintosas, ou seja, gays que não fazem a menor questão de fingir que são machões. Eles relatam, assim como as lésbicas masculinas, que sofrem preconceito dentro da comunidade LGBT. Mas por que os efeminados incomodam tanto os gays masculinos? &quot;As pintosas incomodam porque são livres&quot;, diz Lucchese. Já Prandi acha elas incomodam especialmente aqueles que querem fingir que são heteros. Por fim, Azambuja diz que o preconceito contra gays efeminados parte até dos próprios efeminados, que, por conta do machismo instituído, buscam no parceiro, o ideal do homem másculo vendido pela publicidade.</itunes:summary>
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			<description>Nesta edição, o programa entrevista o cartunista Nerone Prandi, o marqueteiro Fabrício Azambuja e o jornalista Alvise Lucchese. Os três são pintosas, ou seja, gays que não fazem a menor questão de fingir que são machões. Eles relatam, assim como as lésbicas masculinas, que sofrem preconceito dentro da comunidade LGBT. Mas por que os efeminados incomodam tanto os gays masculinos? &quot;As pintosas incomodam porque são livres&quot;, diz Lucchese. Já Prandi acha elas incomodam especialmente aqueles que querem fingir que são heteros. Por fim, Azambuja diz que o preconceito contra gays efeminados parte até dos próprios efeminados, que, por conta do machismo instituído, buscam no parceiro, o ideal do homem másculo vendido pela publicidade</description>
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			<pubDate>Mon, 30 Mar 2015 08:00:00 -0300</pubDate>
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			<itunes:keywords>LGBT, pintosas, afeminadas, preconceito, homofobia</itunes:keywords>
			<itunes:explicit>yes</itunes:explicit>
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        <item>
			<title>#90 - Turismo</title>
			<itunes:author>Lado Bi</itunes:author>
			<itunes:subtitle>Autores do blog Viaja Bi elegem os destinos mais homofóbicos do mundo</itunes:subtitle>
			<itunes:summary>Nesta edição, o programa recebe Eloah Cristina, Amanda Fernandes, Fábio Pastorello e Rafael Leick, autores do blog Viaja Bi!, onde dão dicas de viagens para LGBTs. Eles falam quais os destinos mais homofóbicos do mundo, o que gays e lésbicas buscam de diferente em suas viagens e, no caso das meninas, um relato de homofobia em um hotel, que se recusou a fornecer cama de casal para elas em sua lua de mel.</itunes:summary>
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			<description>Nesta edição, o programa recebe Eloah Cristina, Amanda Fernandes, Fábio Pastorello e Rafael Leick, autores do blog Viaja Bi!, onde dão dicas de viagens para LGBTs. Eles falam quais os destinos mais homofóbicos do mundo, o que gays e lésbicas buscam de diferente em suas viagens e, no caso das meninas, um relato de homofobia em um hotel, que se recusou a fornecer cama de casal para elas em sua lua de mel.</description>
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			<pubDate>Mon, 23 Mar 2015 08:00:00 -0300</pubDate>
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			<itunes:keywords>LGBT, turismo, homofobia, viagem</itunes:keywords>
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        <item>
			<title>#89 - O Amor É Estranho</title>
			<itunes:author>Lado Bi</itunes:author>
			<itunes:subtitle>&quot;O amor entre esses dois homens é um exemplo para toda a família&quot; diz roteirista de &quot;O Amor É Estranho&quot;</itunes:subtitle>
			<itunes:summary>O programa desta semana entrevista Mauricio Zacharias, roteirista brasileiro do premiado &quot;O Amor É Estranho&quot;, que estreia no Brasil. O filme narra a história de dois homens que vivem juntos há 39 anos (John Lithgow e Alfred Molina) e que se casam após a legalização do casamento igualitário em Nova York. Um deles trabalha em uma escola católica e é demitido. Sem rendimentos para pagar as despesas, os dois são obrigados a vender seu apartamento e passam a morar, de favor, cada um na casa de um parente. &quot;O amor entre esses dois homens é um exemplo para toda a família. A deles e a nossa. Porque como todo casal, eles passam por tudo, mas sua cumplicidade e companheirismo superam tudo. Talvez abra a porta para mostrar para gays ou heteros que o amor é possível.&quot;</itunes:summary>
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			<description>O programa desta semana entrevista Mauricio Zacharias, roteirista brasileiro do premiado &quot;O Amor É Estranho&quot;, que estreia no Brasil. O filme narra a história de dois homens que vivem juntos há 39 anos (John Lithgow e Alfred Molina) e que se casam após a legalização do casamento igualitário em Nova York. Um deles trabalha em uma escola católica e é demitido. Sem rendimentos para pagar as despesas, os dois são obrigados a vender seu apartamento e passam a morar, de favor, cada um na casa de um parente. &quot;O amor entre esses dois homens é um exemplo para toda a família. A deles e a nossa. Porque como todo casal, eles passam por tudo, mas sua cumplicidade e companheirismo superam tudo. Talvez abra a porta para mostrar para gays ou heteros que o amor é possível.&quot;</description>
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			<pubDate>Mon, 16 Mar 2015 08:00:00 -0300</pubDate>
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			<itunes:keywords>LGBT, Mauricio Zacharias, John Lithgow, Alfred Molina, casamento homoafetivo</itunes:keywords>
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        <item>
			<title>#88 - Heterossexuais</title>
			<itunes:author>Lado Bi</itunes:author>
			<itunes:subtitle>&quot;Machões não usam camisinha porque ainda acham que Aids é doença de gay&quot;, dizem blogueiros héteros</itunes:subtitle>
			<itunes:summary>Nesta semana , o Lado Bi entrevista os blogueiros Edson Castro e Leonardo Filomeno, autores do blog &quot;Manual do Homem Moderno&quot;, que discute e critica o machismo e o comportamento de homens heterossexuais. No programa, eles ridicularizaram a criação do &quot;Dia do Orgulho Hétero&quot;, que o presidente da Câmara, o deputado evangélico Eduardo Cunha (PMDB) pretende criar. &quot;Eu sempre me pergunto: ‘Qual é o motivo do orgulho? Se você é hetero, é tão difícil assim de não dar a bunda?’&quot;, questiona Castro. Além disso, os dois explicam, com base em depoimentos de seus leitores, por que homens heteros não se importam de transar sem camisinha. &quot;Ainda persiste a ideia de que Aids é doença de gay. Os caras se preocupam mais se vão engravidar a menina do que se vão pegar uma DST. Além disso, eles se orgulham de transar com uma mulher sem camisinha.&quot;</itunes:summary>
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			<description>Nesta semana , o Lado Bi entrevista os blogueiros Edson Castro e Leonardo Filomeno, autores do blog &quot;Manual do Homem Moderno&quot;, que discute e critica o machismo e o comportamento de homens heterossexuais. No programa, eles ridicularizaram a criação do &quot;Dia do Orgulho Hétero&quot;, que o presidente da Câmara, o deputado evangélico Eduardo Cunha (PMDB) pretende criar. &quot;Eu sempre me pergunto: ‘Qual é o motivo do orgulho? Se você é hetero, é tão difícil assim de não dar a bunda?’&quot;, questiona Castro. Além disso, os dois explicam, com base em depoimentos de seus leitores, por que homens heteros não se importam de transar sem camisinha. &quot;Ainda persiste a ideia de que Aids é doença de gay. Os caras se preocupam mais se vão engravidar a menina do que se vão pegar uma DST. Além disso, eles se orgulham de transar com uma mulher sem camisinha.&quot;</description>
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			<pubDate>Mon, 09 Mar 2015 08:00:00 -0300</pubDate>
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			<itunes:keywords>LGBT, heterossexuais, preconceito, aids, preservativo, homofobia</itunes:keywords>
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        <item>
			<title>#87 - Estatuto da Família</title>
			<itunes:author>Lado Bi</itunes:author>
			<itunes:subtitle>Advogados dizem que estatuto da família é discriminatório e inconstitucional</itunes:subtitle>
			<itunes:summary>Nesta semana, o programa Lado Bi recebe os advogados Dimitri Salles, Frederico Oliveira e Paulo Iotti para discutir o polêmico projeto do Estatuto da Família, em tramitação no Congresso, que, entre outras coisas, pretende proibir a adoção de crianças por casais LGBT. Segundo eles, o conteúdo do projeto é discriminatório e inconstitucional. Eles explicam ainda que, caso seja aprovado, as famílias que já tiverem adotado crianças não perderão a guarda de seus filhos. Durante a conversa, explicam por que o teor deste projeto tem raízes no fascismo e por que o conceito de democracia não implica na supressão dos direitos de minorias.</itunes:summary>
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			<description>Nesta semana, o programa Lado Bi recebe os advogados Dimitri Salles, Frederico Oliveira e Paulo Iotti para discutir o polêmico projeto do Estatuto da Família, em tramitação no Congresso, que, entre outras coisas, pretende proibir a adoção de crianças por casais LGBT. Segundo eles, o conteúdo do projeto é discriminatório e inconstitucional. Eles explicam ainda que, caso seja aprovado, as famílias que já tiverem adotado crianças não perderão a guarda de seus filhos. Durante a conversa, explicam por que o teor deste projeto tem raízes no fascismo e por que o conceito de democracia não implica na supressão dos direitos de minorias.</description>
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			<pubDate>Mon, 02 Mar 2015 08:00:00 -0300</pubDate>
			<itunes:duration>01:17:04</itunes:duration>
			<itunes:keywords>LGBT, Estatuto da Família, legislação, direito</itunes:keywords>
			<itunes:explicit>yes</itunes:explicit>
		</item>
        <item>
			<title>#86 - Disforia de Gênero</title>
			<itunes:author>Lado Bi</itunes:author>
			<itunes:subtitle>Carnavalescos dizem que 90% dos homens das escolas de samba são gays</itunes:subtitle>
			<itunes:summary>Essa semana o programa aborda a disforia de gênero e a cirurgia de adequação sexual, que vulgarmente é conhecida como &quot;mudança de sexo&quot;. O médico psiquiatra Daniel Augusto Mori e a psicóloga e psicanalista Maya Foigel, do Ambulatório de Transtornos de Identidade de Gênero e Orientação Sexual (Amtigos), do Hospital das Clínicas de São Paulo, desmentem deputados fundamentalistas que dizem que o projeto de lei 5002/2013 permitirá que crianças sejam submetidas a cirurgias deste tipo. &quot;Esse tipo de cirurgia só pode ser feita depois que o organismo estiver totalmente desenvolvido e ela requer pelo menos dois anos de terapia.&quot; Eles contam que muitos homossexuais homofóbicos buscam procedimentos de adequação sexual para tentar escapar da ideia de que apenas se "se tornarem" mulheres poderão se relacionar com homens.</itunes:summary>
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			<description>Essa semana o programa aborda a disforia de gênero e a cirurgia de adequação sexual, que vulgarmente é conhecida como &quot;mudança de sexo&quot;. O médico psiquiatra Daniel Augusto Mori e a psicóloga e psicanalista Maya Foigel, do Ambulatório de Transtornos de Identidade de Gênero e Orientação Sexual (Amtigos), do Hospital das Clínicas de São Paulo, desmentem deputados fundamentalistas que dizem que o projeto de lei 5002/2013 permitirá que crianças sejam submetidas a cirurgias deste tipo. &quot;Esse tipo de cirurgia só pode ser feita depois que o organismo estiver totalmente desenvolvido e ela requer pelo menos dois anos de terapia.&quot; Eles contam que muitos homossexuais homofóbicos buscam procedimentos de adequação sexual para tentar escapar da ideia de que apenas se "se tornarem" mulheres poderão se relacionar com homens.</description>
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			<pubDate>Mon, 23 Feb 2015 10:00:00 -0300</pubDate>
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			<itunes:keywords>LGBT, trans, disforia de gênero, mudança de sexo</itunes:keywords>
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		</item>
        <item>
			<title>#85 - Carnaval</title>
			<itunes:author>Lado Bi</itunes:author>
			<itunes:subtitle>Carnavalescos dizem que 90% dos homens das escolas de samba são gays</itunes:subtitle>
			<itunes:summary>Nesta edição, o programa entrevista o diretor de ala da Leandro de Itaquera, Emerson Bernardes, e o coordenador de musas da Vai-Vai, Will Tequila. Eles falam sobre o papel dos gays e transgêneros nos desfiles das escolas de samba no Brasil. &quot;90% dos homens das escolas de samba são gays. Tirando os ritmistas e diretores, as outras funções são ocupadas por gays e trans.&quot; Segundo eles, a história dos gays e trans no Carnaval vem desde a origem da festa no Brasil. Além disso, dizem, hoje as escolas de samba são locais de acolhimento para essa população, onde as travestis e trans fazem carreira. &quot;Elas são as melhores para fazer fantasias, pesquisam, se empenham. E hoje em dia, os carnavalescos escolhem os gays para pôr de destaque nos carros, porque eles dançam muito.&quot;</itunes:summary>
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			<description>Nesta edição, o programa entrevista o diretor de ala da Leandro de Itaquera, Emerson Bernardes, e o coordenador de musas da Vai-Vai, Will Tequila. Eles falam sobre o papel dos gays e transgêneros nos desfiles das escolas de samba no Brasil. &quot;90% dos homens das escolas de samba são gays. Tirando os ritmistas e diretores, as outras funções são ocupadas por gays e trans.&quot; Segundo eles, a história dos gays e trans no Carnaval vem desde a origem da festa no Brasil. Além disso, dizem, hoje as escolas de samba são locais de acolhimento para essa população, onde as travestis e trans fazem carreira. &quot;Elas são as melhores para fazer fantasias, pesquisam, se empenham. E hoje em dia, os carnavalescos escolhem os gays para pôr de destaque nos carros, porque eles dançam muito.&quot;</description>
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			<pubDate>Mon, 16 Feb 2015 10:00:00 -0300</pubDate>
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			<itunes:keywords>LGBT, lésbicas, nerds, geeks, Harry Potter, Star Wars, X-Men, comics, RPG</itunes:keywords>
			<itunes:explicit>yes</itunes:explicit>
		</item>
        <item>
			<title>#84 - Nerds</title>
			<itunes:author>Lado Bi</itunes:author>
			<itunes:subtitle>Gays dizem que ser nerd os livrou da homofobia na adolescência</itunes:subtitle>
			<itunes:summary>O Lado Bi desta semana entrevista dois nerds, Gabi Viu e Drigo Menezes. Eles contam que a &quot;nerdice&quot; os ajudou a não sofrer bullying na adolescência por serem gays. &quot;Acho que meu lado nerd me salvou de sofrer bullying na adolescência por ser gay. Porque me olhavam lendo X-Men e isso ‘tapava’ o gay&quot;, avalia Drigo. Já Gabi diz que sempre sentiu que os nerds, por sempre terem sofrido bullying, eram mais tolerantes com o fato de ela ser lésbica. &quot;Sempre notei uma aceitação muito grande por parte dos nerds.&quot; Eles comentam ainda a importância de personagens gays em games, quadrinhos, filmes e séries. &quot;Se o Dumbledore é gay, porque ele não expressa isso nos livros. Isso me incomoda. Devia estar na obra que o personagem é gay&quot;, critica Gabi.</itunes:summary>
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			<description>O Lado Bi desta semana entrevista dois nerds, Gabi Viu e Drigo Menezes. Eles contam que a &quot;nerdice&quot; os ajudou a não sofrer bullying na adolescência por serem gays. &quot;Acho que meu lado nerd me salvou de sofrer bullying na adolescência por ser gay. Porque me olhavam lendo X-Men e isso ‘tapava’ o gay&quot;, avalia Drigo. Já Gabi diz que sempre sentiu que os nerds, por sempre terem sofrido bullying, eram mais tolerantes com o fato de ela ser lésbica. &quot;Sempre notei uma aceitação muito grande por parte dos nerds.&quot; Eles comentam ainda a importância de personagens gays em games, quadrinhos, filmes e séries. &quot;Se o Dumbledore é gay, porque ele não expressa isso nos livros. Isso me incomoda. Devia estar na obra que o personagem é gay&quot;, critica Gabi.;</description>
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			<pubDate>Mon, 09 Feb 2015 10:00:00 -0300</pubDate>
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			<itunes:keywords>LGBT, lésbicas, nerds, geeks, Harry Potter, Star Wars, X-Men, comics, RPG</itunes:keywords>
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		</item>
        <item>
			<title>#83 - Caminhoneiras</title>
			<itunes:author>Lado Bi</itunes:author>
			<itunes:subtitle>Lésbicas masculinas dizem sofrer o mesmo preconceito dos gays efeminados em seu meio</itunes:subtitle>
			<itunes:summary>O programa entrevista a publictária Stéphanie Barros (a Teca) e Viviane Pão, bartender e figura icônica da noite curitibana. As duas são lésbicas masculinas, ou, como se diz no meio lésbico, caminhoneiras ou bofinhos. Elas contam que, assim como os gays efeminados são discriminados entre homossexuais masculinos, são discriminadas entre as lésbicas femininas. &quot;Muitas criticam quando veem um menina ficando com uma ‘bofinho’. ‘Vai pegar homem então.’ Isso é o que ofende, quando elas dizem que se gostasse de homem ficava com um de verdade. Eu sou mulher, só me visto de forma mais masculina&quot;, diz Teca. Já Pão desmistifica a ideia de que caminhoneiras são as &quot;ativas&quot; na hora do sexo. &quot;Tudo mentira. Na hora do ‘vamo vê’ todo mundo é versátil.&quot;</itunes:summary>
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			<description>O programa entrevista a publictária Stéphanie Barros (a Teca) e Viviane Pão, bartender e figura icônica da noite curitibana. As duas são lésbicas masculinas, ou, como se diz no meio lésbico, caminhoneiras ou bofinhos. Elas contam que, assim como os gays efeminados são discriminados entre homossexuais masculinos, são discriminadas entre as lésbicas femininas. &quot;Muitas criticam quando veem um menina ficando com uma ‘bofinho’. ‘Vai pegar homem então.’ Isso é o que ofende, quando elas dizem que se gostasse de homem ficava com um de verdade. Eu sou mulher, só me visto de forma mais masculina&quot;, diz Teca. Já Pão desmistifica a ideia de que caminhoneiras são as &quot;ativas&quot; na hora do sexo. &quot;Tudo mentira. Na hora do ‘vamo vê’ todo mundo é versátil.&quot;</description>
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			<pubDate>Mon, 02 Feb 2015 10:00:00 -0300</pubDate>
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			<itunes:keywords>LGBT, lésbicas, caminhoneiras, bofinho, preconceito</itunes:keywords>
			<itunes:explicit>yes</itunes:explicit>
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        <item>
			<title>Extra - Retrospectiva</title>
			<itunes:author>Lado Bi</itunes:author>
			<itunes:subtitle>Uma vez por ano, James e Marcio deixam de ser entrevistadores para serem entrevistados pelos ouvintes do programa</itunes:subtitle>
			<itunes:summary>Antes de voltar a todo vapor para a temporada de 2015, o LADO BI aproveita as questões dos ouvintes para rever o ano de 2014</itunes:summary>
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			<description>Antes de voltar a todo vapor para a temporada de 2015, o LADO BI aproveita as questões dos ouvintes para rever o ano de 2014</description>
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			<pubDate>Mon, 26 Jan 2015 10:00:00 -0300</pubDate>
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			<itunes:keywords>LGBT, sexo, Lado Bi, HIV, relacionamentos, retrospectiva</itunes:keywords>
			<itunes:explicit>yes</itunes:explicit>
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        <item>
			<title>#82 - Antirretrovirais</title>
			<itunes:author>Lado Bi</itunes:author>
			<itunes:subtitle>Ministério da Saúde não oferece os medicamentos antirretrovirais mais modernos para os soropositivos, alerta especialista em DSTs</itunes:subtitle>
			<itunes:summary>Os medicamentos mais modernos, com menos efeitos colaterais e menor quantidade de comprimidos, ainda não estão disponíveis para a população geral de soropositivos. Quem alerta é o Dr. José Valdez Madruga, diretor da unidade de pesquisa de medicamentos do Centro de Referência e Treinamento de DST/AIDS de SP. Já existentes desde 2006, esses remédios, que combinam várias drogas em uma única dose, são fornecidos pelo Ministério da Saúde apenas para uma parcela pequena de portadores do HIV - o resto ainda tem que tomar de três a doze comprimidos por dia para conseguir se tratar com as mesmas drogas. &quot;Temos apenas um medicamento similar ao Atripla, que combina três antirretrovirais numa única dose, que é distribuído apenas no Rio Grande do Sul e no Amazonas, e mesmo assim apenas para casos novos.&quot; O médico também chama a atenção para o número crescente de gays jovens que contraem HIV atualmente - &quot;essa é uma população que não pegou a fase mais feia da AIDS. Eles não se assustam com a doença até o momento que se contaminam, mas depois desmoronam quando descobrem que são soropositivos.&quot;</itunes:summary>
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			<description>Os medicamentos mais modernos, com menos efeitos colaterais e menor quantidade de comprimidos, ainda não estão disponíveis para a população geral de soropositivos. Quem alerta é o Dr. José Valdez Madruga, diretor da unidade de pesquisa de medicamentos do Centro de Referência e Treinamento de DST/AIDS de SP. Já existentes desde 2006, esses remédios, que combinam várias drogas em uma única dose, são fornecidos pelo Ministério da Saúde apenas para uma parcela pequena de portadores do HIV - o resto ainda tem que tomar de três a doze comprimidos por dia para conseguir se tratar com as mesmas drogas. &quot;Temos apenas um medicamento similar ao Atripla, que combina três antirretrovirais numa única dose, que é distribuído apenas no Rio Grande do Sul e no Amazonas, e mesmo assim apenas para casos novos.&quot; O médico também chama a atenção para o número crescente de gays jovens que contraem HIV atualmente - &quot;essa é uma população que não pegou a fase mais feia da AIDS. Eles não se assustam com a doença até o momento que se contaminam, mas depois desmoronam quando descobrem que são soropositivos.&quot;</description>
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			<pubDate>Mon, 01 Dec 2014 10:00:00 -0300</pubDate>
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			<itunes:keywords>LGBT, sexo, Truvada, HIV, antirretrovirais, Aids</itunes:keywords>
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        <item>
			<title>#81 - Pegação</title>
			<itunes:author>Lado Bi</itunes:author>
			<itunes:subtitle>Gays adeptos de pegação dizem por que não sentem culpa por ter muitos parceiros sexuais: &quot;'Promíscuo' é qualquer um que transa mais que você&quot;</itunes:subtitle>
			<itunes:summary>O tema do programa essa semana é o sexo casual, algo que é tão preponderante no mundo gay - ou pelo menos é o que dizem. No estúdio, Gabriel Absalão, autor do tumblr e do twitter gabrel69, e Caio Locci, analista de eventos e defensor do sexo sem culpa. Eles debatem a hipocrisia de gays que condenam o sexo anônimo e casual ao mesmo que praticam isso escondido, relatam como essa liberalidade afetou suas vidas pessoais, profissionais e seus relacionamentos, e dão dicas para que se pratique o sexo casual com alegria e segurança. &quot;'Promíscuo' é qualquer um que transa mais que você&quot;.</itunes:summary>
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			<description>O tema do programa essa semana é o sexo casual, algo que é tão preponderante no mundo gay - ou pelo menos é o que dizem. No estúdio, Gabriel Absalão, autor do tumblr e do twitter gabrel69, e Caio Locci, analista de eventos e defensor do sexo sem culpa. Eles debatem a hipocrisia de gays que condenam o sexo anônimo e casual ao mesmo que praticam isso escondido, relatam como essa liberalidade afetou suas vidas pessoais, profissionais e seus relacionamentos, e dão dicas para que se pratique o sexo casual com alegria e segurança. &quot;'Promíscuo' é qualquer um que transa mais que você&quot;.</description>
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			<pubDate>Thu, 20 Nov 2014 10:00:00 -0300</pubDate>
			<itunes:duration>01:13:28</itunes:duration>
			<itunes:keywords>LGBT, sexo, sexo casual, promiscuidade, pegação</itunes:keywords>
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        <item>
			<title>#80 - Adoção</title>
			<itunes:author>Lado Bi</itunes:author>
			<itunes:subtitle>&quot;Meu filho não queria ser adotado por gays até nos conhecer&quot;, contam pais de dois meninos</itunes:subtitle>
			<itunes:summary>Nesta edição, o Lado Bi entrevista o casal de terapeutas Denis Zamignani e Roberto Banaco contam no programa o que mudou em suas vidas após os dois adotarem dois meninos, Adriano, hoje com 17 anos, e Mauro, com 11, que também participou do programa. &quot;O Adriano não queria ser adotado por um casal gay, até que ele soube que éramos nós. Hoje ele mostra notícias de homofobia indignado para mostrar que nos apoia.&quot; Os dois pais contam ainda que após as adoções os dois começaram, após 17 anos de relação, a perceber as diferenças entre eles no modo de conduzir a educação dos meninos. &quot;Hoje em dia a gente programa viagens de trabalho separadamente para que sempre tenha algum de nós cuidando dos meninos.&quot;</itunes:summary>
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			<description>Nesta edição, o Lado Bi entrevista o casal de terapeutas Denis Zamignani e Roberto Banaco contam no programa o que mudou em suas vidas após os dois adotarem dois meninos, Adriano, hoje com 17 anos, e Mauro, com 11, que também participou do programa. &quot;O Adriano não queria ser adotado por um casal gay, até que ele soube que éramos nós. Hoje ele mostra notícias de homofobia indignado para mostrar que nos apoia.&quot; Os dois pais contam ainda que após as adoções os dois começaram, após 17 anos de relação, a perceber as diferenças entre eles no modo de conduzir a educação dos meninos. &quot;Hoje em dia a gente programa viagens de trabalho separadamente para que sempre tenha algum de nós cuidando dos meninos.&quot;</description>
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			<pubDate>Thu, 13 Nov 2014 10:00:00 -0300</pubDate>
			<itunes:duration>01:08:36</itunes:duration>
			<itunes:keywords>LGBT, adoção, adolescência, paternidade</itunes:keywords>
			<itunes:explicit>yes</itunes:explicit>
		</item>
        <item>
			<title>#79 - Tatuagem</title>
			<itunes:author>Lado Bi</itunes:author>
			<itunes:subtitle>Artistas plásticos dizem que trabalho de gays só são reconhecidos após a morte</itunes:subtitle>
			<itunes:summary>O programa desta semana entrevista os tatuadores Edgard de Camargo e Juliana Aodett do estúdio True Love. Segundo eles, não existe tatuagem para gays e para heteros. &quot;O que determina as tattoos da moda é a novela. Muita gente chega no estúdio pedindo a tattoo do ator ou da atriz da novela.&quot; Eles contam ainda que, diferente de uma década atrás, as pessoas cada vez mais fazem tatuagem em lugares visíveis. &quot;A gente aconselha que não faça, mas a vontade do cliente que prevalece.&quot; </itunes:summary>
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			<description>O programa desta semana entrevista os tatuadores Edgard de Camargo e Juliana Aodett do estúdio True Love. Segundo eles, não existe tatuagem para gays e para heteros. &quot;O que determina as tattoos da moda é a novela. Muita gente chega no estúdio pedindo a tattoo do ator ou da atriz da novela.&quot; Eles contam ainda que, diferente de uma década atrás, as pessoas cada vez mais fazem tatuagem em lugares visíveis. &quot;A gente aconselha que não faça, mas a vontade do cliente que prevalece.&quot;</description>
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			<pubDate>Thu, 06 Nov 2014 10:00:00 -0300</pubDate>
			<itunes:duration>01:04:20</itunes:duration>
			<itunes:keywords>LGBT, tatuagem, Edgard de Camargo, True Love Tattoo</itunes:keywords>
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        <item>
			<title>#78 - Queen B</title>
			<itunes:author>Lado Bi</itunes:author>
			<itunes:subtitle>Rainha gamer conta que nascer transexual a fez uma pessoa melhor</itunes:subtitle>
			<itunes:summary>O programa desta semana entrevista Raphaela Laet, a Queen B, conhecida como a rainha do jogo &quot;League of Legends&quot;. Ela, que é transexual, conta em detalhes como foi sua transição. Segundo ela, quando se revelou menina, os pais passaram a controlá-la e super protegê-la como uma menina. &quot;Controlavam minhas saídas, tinham medo que eu sofresse algum abuso. Mas quando em tornei mulher, passei a me aproveitar disso para tirar todo tipo de vantagem dos homens.&quot; Ela conta ainda que ser transexual a fez uma pessoa melhor. &quot;Se eu tivesse nascido menina, eu seria uma patricinha mimada, dessas que ouve MC Gui.&quot;</itunes:summary>
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			<description>O programa desta semana entrevista Raphaela Laet, a Queen B, conhecida como a rainha do jogo &quot;League of Legends&quot;. Ela, que é transexual, conta em detalhes como foi sua transição. Segundo ela, quando se revelou menina, os pais passaram a controlá-la e super protegê-la como uma menina. &quot;Controlavam minhas saídas, tinham medo que eu sofresse algum abuso. Mas quando em tornei mulher, passei a me aproveitar disso para tirar todo tipo de vantagem dos homens.&quot; Ela conta ainda que ser transexual a fez uma pessoa melhor. &quot;Se eu tivesse nascido menina, eu seria uma patricinha mimada, dessas que ouve MC Gui.&quot;</description>
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			<pubDate>Thu, 30 Oct 2014 10:00:00 -0300</pubDate>
			<itunes:duration>01:08:44</itunes:duration>
			<itunes:keywords>LGBT, Queen B, Raphaela Laet, League of Legends, transexual</itunes:keywords>
			<itunes:explicit>yes</itunes:explicit>
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        <item>
			<title>#77 - Artes Plásticas</title>
			<itunes:author>Lado Bi</itunes:author>
			<itunes:subtitle>Artistas plásticos dizem que trabalho de gays só são reconhecidos após a morte</itunes:subtitle>
			<itunes:summary>O Lado Bi desta semana entrevista os artistas plásticos Vitor Mizael e Marcelo Gandhi. Eles discutem o papel dos homossexuais nas artes plásticas, que embora pareça, não é um ambiente tão receptivo aos homossexuais. Segundo eles, o trabalho dos gays nas artes plásticas costuma obter reconhecimento apenas após sua morte, porque embora haja muitos homossexuais artistas, o consumidor ainda é bastante conservador. Gandhi diz ainda que a espetacularização do tema na mídia tende a fazer o tema ser usado de forma oportunista e espetaculosa por artistas oportunistas. Mizael explica ainda que a arte pode ser usada como veículo para educar jovens para a diversidade.</itunes:summary>
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			<description>O Lado Bi desta semana entrevista os artistas plásticos Vitor Mizael e Marcelo Gandhi. Eles discutem o papel dos homossexuais nas artes plásticas, que embora pareça, não é um ambiente tão receptivo aos homossexuais. Segundo eles, o trabalho dos gays nas artes plásticas costuma obter reconhecimento apenas após sua morte, porque embora haja muitos homossexuais artistas, o consumidor ainda é bastante conservador. Gandhi diz ainda que a espetacularização do tema na mídia tende a fazer o tema ser usado de forma oportunista e espetaculosa por artistas oportunistas. Mizael explica ainda que a arte pode ser usada como veículo para educar jovens para a diversidade.</description>
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			<pubDate>Thu, 23 Oct 2014 10:00:00 -0300</pubDate>
			<itunes:duration>00:51:10</itunes:duration>
			<itunes:keywords>LGBT, Vitor Mizael, Marcelo Gandhi, artes plásticas, Romero Britto</itunes:keywords>
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        <item>
			<title>#76 - Suzy Rêgo</title>
			<itunes:author>Lado Bi</itunes:author>
			<itunes:subtitle>&quot;Mostramos como as pessoas são levianas com a vida afetiva dos outros&quot;, diz Suzy Rêgo sobre Beatriz de &quot;Império&quot;</itunes:subtitle>
			<itunes:summary>Nesta edição o programa entrevista a atriz Suzy Rêgo, que está interpretando Beatriz, a mulher que aceita a bissexualidade do marido Claudio. No programa, ela fala que a repercussão da personagem tem sido mais positiva entre os mais velhos. &quot;Outro dia uma mulher me parou no mercado e disse: ‘Que coisa linda aquele casal. Vivi e amei meu marido até o dia que ele morreu, e nossa história era essa’.&quot; A atriz diz ainda que o mote de seu núcleo é debater a invasão de privacidade e como as pessoas são levianas com a vida afetiva dos outros. Por fim, a atriz conta como &quot;as biu&quot; a ajudaram a ser miss Pernambuco. </itunes:summary>
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			<description>Nesta edição o programa entrevista a atriz Suzy Rêgo, que está interpretando Beatriz, a mulher que aceita a bissexualidade do marido Claudio. No programa, ela fala que a repercussão da personagem tem sido mais positiva entre os mais velhos. &quot;Outro dia uma mulher me parou no mercado e disse: ‘Que coisa linda aquele casal. Vivi e amei meu marido até o dia que ele morreu, e nossa história era essa’.&quot; A atriz diz ainda que o mote de seu núcleo é debater a invasão de privacidade e como as pessoas são levianas com a vida afetiva dos outros. Por fim, a atriz conta como &quot;as biu&quot; a ajudaram a ser miss Pernambuco. </description>
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			<pubDate>Thu, 16 Oct 2014 10:00:00 -0300</pubDate>
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			<itunes:keywords>LGBT, Suzy Rêgo, Aguinaldo Silva, Império, Novela, José Mayer, Miss Brasil</itunes:keywords>
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        <item>
			<title>#75 - Eleições</title>
			<itunes:author>Lado Bi</itunes:author>
			<itunes:subtitle>Candidato que veiculou beijo gay no horário eleitoral do CE diz que amor choca, mas violência não</itunes:subtitle>
			<itunes:summary>O programa desta semana entrevista Ailton Lopes, candidato ao governo do Ceará que ganhou projeção nacional ao exibir no horário eleitoral gratuito um beijo entre dois homens. Ele disse houve mais de dez ações tentando impedir a veiculação do programa por &quot;ferir a família&quot;. A justiça eleitoral, no entanto, não acatou as solicitações e indeferiu os pedidos. Sobre a polêmica, Lopes comenta que &quot;as pessoas se chocam com uma demonstração de amor e afeto, mas não se chocam com a seca, com a corrupção, com a violência. Aqui no Ceará, no horário do almoço, mesma hora em que foi exibido o programa, já passou até estupro de criança em programa policial&quot;. No estúdio, Maurício Moraes, candidato a deputado federal por São Paulo, e Todd Tomorrow, candidato a deputado estadual pelo mesmo Estado, apresentam propostas ao público LGBT e dizem não acreditar no comprometimento de Marina Silva com a causa por conta de sua religião. </itunes:summary>
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			<description>O programa desta semana entrevista Ailton Lopes, candidato ao governo do Ceará que ganhou projeção nacional ao exibir no horário eleitoral gratuito um beijo entre dois homens. Ele disse houve mais de dez ações tentando impedir a veiculação do programa por &quot;ferir a família&quot;. A justiça eleitoral, no entanto, não acatou as solicitações e indeferiu os pedidos. Sobre a polêmica, Lopes comenta que &quot;as pessoas se chocam com uma demonstração de amor e afeto, mas não se chocam com a seca, com a corrupção, com a violência. Aqui no Ceará, no horário do almoço, mesma hora em que foi exibido o programa, já passou até estupro de criança em programa policial&quot;. No estúdio, Maurício Moraes, candidato a deputado federal por São Paulo, e Todd Tomorrow, candidato a deputado estadual pelo mesmo Estado, apresentam propostas ao público LGBT e dizem não acreditar no comprometimento de Marina Silva com a causa por conta de sua religião. </description>
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			<pubDate>Thu, 09 Oct 2014 10:00:00 -0300</pubDate>
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			<itunes:keywords>LGBT, eleições, Brasil, deputado, PSol, PT, Tott Tomorrow, Ailton Lopes</itunes:keywords>
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		</item>
        <item>
			<title>#74 - Racismo</title>
			<itunes:author>Lado Bi</itunes:author>
			<itunes:subtitle>&quot;Fui ensinado a ter vergonha da minha família&quot;, conta branco que foi adotado por família negra.</itunes:subtitle>
			<itunes:summary>Esta semana o LADO BI conversa sobre racismo e sexualidade com Alex Ferrer, relações públicas branco que quando criança foi adotado por uma família negra, Janaína Nunes e Eugênio Augusto Britto, jornalistas negros. Eles comentam a discriminação racial e social que ainda existe no Brasil (&quot;Fui ensinado a ter vergonha da minha família&quot;, lamenta Ferrer), a estreia do seriado Sexo E As Nega (&quot;A história das personagens negras é contada por um branco, mas isso não é sinônimo de racismo&quot;, defende Nunes), o caso do goleiro Aranha e a questão das cotas (&quot;Espero que meu filho não precise utilizá-las, mas acho que são uma ferramenta justa para compensar a desigualdade racial histórica no país&quot;, explica Britto). </itunes:summary>
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			<description>Esta semana o LADO BI conversa sobre racismo e sexualidade com Alex Ferrer, relações públicas branco que quando criança foi adotado por uma família negra, Janaína Nunes e Eugênio Augusto Britto, jornalistas negros. Eles comentam a discriminação racial e social que ainda existe no Brasil (&quot;Fui ensinado a ter vergonha da minha família&quot;, lamenta Ferrer), a estreia do seriado Sexo E As Nega (&quot;A história das personagens negras é contada por um branco, mas isso não é sinônimo de racismo&quot;, defende Nunes), o caso do goleiro Aranha e a questão das cotas (&quot;Espero que meu filho não precise utilizá-las, mas acho que são uma ferramenta justa para compensar a desigualdade racial histórica no país&quot;, explica Britto). </description>
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			<pubDate>Thu, 02 Oct 2014 10:00:00 -0300</pubDate>
			<itunes:duration>01:19:18</itunes:duration>
			<itunes:keywords>LGBT, racismo, negros, Sexo e as Nega, Miguel Falabella</itunes:keywords>
			<itunes:explicit>yes</itunes:explicit>
		</item>
         <item>
			<title>#73 - Balada</title>
			<itunes:author>Lado Bi</itunes:author>
			<itunes:subtitle>Gays não lançam mais tendência na noite, dizem DJs</itunes:subtitle>
			<itunes:summary>O programa entrevista os DJs Gil Riquerme e Paulo Tessuto sobre o declínio da noite paulistana. Segundo eles, música é o que menos importa hoje em dia. &quot;As pessoas querem sair para beber, ficarem loucas e 'catar alguém'&quot;, diz Riquerme, que toca nas festas Phynesse, no D-Edge, e XXXcess, no Playground. Já Tessuto fala da popularização do eletrônico como fator decisivo da decadência da noite, que só dá espaço para o &quot;pop ruim&quot;. E ambos concordam que os gays não são mais a vanguarda dos clubes: &quot;Já não lançam mais tendência nenhuma. Nem de moda nem dança. Na verdade pararam no tempo e viraram um clichê de si mesmos.&quot;</itunes:summary>
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			<description>O programa entrevista os DJs Gil Riquerme e Paulo Tessuto sobre o declínio da noite paulistana. Segundo eles, música é o que menos importa hoje em dia. &quot;As pessoas querem sair para beber, ficarem loucas e 'catar alguém'&quot;, diz Riquerme, que toca nas festas Phynesse, no D-Edge, e XXXcess, no Playground. Já Tessuto fala da popularização do eletrônico como fator decisivo da decadência da noite, que só dá espaço para o &quot;pop ruim&quot;. E ambos concordam que os gays não são mais a vanguarda dos clubes: &quot;Já não lançam mais tendência nenhuma. Nem de moda nem dança. Na verdade pararam no tempo e viraram um clichê de si mesmos.&quot;</description>
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			<pubDate>Thu, 25 Sep 2014 10:00:00 -0300</pubDate>
			<itunes:duration>01:06:14</itunes:duration>
			<itunes:keywords>LGBT, balada, CAPSLOCK, Gil Riquerme, Paulo Tessuto, vida noturna, boate, música eletrônica</itunes:keywords>
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        <item>
			<title>#72 - Bareback</title>
			<itunes:author>Lado Bi</itunes:author>
			<itunes:subtitle>Por que os gays estão desmistificando o sexo sem camisinha
</itunes:subtitle>
			<itunes:summary>O programa desta semana discute o bareback, o sexo sem camisinha que está sendo cada vez mais desmistificado na comunidade LGBT. No estúdio, o especialista em saúde pública pela Universidade de Toronto, Rubem Silva Brandão, fala sobre a fadiga da camisinha como único meio de prevenção contra o HIV. Ele conta ainda por que algumas pessoas erotizam o vírus HIV e o que há de autodestrutivo em rituais de bareback. E quais são os erros das campanhas de prevenção no Brasil: &quot;Elas estigmatizam as pessoas que contraíram o vírus com frase como ‘não seja bobo’ e desconsideram as políticas de redução de danos, comuns em diversos países, para pessoas que têm o HIV.&quot;</itunes:summary>
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			<description>O programa desta semana discute o bareback, o sexo sem camisinha que está sendo cada vez mais desmistificado na comunidade LGBT. No estúdio, o especialista em saúde pública pela Universidade de Toronto, Rubem Silva Brandão, fala sobre a fadiga da camisinha como único meio de prevenção contra o HIV. Ele conta ainda por que algumas pessoas erotizam o vírus HIV e o que há de autodestrutivo em rituais de bareback. E quais são os erros das campanhas de prevenção no Brasil: &quot;Elas estigmatizam as pessoas que contraíram o vírus com frase como ‘não seja bobo’ e desconsideram as políticas de redução de danos, comuns em diversos países, para pessoas que têm o HIV.&quot;</description>
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			<pubDate>Thu, 18 Sep 2014 10:00:00 -0300</pubDate>
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			<itunes:keywords>LGBT, PrEP, Truvada, Bareback, HIV</itunes:keywords>
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        <item>
			<title>#71 - Sex Toys</title>
			<itunes:author>Lado Bi</itunes:author>
			<itunes:subtitle>Expectativa pela estreia do filme &quot;50 Tons de Cinza&quot; provoca investimentos em motéis e aquece o mercado de brinquedos eróticos</itunes:subtitle>
			<itunes:summary>Esta semana o Lado Bi convida Mariana Blac, coordenadora da wiki da sex shop online Loja do Prazer, para discutir acessórios eróticos para homossexuais e héteros. &quot;As bombas penianas são os itens mais procurados por gays&quot;, ela revela. A especialista também aconselha como apresentar os brinquedos sexuais pela primeira vez ao parceiro - &quot;o brasileiro se preocupa muito com o tamanho do pênis, então é melhor não apresentar de cara nada que possa causar comparação&quot; - e alerta: &quot;sex toys não salvam o relacionamento de ninguém&quot;. O mercado, ela afirma, está em alta: &quot;graças ao livro 50 Tons de Cinza, a procura por esses produtos aumentou muito. Agora com o filme prestes a estrear, sex shops estão preparando para atender uma demanda maior, e motéis estão criando seus próprios quartos vermelhos para realizar as fantasias dos clientes.&quot;</itunes:summary>
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			<description>Esta semana o Lado Bi convida Mariana Blac, coordenadora da wiki da sex shop online Loja do Prazer, para discutir acessórios eróticos para homossexuais e héteros. &quot;As bombas penianas são os itens mais procurados por gays&quot;, ela revela. A especialista também aconselha como apresentar os brinquedos sexuais pela primeira vez ao parceiro - &quot;o brasileiro se preocupa muito com o tamanho do pênis, então é melhor não apresentar de cara nada que possa causar comparação&quot; - e alerta: &quot;sex toys não salvam o relacionamento de ninguém&quot;. O mercado, ela afirma, está em alta: &quot;graças ao livro 50 Tons de Cinza, a procura por esses produtos aumentou muito. Agora com o filme prestes a estrear, sex shops estão preparando para atender uma demanda maior, e motéis estão criando seus próprios quartos vermelhos para realizar as fantasias dos clientes.&quot;</description>
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			<pubDate>Thu, 11 Sep 2014 10:00:00 -0300</pubDate>
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			<itunes:keywords>LGBT, fetiche, sex toys, 50 Tons de Cinza</itunes:keywords>
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        <item>
			<title>#70 - Direito</title>
			<itunes:author>Lado Bi</itunes:author>
			<itunes:subtitle>&quot;Uma mudança no STF pode desfazer o casamento homoafetivo&quot;, alerta professor de Direito</itunes:subtitle>
			<itunes:summary>Esta semana, discutimos as várias legislações que afetam a vida da população LGBT com Fábio Mariano, professor de Filosofia do Direito na PUC-SP. Ele explica por que as leis que proíbem discriminação em geral não estão dando conta de proteger homossexuais e trans, e portanto uma lei específica contra homotransfobia é necessária. Também conta por que a liberdade de expressão e de culto não podem serem usadas para impedir essa lei, e alerta: uma mudança na configuração do Supremo Tribunal Federal poderia fazer com que o casamento homoafetivo no Brasil acabasse. &quot;Por isso ainda é importante que uma lei regulamentando isso seja tramitada no Congresso&quot;, alerta. </itunes:summary>
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			<description>Esta semana, discutimos as várias legislações que afetam a vida da população LGBT com Fábio Mariano, professor de Filosofia do Direito na PUC-SP. Ele explica por que as leis que proíbem discriminação em geral não estão dando conta de proteger homossexuais e trans, e portanto uma lei específica contra homotransfobia é necessária. Também conta por que a liberdade de expressão e de culto não podem serem usadas para impedir essa lei, e alerta: uma mudança na configuração do Supremo Tribunal Federal poderia fazer com que o casamento homoafetivo no Brasil acabasse. &quot;Por isso ainda é importante que uma lei regulamentando isso seja tramitada no Congresso&quot;, alerta.</description>
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			<pubDate>Thu, 04 Sep 2014 10:00:00 -0300</pubDate>
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			<itunes:keywords>LGBT, homofobia, casamento igualitário</itunes:keywords>
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        <item>
			<title>#69 - Literatura Infantil</title>
			<itunes:author>Lado Bi</itunes:author>
			<itunes:subtitle>Autoras contam que escolas rejeitam livros infantojuvenis que abordam a homossexualidade
</itunes:subtitle>
			<itunes:summary>O programa debate a temática homossexual na literatura infantil. No estúdio, a autora Marcia Leite, dos livros &quot;Olívia Tem Dois Papais&quot; e &quot;Do Jeito que a Gente É&quot;; a editora Julia Schwarcz, da Companhia das Letrinhas; a escritora Liliane Prata, autora de &quot;Uma Bebida e um Amor, sem Gelo, Por Favor&quot;, cuja personagem principal é uma adolescente homossexual; e a editora Deborah Quintal. Elas contam porque tratar a questão com naturalidade com as crianças é positivo, como as editoras têm tratado do assunto e por que os pais têm tanto medo do que os filhos vão ler. Elas contam ainda que as escolas simplesmente rejeitam esse tipo de livro.</itunes:summary>
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			<description>O programa debate a temática homossexual na literatura infantil. No estúdio, a autora Marcia Leite, dos livros &quot;Olívia Tem Dois Papais&quot; e &quot;Do Jeito que a Gente É&quot;; a editora Julia Schwarcz, da Companhia das Letrinhas; a escritora Liliane Prata, autora de &quot;Uma Bebida e um Amor, sem Gelo, Por Favor&quot;, cuja personagem principal é uma adolescente homossexual; e a editora Deborah Quintal. Elas contam porque tratar a questão com naturalidade com as crianças é positivo, como as editoras têm tratado do assunto e por que os pais têm tanto medo do que os filhos vão ler. Elas contam ainda que as escolas simplesmente rejeitam esse tipo de livro.</description>
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			<pubDate>Thu, 28 Aug 2014 10:00:00 -0300</pubDate>
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			<itunes:keywords>LGBT, crianças, literatura infantil, Liliane Prata, Companhia das Letrinhas, Marcia Leite, infância, juventude, adolescência</itunes:keywords>
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        <item>
			<title>#68 - Israel</title>
			<itunes:author>Lado Bi</itunes:author>
			<itunes:subtitle>Israel ajuda gays palestinos a encontrarem asilo político
</itunes:subtitle>
			<itunes:summary>Nesta edição, o programa fala sobre como é a vida dos gays em Israel. Por Skype, o administrador gaúcho Itay Malo conta como é a aceitação dos gays no exército israelense, por que a pegação em locais públicos sumiu, qual o equivalente do posto 9 de Ipanema nas praias de Tel Aviv e por que quase não há gays no armário naquele país. Ele também fala um pouco sobre relacionamentos entre gays israelenses e palestinos. &quot;Israel não aceita refugiados palestinos, mesmo que eles sejam gays, mas aqui há uma ONG que ajuda a encontrar refúgio para eles.&quot; </itunes:summary>
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			<description>Nesta edição, o programa fala sobre como é a vida dos gays em Israel. Por Skype, o administrador gaúcho Itay Malo conta como é a aceitação dos gays no exército israelense, por que a pegação em locais públicos sumiu, qual o equivalente do posto 9 de Ipanema nas praias de Tel Aviv e por que quase não há gays no armário naquele país. Ele também fala um pouco sobre relacionamentos entre gays israelenses e palestinos. &quot;Israel não aceita refugiados palestinos, mesmo que eles sejam gays, mas aqui há uma ONG que ajuda a encontrar refúgio para eles.&quot;</description>
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			<pubDate>Thu, 21 Aug 2014 10:00:00 -0300</pubDate>
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			<itunes:keywords>LGBT, Israel, Tel Aviv, judaísmo, Paletina</itunes:keywords>
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        <item>
			<title>#67 - Irã</title>
			<itunes:author>Lado Bi</itunes:author>
			<itunes:subtitle>Autor de livro conta porque o Irã persegue gays e evangélicos, mas incentiva transexuais</itunes:subtitle>
			<itunes:summary>O jornalista Samy Adghirni, correspondente da Folha de S.Paulo no Irã durante três anos e autor do livro &quot;Os Iranianos&quot;, conta no programa como é a vida dos gays naquele país, como são as penas para quem comete o &quot;crime&quot; de sodomia e por que o país que é tão rigoroso quanto à homossexualidade incentiva a transexualidade, chegando a pagar 1/3 das cirurgias de mudanças de sexo. Adghirni explica ainda por que evangélicos são a segunda denominação religiosa mais perseguida em um país que tem duas grandes comunidades de cristãos e de judeus. &quot;O regime persegue os evangélicos porque eles entram no pais para tentar converter os muçulmanos.&quot;</itunes:summary>
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			<description>O jornalista Samy Adghirni, correspondente da Folha de S.Paulo no Irã durante três anos e autor do livro &quot;Os Iranianos&quot;, conta no programa como é a vida dos gays naquele país, como são as penas para quem comete o &quot;crime&quot; de sodomia e por que o país que é tão rigoroso quanto à homossexualidade incentiva a transexualidade, chegando a pagar 1/3 das cirurgias de mudanças de sexo. Adghirni explica ainda por que evangélicos são a segunda denominação religiosa mais perseguida em um país que tem duas grandes comunidades de cristãos e de judeus. &quot;O regime persegue os evangélicos porque eles entram no pais para tentar converter os muçulmanos.&quot;</description>
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			<pubDate>Thu, 14 Aug 2014 10:00:00 -0300</pubDate>
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			<itunes:keywords>LGBT, Irã, transexual, Samy Adghirni, xiita, Islã</itunes:keywords>
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        <item>
			<title>#66 - Celibato</title>
			<itunes:author>Lado Bi</itunes:author>
			<itunes:subtitle>Psicólogo conta em romance a vida sexual de padres e fiéis da Igreja Católica</itunes:subtitle>
			<itunes:summary>Nesta semana, o programa conversa com Marcos Lacerda, autor do romance &quot;Libélula&quot;. Psicólogo com décadas de carreira, ele utilizou os relatos que ouviu ao longo dos anos ao tratar padres e fiéis que se deitavam em seu divã para construir a história de um seminarista homossexual nos anos 1950. O autor explica durante a entrevista qual é a função do celibato na Igreja, como a repressão sexual auxilia no controle dos fiéis, por que as religiões costumam rejeitar a homossexualidade e por que essas instituições tendem a ser coniventes com a pedofilia. </itunes:summary>
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			<description>Nesta semana, o programa conversa com Marcos Lacerda, autor do romance &quot;Libélula&quot;. Psicólogo com décadas de carreira, ele utilizou os relatos que ouviu ao longo dos anos ao tratar padres e fiéis que se deitavam em seu divã para construir a história de um seminarista homossexual nos anos 1950. O autor explica durante a entrevista qual é a função do celibato na Igreja, como a repressão sexual auxilia no controle dos fiéis, por que as religiões costumam rejeitar a homossexualidade e por que essas instituições tendem a ser coniventes com a pedofilia.</description>
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			<pubDate>Thu, 07 Aug 2014 10:00:00 -0300</pubDate>
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			<itunes:keywords>LGBT, Igreja Católica, celibato, padres, pedofilia, repressão sexual</itunes:keywords>
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        <item>
			<title>#65 - Pobreza</title>
			<itunes:author>Lado Bi</itunes:author>
			<itunes:subtitle>Assistentes sociais evangélicos negam Bolsa Família a casais gays de baixa renda</itunes:subtitle>
			<itunes:summary>Nesta edição, o programa irá discutir a situação dos LGBTs de baixa renda com Claudio Nascimento, do grupo Rio Sem Homofobia. Ele conta por que LGBTs pobres sofrem preconceito dentro e fora da comunidade, para onde vão os gays que são expulsos de casa, e como a influência das igrejas evangélicas aumenta a violência contra essas populações. &quot;Há casos de assistentes sociais evangélicos que negam o Bolsa Família a casais gays pobres por puro preconceito.&quot;</itunes:summary>
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			<description>Nesta edição, o programa irá discutir a situação dos LGBTs de baixa renda com Claudio Nascimento, do grupo Rio Sem Homofobia. Ele conta por que LGBTs pobres sofrem preconceito dentro e fora da comunidade, para onde vão os gays que são expulsos de casa, e como a influência das igrejas evangélicas aumenta a violência contra essas populações. &quot;Há casos de assistentes sociais evangélicos que negam o Bolsa Família a casais gays pobres por puro preconceito.&quot;</description>
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			<pubDate>Thu, 31 Jul 2014 10:00:00 -0300</pubDate>
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			<itunes:keywords>LGBT, Rio de Janeiro, pobreza, trans, travesti, Bolsa Família, preconceito, evangélicos</itunes:keywords>
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        <item>
			<title>#64 - Feminismo</title>
			<itunes:author>Lado Bi</itunes:author>
			<itunes:subtitle>Feministas criticam vagão para mulheres: &quot;governo abre mão de educar os homens&quot;</itunes:subtitle>
			<itunes:summary>Nesta semana o programa debate o feminismo à luz da contemporaneidade. As ativistas feministas Marilia Moschkovich e Talita Noguchi, do grupo Desamelia, explicam o que é feminismo nos dias de hoje, por que é uma bobagem achar que as feministas querem acabar com os homens e dão sua opinião a respeito do vagão para mulheres no metrô de São Paulo e do Rio: &quot;O governo se abstém de educar os homens com essa medida. É um efeito paliativo para eles fingirem que estão fazendo algo a respeito.&quot; Por fim, elas analisam que as lésbicas de &quot;Em Família&quot; não causaram polêmica porque duas mulheres são sempre alvo do fetiche dos homens.</itunes:summary>
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			<description>Nesta semana o programa debate o feminismo à luz da contemporaneidade. As ativistas feministas Marilia Moschkovich e Talita Noguchi, do grupo Desamelia, explicam o que é feminismo nos dias de hoje, por que é uma bobagem achar que as feministas querem acabar com os homens e dão sua opinião a respeito do vagão para mulheres no metrô de São Paulo e do Rio: &quot;O governo se abstém de educar os homens com essa medida. É um efeito paliativo para eles fingirem que estão fazendo algo a respeito.&quot; Por fim, elas analisam que as lésbicas de &quot;Em Família&quot; não causaram polêmica porque duas mulheres são sempre alvo do fetiche dos homens.</description>
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			<pubDate>Thu, 24 Jul 2014 10:00:00 -0300</pubDate>
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			<itunes:keywords>LGBT, feminismo, vagão de trem, assédio, beijo gay, Em Família</itunes:keywords>
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        <item>
			<title>#63 - Truvada</title>
			<itunes:author>Lado Bi</itunes:author>
			<itunes:subtitle>Médicos explicam os riscos e benefícios de novo remédio para prevenir a Aids</itunes:subtitle>
			<itunes:summary>O programa conversa com dois médicos e uma psicóloga que pesquisam os efeitos do Truvada, a droga que está revolucionando a prevenção ao vírus HIV. Eles contam por que essa pílula está sendo adotada em diversos países como uma forma de evitar a contaminação entre pessoas que não usam camisinha. Também falam como usar a pílula e como não usar. &quot;Tomar hoje para transar amanhã não adianta nada. Tem que tomar todo dia e fazer acompanhamento médico, porque o remédio leva pela menos 20 dias para atingir uma concentração que impeça a contaminação&quot; e, ainda, explicam por que é mais seguro transar com um soropositivo que se trata do que com alguém que tem uma vida sexual ativa, mas que não monitora sua saúde.</itunes:summary>
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			<description>O programa conversa com dois médicos e uma psicóloga que pesquisam os efeitos do Truvada, a droga que está revolucionando a prevenção ao vírus HIV. Eles contam por que essa pílula está sendo adotada em diversos países como uma forma de evitar a contaminação entre pessoas que não usam camisinha. Também falam como usar a pílula e como não usar. &quot;Tomar hoje para transar amanhã não adianta nada. Tem que tomar todo dia e fazer acompanhamento médico, porque o remédio leva pela menos 20 dias para atingir uma concentração que impeça a contaminação&quot; e, ainda, explicam por que é mais seguro transar com um soropositivo que se trata do que com alguém que tem uma vida sexual ativa, mas que não monitora sua saúde.</description>
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			<pubDate>Thu, 17 Jul 2014 10:00:00 -0300</pubDate>
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			<itunes:keywords>Aids, HIV, Truvada, PrEP, prevenção, soropositivo, casais sorodiscordantes, LGBT</itunes:keywords>
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        <item>
			<title>#62 - Copa do Mundo</title>
			<itunes:author>Lado Bi</itunes:author>
			<itunes:subtitle>Gays que entendem de futebol criticam desempenho de Fred: &quot;A Fifa devia cobrar entrada dele&quot;</itunes:subtitle>
			<itunes:summary>Nesta edição, o Lado Bi entrevista três gays que entendem de futebol além da forma física dos jogadores. O designer Cleiton Comoretto Barcelos, gremista, o assessor de imprensa Vitor Diel, colorado, e o ator Marco Ferreto, corintiano, analisam o jogo Brasil e Colômbia, o desempenho da seleção durante a Copa (&quot;Pena que continua jogando com dez jogadores, né? A Fifa devia cobrar ingresso do Fred, porque o que ele faz é assistir ao jogo de dentro do campo&quot;; &quot;Diferente da seleção de 2002, que tinha várias estrelas, não temos um substituto para o Neymar. É o mesmo caso da seleção da Argentina, que só tem o Messi&quot;). Eles comentam quais foram os melhores jogos e explicam por que, diferentemente da maioria dos gays, têm apreço pelo esporte bretão, apesar de todo o machismo e homofobia que ainda são regra na cultura futebolística. No fim, dicas para você fingir que entende de futebol em rodas de amigos heteros e, claro, os mais gatos do torneio.</itunes:summary>
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			<description>Nesta edição, o Lado Bi entrevista três gays que entendem de futebol além da forma física dos jogadores. O designer Cleiton Comoretto Barcelos, gremista, o assessor de imprensa Vitor Diel, colorado, e o ator Marco Ferreto, corintiano, analisam o jogo Brasil e Colômbia, o desempenho da seleção durante a Copa (&quot;Pena que continua jogando com dez jogadores, né? A Fifa devia cobrar ingresso do Fred, porque o que ele faz é assistir ao jogo de dentro do campo&quot;; &quot;Diferente da seleção de 2002, que tinha várias estrelas, não temos um substituto para o Neymar. É o mesmo caso da seleção da Argentina, que só tem o Messi&quot;). Eles comentam quais foram os melhores jogos e explicam por que, diferentemente da maioria dos gays, têm apreço pelo esporte bretão, apesar de todo o machismo e homofobia que ainda são regra na cultura futebolística. No fim, dicas para você fingir que entende de futebol em rodas de amigos heteros e, claro, os mais gatos do torneio.</description>
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			<pubDate>Thu, 10 Jul 2014 10:00:00 -0300</pubDate>
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			<itunes:keywords>futebol, copa do mundo, Brasil, Seleção Brasileira, Fred, LGBT</itunes:keywords>
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		</item>
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			<title>#61 - Rock</title>
			<itunes:author>Lado Bi</itunes:author>
			<itunes:subtitle>Roqueiros dizem que LGBTs trouxeram rebeldia sexual ao rock</itunes:subtitle>
			<itunes:summary>Nesta edição, o Lado Bi traz cinco roqueiros para o estúdio, não para tocar, mas para falar das influências da comunidade LGBT em um dos ritmos mais populares da música mundial: o rock. Márvio Dos Anjos, Julio Feriato, Fábio Justino, Durval Campos e Elisa Gargiulo vão falar sobre a rebeldia sexual que os LGBT trouxeram para o rock, por que as bandas encaretaram nos anos 1990, por que as bandas indie são mais &quot;viadas&quot; que outras e como o grupo Pussy Riot recuperou as raízes do rock&apos;n&apos;roll.</itunes:summary>
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			<description>Nesta edição, o Lado Bi traz cinco roqueiros para o estúdio, não para tocar, mas para falar das influências da comunidade LGBT em um dos ritmos mais populares da música mundial: o rock. Márvio Dos Anjos, Julio Feriato, Fábio Justino, Durval Campos e Elisa Gargiulo vão falar sobre a rebeldia sexual que os LGBT trouxeram para o rock, por que as bandas encaretaram nos anos 1990, por que as bandas indie são mais &quot;viadas&quot; que outras e como o grupo Pussy Riot recuperou as raízes do rock&apos;n&apos;roll.</description>
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			<pubDate>Thu, 26 Jun 2014 10:00:00 -0300</pubDate>
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			<itunes:keywords>rock, heavy metal, queer, LGBT</itunes:keywords>
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			<title>#60 - Namoro</title>
			<itunes:author>Lado Bi</itunes:author>
			<itunes:subtitle>Roqueiros dizem que LGBTs trouxeram rebeldia sexual ao rock</itunes:subtitle>
			<itunes:summary>Nesta edição especial do dia dos namorados, três gays solteiros explicam os motivos que os impede de arrumar namorado, se gays escolhem demais, o que faz os relacionamentos entre homens serem tão frágeis e se ser solteiro é tão ruim assim. Ao final do programa, um inesperado momento namoro na TV entre dois dos participantes.
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			<description>Nesta edição, o Lado Bi traz cinco roqueiros para o estúdio, não para tocar, mas para falar das influências da comunidade LGBT em um dos ritmos mais populares da música mundial: o rock. Márvio Dos Anjos, Julio Feriato, Fábio Justino, Durval Campos e Elisa Gargiulo vão falar sobre a rebeldia sexual que os LGBT trouxeram para o rock, por que as bandas encaretaram nos anos 1990, por que as bandas indie são mais &quot;viadas&quot; que outras e como o grupo Pussy Riot recuperou as raízes do rock in roll.
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		<pubDate>Thu, 12 Jun 2014 10:00:00 -0300</pubDate>
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		<itunes:keywords>namoro, relacionamento, dia dos namorados, solteiros, LGBT</itunes:keywords>
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	<item>
		<title>#59 - Mídias Sociais</title>
		<itunes:author>Lado Bi</itunes:author>
		<itunes:subtitle>&quot;Casais com perfis conjuntos no Facebook têm fetiche por controlar e serem controlados&quot;, dizem especialistas.</itunes:subtitle>
		<itunes:summary>Nesta semana, o programa debate o efeito que as redes sociais tiveram sobre os relacionamentos (principalmente gays) e sobre o ativismo. Os convidados Felipe Teobaldo, especialista em estratégias de marketing digital, e Thiago Costa, professor do núcleo de Mídias Digitais da FAAP, debatem a onda de eventos fakes no Facebook, a maneira como os relacionamentos românticos se alteraram depois da existência das redes sociais, quais comportamentos online são típicos dos brasileiros e como o chamado &quot;ativismo de cadeira&quot; pode sim melhorar o mundo.
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		<description>Nesta semana, o programa debate o efeito que as redes sociais tiveram sobre os relacionamentos (principalmente gays) e sobre o ativismo. Os convidados Felipe Teobaldo, especialista em estratégias de marketing digital, e Thiago Costa, professor do núcleo de Mídias Digitais da FAAP, debatem a onda de eventos fakes no Facebook, a maneira como os relacionamentos românticos se alteraram depois da existência das redes sociais, quais comportamentos online são típicos dos brasileiros e como o chamado &quot;ativismo de cadeira&quot; pode sim melhorar o mundo.
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		<pubDate>Thu, 05 Jun 2014 10:00:00 -0300</pubDate>
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		<itunes:keywords>mídias sociais, política, eleições, Facebook, Twitter, LGBT</itunes:keywords>
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		<title>#58 - Bissexuais</title>
		<itunes:author>Lado Bi</itunes:author>
		<itunes:subtitle>Casal bi diz que melhor do ménage é assistir: &quot;é como pornô ao vivo&quot;</itunes:subtitle>
		<itunes:summary>Nesta semana, o programa entrevista três bissexuais, dois homens e uma mulher, que falam sobre como é viver a sexualidade sob duas perspectivas. Eles dizem que sofrem preconceito tanto de heteros quanto de gays, falam por que consideram a monogamia &quot;incompatível com a felicidade&quot;, se homens ou mulheres são mais aceitos como bissexuais e dão dicas para o melhor &quot;ménage à trois&quot;: &quot;O melhor do ménage é ficar de fora. É como assistir a um pornô ao vivo&quot;.
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		<description>Nesta semana, o programa entrevista três bissexuais, dois homens e uma mulher, que falam sobre como é viver a sexualidade sob duas perspectivas. Eles dizem que sofrem preconceito tanto de heteros quanto de gays, falam por que consideram a monogamia &quot;incompatível com a felicidade&quot;, se homens ou mulheres são mais aceitos como bissexuais e dão dicas para o melhor &quot;ménage à trois&quot;: &quot;O melhor do ménage é ficar de fora. É como assistir a um pornô ao vivo&quot;.
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		<pubDate>Thu, 29 May 2014 10:00:00 -0300</pubDate>
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		<itunes:keywords>bissexualidade, monogamia, não-monogamia, ménage, LGBT</itunes:keywords>
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		<title>#57 - Regina Duarte</title>
		<itunes:author>Lado Bi</itunes:author>
		<itunes:subtitle>Regina Duarte defende direito dos galãs a não se declararem gays</itunes:subtitle>
		<itunes:summary>Nesta edição, o programa entrevista a atriz Regina Duarte, que acaba de estrear o filme &quot;Gata Velha Ainda Mia&quot;, em que interpreta uma escritora bissexual e feminista. Ela conta por que defende o direito dos galãs a não declararem sua sexualidade (&quot;Não acho que prejudica a carreira se assumir, mas é direito do galã dizer ‘não quero, isso é privado, isso é meu’.&quot;); a razão de achar que a profusão de personagens gays na TV virou marketing (&quot;São questões que estão no marketing do momento. Isso vende. Não sei se eu gosto disso&quot;). A intérprete de &quot;Malu Mulher&quot; também falou por que o termo feminismo se desgastou (&quot;Esse termo foi usado em vão. Virou sinônimo de gente chata, mulher que odeia homem, mulher amarga, frígida&quot;) e como ela considera os rótulos aprisionadores: &quot;Uma vez gay, gay para sempre? Uma hora eu tenho tesão aqui, amanhã eu tenho tesão ali. Dá licença?&quot;
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		<description>Nesta edição, o programa entrevista a atriz Regina Duarte, que acaba de estrear o filme &quot;Gata Velha Ainda Mia&quot;, em que interpreta uma escritora bissexual e feminista. Ela conta por que defende o direito dos galãs a não declararem sua sexualidade (&quot;Não acho que prejudica a carreira se assumir, mas é direito do galã dizer ‘não quero, isso é privado, isso é meu’.&quot;); a razão de achar que a profusão de personagens gays na TV virou marketing (&quot;São questões que estão no marketing do momento. Isso vende. Não sei se eu gosto disso&quot;). A intérprete de &quot;Malu Mulher&quot; também falou por que o termo feminismo se desgastou (&quot;Esse termo foi usado em vão. Virou sinônimo de gente chata, mulher que odeia homem, mulher amarga, frígida&quot;) e como ela considera os rótulos aprisionadores: &quot;Uma vez gay, gay para sempre? Uma hora eu tenho tesão aqui, amanhã eu tenho tesão ali. Dá licença?&quot;
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		<pubDate>Thu, 22 May 2014 10:00:00 -0300</pubDate>
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		<itunes:keywords>Regina Duarte, Gata Velha Ainda Mia, cinema, novela, LGBT</itunes:keywords>
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		<title>#56 - Barba</title>
		<itunes:author>Lado Bi</itunes:author>
		<itunes:subtitle>Programa traz um guia completo sobre implante de barba</itunes:subtitle>
		<itunes:summary>Nesta edição, o médico João Carlos Pereira vai dar todas as dicas e cuidados para se fazer uma cirurgia de implante de barba. No estúdio, o barbeiro Alexandre Peres do salão Retrô Hair conta por que os homens estão cada vez mais interessados em cultivar seus pelos e o que cada estilo de barba diz sobre sua personalidade.
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		<description>Nesta edição, o médico João Carlos Pereira vai dar todas as dicas e cuidados para se fazer uma cirurgia de implante de barba. No estúdio, o barbeiro Alexandre Peres do salão Retrô Hair conta por que os homens estão cada vez mais interessados em cultivar seus pelos e o que cada estilo de barba diz sobre sua personalidade.</description>
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		<pubDate>Thu, 15 May 2014 10:00:00 -0300</pubDate>
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		<itunes:keywords>barba, implante de barba, estilo, LGBT</itunes:keywords>
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		<title>#55 - Mães</title>
		<itunes:author>Lado Bi</itunes:author>
		<itunes:subtitle>Mães de gays dizem preferir que eles sejam assumidos a se tornarem pais de família tristes</itunes:subtitle>
		<itunes:summary>O programa desta semana recebe três mães que aceitaram a homossexualidade dos filhos. Elas vão contar como foi a descoberta, como trataram o assunto e por que acreditam que a melhor maneira de se lidar com um filho homossexual é respeitando sua individualidade. &quot;Prefiro que meu filho seja um gay assumido a um pai de família infeliz&quot;, diz a empresária Tereza Souza. Também participam Majú Giorgi e Sueli Parisi.</itunes:summary>
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		<description>O programa desta semana recebe três mães que aceitaram a homossexualidade dos filhos. Elas vão contar como foi a descoberta, como trataram o assunto e por que acreditam que a melhor maneira de se lidar com um filho homossexual é respeitando sua individualidade. &quot;Prefiro que meu filho seja um gay assumido a um pai de família infeliz&quot;, diz a empresária Tereza Souza. Também participam Majú Giorgi e Sueli Parisi.</description>
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		<pubDate>Thu, 08 May 2014 10:00:00 -0300</pubDate>
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		<itunes:keywords>mães, dia das mães, família, homofobia, LGBT</itunes:keywords>
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		<title>#54 - Política</title>
		<itunes:author>Lado Bi</itunes:author>
		<itunes:subtitle>&quot;Na sigla LGBT, o direito dos Ts não avançou&quot;, diz ativista transexual</itunes:subtitle>
		<itunes:summary>O programa da semana da Parada LGBT de São Paulo pergunta quais os motivos que essa comunidade tem para celebrar e por que é importante para gays, lésbicas, bissexuais e transgêneros ressaltar sua sexualidade no evento. &quot;A gente se pega, se beija e mostra o corpo porque nossa sexualidade é negada todos os dias do ano&quot;, diz o ativista Felipe Oliva. O programa traz ainda Todd Tomorrow, fundador do grupo Pedra no Sapato, que ajudou a organizar as marchas contra a permanência de Marco Feliciano na CDHM e a ativista transexual Daniela Andrade, que diz: &quot;Na sigla LGBT, pode ter avançado o direito do L, G, e do B. Do T não avançou. Eu costumo dizer que o T nessa sigla é apenas penduricalho, porque esse movimento só defende os direitos dos gays homens.
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		<description>O programa da semana da Parada LGBT de São Paulo pergunta quais os motivos que essa comunidade tem para celebrar e por que é importante para gays, lésbicas, bissexuais e transgêneros ressaltar sua sexualidade no evento. &quot;A gente se pega, se beija e mostra o corpo porque nossa sexualidade é negada todos os dias do ano&quot;, diz o ativista Felipe Oliva. O programa traz ainda Todd Tomorrow, fundador do grupo Pedra no Sapato, que ajudou a organizar as marchas contra a permanência de Marco Feliciano na CDHM e a ativista transexual Daniela Andrade, que diz: &quot;Na sigla LGBT, pode ter avançado o direito do L, G, e do B. Do T não avançou. Eu costumo dizer que o T nessa sigla é apenas penduricalho, porque esse movimento só defende os direitos dos gays homens.
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		<pubDate>Thu, 01 May 2014 10:00:00 -0300</pubDate>
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		<itunes:keywords>política, protestos, eleições, LGBT</itunes:keywords>
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	<item>
		<title>#53 - Primeiro Amor</title>
		<itunes:author>Lado Bi</itunes:author>
		<itunes:subtitle> &quot;O filme é tão doce que deixa os homofóbicos mudos&quot;, diz ator de &quot;Hoje Eu Quero Voltar Sozinho&quot;</itunes:subtitle>
		<itunes:summary>O programa desta semana entrevista Ghilherme Lobo e Daniel Ribeiro, ator e diretor do filme &quot;Hoje Eu Quero Voltar Sozinho&quot;, que conta a história de um adolescente cego que descobre que seu primeiro amor é um menino. Sucesso em Berlim e em vários festivais do mundo, o filme tem conquistado plateias de todas as orientações sexuais. Ribeiro diz que o motivo é que, em sua opinião, tem muito mais gente tolerante que gente preconceituosa. E o protagonista Ghilherme Lobo fala que o filme conquista até os homofóbicos com sua doçura. Para ele, as pessoas torcem pelo beijo entre os meninos porque &quot;o beijo é apenas um verso da poesia do filme&quot;.
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		<description>O programa desta semana entrevista Ghilherme Lobo e Daniel Ribeiro, ator e diretor do filme &quot;Hoje Eu Quero Voltar Sozinho&quot;, que conta a história de um adolescente cego que descobre que seu primeiro amor é um menino. Sucesso em Berlim e em vários festivais do mundo, o filme tem conquistado plateias de todas as orientações sexuais. Ribeiro diz que o motivo é que, em sua opinião, tem muito mais gente tolerante que gente preconceituosa. E o protagonista Ghilherme Lobo fala que o filme conquista até os homofóbicos com sua doçura. Para ele, as pessoas torcem pelo beijo entre os meninos porque &quot;o beijo é apenas um verso da poesia do filme&quot;.
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		<pubDate>Thu, 24 Apr 2014 10:00:00 -0300</pubDate>
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		<itunes:keywords>cinema, amor, gay, primeiro amor, Ghilherme Lobo, HOje Eu Quero Voltar Sozinho, LGBT</itunes:keywords>
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	<item>
		<title>#52 - Dramaturgia</title>
		<itunes:author>Lado Bi</itunes:author>
		<itunes:subtitle>Ator, produtor e roteirista dizem: &quot;Hoje todo ator quer ter um gay no currículo&quot;</itunes:subtitle>
		<itunes:summary>O programa recebe o elenco da peça &quot;Darkroom&quot;, que estreia em maio e que conta a história de um menino que começa a ter aulas com uma drag queen decadente. O autor Mario Viana, o produtor Caio Rodrigues e o ator Murillo Flores, intérprete da personagem Natasha Racha, explicam como interpretar um homossexual se tornou atrativo para os atores. &quot;Hoje todo ator quer ter um gay no currículo. O gay é o novo vilão. É um personagem que se tornou desejável.&quot; Eles contam ainda as dificuldades de encontrar patrocínio para peças com essa temática e até relatam histórias de gente que se levantou e foi embora no meio de peças com personagens homossexuais.
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		<description>O programa recebe o elenco da peça &quot;Darkroom&quot;, que estreia em maio e que conta a história de um menino que começa a ter aulas com uma drag queen decadente. O autor Mario Viana, o produtor Caio Rodrigues e o ator Murillo Flores, intérprete da personagem Natasha Racha, explicam como interpretar um homossexual se tornou atrativo para os atores. &quot;Hoje todo ator quer ter um gay no currículo. O gay é o novo vilão. É um personagem que se tornou desejável.&quot; Eles contam ainda as dificuldades de encontrar patrocínio para peças com essa temática e até relatam histórias de gente que se levantou e foi embora no meio de peças com personagens homossexuais.
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		<pubDate>Thu, 17 Apr 2014 10:00:00 -0300</pubDate>
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		<itunes:keywords>teatro, dramaturgia, Dark Room, LGBT</itunes:keywords>
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	<item>
		<title>#51 - Soropositivos</title>
		<itunes:author>Lado Bi</itunes:author>
		<itunes:subtitle>Soropositivos contam por que a vida com HIV não é tão simples</itunes:subtitle>
		<itunes:summary>Nesta edição, o programa conversa com dois soropositivos. João Geraldo Netto e Diego Callisto contam quais as dificuldades que enfrentam no dia a dia e como lutam para diminuir o preconceito sobre HIV e Aids. Eles explicam os cuidados na hora do sexo com parceiros soronegativos, como e quando revelar seu status sorológico, como eles reagiram ao se descobrirem portadores do vírus da Aids e por que a vida com HIV não é tão simples quanto se acredita nos dias de hoje.
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		<description>Nesta edição, o programa conversa com dois soropositivos. João Geraldo Netto e Diego Callisto contam quais as dificuldades que enfrentam no dia a dia e como lutam para diminuir o preconceito sobre HIV e Aids. Eles explicam os cuidados na hora do sexo com parceiros soronegativos, como e quando revelar seu status sorológico, como eles reagiram ao se descobrirem portadores do vírus da Aids e por que a vida com HIV não é tão simples quanto se acredita nos dias de hoje.
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		<pubDate>Mon, 07 Apr 2014 10:00:00 -0300</pubDate>
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		<itunes:keywords>soropositivos, HIV, Aids, LGBT</itunes:keywords>
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	<item>
		<title>#50 - Cadeirantes</title>
		<itunes:author>Lado Bi</itunes:author>
		<itunes:subtitle>Cadeirantes gays e heteros contam como é a etiqueta na hora do sexo</itunes:subtitle>
		<itunes:summary>Nesta edição, o programa recebe o jornalista e colunista da Folha, Jairo Marques, e o empresário João. Ambos cadeirantes, eles contam como funciona o sexo com homens e mulheres. Existe fetiche por cadeiras de rodas? Como paquerar? Homens ou mulheres se importam menos com as restrições físicas? Há sites de relacionamentos específicos para este público? E qual a etiqueta na hora de transar com alguém que seja cadeirante? &quot;Se o fetiche pela cadeira for declarado, não vejo problema&quot;, diz Jairo Marques. Já João, conta que o fato de ser gay e cadeirante não o impede ficar com alguém nas baladas. &quot;O que não falta é cara pra eu pegar.&quot;</itunes:summary>
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		<description>Nesta edição, o programa recebe o jornalista e colunista da Folha, Jairo Marques, e o empresário João. Ambos cadeirantes, eles contam como funciona o sexo com homens e mulheres. Existe fetiche por cadeiras de rodas? Como paquerar? Homens ou mulheres se importam menos com as restrições físicas? Há sites de relacionamentos específicos para este público? E qual a etiqueta na hora de transar com alguém que seja cadeirante? &quot;Se o fetiche pela cadeira for declarado, não vejo problema&quot;, diz Jairo Marques. Já João, conta que o fato de ser gay e cadeirante não o impede ficar com alguém nas baladas. &quot;O que não falta é cara pra eu pegar.&quot;</description>
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		<pubDate>Mon, 31 Mar 2014 10:00:00 -0300</pubDate>
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		<itunes:keywords>cadeirantes, deficiência física, LGBT</itunes:keywords>
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	<item>
		<title>#49 - Candomblé</title>
		<itunes:author>Lado Bi</itunes:author>
		<itunes:subtitle>Candomblecistas dizem que cristãos e muçulmanos levaram a homofobia para a África</itunes:subtitle>
		<itunes:summary>O programa desta semana debate o Candomblé, com presença de Reginaldo Prandi, professor sênior do departamento de Sociologia da USP, e Rodnei de Oxóssi, pai de santo. Eles contam por que essa religião é mais tolerante com os homossexuais, por que as religiões africanas são sempre associadas a rituais de magia negra, o que significam as oferendas com animais e explicam que o machismo e a homofobia na África de hoje têm origem no islamismo e no cristianismo neopentecostal. </itunes:summary>
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		<description>O programa desta semana debate o Candomblé, com presença de Reginaldo Prandi, professor sênior do departamento de Sociologia da USP, e Rodnei de Oxóssi, pai de santo. Eles contam por que essa religião é mais tolerante com os homossexuais, por que as religiões africanas são sempre associadas a rituais de magia negra, o que significam as oferendas com animais e explicam que o machismo e a homofobia na África de hoje têm origem no islamismo e no cristianismo neopentecostal. </description>
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		<pubDate>Mon, 24 Mar 2014 10:00:00 -0300</pubDate>
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		<itunes:keywords>candomblé, orixás, LGBT</itunes:keywords>
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	</item>
	<item>
		<title>#48 - Fofoca</title>
		<itunes:author>Lado Bi</itunes:author>
		<itunes:subtitle>&quot;É comum um jogador dizer que o outro é gay para tentar tomar seu posto&quot;, diz repórter esportivo</itunes:subtitle>
		<itunes:summary>Nesta edição o Lado Bi discute a fofoca. Os convidados Leandro Nomura, jornalista e ex-colunista do &quot;Jornal da Tarde&quot;, e Flávio Trindade, repórter esportivo do jornal &quot;Meia Hora&quot;, contam, sem citar nomes, os maiores babados envolvendo esportistas e homossexualidade. &quot;É comum um jogador dizer que o outro é gay para tentar tomar seu posto&quot;, diz Trindade. Nomura explica qual a diferença entre colunista e fofoqueiro e ambos contam por que não se publicam notícias sobre a sexualidade de alguns gays e lésbicas, mesmo quando eles são assumidos.
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		<description>Nesta edição o Lado Bi discute a fofoca. Os convidados Leandro Nomura, jornalista e ex-colunista do &quot;Jornal da Tarde&quot;, e Flávio Trindade, repórter esportivo do jornal &quot;Meia Hora&quot;, contam, sem citar nomes, os maiores babados envolvendo esportistas e homossexualidade. &quot;É comum um jogador dizer que o outro é gay para tentar tomar seu posto&quot;, diz Trindade. Nomura explica qual a diferença entre colunista e fofoqueiro e ambos contam por que não se publicam notícias sobre a sexualidade de alguns gays e lésbicas, mesmo quando eles são assumidos.
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		<pubDate>Thu, 13 Mar 2014 10:00:00 -0300</pubDate>
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		<itunes:keywords>fofoca, boatos, LGBT</itunes:keywords>
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	<item>
		<title>#47 - Ursos</title>
		<itunes:author>Lado Bi</itunes:author>
		<itunes:subtitle>Gays, gordos e peludos, &quot;ursos mantêm a forma e sex appeal nas churrascarias&quot;</itunes:subtitle>
		<itunes:summary>Nesta edição do Lado Bi, exploramos o mundo dos ursos. Com o DJ da festa Ursound, André Pomba, o cenógrafo Mario Surcan e o comunicador Gustavo Bonfiglioli. Eles vão contar como surgiu essa tribo gay, onde vão, o que ouvem, quais são suas taras, se são mais misóginos e por que reproduzem certos comportamentos segregacionistas de outros subgrupos gays, como as &quot;barbies&quot;. &quot;Assim como as barbies fervem na academia, os ursos fervem na churrascaria para manter o sex appeal.&quot; </itunes:summary>
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		<description>Nesta edição do Lado Bi, exploramos o mundo dos ursos. Com o DJ da festa Ursound, André Pomba, o cenógrafo Mario Surcan e o comunicador Gustavo Bonfiglioli. Eles vão contar como surgiu essa tribo gay, onde vão, o que ouvem, quais são suas taras, se são mais misóginos e por que reproduzem certos comportamentos segregacionistas de outros subgrupos gays, como as &quot;barbies&quot;. &quot;Assim como as barbies fervem na academia, os ursos fervem na churrascaria para manter o sex appeal.&quot; </description>
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		<pubDate>Thu, 06 Mar 2014 10:00:00 -0300</pubDate>
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		<itunes:keywords>ursos, bears, LGBT</itunes:keywords>
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	</item>
	<item>
		<title>#46 - Fetiche</title>
		<itunes:author>Lado Bi</itunes:author>
		<itunes:subtitle>&quot;O gay brasileiro é careta, preconceituoso e misógino&quot;, dizem praticantes do fetiche</itunes:subtitle>
		<itunes:summary>O programa recebe Heitor Werneck, organizador da festa fetichista Luxúria em São Paulo, e Dommenique Luxor, dominatrix profissional, para falar quais são os fetiches que temos e não percebemos, quais os principais fetiches dos brasileiros e por que os gays brasileiros são tão caretas com fetiches. &quot;O gay brasileiro não aceita a bicha pobre, a afeminada, a gorda. E a minha festa tem muito pouco gay, porque os gays não aceitam participar de orgias em que tenham mulheres porque ele é misógino&quot;, diz Werneck. &quot;Eu sou heterossexual, mas não me importo muito com o gênero. Atendo homens e mulheres&quot;, conta Dommenique. </itunes:summary>
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			<description>O programa recebe Heitor Werneck, organizador da festa fetichista Luxúria em São Paulo, e Dommenique Luxor, dominatrix profissional, para falar quais são os fetiches que temos e não percebemos, quais os principais fetiches dos brasileiros e por que os gays brasileiros são tão caretas com fetiches. &quot;O gay brasileiro não aceita a bicha pobre, a afeminada, a gorda. E a minha festa tem muito pouco gay, porque os gays não aceitam participar de orgias em que tenham mulheres porque ele é misógino&quot;, diz Werneck. &quot;Eu sou heterossexual, mas não me importo muito com o gênero. Atendo homens e mulheres&quot;, conta Dommenique. 
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			<pubDate>Thu, 27 Feb 2014 10:00:00 -0300</pubDate>
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			<itunes:keywords>fetiche, BDSM, LGBT</itunes:keywords>
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			<title>#45 - Mercado Financeiro</title>
			<itunes:author>Lado Bi</itunes:author>
			<itunes:subtitle>Saiba como funcionam os grupos secretos de gays do mercado financeiro</itunes:subtitle>
			<itunes:summary>Alunos da FEA (Faculdade de Economia e Administração) da USP resolveram criar um grupo secreto para que os gays do local possam se conhecer e confraternizar. O Lado bi convidou alguns de seus integrantes para contar como funcionam as questões de gênero, como machismo e homofobia, no mercado financeiro. No estúdio, Itali Collini, estudante de economia e pesquisadora de questões de gênero, a economista Gabriela Miranda, o analista de risco Elton Silva e o estudante de contábeis Benedito Faustinoni. Eles explicam porque neste ambiente de trabalho muitos gays optam por continuar no armário e se é preciso se masculinizar, no caso das mulheres, para alcançar altos cargos.
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			<description>Alunos da FEA (Faculdade de Economia e Administração) da USP resolveram criar um grupo secreto para que os gays do local possam se conhecer e confraternizar. O Lado bi convidou alguns de seus integrantes para contar como funcionam as questões de gênero, como machismo e homofobia, no mercado financeiro. No estúdio, Itali Collini, estudante de economia e pesquisadora de questões de gênero, a economista Gabriela Miranda, o analista de risco Elton Silva e o estudante de contábeis Benedito Faustinoni. Eles explicam porque neste ambiente de trabalho muitos gays optam por continuar no armário e se é preciso se masculinizar, no caso das mulheres, para alcançar altos cargos.
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			<pubDate>Thu, 20 Feb 2014 10:00:00 -0300</pubDate>
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			<itunes:keywords>mercado financeiro, armário, LGBT</itunes:keywords>
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			<title>#44 - Escola</title>
			<itunes:author>Lado Bi</itunes:author>
			<itunes:subtitle>Diretora transex de escola pública em SP diz que pais e alunos a tratam como ser humano</itunes:subtitle>
			<itunes:summary>Nesta edição, o Lado Bi recebe a transexual Paula Beatriz de Souza Cruz. Ela é diretora de uma escola pública no Campo Limpo e comenta como é o tratamento que recebe da comunidade de pais e alunos. &quot;Eles me tratam antes de tudo como cidadã, como ser humano. Mas tem gente que nem percebe que eu sou trans.&quot; Paula debate com Claudia Bonfim, autora do livro &quot;Educação e Sexualidade&quot;, por que professores têm tanta dificuldade em tratar questões sobre sexualidade na escola. &quot;Eles não lidam bem nem com a própria sexualidade.&quot; O programa também levanta questões sobre por que motivo as escolas, quando falam de sexo, destacam apenas aspectos científicos e ou negativos (as DST). &quot;A sexualidade nos dá prazer, torna nossa vida mais leve e feliz, mas a escola nunca fala disso&quot;, diz Claudia Bonfim.
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			<description>Em seu programa de estreia, o Lado Bi convida as pastoras lésbicas Rosania Rocha e Lanna Holder para uma conversa sobre cura gay, preconceito, fé e política</description>
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			<pubDate>Thu, 13 Feb 2014 10:00:00 -0300</pubDate>
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			<itunes:keywords>escola, educação, bullying, LGBT</itunes:keywords>
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		<item>
			<title>#43 - Amizade</title>
			<itunes:author>Lado Bi</itunes:author>
			<itunes:subtitle>Programa discute as diferentes formas de amizade de gays, héteros, homens e mulheres.</itunes:subtitle>
			<itunes:summary>Todo mundo tem amigos. Mas e as formas de vivenciar as amizades, variam de acordo com a orientação sexual? E com o gênero? Discutimos isso com as jornalistas Milly Lacombe e Julia Zanolli e com o advogado Otavio Leiros.
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			<description>Todo mundo tem amigos. Mas e as formas de vivenciar as amizades, variam de acordo com a orientação sexual? E com o gênero? Discutimos isso com as jornalistas Milly Lacombe e Julia Zanolli e com o advogado Otavio Leiros.
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			<pubDate>Thu, 06 Feb 2014 10:00:00 -0300</pubDate>
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			<itunes:keywords>amizades, LGBT</itunes:keywords>
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			<title>#42 - Celular</title>
			<itunes:author>Lado Bi</itunes:author>
			<itunes:subtitle>Programa discute o efeito do celular na vida social e sentimental de gays e mulheres.</itunes:subtitle>
			<itunes:summary>A onipresença dos celulares alterou a maneira como as pessoas se relacionam na intimidade, com o círculo de amigos, com os ídolos e com as autoridades. Dos apps de paquera ao uso das câmeras cada vez melhores, os usuários vão aprender a fazer uso adequado dos smartphones? Kleyson Barbosa, porta-voz no Brasil do app Scruff, e Juliana Carpanez, editora de tecnologia do UOL, são os convidados dessa edição.
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			<description>A onipresença dos celulares alterou a maneira como as pessoas se relacionam na intimidade, com o círculo de amigos, com os ídolos e com as autoridades. Dos apps de paquera ao uso das câmeras cada vez melhores, os usuários vão aprender a fazer uso adequado dos smartphones? Kleyson Barbosa, porta-voz no Brasil do app Scruff, e Juliana Carpanez, editora de tecnologia do UOL, são os convidados dessa edição.
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			<pubDate>Thu, 30 Jan 2014 10:00:00 -0300</pubDate>
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			<itunes:keywords>celular, mobile, grindr, Scruff, LGBT</itunes:keywords>
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		<item>
			<title>#41 - Amor À Vida</title>
			<itunes:author>Lado Bi</itunes:author>
			<itunes:subtitle>A uma semana do fim de &quot;Amor À Vida&quot;, Thiago Fragoso, Marcello Antony e Mauro Mendonça Filho discutem o primeiro casal gay protagonista da novela brasileira.
			</itunes:subtitle>
			<itunes:summary>&quot;Amor À Vida&quot; causou comoção por no início trazer um vilão assumidamente gay e enrustido, e chega ao fim com o mérito de colocar como protagonista um triângulo amoroso homossexual. James Cimino foi ao Rio de Janeiro entrevistar os responsáveis por essa virada, os atores Thiago Fragoso e Marcello Antony, e o diretor Mauro Mendonça Filho. Eles discutem o papel da novela junto ao público, a qualidade do texto desse folhetim e, afinal, qual é a importância do tão esperado beijo gay.
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			<description>&quot;Amor À Vida&quot; causou comoção por no início trazer um vilão assumidamente gay e enrustido, e chega ao fim com o mérito de colocar como protagonista um triângulo amoroso homossexual. James Cimino foi ao Rio de Janeiro entrevistar os responsáveis por essa virada, os atores Thiago Fragoso e Marcello Antony, e o diretor Mauro Mendonça Filho. Eles discutem o papel da novela junto ao público, a qualidade do texto desse folhetim e, afinal, qual é a importância do tão esperado beijo gay.
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			<pubDate>Thu, 23 Jan 2014 10:00:00 -0300</pubDate>
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			<itunes:keywords>novela, Félix, Thiago Fragoso, Marcello Antony, LGBT</itunes:keywords>
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			<title>#40 - Drag Queens</title>
			<itunes:author>Lado Bi</itunes:author>
			<itunes:subtitle>As drag queens Kaká di Polly, Samantha Banks e Rita Von Hunty contam os baratos, os segredos e os desafios de se montar na noite</itunes:subtitle>
			<itunes:summary>&quot;Mais que uma carreira, ser drag queen é uma arte.&quot; Essa é a opinião das três convidadas dessa semana, a veterana Kaká di Polly e as novas estrelas da noite paulistana, Samantha Banks e Rita Von Hunty. Elas contam como começaram a se montar, como são seus relacionamentos familiares e amorosos, e revelam alguns dos segredos para se transformar seu gênero: &quot;se você sai de cueca, você não se sente mulher&quot;.
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			<description>Em seu programa de estreia, o Lado Bi convida as pastoras lésbicas Rosania Rocha e Lanna Holder para uma conversa sobre cura gay, preconceito, fé e política</description>
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			<pubDate>Thu, 16 Jan 2014 10:00:00 -0300</pubDate>
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			<itunes:keywords>drag queen, Kaká di Polly, LGBT</itunes:keywords>
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			<title>#39 - Amapôs</title>
			<itunes:author>Lado Bi</itunes:author>
			<itunes:subtitle>Esta semana o programa explora a relação entre as mulheres e seus amigos gays, e como essa amizade influencia a vida sentimental, social e sexual de cada parte.
			</itunes:subtitle>
			<itunes:summary>Existem mulheres que vivem tão rodeadas de gays que passam a ser praticamente gays elas mesmas. Convocamos três dessas &quot;fag hags&quot; para contar como é essa relação entre homens gays e mulheres heterossexuais. Da maior cumplicidade ao ciúme dos namorados, da homofobia velada das meninas que tentam &quot;converter&quot; gays à militância cotidiana dessa convivência, as convidadas Mirella Nascimento, Cristiane Batista e Suilane Oliveira contam como essas amizades torna suas vidas melhores.
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			<description>Existem mulheres que vivem tão rodeadas de gays que passam a ser praticamente gays elas mesmas. Convocamos três dessas &quot;fag hags&quot; para contar como é essa relação entre homens gays e mulheres heterossexuais. Da maior cumplicidade ao ciúme dos namorados, da homofobia velada das meninas que tentam &quot;converter&quot; gays à militância cotidiana dessa convivência, as convidadas Mirella Nascimento, Cristiane Batista e Suilane Oliveira contam como essas amizades torna suas vidas melhores.
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			<pubDate>Thu, 09 Jan 2014 10:00:00 -0300</pubDate>
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			<itunes:keywords>igreja, fé, LGBT</itunes:keywords>
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			<title>#38 - Retrospectiva</title>
			<itunes:author>Lado Bi</itunes:author>
			<itunes:subtitle>O Lado Bi recebe dois ouvintes que escolhem seus melhores momentos do programa e contam histórias de como os temas debatidos os ajudaram e a seus familiares a entender, aceitar e discutir sua homossexualidade.</itunes:subtitle>
			<itunes:summary>O Lado Bi recebe dois ouvintes que escolhem seus melhores momentos do programa e contam histórias de como os temas debatidos os ajudaram e a seus familiares a entender, aceitar e discutir sua homossexualidade.</itunes:summary>
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			<description>O Lado Bi recebe dois ouvintes que escolhem seus melhores momentos do programa e contam histórias de como os temas debatidos os ajudaram e a seus familiares a entender, aceitar e discutir sua homossexualidade.</description>
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			<pubDate>Thu, 26 Dec 2013 10:00:00 -0300</pubDate>
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			<itunes:keywords>2013, LGBT</itunes:keywords>
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		</item>
		<item>
			<title>#37 - Horóscopo</title>
			<itunes:author>Lado Bi</itunes:author>
			<itunes:subtitle>Nesta edição, o programa mostra como é o gay de cada signo</itunes:subtitle>
			<itunes:summary>O programa recebe o artista Francisco Hurtz e o publicitário Celso Dossi, estudiosos do zodíaco e criadores de horóscopos divertidos e sacanas, como &quot;os signos no pódio olímpico&quot;, &quot;como irritar os signos&quot;, entre outros. Eles falam que não há diferenças do horóscopo entre gays e heteros e contam como é o gay de cada signo.
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			<description>O programa recebe o artista Francisco Hurtz e o publicitário Celso Dossi, estudiosos do zodíaco e criadores de horóscopos divertidos e sacanas, como &quot;os signos no pódio olímpico&quot;, &quot;como irritar os signos&quot;, entre outros. Eles falam que não há diferenças do horóscopo entre gays e heteros e contam como é o gay de cada signo.
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			<pubDate>Thu, 19 Dec 2013 10:00:00 -0300</pubDate>
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			<itunes:keywords>horóscopo, zodíaco, astrologia, LGBT</itunes:keywords>
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		</item>
		<item>
			<title>#36 - Noite</title>
			<itunes:author>Lado Bi</itunes:author>
			<itunes:subtitle>Programa entrevista Lufe Steffen, diretor do documentário &quot;São Paulo em Hi-Fi&quot;, que mostra a história da noite gay da cidade nos anos 1970 e 1980
			</itunes:subtitle>
			<itunes:summary>A noite de São Paulo ficou mais careta? Perdeu o glamour? Ou isso é apenas saudosismo? Lufe Steffen, diretor do filme São Paulo em Hi-Fi comenta o documentário que remonta a história de casas noturnas pioneiras na noite gay paulistana, como Hi-Fi, Medieval, Homo Sapiens e conta história bizarras, como a chegada de Wilza Carla, a Dona Redonda da primeira versão de Saramandaia, chegando à rua Augusta montada em um elefante do circo Orlando Orfei. Com depoimentos de personalidades da época, como o ativista João Silvério Trevisan, a drag queen Kaká Di Polly, e da empresária Elisa Mascaro, dona das primeiras casas voltadas ao público LGBT, o filme mostra as diferenças entre as gerações anteriores de gays e as atuais, retrata a cena lésbica e mostra como a Aids causou cicatrizes até hoje abertas em quem viveu naqueles tempos.
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			<description>A noite de São Paulo ficou mais careta? Perdeu o glamour? Ou isso é apenas saudosismo? Lufe Steffen, diretor do filme São Paulo em Hi-Fi comenta o documentário que remonta a história de casas noturnas pioneiras na noite gay paulistana, como Hi-Fi, Medieval, Homo Sapiens e conta história bizarras, como a chegada de Wilza Carla, a Dona Redonda da primeira versão de Saramandaia, chegando à rua Augusta montada em um elefante do circo Orlando Orfei. Com depoimentos de personalidades da época, como o ativista João Silvério Trevisan, a drag queen Kaká Di Polly, e da empresária Elisa Mascaro, dona das primeiras casas voltadas ao público LGBT, o filme mostra as diferenças entre as gerações anteriores de gays e as atuais, retrata a cena lésbica e mostra como a Aids causou cicatrizes até hoje abertas em quem viveu naqueles tempos.</description>
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			<pubDate>Thu, 12 Dec 2013 10:00:00 -0300</pubDate>
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			<itunes:keywords>noite, balada, LGBT</itunes:keywords>
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		</item>
		<item>
			<title>#35 - Cinema</title>
			<itunes:author>Lado Bi</itunes:author>
			<itunes:subtitle>&quot;Antes não tinha isso de filme gay. Tinha filme de Felini, Pasolini&#8230;&quot;, diz Hilton Lacerda, diretor de &quot;Tatuagem&quot;
			</itunes:subtitle>
			<itunes:summary>O programa recebe o diretor do filme Tatuagem, Hilton Lacerda e as jornalistas Mariane Zendron e Carol Almeida para debater sobre a profusão de filmes com gays nos papéis principais. Durante a conversa, a jornalista Carol Almeida refuta a ideia de que as cenas de sexo lésbico do filme O Azul É a Cor Mais Quente sejam machistas. O diretor do filme Abdelatif Kechiche, explica em entrevista porque não quis fazer um filme panfletário. E também, comentários sobre Além da Fronteira, que mostra o romance entre um gay palestino e um judeu e os preconceitos reforçados em Crô &#8211; o Filme.
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			<description>O programa recebe o diretor do filme Tatuagem, Hilton Lacerda e as jornalistas Mariane Zendron e Carol Almeida para debater sobre a profusão de filmes com gays nos papéis principais. Durante a conversa, a jornalista Carol Almeida refuta a ideia de que as cenas de sexo lésbico do filme O Azul É a Cor Mais Quente sejam machistas. O diretor do filme Abdelatif Kechiche, explica em entrevista porque não quis fazer um filme panfletário. E também, comentários sobre Além da Fronteira, que mostra o romance entre um gay palestino e um judeu e os preconceitos reforçados em Crô &#8211; o Filme.</description>
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			<pubDate>Thu, 05 Dec 2013 10:00:00 -0300</pubDate>
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			<itunes:keywords>cinema, Azul É A Cor Mais Quente, Tatuagem, LGBT</itunes:keywords>
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		<item>
			<title>Extra - Luta Contra A Aids</title>
			<itunes:author>Lado Bi</itunes:author>
			<itunes:subtitle>No dia mundial de combate à Aids, o Lado Bi conta histórias de quem cuida dos soropositivos desde do início da epidemia</itunes:subtitle>
			<itunes:summary>Nesta edição extra do Lado Bi, entrevistamos profissionais do Hospital Emílio Ribas, centro de referência no tratamento de HIV/Aids em São Paulo. Eles contam histórias de quando a epidemia ainda era incontrolável, já que não havia coquetel de medicamentos antirretrovirais, mostram como orientam adolescentes que nasceram com HIV a lidar com sua condição e dizem que gays levam tratamento de HIV mais a sério.
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			<description>Nesta edição extra do Lado Bi, entrevistamos profissionais do Hospital Emílio Ribas, centro de referência no tratamento de HIV/Aids em São Paulo. Eles contam histórias de quando a epidemia ainda era incontrolável, já que não havia coquetel de medicamentos antirretrovirais, mostram como orientam adolescentes que nasceram com HIV a lidar com sua condição e dizem que gays levam tratamento de HIV mais a sério.
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			<pubDate>Sun, 01 Dec 2013 10:00:00 -0300</pubDate>
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			<itunes:keywords>HIV, Aids, LGBT</itunes:keywords>
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		</item>
		<item>
			<title>#34 - Camisinha</title>
			<itunes:author>Lado Bi</itunes:author>
			<itunes:subtitle>&quot;Tem gente que se sente aliviada ao pegar o HIV&quot;, diz autor de reportagem sobre sexo se camisinha</itunes:subtitle>
			<itunes:summary>O programa desta semana discute o sexo sem camisinha e o &quot;disclosure&quot;, ou seja, quando um soropositivo revela a seu parceiro seu status de HIV. No estúdio, o cineasta Rafael Aidar, autor do filme &quot;O Pacote&quot;, que mostra o dilema de um parceiro soropositivo que tem que contar a seu namorado que ele tem HIV. Ele conta que se inspirou em casos reais de amigos nesta condição e como eles enfrentam o medo da rejeição, em que momento e como contam. &quot;Em geral eles contam quando sentem que vai rolar namoro. Tem gente que já perdeu namoro porque demorou a contar.&quot; Também no estúdio, o jornalista Bruno Machado que escreveu um ensaio jornalístico sobre o sexo sem camisinha. Ele explica por que muita gente decidiu aceitar o risco e transar sem camisinha. &quot;Tem gente que não consegue, que broxa, que se machuca, mas tem uma minoria que encara o HIV como fetiche. Entrevistei alguns que se sentiram aliviados ao descobrirem que contraíram o vírus. Porque ela se sentiu livre e aliviada. Outras pessoas se sentem seguras com a existência do coquetel.&quot;
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			<description>O programa desta semana discute o sexo sem camisinha e o &quot;disclosure&quot;, ou seja, quando um soropositivo revela a seu parceiro seu status de HIV. No estúdio, o cineasta Rafael Aidar, autor do filme &quot;O Pacote&quot;, que mostra o dilema de um parceiro soropositivo que tem que contar a seu namorado que ele tem HIV. Ele conta que se inspirou em casos reais de amigos nesta condição e como eles enfrentam o medo da rejeição, em que momento e como contam. &quot;Em geral eles contam quando sentem que vai rolar namoro. Tem gente que já perdeu namoro porque demorou a contar.&quot; Também no estúdio, o jornalista Bruno Machado que escreveu um ensaio jornalístico sobre o sexo sem camisinha. Ele explica por que muita gente decidiu aceitar o risco e transar sem camisinha. &quot;Tem gente que não consegue, que broxa, que se machuca, mas tem uma minoria que encara o HIV como fetiche. Entrevistei alguns que se sentiram aliviados ao descobrirem que contraíram o vírus. Porque ela se sentiu livre e aliviada. Outras pessoas se sentem seguras com a existência do coquetel.&quot;
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			<pubDate>Thu, 28 Nov 2013 10:00:00 -0300</pubDate>
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			<itunes:keywords>camisinha, preservativo, barebacking, HIV, Aids, prevenção, LGBT</itunes:keywords>
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		</item>
		<item>
			<title>#33 - Travestis</title>
			<itunes:author>Lado Bi</itunes:author>
			<itunes:subtitle>&quot;Depois que fiz a vovó da novela das seis virei a travesti da família brasileira&quot;, diz Rogéria</itunes:subtitle>
			<itunes:summary>Nesta edição, entrevistamos três das travestis mais famosas do Brasil: Rogéria, Eloína dos Leopardos e Jane Di Castro. Elas estão em cartaz há dez anos com o espetáculo &quot;Divinas Divas&quot;, no Rio de Janeiro e completam em breve 50 anos de carreira. Sua vida e obra será retratada no documentário homônimo dirigido pela atriz Leandra Leal. A dificuldade em captar recursos para o filme fez com que Leandra apelasse para o &quot;crowd funding&quot;, espécie de &quot;vaquinha&quot; virtual. &quot;Recebi muitos nãos e percebi que há um preconceito velado das empresas, que não querem associar sua imagem a um filme que trata de dois assuntos tabu: gênero e velhice.&quot; Durante a entrevista, Rogéria as outras divas falam sobre como era ser travesti durante a ditadura militar e criticam a falta de conteúdo das gerações atuais. &quot;A fórmula para que uma travesti não vá parar na prostituição é o estudo&quot;, disse Rogéria, que também fez questão de dizer que não sofre preconceito: &quot;Depois que fiz a vovó da novela das seis virei a travesti da família brasileira
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			<description>Nesta edição, entrevistamos três das travestis mais famosas do Brasil: Rogéria, Eloína dos Leopardos e Jane Di Castro. Elas estão em cartaz há dez anos com o espetáculo &quot;Divinas Divas&quot;, no Rio de Janeiro e completam em breve 50 anos de carreira. Sua vida e obra será retratada no documentário homônimo dirigido pela atriz Leandra Leal. A dificuldade em captar recursos para o filme fez com que Leandra apelasse para o &quot;crowd funding&quot;, espécie de &quot;vaquinha&quot; virtual. &quot;Recebi muitos nãos e percebi que há um preconceito velado das empresas, que não querem associar sua imagem a um filme que trata de dois assuntos tabu: gênero e velhice.&quot; Durante a entrevista, Rogéria as outras divas falam sobre como era ser travesti durante a ditadura militar e criticam a falta de conteúdo das gerações atuais. &quot;A fórmula para que uma travesti não vá parar na prostituição é o estudo&quot;, disse Rogéria, que também fez questão de dizer que não sofre preconceito: &quot;Depois que fiz a vovó da novela das seis virei a travesti da família brasileira
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			<pubDate>Thu, 21 Nov 2013 10:00:00 -0300</pubDate>
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			<itunes:keywords>travestis, Rogéria, LGBT</itunes:keywords>
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			<title>#32 - Publicidade</title>
			<itunes:author>Lado Bi</itunes:author>
			<itunes:subtitle>&quot;É impossível fazer propaganda da homossexualidade, mesmo que se fizesse, ninguém compraria&quot;, diz publicitário </itunes:subtitle>
			<itunes:summary>O programa debate a publicidade com gays e o projeto de lei do deputado federal Salvador Zimbaldi, que proibe exemplos de famílias não-normativas da publicidade. O publicitário Felipe Simi comenta o projeto e também a lei Russa que proíbe a &quot;publicidade homossexual&quot; no país. &quot;É impossível fazer propaganda da homossexualidade, mesmo que se fizesse, ninguém compraria&quot;, diz o publicitário. O programa também debate o recente caso da Barilla, cujo dono disse que &quot;jamais faria publicidade com gays&quot; e depois voltou atrás e por que as empresas têm tanta resistência em fazer anúncios direcionados a esse público.
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			<description>O programa debate a publicidade com gays e o projeto de lei do deputado federal Salvador Zimbaldi, que proibe exemplos de famílias não-normativas da publicidade. O publicitário Felipe Simi comenta o projeto e também a lei Russa que proíbe a &quot;publicidade homossexual&quot; no país. &quot;É impossível fazer propaganda da homossexualidade, mesmo que se fizesse, ninguém compraria&quot;, diz o publicitário. O programa também debate o recente caso da Barilla, cujo dono disse que &quot;jamais faria publicidade com gays&quot; e depois voltou atrás e por que as empresas têm tanta resistência em fazer anúncios direcionados a esse público.
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			<pubDate>Thu, 14 Nov 2013 10:00:00 -0300</pubDate>
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			<itunes:keywords>publicidade, marketing, LGBT</itunes:keywords>
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			<title>#31 - Torcida</title>
			<itunes:author>Lado Bi</itunes:author>
			<itunes:subtitle>&quot;Não quero converter ninguém, só quero torcer&quot;, diz criador da torcida Gaivotas Fiéis</itunes:subtitle>
			<itunes:summary>O programa debate as torcidas organizadas gays com Felipeh Campos, criador da Gaivotas Fieis, e com o jornalista esportivo Vanderlei Lima. Durante a edição, Campos comenta a acusação de plágio que recebeu da Gaviões da Fiel, por que acha importante a presença de gays na torcida e diz: &quot;Não quero converter ninguém a ser gay, quero apenas torcer.&quot; Também no estúdio, Lima explica como surgiu o boato acerca da suposta homossexualidade do jogador Raí.
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			<description>O programa debate as torcidas organizadas gays com Felipeh Campos, criador da Gaivotas Fieis, e com o jornalista esportivo Vanderlei Lima. Durante a edição, Campos comenta a acusação de plágio que recebeu da Gaviões da Fiel, por que acha importante a presença de gays na torcida e diz: &quot;Não quero converter ninguém a ser gay, quero apenas torcer.&quot; Também no estúdio, Lima explica como surgiu o boato acerca da suposta homossexualidade do jogador Raí.
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			<pubDate>Thu, 07 Nov 2013 10:00:00 -0300</pubDate>
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			<itunes:keywords>futebol, torcida, Gaivotas Fieis, LGBT</itunes:keywords>
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			<title>#30 - Moda</title>
			<itunes:author>Lado Bi</itunes:author>
			<itunes:subtitle>Na semana da São Paulo Fashion Week, o programa discute com Sérgio Amaral da revista L&apos;Officiel as tendências para gays e héteros e a baixa qualidade e alto preço da moda brasileira</itunes:subtitle>
			<itunes:summary>Na semana da São Paulo Fashion Week, o programa discute com Sérgio Amaral da revista L&apos;Officiel Brasil questões como: por que os héteros se vestem cada vez mais como gays? Por que roupa no Brasil é tão ruim e tão cara? E ANIMAL PRINT, ATÉ QUANDO?</itunes:summary>
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			<description>Na semana da São Paulo Fashion Week, o programa discute com Sérgio Amaral da revista L&apos;Officiel Brasil questões como: por que os héteros se vestem cada vez mais como gays? Por que roupa no Brasil é tão ruim e tão cara? E ANIMAL PRINT, ATÉ QUANDO?</description>
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			<pubDate>Thu, 31 Oct 2013 10:00:00 -0300</pubDate>
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			<title>#29 - Musicais</title>
			<itunes:author>Lado Bi</itunes:author>
			<itunes:subtitle>&quot;Musicais não têm mensagens apenas para gays&quot;, diz ator de &quot;Priscila - A Rainha do Deserto&quot;</itunes:subtitle>
			<itunes:summary>Nesta edição, o programa fala da grande atração que os gays têm por musicais e recebe dois atores brasileiros deste gênero para debater sobre o tema. Luciano Andreys, do musical &quot;Priscila - A Rainha do Deserto&quot;, comenta o preconceito contra musicais. &quot;Musicais não têm mensagens só para gays. Tem mensagens para todo mundo. Só a forma de apresentar é gay.&quot; Já o ator Roberto Borges, que também escreve o blog &quot;Mr. Zieg&quot;, sobre espetáculos do gênero, explica àqueles que &quot;odeiam&quot; musicais por que os personagens cantam: &quot;Eles cantam quando não sabem expressar seus sentimentos com palavras.&quot;</itunes:summary>
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			<description>Nesta edição, o programa fala da grande atração que os gays têm por musicais e recebe dois atores brasileiros deste gênero para debater sobre o tema. Luciano Andreys, do musical &quot;Priscila - A Rainha do Deserto&quot;, comenta o preconceito contra musicais. &quot;Musicais não têm mensagens só para gays. Tem mensagens para todo mundo. Só a forma de apresentar é gay.&quot; Já o ator Roberto Borges, que também escreve o blog &quot;Mr. Zieg&quot;, sobre espetáculos do gênero, explica àqueles que &quot;odeiam&quot; musicais por que os personagens cantam: &quot;Eles cantam quando não sabem expressar seus sentimentos com palavras.&quot;</description>
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			<pubDate>Thu, 24 Oct 2013 10:00:00 -0300</pubDate>
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			<itunes:keywords>musicais, música, LGBT</itunes:keywords>
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			<title>#28 - Protestos</title>
			<itunes:author>Lado Bi</itunes:author>
			<itunes:subtitle>&quot;Parada gay virou evento mais econômico e menos político&quot;, diz membro do Pink Block</itunes:subtitle>
			<itunes:summary>O programa conversa com o ativista, videomaker e um dos integrantes do Pink Block, Rafael Puetter, o Rafucko. Criador do personagem Ditador Gay e participante de diversos protestos no Rio de Janeiro, ele faz uma análise sobre o papel político dos Black Blocks e também explica sua mais nova criação, o movimento Pink Block, que trouxe de volta à parada gay carioca um viés político. Durante o programa, ele criticou a falta de engajamento político da parada e de seus participantes, a valorização do evento apenas sob o viés econômico e classificou a polícia do Rio de Janeiro como uma &quot;quadrilha armada&quot;.
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			<description>O programa conversa com o ativista, videomaker e um dos integrantes do Pink Block, Rafael Puetter, o Rafucko. Criador do personagem Ditador Gay e participante de diversos protestos no Rio de Janeiro, ele faz uma análise sobre o papel político dos Black Blocks e também explica sua mais nova criação, o movimento Pink Block, que trouxe de volta à parada gay carioca um viés político. Durante o programa, ele criticou a falta de engajamento político da parada e de seus participantes, a valorização do evento apenas sob o viés econômico e classificou a polícia do Rio de Janeiro como uma &quot;quadrilha armada&quot;.
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			<pubDate>Thu, 17 Oct 2013 10:00:00 -0300</pubDate>
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			<itunes:keywords>Pink Block, protestos, ditadura gay, LGBT</itunes:keywords>
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			<title>#27 - Prisão</title>
			<itunes:author>Lado Bi</itunes:author>
			<itunes:subtitle>Piper Kerman, autora do livro que deu origem à série Orange Is The New Black, fala de sexualidade na cadeia em entrevista exclusiva. Mais: as alas para presos LGBT no Brasil.
			</itunes:subtitle>
			<itunes:summary>Piper Kerman, autora do livro que deu origem à série Orange Is The New Black, em entrevista exclusiva. Mais: as alas para presos LGBT no Brasil, com Walkíria La Roche, da Coordenadoria Especial de Políticas de Diversidade Sexual de Minas Gerais (Cods).
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			<description>Piper Kerman, autora do livro que deu origem à série Orange Is The New Black, fala de sexualidade na cadeia em entrevista exclusiva. Mais: as alas para presos LGBT no Brasil, com Walkíria La Roche, da Coordenadoria Especial de Políticas de Diversidade Sexual de Minas Gerais (Cods).
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			<pubDate>Thu, 10 Oct 2013 10:00:00 -0300</pubDate>
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			<itunes:keywords>Orange Is The New Black, Piper Kerman, prisão, LGBT</itunes:keywords>
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			<title>#26 - New Wave</title>
			<itunes:author>Lado Bi</itunes:author>
			<itunes:subtitle>Programa entrevista Kate Pierson, a vocalista do B52&#8242;s que inspirou a música &quot;Candy&quot;</itunes:subtitle>
			<itunes:summary>Na semana em que os B52&#8242;s se apresentam no Brasil, o Lado Bi entrevista com exclusividade a vocalista da banda Kate Pierson, que além de interpretar os sucessos do maior ícone da chamada New Wave, já fez dueto inesquecíveis como &quot;Candy&quot;, com Iggy Pop, e &quot;Shine Happy People&quot; com o R.E.M. Ela conta sobre seu primeiro relacionamento gay e que ela e sua noiva aprenderam tango para dançar em seu casamento. Também conta detalhes do show e falar por que os gays sempre amaram os B52&#8242;s. No estúdio, a jornalista Bia Abramo fala da New Wave e porque a banda melhor representou o movimento.
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			<description>Na semana em que os B52&#8242;s se apresentam no Brasil, o Lado Bi entrevista com exclusividade a vocalista da banda Kate Pierson, que além de interpretar os sucessos do maior ícone da chamada New Wave, já fez dueto inesquecíveis como &quot;Candy&quot;, com Iggy Pop, e &quot;Shine Happy People&quot; com o R.E.M. Ela conta sobre seu primeiro relacionamento gay e que ela e sua noiva aprenderam tango para dançar em seu casamento. Também conta detalhes do show e falar por que os gays sempre amaram os B52&#8242;s. No estúdio, a jornalista Bia Abramo fala da New Wave e porque a banda melhor representou o movimento.</description>
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			<pubDate>Thu, 03 Oct 2013 10:00:00 -0300</pubDate>
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			<itunes:keywords>New Wave, B-52s, Kate Pierson, LGBT</itunes:keywords>
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			<title>#25 - Micareta</title>
			<itunes:author>Lado Bi</itunes:author>
			<itunes:subtitle>A banda Bonde do Rolê conversa sobre funk, machismo, homofobia e admite que só sabe tocar punheta
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			<itunes:summary>&quot;Não é o funk que retrata a mulher como objeto, mas a própria mulher que se coloca assim&quot;, diz Laura Taylor, vocalista do Bonde do Rolê. O programa recebe a banda mais desbocada da atualidade para falar de música, sucesso no exterior, sexo, pegação e todos os assuntos que envolvem o universo de seus shows, que podem ser considerados uma verdadeira micareta gay. Com Rodrigo Gorky e Pedro D´Eyrot.</itunes:summary>
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			<description>Em seu programa de estreia, o Lado Bi convida as pastoras lésbicas Rosania Rocha e Lanna Holder para uma conversa sobre cura gay, preconceito, fé e política</description>
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			<pubDate>Thu, 26 Sep 2013 10:00:00 -0300</pubDate>
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			<itunes:keywords>Bonde do Rolê, talento, pegação, LGBT</itunes:keywords>
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			<title>#24 - Negros</title>
			<itunes:author>Lado Bi</itunes:author>
			<itunes:subtitle>Programa debate as dificuldades de ser gay e negro no Brasil</itunes:subtitle>
			<itunes:summary>Nesta edição, o programa recebe o editor do site F5, Alberto Pereira Jr., e a pesquisadora em linguística Luanda Soares Sito para debater a questão do preconceito duplo. É mais difícil ser gay e negro? E no caso das mulheres, como isso funciona? Durante a conversa, Alberto explica como conseguiu passar ao largo dessas questões durante grande parte de sua vida, enquanto Luanda fala de todas as crises que passou até consolidar sua personalidade e a auto aceitação. Os dois também criticam o programa &quot;Esquenta&quot; da Rede Globo. Segundo eles, apesar do discurso inclusivo, a atração apenas reforça estereótipos da cultura negra.</itunes:summary>
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			<description>Nesta edição, o programa recebe o editor do site F5, Alberto Pereira Jr., e a pesquisadora em linguística Luanda Soares Sito para debater a questão do preconceito duplo. É mais difícil ser gay e negro? E no caso das mulheres, como isso funciona? Durante a conversa, Alberto explica como conseguiu passar ao largo dessas questões durante grande parte de sua vida, enquanto Luanda fala de todas as crises que passou até consolidar sua personalidade e a auto aceitação. Os dois também criticam o programa &quot;Esquenta&quot; da Rede Globo. Segundo eles, apesar do discurso inclusivo, a atração apenas reforça estereótipos da cultura negra.</description>
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			<pubDate>Thu, 19 Sep 2013 10:00:00 -0300</pubDate>
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			<itunes:keywords>raça, negro, Esquenta, LGBT</itunes:keywords>
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			<title>#23 - Divas</title>
			<itunes:author>Lado Bi</itunes:author>
			<itunes:subtitle>O programa recebe Ruy Castro, biógrafo de Carmem Miranda, e o comediante britânico Charlie Hides, que faz paródias das divas do pop</itunes:subtitle>
			<itunes:summary>Na semana em que o Brasil recebe o show da diva pop Beyoncé e em que o mundo presencia uma batalha nas paradas de sucesso entre Lady Gaga e Katy Perry, o Lado Bi entrevista Ruy Castro, autor da biografia de Carmem Miranda. Ele fala sobre o fascínio que esta, que foi uma das primeiras divas nacionais, exerce tanto em gays quanto em heteros e conta que seu livro não foi lançado nos EUA porque as editoras americanas queriam suprimir da obra toda a parte que fala da vida da cantora e atriz no Brasil. Também direto de Londres, o comediante Charlie Hides, autor de vídeos hilários em que imita Cher, Madonna, Lady Gaga, Liza Minelli entre outras cantoras e atrizes, conta que Cher e os filhos de Madonna já viram (e riram muito) de suas sátiras. No estúdio, comentando as duas entrevistas, o editor-chefe do site Papelpop, Phelipe Cruz.</itunes:summary>
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			<description>Na semana em que o Brasil recebe o show da diva pop Beyoncé e em que o mundo presencia uma batalha nas paradas de sucesso entre Lady Gaga e Katy Perry, o Lado Bi entrevista Ruy Castro, autor da biografia de Carmem Miranda. Ele fala sobre o fascínio que esta, que foi uma das primeiras divas nacionais, exerce tanto em gays quanto em heteros e conta que seu livro não foi lançado nos EUA porque as editoras americanas queriam suprimir da obra toda a parte que fala da vida da cantora e atriz no Brasil. Também direto de Londres, o comediante Charlie Hides, autor de vídeos hilários em que imita Cher, Madonna, Lady Gaga, Liza Minelli entre outras cantoras e atrizes, conta que Cher e os filhos de Madonna já viram (e riram muito) de suas sátiras. No estúdio, comentando as duas entrevistas, o editor-chefe do site Papelpop, Phelipe Cruz.</description>
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			<pubDate>Thu, 12 Sep 2013 10:00:00 -0300</pubDate>
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			<itunes:keywords>Divas, Ruy Castro, Charlie Hydes, Carmen Miranda, LGBT</itunes:keywords>
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			<title>#22 - Pornografia</title>
			<itunes:author>Lado Bi</itunes:author>
			<itunes:subtitle>&quot;O pornô de internet mudou o nosso orgasmo&quot;, diz pesquisador em pornografia</itunes:subtitle>
			<itunes:summary>O programa discute o que é pornografia nos dias de hoje, o que ela pode nos ensinar e como ela alterou a sexualidade e o culto ao corpo no século 21. No estúdio, Tino Ruggero, organizador do festival Pop Porn, o cineasta Gustavo Vinagre, autor de um pornô documentário sobre a vida de um cego homossexual e sadomasoquista, e Rodrigo Gerace, pesquisador em pornografia.</itunes:summary>
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			<description>O programa discute o que é pornografia nos dias de hoje, o que ela pode nos ensinar e como ela alterou a sexualidade e o culto ao corpo no século 21. No estúdio, Tino Ruggero, organizador do festival Pop Porn, o cineasta Gustavo Vinagre, autor de um pornô documentário sobre a vida de um cego homossexual e sadomasoquista, e Rodrigo Gerace, pesquisador em pornografia.</description>
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			<pubDate>Thu, 05 Sep 2013 10:00:00 -0300</pubDate>
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			<itunes:keywords>ipornografia, pornô, erotismo, internet, LGBT</itunes:keywords>
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			<title>#21 - Bebida</title>
			<itunes:author>Lado Bi</itunes:author>
			<itunes:subtitle>Conheça os dez drinks mais pedidos pelos gays e saiba que tipo de gay você pela bebida que você toma</itunes:subtitle>
			<itunes:summary>O Lado Bi do álcool traz dois barmen ao estúdio para contar quais os dez drinks mais populares entre os gays: &quot;O mojito… A caipirinha de morango dá uma entregada… Com saquê então…&quot;, brinca o barman do bar Alberta #3, Caio Odhara. O programa traz ainda duas receitas de drinks, histórias de bar, os tipos de bêbados e quais as cantadas mais comuns entre os baladeiros. &quot;Tem duas técnicas de cantada que as gay usam: aquela que te paquera na cara e aquela que manda a amiga perguntar se você é hetero. Já a mulher quando debruça o peito no balcão é porque quer bebida de graça&quot;, diz o chefe do bar do Club Yatch, João Paulo Röesler.</itunes:summary>
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			<description>O Lado Bi do álcool traz dois barmen ao estúdio para contar quais os dez drinks mais populares entre os gays: &quot;O mojito… A caipirinha de morango dá uma entregada… Com saquê então…&quot;, brinca o barman do bar Alberta #3, Caio Odhara. O programa traz ainda duas receitas de drinks, histórias de bar, os tipos de bêbados e quais as cantadas mais comuns entre os baladeiros. &quot;Tem duas técnicas de cantada que as gay usam: aquela que te paquera na cara e aquela que manda a amiga perguntar se você é hetero. Já a mulher quando debruça o peito no balcão é porque quer bebida de graça&quot;, diz o chefe do bar do Club Yatch, João Paulo Röesler.</description>
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			<pubDate>Thu, 29 Aug 2013 10:00:00 -0300</pubDate>
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		<item>
			<title>#20 - Monogamia</title>
			<itunes:author>Lado Bi</itunes:author>
			<itunes:subtitle>Gays explicam as regras da traição em relações abertas e fechadas</itunes:subtitle>
			<itunes:summary>Se você acha que nas relações abertas não existe traição, está completamente enganado. Nesta edição do Lado Bi, você vai descobrir que gays em relações fechadas são mais tolerantes com relações extraconjugais que o contrário. O DJ Neto Niggaz, da festa Frita, diz que não considera uma transa fortuita após uma noite de ferveção uma traição. &quot;Não é liberado, mas uma transa com alguém que você nunca mais vai ver eu sou capaz de perdoar.&quot; Já o publicitário Filipe Turra, que tem uma relação aberta há oito anos e já namorou a três e a quatro, disse que até um beijo sem aviso prévio é considerado traição: &quot;Combinado não sai caro.&quot;</itunes:summary>
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			<pubDate>Thu, 22 Aug 2013 10:00:00 -0300</pubDate>
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		<item>
			<title>#19 - Rússia</title>
			<itunes:author>Lado Bi</itunes:author>
			<itunes:subtitle>&quot;Ninguém vai te prender por dar pinta&quot;, diz editora da Gazeta Russa no Brasil sobre homofobia na Rússia</itunes:subtitle>
			<itunes:summary>O programa debate os recentes casos de homofobia na Rússia com três brasileiros que moraram, moram ou estudam na Rússia. O ator e diretor Diego Moschkovich, por exemplo, diz não ter medo algum de visitar o país, mesmo sendo gay. &quot;O que o governo pensa disso é muito diferente do que a maioria das pessoas pensa&quot;, diz ele. Já os jornalistas Marina Darmaros, que edita a Gazeta Russa no Brasil, e Fabrício Yuri Vitorino, mestrando em Russo pela USP, dizem que o Brasil é bem mais perigoso para gays.</itunes:summary>
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			<description>O programa debate os recentes casos de homofobia na Rússia com três brasileiros que moraram, moram ou estudam na Rússia. O ator e diretor Diego Moschkovich, por exemplo, diz não ter medo algum de visitar o país, mesmo sendo gay. &quot;O que o governo pensa disso é muito diferente do que a maioria das pessoas pensa&quot;, diz ele. Já os jornalistas Marina Darmaros, que edita a Gazeta Russa no Brasil, e Fabrício Yuri Vitorino, mestrando em Russo pela USP, dizem que o Brasil é bem mais perigoso para gays.</description>
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			<pubDate>Thu, 15 Aug 2013 10:00:00 -0300</pubDate>
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			<itunes:keywords>Rússia, Pussy Riot, LGBT</itunes:keywords>
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			<title>#18 - Quadrinhos</title>
			<itunes:author>Lado Bi</itunes:author>
			<itunes:subtitle>Cartunista e crítico de cinema contam a verdadeira história sobre a sexualidade de Batman, Robin, Mulher Maravilha e Lanterna Verde</itunes:subtitle>
			<itunes:summary>&quot;Muitos cartunistas são gays, por isso eles se sentem mais à vontade hoje em dia para criar esses personagens&quot;, diz o crítico de cinema e viciado em HQs Roberto Sadovski. Ele e o cartunista Mario César Oliveira, que está lançando uma graphic novel com cinco histórias sobre romances homossexuais contam a história dos personagens gays nos quadrinhos e desvendam mitos como o suposto romance entre Batman e Robin, o possível lesbianismo de Mulher Maravilha e a saída do armário do Lanterna Verde.</itunes:summary>
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			<description>&quot;Muitos cartunistas são gays, por isso eles se sentem mais à vontade hoje em dia para criar esses personagens&quot;, diz o crítico de cinema e viciado em HQs Roberto Sadovski. Ele e o cartunista Mario César Oliveira, que está lançando uma graphic novel com cinco histórias sobre romances homossexuais contam a história dos personagens gays nos quadrinhos e desvendam mitos como o suposto romance entre Batman e Robin, o possível lesbianismo de Mulher Maravilha e a saída do armário do Lanterna Verde.</description>
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			<pubDate>Thu, 08 Aug 2013 10:00:00 -0300</pubDate>
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			<itunes:keywords>HQ, quadrinhos, Mulher Maravilha, Batman, Robin, LGBT</itunes:keywords>
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			<title>#17 - Games</title>
			<itunes:author>Lado Bi</itunes:author>
			<itunes:subtitle>O Lado Bi dos Games discute a homofobia e machismo nos jogos e entre os jogadores com Fernanda Pineda, apresentadora do Power Up, e Rodrigo Guerra, repórter do UOL Games</itunes:subtitle>
			<itunes:summary>Às vésperas da Gaymer X, a primeira convenção de gamers gays, o Lado Bi discute a homofobia e o machismo no mundo dos videogames. Personagens homossexuais, jogadores abusados, simuladores de encontro, assédio a cosplayers, preconceitos contra gamers gays e gamers mulheres, tudo entra na roda numa discussão animada com Fernanda Pineda, apresentadora do Power Up, e Rodrigo Guerra, repórter do UOL Games. Hadouken!</itunes:summary>
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			<description>Às vésperas da Gaymer X, a primeira convenção de gamers gays, o Lado Bi discute a homofobia e o machismo no mundo dos videogames. Personagens homossexuais, jogadores abusados, simuladores de encontro, assédio a cosplayers, preconceitos contra gamers gays e gamers mulheres, tudo entra na roda numa discussão animada com Fernanda Pineda, apresentadora do Power Up, e Rodrigo Guerra, repórter do UOL Games. Hadouken!</description>
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			<pubDate>Thu, 01 Aug 2013 10:00:00 -0300</pubDate>
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			<itunes:keywords>Gaymer X, games, LGBT</itunes:keywords>
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			<title>#16 - Católicos</title>
			<itunes:author>Lado Bi</itunes:author>
			<itunes:subtitle>Nesta edição, gays católicos debatem se é possível conciliar homossexualidade com religião</itunes:subtitle>
			<itunes:summary>Com a chegada do papa Francisco ao Brasil, gays católicos debatem se é possível conciliar homossexualidade com religião. Com o sociólogo Claudio Monteiro e organizador da Pastoral da Diversidade Lula Ramires, o programa mostra que, durante muito tempo, o sacerdócio foi o armário dos padres, que o clero tem uma vida sexual ativa e que pelo menos 50% dos dirigentes católicos é homossexual.</itunes:summary>
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			<description>Com a chegada do papa Francisco ao Brasil, gays católicos debatem se é possível conciliar homossexualidade com religião. Com o sociólogo Claudio Monteiro e organizador da Pastoral da Diversidade Lula Ramires, o programa mostra que, durante muito tempo, o sacerdócio foi o armário dos padres, que o clero tem uma vida sexual ativa e que pelo menos 50% dos dirigentes católicos é homossexual.</description>
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			<pubDate>Thu, 25 Jul 2013 10:00:00 -0300</pubDate>
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			<itunes:keywords>igreja, papa Francisco, católicos, Igreja Católica, fé, LGBT</itunes:keywords>
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			<title>#15 - Lésbicas</title>
			<itunes:author>Lado Bi</itunes:author>
			<itunes:subtitle>Nesta edição, você vai ouvir dez perguntas que as lésbicas detestam responder e três novas músicas dos Pet Shop Boys</itunes:subtitle>
			<itunes:summary>Lésbica também finge orgasmo. Não é porque você tem o brinquedo que você sabe usar.&quot; Esta é apenas uma das dez respostas que as blogueiras do Sapatômica.com Bianka Carbonieri e Letícia Cardoso deram a perguntas que toda lésbica odeia ouvir, como &quot;quando você virou lésbica&quot;, &quot;como vocês transam&quot; ou &quot;quem é o homem da relação&quot;. No segundo bloco, o jornalista Bruno Machado analisa o novo álbum dos Pet Shop Boys, &quot;Electric&quot;, lançado nesta semana. O programa traz ainda um trecho da entrevista que o James fez com eles em maio e três faixas do novo disco.</itunes:summary>
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			<description>Lésbica também finge orgasmo. Não é porque você tem o brinquedo que você sabe usar.&quot; Esta é apenas uma das dez respostas que as blogueiras do Sapatômica.com Bianka Carbonieri e Letícia Cardoso deram a perguntas que toda lésbica odeia ouvir, como &quot;quando você virou lésbica&quot;, &quot;como vocês transam&quot; ou &quot;quem é o homem da relação&quot;. No segundo bloco, o jornalista Bruno Machado analisa o novo álbum dos Pet Shop Boys, &quot;Electric&quot;, lançado nesta semana. O programa traz ainda um trecho da entrevista que o James fez com eles em maio e três faixas do novo disco.</description>
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			<pubDate>Thu, 18 Jul 2013 10:00:00 -0300</pubDate>
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			<itunes:keywords>lésbicas, sapatão, Pet Shop Boys, LGBT</itunes:keywords>
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			<title>#14 - Língua</title>
			<itunes:author>Lado Bi</itunes:author>
			<itunes:subtitle>Nesta edição, conheça o vocabulário básico do pajubá, o dialeto dos gays</itunes:subtitle>
			<itunes:summary>Se você fica confuso ao ouvir grupos gays, lésbicas e seus amigos conversando, esta edição do Lado Bi vai te ensinar o vocabulário básico do pajubá, o dialeto dos homossexuais. No estúdio, o autor do dicionário &quot;Aurélia&quot;, que tem mais de 1.300 verbetes e expressões, explicando a origem desse linguajar e como ele tem se misturado com a língua portuguesa contemporânea.</itunes:summary>
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			<description>Se você fica confuso ao ouvir grupos gays, lésbicas e seus amigos conversando, esta edição do Lado Bi vai te ensinar o vocabulário básico do pajubá, o dialeto dos homossexuais. No estúdio, o autor do dicionário &quot;Aurélia&quot;, que tem mais de 1.300 verbetes e expressões, explicando a origem desse linguajar e como ele tem se misturado com a língua portuguesa contemporânea.</description>
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			<pubDate>Thu, 11 Jul 2013 10:00:00 -0300</pubDate>
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			<itunes:keywords>pajubá, vocabulário, LGBT</itunes:keywords>
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			<title>#13 - Humor</title>
			<itunes:author>Lado Bi</itunes:author>
			<itunes:subtitle>&quot;A piada não é mais o gay, é o homofóbico&quot;, diz João Vicente de Castro, do Porta dos Fundos</itunes:subtitle>
			<itunes:summary>A edição 13 do programa traz o humorista João Vicente de Castro, do Porta dos Fundos, contando como o grupo consegue fazer piadas com gays sem reforçar preconceitos e, ao mesmo tempo, fazendo os homossexuais rirem de si mesmos. &quot;A gente não ri da bichinha, a gente ri de quem ri da bichinha.&quot; Também no programa, o comediante Márcio Américo, criador do personagem Pastor Adélio, um reverendo super sincero que desconstrói todo o discurso dos fanáticos religiosos. &quot;A cura gay não existe, meu irmão. É só mais um produto que eu coloquei aqui&quot;, diz o pastor fictício em um vídeo que já foi visto por mais de 53 mil pessoas. Criado em família de testemunhas de Jeová, Américo não mede palavras ao criticar os religiosos: &quot;Todo pastor, no fundo, é um ateu.&quot;</itunes:summary>
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			<description>A edição 13 do programa traz o humorista João Vicente de Castro, do Porta dos Fundos, contando como o grupo consegue fazer piadas com gays sem reforçar preconceitos e, ao mesmo tempo, fazendo os homossexuais rirem de si mesmos. &quot;A gente não ri da bichinha, a gente ri de quem ri da bichinha.&quot; Também no programa, o comediante Márcio Américo, criador do personagem Pastor Adélio, um reverendo super sincero que desconstrói todo o discurso dos fanáticos religiosos. &quot;A cura gay não existe, meu irmão. É só mais um produto que eu coloquei aqui&quot;, diz o pastor fictício em um vídeo que já foi visto por mais de 53 mil pessoas. Criado em família de testemunhas de Jeová, Américo não mede palavras ao criticar os religiosos: &quot;Todo pastor, no fundo, é um ateu.&quot;</description>
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			<pubDate>Thu, 04 Jul 2013 10:00:00 -0300</pubDate>
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			<itunes:keywords>Porta dos Fundos, Pastor Adélio, humor, LGBT</itunes:keywords>
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		<item>
			<title>#12 - Cura Gay</title>
			<itunes:author>Lado Bi</itunes:author>
			<itunes:subtitle>Nesta edição, o criador da primeira entidade para cura de gays no Brasil, o ex-pastor e ex-ex-gay Sergio Viula diz que igrejas usam clínicas para drogados para </itunes:subtitle>
			<itunes:summary>&quot;Eu era uma zebra pintada de branco&quot;. Sergio Viula conta que essa era a ideia que tinha de si mesmo enquanto era casado com uma mulher, pastor de uma igreja e &quot;gay curado&quot;. Há dez anos fora do armário, Viula foi um dos idealizadores de uma instituição americana que se propunha a curar homossexuais no Brasil. Ele conta que muitas igrejas usam clínicas de recuperação de drogados para &quot;resgatar&quot; gays de sua homossexualidade e que o interesse dos pastores em curar gays é obter mais fieis e, com isso, mais dízimo. Também no estúdio, o presidente da comissão de ética do CRP-SP (Conselho Regional de Psicologia) Luis Saraiva rebate os argumentos de Feliciano e detalha o que há por trás da lei criada pelo deputado João Campos.</itunes:summary>
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			<description>&quot;Eu era uma zebra pintada de branco&quot;. Sergio Viula conta que essa era a ideia que tinha de si mesmo enquanto era casado com uma mulher, pastor de uma igreja e &quot;gay curado&quot;. Há dez anos fora do armário, Viula foi um dos idealizadores de uma instituição americana que se propunha a curar homossexuais no Brasil. Ele conta que muitas igrejas usam clínicas de recuperação de drogados para &quot;resgatar&quot; gays de sua homossexualidade e que o interesse dos pastores em curar gays é obter mais fieis e, com isso, mais dízimo. Também no estúdio, o presidente da comissão de ética do CRP-SP (Conselho Regional de Psicologia) Luis Saraiva rebate os argumentos de Feliciano e detalha o que há por trás da lei criada pelo deputado João Campos.</description>
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			<pubDate>Thu, 27 Jun 2013 10:00:00 -0300</pubDate>
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			<itunes:keywords>cura gay, LGBT</itunes:keywords>
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			<title>#11 - Revolta</title>
			<itunes:author>Lado Bi</itunes:author>
			<itunes:subtitle>O Lado Bi da Revolta traz o deputado Jean Wyllys contando como o governo federal está aterrorizado com os protestos</itunes:subtitle>
			<itunes:summary>&quot;No começo, muitos deputados estavam chamando os manifestantes de vândalos. Agora tem muita gente lá dentro com medo. O governo federal está apavorado.&quot; Essa declaração é do deputado Jean Wyllys, que participa do programa falando das manifestações e de suas múltiplas bandeiras pelo Brasil. Ele também comenta algumas falhas das entidades de representação dos direitos LGBT e critica aqueles que dão palanque ao deputado Marco Feliciano. &quot;A Comissão de Direitos Humanos não tem legitimidade, pois ela é cheia de fundamentalistas&quot;. No estúdio, o consultor de inteligência digital Felipe Teobaldo fala sobre a atuação dos meios de comunicação na cobertura dos protestos, enquanto o estudante de direito André Baliera, que sofreu um ataque homofóbico no ano passado, observa que muitos defensores de bandeiras reacionárias também aproveitaram das manifestações para defender seus pontos de vista.</itunes:summary>
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			<description>&quot;No começo, muitos deputados estavam chamando os manifestantes de vândalos. Agora tem muita gente lá dentro com medo. O governo federal está apavorado.&quot; Essa declaração é do deputado Jean Wyllys, que participa do programa falando das manifestações e de suas múltiplas bandeiras pelo Brasil. Ele também comenta algumas falhas das entidades de representação dos direitos LGBT e critica aqueles que dão palanque ao deputado Marco Feliciano. &quot;A Comissão de Direitos Humanos não tem legitimidade, pois ela é cheia de fundamentalistas&quot;. No estúdio, o consultor de inteligência digital Felipe Teobaldo fala sobre a atuação dos meios de comunicação na cobertura dos protestos, enquanto o estudante de direito André Baliera, que sofreu um ataque homofóbico no ano passado, observa que muitos defensores de bandeiras reacionárias também aproveitaram das manifestações para defender seus pontos de vista.</description>
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			<pubDate>Thu, 20 Jun 2013 10:00:00 -0300</pubDate>
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			<itunes:keywords>protestos, Jean Wyllys, LGBT</itunes:keywords>
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		<item>
			<title>#10 - Esporte</title>
			<itunes:author>Lado Bi</itunes:author>
			<itunes:subtitle>Lado Bi do Esporte traz o diretor de redação da Placar dizendo que a imprensa e os torcedores condenaram Richarlyson ao rótulo de gay</itunes:subtitle>
			<itunes:summary>&quot;A imprensa e os torcedores condenaram – e a palavra é essa, condenaram – o Richarlyson ao rótulo de gay.&quot; Com essa declaração, o diretor de redação da revista Placar, Maurício Barros, comenta com o repórter Breiller Pires, da mesma publicação, como a homossexualidade tem sido tratada no futebol brasileiro e no mundo. Por telefone, Michael Santos, jogador do Vôlei Futuro que foi agredido verbalmente pela torcida do Cruzeiro, comenta sobre homofobia no esporte.</itunes:summary>
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			<description>&quot;A imprensa e os torcedores condenaram – e a palavra é essa, condenaram – o Richarlyson ao rótulo de gay.&quot; Com essa declaração, o diretor de redação da revista Placar, Maurício Barros, comenta com o repórter Breiller Pires, da mesma publicação, como a homossexualidade tem sido tratada no futebol brasileiro e no mundo. Por telefone, Michael Santos, jogador do Vôlei Futuro que foi agredido verbalmente pela torcida do Cruzeiro, comenta sobre homofobia no esporte.</description>
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			<pubDate>Thu, 13 Jun 2013 10:00:00 -0300</pubDate>
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			<itunes:keywords>futebol, vôlei, Richarlyson, Michael Santos, LGBT</itunes:keywords>
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		</item>
		<item>
			<title>#9 - Trans</title>
			<itunes:author>Lado Bi</itunes:author>
			<itunes:subtitle>Uma conversa com as pastoras que fundaram uma igreja aberta a homossexuais</itunes:subtitle>
			<itunes:summary>No programa, a modelo Carol Marra conta que ainda não conseguiu fazer sua operação de mudança de sexo porque seu corpo &quot;pertence à Dilma&quot;. Isso quer dizer que, para poder viver plenamente sua sexualidade, depende de aprovação do Estado, por isso ela vai se operar no exterior. Já o escritor, professor e psicólogo João Nery fala sobre seu livro &quot;Viagem Solitária&quot; e conta como perdeu todos os seus títulos acadêmicos por não conseguir mudar seus documentos para sua identidade masculina</itunes:summary>
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			<description>No programa, a modelo Carol Marra conta que ainda não conseguiu fazer sua operação de mudança de sexo porque seu corpo &quot;pertence à Dilma&quot;. Isso quer dizer que, para poder viver plenamente sua sexualidade, depende de aprovação do Estado, por isso ela vai se operar no exterior. Já o escritor, professor e psicólogo João Nery fala sobre seu livro &quot;Viagem Solitária&quot; e conta como perdeu todos os seus títulos acadêmicos por não conseguir mudar seus documentos para sua identidade masculina</description>
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			<pubDate>Thu, 06 Jun 2013 10:00:00 -0300</pubDate>
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			<itunes:keywords>Carol Marra, João Nery, transexual, trans, LGBT</itunes:keywords>
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		<item>
			<title>#8 - HIV</title>
			<itunes:author>Lado Bi</itunes:author>
			<itunes:subtitle>Na semana da Parada Gay, o programa traz um guia super sincero sobre Aids e HIV</itunes:subtitle>
			<itunes:summary>Na semana da Parada Gay, o programa traz um guia super sincero sobre Aids e HIV com todas as informações que o governo brasileiro nunca traz a público por puro preconceito. Por telefone, o infectologista Heverton Zambrini, esclarece mitos sobre a transmissão da doença e explica por que tomar coquetel anti HIV não é a mesma coisa que tomar remédio pra dor de cabeça.</itunes:summary>
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			<description>Na semana da Parada Gay, o programa traz um guia super sincero sobre Aids e HIV com todas as informações que o governo brasileiro nunca traz a público por puro preconceito. Por telefone, o infectologista Heverton Zambrini, esclarece mitos sobre a transmissão da doença e explica por que tomar coquetel anti HIV não é a mesma coisa que tomar remédio pra dor de cabeça.</description>
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			<pubDate>Thu, 30 May 2013 10:00:00 -0300</pubDate>
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			<itunes:keywords>HIV, Aids, prevenção, sexo, LGBT</itunes:keywords>
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		</item>
		<item>
			<title>#7 - Novela</title>
			<itunes:author>Lado Bi</itunes:author>
			<itunes:subtitle>O Lado Bi da novela: edição debate sobre personagens homossexuais na telenovela e os gays de Amor À Vida</itunes:subtitle>
			<itunes:summary>Na edição 7, o Lado Bi da novela. O autor Walcyr Carrasco conta por que resolveu colocar um vilão gay na novela &quot;Amor à Vida&quot;, enquanto Marcelo Antony e Thiago Fragoso falam sobre o casal que interpretarão na trama. No estúdio, o autor do &quot;Almanaque da Telenovela Brasileira&quot;, Nilson Xavier comenta a evolução dos homossexuais nos folhetins.</itunes:summary>
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			<description>Na edição 7, o Lado Bi da novela. O autor Walcyr Carrasco conta por que resolveu colocar um vilão gay na novela &quot;Amor à Vida&quot;, enquanto Marcelo Antony e Thiago Fragoso falam sobre o casal que interpretarão na trama. No estúdio, o autor do &quot;Almanaque da Telenovela Brasileira&quot;, Nilson Xavier comenta a evolução dos homossexuais nos folhetins.</description>
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			<pubDate>Thu, 23 May 2013 10:00:00 -0300</pubDate>
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			<itunes:keywords>Amor À Vida, novela, teledramaturgia, LGBT</itunes:keywords>
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		<item>
			<title>#6 - Música</title>
			<itunes:author>Lado Bi</itunes:author>
			<itunes:subtitle>Confira uma entrevista exclusiva com o cantor Rufus Wainwright e saiba tudo sobre o novo show dos Pet Shop Boys</itunes:subtitle>
			<itunes:summary>Finalmente, um programa dedicado todo à música! Uma conversa de camarim com Rufus Wainwright sobre como lidar com carreira, casamento, filhos, morte e homofobia quando se é um dos maiores ícones gays da música. Em seguida, Pablo Myiazawa, editor-chefe da revista Rolling Stone, conversa sobre a sexualidade e sua influência sobre os artistas pop. Mais um relato do show novo dos Pet Shop Boys e uma música inédita tirada do show.</itunes:summary>
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			<description>Finalmente, um programa dedicado todo à música! Uma conversa de camarim com Rufus Wainwright sobre como lidar com carreira, casamento, filhos, morte e homofobia quando se é um dos maiores ícones gays da música. Em seguida, Pablo Myiazawa, editor-chefe da revista Rolling Stone, conversa sobre a sexualidade e sua influência sobre os artistas pop. Mais um relato do show novo dos Pet Shop Boys e uma música inédita tirada do show.</description>
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			<pubDate>Thu, 16 May 2013 10:00:00 -0300</pubDate>
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			<itunes:keywords>Rufus Wainwright, Pet Shop Boys, LGBT</itunes:keywords>
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		</item>
		<item>
			<title>#5 - Família</title>
			<itunes:author>Lado Bi</itunes:author>
			<itunes:subtitle>Veja a história do ator que fez uma peça para se reaproximar do pai após seis anos </itunes:subtitle>
			<itunes:summary>Nesta edição, discutimos o Lado Bi da família. Conheça o ator que usou uma peça de teatro para se reaproximar do pai e do livro que conta história de gay que se reaproxima da família após a morte do irmão. Também mostramos o casal que processou a doceria Ofner em 2010 por homofobia e que foi indenizado após três anos de batalha judicial. E no quadro Lado Bofe, desmascaramos o guia para gays pegarem heteros.</itunes:summary>
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			<description>Nesta edição, discutimos o Lado Bi da família. Conheça o ator que usou uma peça de teatro para se reaproximar do pai e do livro que conta história de gay que se reaproxima da família após a morte do irmão. Também mostramos o casal que processou a doceria Ofner em 2010 por homofobia e que foi indenizado após três anos de batalha judicial. E no quadro Lado Bofe, desmascaramos o guia para gays pegarem heteros.</description>
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			<pubDate>Thu, 09 May 2013 10:00:00 -0300</pubDate>
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			<itunes:keywords>família, ofner, LGBT</itunes:keywords>
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		</item>
		<item>
			<title>#4 - Heterofobia</title>
			<itunes:author>Lado Bi</itunes:author>
			<itunes:subtitle>Programa nº 4 desmascara a farsa da heterofobia, com a participação do ator José de Abreu e do escritor Antônio Prata</itunes:subtitle>
			<itunes:summary>O programa Lado Bi dessa quinta foi veiculado ao vivo, a partir das 15h e teve como tema a heterofobia, um mito transformado em projeto de lei e colocado na pauta da CDH pelo pastor Marco Feliciano. O programa teve participação do escritor Antonio Prata e do ator José de Abreu. Também participaram diversos heterossexuais que responderam, na medida do risível, questões sobre o tema.</itunes:summary>
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			<description>O programa Lado Bi dessa quinta foi veiculado ao vivo, a partir das 15h e teve como tema a heterofobia, um mito transformado em projeto de lei e colocado na pauta da CDH pelo pastor Marco Feliciano. O programa teve participação do escritor Antonio Prata e do ator José de Abreu. Também participaram diversos heterossexuais que responderam, na medida do risível, questões sobre o tema.</description>
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			<pubDate>Thu, 02 May 2013 10:00:00 -0300</pubDate>
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			<itunes:keywords>cura gay, Marcos Feliciano, José de Abreu, Antonio Prata, LGBT</itunes:keywords>
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			<title>#3 - Casamento</title>
			<itunes:author>Lado Bi</itunes:author>
			<itunes:subtitle>Programa traz guia do casamento gay e debate sobre o dote do ator Jon Hamm</itunes:subtitle>
			<itunes:summary>Programa traz guia e debate o casamento gay; a crítica de cinema Ana Maria Bahiana conta detalhes da polêmica em torno do dote do astro de &quot;Mad Men&quot;, o ator Jon Hamm; e a diarista Tania ensina uma receita infalível de chá para Danuza Leão</itunes:summary>
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			<description>Programa traz guia e debate o casamento gay; a crítica de cinema Ana Maria Bahiana conta detalhes da polêmica em torno do dote do astro de &quot;Mad Men&quot;, o ator Jon Hamm; e a diarista Tania ensina uma receita infalível de chá para Danuza Leão</description>
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			<pubDate>Thu, 18 Apr 2013 10:00:00 -0300</pubDate>
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			<itunes:keywords>casamento homoafetivo, Jon Hamm, LGBT</itunes:keywords>
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			<title>#2 - Drogas</title>
			<itunes:author>Lado Bi</itunes:author>
			<itunes:subtitle>Uma conversa realista sobre os efeitos das drogas, quais são as preferidas dos gays e legalização.</itunes:subtitle>
			<itunes:summary>A 2ª edição traz Tarso Araújo, autor do Almanaque das Drogas e o Sociólogo Mauro Feola, de Berlim, falando dos perigos das combinações de substâncias na comunidade gay e o jornalista Luis Fernando Manzoli contando o que viu no culto do pastor Marco Feliciano</itunes:summary>
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			<description>A 2ª edição traz Tarso Araújo, autor do Almanaque das Drogas e o Sociólogo Mauro Feola, de Berlim, falando dos perigos das combinações de substâncias na comunidade gay e o jornalista Luis Fernando Manzoli contando o que viu no culto do pastor Marco Feliciano</description>
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			<pubDate>Thu, 04 Apr 2013 10:00:00 -0300</pubDate>
			<itunes:duration>53:04</itunes:duration>
			<itunes:keywords>drogas, LGBT</itunes:keywords>
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			<title>#1 - Fé</title>
			<itunes:author>Lado Bi</itunes:author>
			<itunes:subtitle>Uma conversa com as pastoras que fundaram uma igreja aberta a homossexuais</itunes:subtitle>
			<itunes:summary>Em seu programa de estreia, o Lado Bi convida as pastoras lésbicas Rosania Rocha e Lanna Holder para uma conversa sobre cura gay, preconceito, fé e política</itunes:summary>
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			<description>Em seu programa de estreia, o Lado Bi convida as pastoras lésbicas Rosania Rocha e Lanna Holder para uma conversa sobre cura gay, preconceito, fé e política</description>
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			<pubDate>Thu, 07 Mar 2013 10:00:00 -0300</pubDate>
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			<itunes:keywords>igreja, fé, LGBT</itunes:keywords>
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